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08.07.20

Encalhe à vista

José Dirceu concluiu o segundo volume de suas memórias. A obra, no entanto, ainda não tem data de lançamento. A pandemia não ajuda, assim como o track records comercial do “comandante”. O primeiro volume não chegou sequer à metade dos 100 mil exemplares em vendas, como era esperado pelos editores. Mesmo com as noites de autógrafo em diversas capitais do país.

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19.06.20

Dirceu deixa “quarentena” e se une à Frente Ampla

Acabou o confinamento da esquerda. José Dirceu vai se unir à “Frente Ampla pela Democracia”. Dirceu fez chegar às lideranças políticas que estão à frente do movimento a sua disposição de participar das articulações para – sejamos honestos – precipitar o despejo de Jair Bolsonaro da Presidência. A mexida de Dirceu é um movimento político calculado.

Ele se apresentará como um cidadão combativo pela democracia e não como dirigente do PT. Com essa dubiedade, pretende criar uma saída para as inevitáveis narrativas de que rachou com Lula ou está cindindo o PT. O truque é o seguinte: o “comandante” representa si próprio nas conversas suprapartidárias. Mas, ainda que subliminarmente, continua representando também o partido. A posição do PT é a de seguir isolado na oposição ao governo.

Dirceu, não é de hoje, não concorda com esse “pensamento único”. Tem atirado aqui e acolá flechas com endereço certo. Em recente entrevista, por exemplo, declarou que “temos de constituir uma frente das esquerdas para lutar contra Bolsonaro e para ser alternativa ao Brasil”. Como diria o mestre Eliezer Batista, “seja como for, tudo tem que acabar com bom humor”. O engajamento de José Dirceu nas conversas já pontificadas por Fernando Henrique Cardoso, Marina Silva e Ciro Gomes criaria uma curiosa aliança: um ex-presidente aristocrata, uma ex-seringueira, um “cangaceiro” extremante preparado e um ex-guerrilheiro juntos contra Bolsonaro.

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09.06.20

Bicudos

A exemplo de José Dirceu, o economista Eduardo Moreira também tenta costurar uma aproximação entre Lula e Ciro Gomes. Vai gastar saliva para nada. Conselheiro emergente do campo da esquerda, Moreira é fundador do movimento Somos 70, de oposição a Jair Bolsonaro.

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13.05.20

O mais inimaginável encontro da República

Pode parecer nonsense e talvez até seja, mas circula em rodas do PT que o comandante José Dirceu anda pensando em voz alta sobre um possível encontro entre Lula e Sergio Moro. Ambos se despiriam das vestes de condenado e juiz em nome da causa maior do Brasil. Dirceu é um pragmático elevado à enésima potência. Antes da posse de Lula, articulou o Ministério junto a personagens como Mario Garnero, Jorge Serpa e até Dick Cheney, então vice-presidente dos Estados Unidos e CEO da Halliburton até 2000. Não custa lembrar que a loucura tem precedente. Nos idos de 1966, Carlos Lacerda e João Goulart, antes inimigos figadais, uniram-se na Frente Ampla. A pergunta que não quer calar não é nem mesmo a questão do timing e a disposição de ambos para um evento desses. Mas, sim, o que Moro teria a ganhar com isso?

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04.02.20

Memórias do comandante

José Dirceu prepara um cartapácio para o segundo volume de suas memórias. Já escreveu aproximadamente 600 páginas e, não satisfeito, negociou com sua editora mais um ano para entregar os originais.

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12.12.19

Dirceu Volume 2

Além de uma intensa rotina de reuniões políticas, José Dirceu tem aproveitado a liberdade para revisar os textos escritos ainda no cárcere para o segundo volume de suas memórias. Segundo um interlocutor do “Comandante”, há material pronto para mais de 600 páginas – o primeiro tomo teve 520. Ao amigos Dirceu diz que vai “desmascarar” o mensalão. Seja lá o que isso significa.

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02.12.19

Lula e Dirceu são questões de Estado

Lula lá, Lula cá, Lula ali… O ex-presidente da República é monitorado em tempo integral pelos órgãos de inteligência. Mas a cobertura full time das ações não é privilégio do Lula, até porque ele anda meio borocoxô, gerando pouco conteúdo para os relatórios dos serviços de informações. Quem faz a alegria dos espiões é o comandante José Dirceu, disparado o alvo preferencial de Abin, GSI e congêneres. Dirceu está sempre em reuniões fechadas, reservadíssimas. Toma todos os cuidados para que sua privacidade não seja invadida. E tem ativa interlocução com o estrangeiro. Não bastasse dar mais trabalho para o pessoal da espionagem, José Dirceu é maroto e provocador. Volta e meia pergunta no telefone: “tem alguém gravando aí?”. Irrita os agentes com o deboche. Na falta de Lula, Dirceu faz a festa.

Lula quer chegar logo às prateleiras. O petista tem pressionado o amigo Fernando Morais a concluir o livro que está escrevendo sobre sua trajetória política. A obra cobrirá desde os tempos de sindicalismo à prisão do ex-presidente, em 2018. Previsto originalmente para dezembro, o lançamento foi adiado para depois do Carnaval. No entanto, para que o novo prazo seja cumprido, Morais terá de entregar os originais à editora até meados deste mês. Para se dedicar exclusivamente ao livro, o escritor afastou-se temporariamente do dia a dia de seu próprio blog, “Nocaute”. Morais acompanhou Lula nos poucos eventos políticos comandados pelo ex-presidente desde a sua libertação. É assunto para o segundo dos quatro tomos que pretende lançar.

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18.11.19

Nas redes sociais, eles por eles

O “comandante” José Dirceu vai ter também sua central de redes sociais. Enquanto bate pé pelos diretórios do PT no país, articula e conspira com esquerdas mais e menos votadas, a máquina mortífera de Dirceu na internet funcionará como uma usina de provocações. O “comandante” não focará em Jair Bolsonaro. O pugilato com o “Capitão” fica para Lula. Dirceu pretende cair dentro dos “bolsonarinhos”, Eduardo, Flavio e Carluxo. Identificou que os rebentos são mais fáceis de arrebentar, no sentido metafórico, é claro. Os filhos do “Capitão” não resistem a um convite para a briga. O projeto é desestabilizá-los, deixando que eles façam o restante do trabalho: falar barbaridades nas redes sociais, que serão reproduzidas na grande mídia, comprometendo a imagem do papai. É possível que venha por aí uma guerra da falta de decoro, na qual um radical líder das esquerdas e perito em golpes baixos vai se digladiar na arena digital com truculentos e francos atiradores, faixas pretas em baixarias.

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11.11.19

Lula, Dirceu e a divisão petista do trabalho

Lula e José Dirceu, nem bem foram soltos, já têm uma estratégia de ação conjunta, com divisão de trabalho e correligionários. Nas últimas duas semanas, quando cresceu a percepção de que o STF julgaria contra a prisão em segunda instância, os pombos correios aumentaram a frequência das idas e voltas. Depois do reencontro eivado de simbolismo da última sexta-feira à noite, ainda em Curitiba, os dois se descolam.

De certa forma, como sempre foi, Lula vai falar com o povo, sua praia. Dirceu vai falar coma militância do partido. Ninguém, nem Lula, tem a ascendência do “comandante” no PT. O ex-presidente vai andar por estas terras dos confins de braço dado com Fernando Haddad, coringa do partido para diversas missões. Dirceu comandará as reuniões com os quadros petistas junto com presidente do partido, Gleisi Hoffmann, que está mais para dama de companhia do que estrategista influente.

Dirceu irá pouco às praças. Sua missão é reunificar por dentro um PT tristonho e com a autoestima lá embaixo. Pois autoestima é o que não falta a Lula. Conforme informou o RR na última sexta-feira, o pacote 3D de Paulo Guedes, se fosse encomendado como bandeiras oposicionistas, não viria tão sob medida. A defesa do salário mínimo – apesar de que ninguém disse que ele vai acabar – é palavra de ordem já escolhida. A democracia está entrando em ebulição como magma debaixo da terra.

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04.10.19

“Força, Dirceu”

Amigos e simpatizantes de José Dirceu, como o ator José Abreu, pretendem organizar um “crowdfunding” para ajudar o ex-ministro a bancar suas dívidas com a Justiça. O TRF-4 decidiu que ele terá de pagar R$ 4,5 milhões referentes a custas processuais, multa e reparação de danos. Quatro imóveis de Dirceu, avaliados em R$ 11 milhões, foram penhorados há tempos pela Justiça Federal.

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