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09.11.17
ED. 5742

Museu de grandes novidades

Luiz Fernando Pezão serviu de porta-voz, mas todas as articulações para a indicação do deputado estadual Edson Albertassi ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) foram conduzidas pelo presidente da Alerj, Jorge Picciani. O nome já está “aprovado” por praticamente todas as lideranças partidárias da Casa – a votação em plenário será mera formalidade. Picciani foi também o responsável pela indicação de Jonas Lopes Junior, o ex-presidente do TCE que foi afastado do cargo e preso por receber propina.

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06.11.17
ED. 5739

O gado de Picciani

Os procuradores da Operação Calicute temem que o gado de Jorge Picciani saia do pasto em direção a um laranjal. O presidente da Alerj vai vender, de uma só vez, 170 cabeças de sua propriedade em leilão programado para a primeira semana de dezembro.

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Jorge Picciani está se tornando tutor político dos “órfãos” da Lava Jato. Mentor de Marco Antonio Cabral, filho de Sérgio Cabral, terá também participação direta na campanha de Danielle Dytz da Cunha à Câmara dos Deputados. Herdeira do capital político de Eduardo Cunha – sim, ele existe -, já é possível antever a jovem Danielle em palanques do interior do Rio, nas inúmeras cidades dominadas pelo PMDB, falando da “injustiça” que fizeram com seu pai.

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15.08.17
ED. 5683

Os “cavalos vencedores” de Picciani

Segundo fonte do Ministério Público, a força-tarefa da Operação Calicute investiga a denúncia de que a família Picciani teria uma participação, não revelada, na Investiplan Computadores. A companhia tem contratos com o governo do Rio que somam quase R$ 250 milhões. O herdeiro da Investiplan, Paulo Afonso Trindade Júnior, jamais
escondeu sua proximidade com os Picciani, notadamente na agropecuária.

No próprio site da Fazenda Nova Trindade, de sua propriedade, o empresário externa sua gratidão a Felipe Picciani – filho do presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani. Segundo a apresentação, foi Felipe que “orientou e deu suporte inicial” para a família Trindade ingressar na criação de gado Nelore. O clã aproveitou bem o conselho e a ajuda: hoje, a Nova Trindade tem cerca de mil cabeças de gado e é assídua participante dos concorridos leilões de Nelore promovidos pela Agrobilara, dos Picciani.

Procurado, Jorge Picciani negou ser sócio da Investiplan. Disse ainda que jamais interferiu em contratos com o estado, de “nenhuma natureza”. O RR fez seguidas tentativas de contato com a Investiplan e a Fazenda Nova Trindade, mas não obteve retorno. O MPF, por sua vez, informou que “não se manifesta sobre investigação em andamento, não confirmando nem negando se uma apuração está em curso.”

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13.07.17
ED. 5660

Radioatividade

O prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis (PMDB),tomou conta da Indústrias Nucleares do Brasil (INB), com a indicação de aliados para diversos cargos. A sesmaria lhe foi concedida pelo presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani. Nada mais justo. Reis tem um longo histórico de serviços prestados à atômica trinca Sergio Cabral, Eduardo Cunha e Picciani.

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Com a discrição que o negócio pede, o cervejeiro Walter Faria está tentando se desfazer da sua participação na pedreira Tamoio Mineração, na qual é sócio da família Picciani.

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03.04.17
ED. 5591

Pai e filhos

O presidente da Alerj, Jorge Picciani, está muito, mas muito preocupado mesmo com os rebentos Felipe, Rafael e Leonardo.

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29.03.17
ED. 5588

Picciani engorda seu gado

Mesmo com a Lava Jato a revirar seu pasto, a família Picciani prepara-se para abrir a temporada 2017 dos seus leilões de gado, alvo de variadas denúncias. Nos dias 17 e 18 de abril, o Grupo Monte Verde, de propriedade do clã, realizará dois pregões virtuais. Trata-se de um aquecimento. O grande evento está previsto para 2 de maio: a 33a Noite dos Campeões, em Uberaba. No ano passado, os Picciani protagonizaram os dois maiores negócios da festa. Diandria, uma matriz de sete anos de idade, foi vendida por R$ 816 mil. Já a nelore Taiga, de 28 meses, alcançou o lance de R$ 900 mil.

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23.02.17
ED. 5567

Brita dos Picciani

A mineradora Tamoio, fabricante de brita da família Picciani, tem detonado empregos como quem explode uma pedreira. A entressafra, sem dúvida, é resultado da crise no setor de construção. Mas os demitidos repetem como um mantra a mesma expressão: Lava Jato, Lava Jato…

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10.02.17
ED. 5558

Onde Murilo Benício foi amarrar seu boi…

As incestuosas relações entre o público e o privado na política do Rio de Janeiro perigam ricochetear em quem nada tem a ver com o lado mais sombrio da história. É o inusitado caso, por exemplo, do ator Murilo Benício. Criador de gado da raça Gir, Benício é acionista da Agropecuária Copacabana e Comércio Participação. Tem como sócio Felipe Picciani, um dos filhos do presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani – por sinal o único de seus rebentos sem imunidade parlamentar. Não é de hoje que as atividades da família Picciani na agropecuária são alvo de denúncias. Em recente delação premiada, a ex-conselheira da Carioca Engenharia Tania Fontenelle afirmou que a empreiteira comprou vacas a preços superfaturados da Agrobilara, outra empresa controlada pelos Picciani. Pobre, Murilo Benício! Deve estar dando uma boiada para ficar longe de qualquer confusão.

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07.02.17
ED. 5555

The Godfather

Jorge Picciani, presidente da Alerj, assumiu a “guarda política” do deputado estadual e ex-secretário de Esportes do Rio Marco Antonio Cabral, filho de Sergio Cabral. E espera que o ex-governador leve esse gesto em conta caso decida contar o que sabe.

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03.02.17
ED. 5553

Um Picciani ao relento

O presidente da Alerj, Jorge Picciani, está particularmente preocupado com o rebento Felipe Picciani. Dos seus três filhos adultos, é o único que não está protegido pelo manto de um mandato parlamentar.

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07.12.16
ED. 5511

Praça de guerra 2

Enquanto comandava o primeiro dia de votação do pacote de medidas fiscais do estado, o sempre frio Jorge Picciani não escondeu a apreensão com o que acontecia fora da Alerj. Passou a tarde com um celular sobre a mesa, acompanhando a transmissão ao vivo das bárbaras cenas de violência. Além disso, a todo o instante um assessor vinha ao pé do seu ouvido atualizar as informações sobre os confrontos.

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Além de Michel Temer, Eduardo Cunha pretende chamar Jorge Picciani como sua testemunha de defesa. Nem que seja apenas para também lhe enviar uma lista de apimentadas perguntas.

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18.11.16
ED. 5498

A dodecafonia do Rio em cinco notas

Periga faltar carcereiro no Rio. Os sete mil servidores da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) ameaçam paralisar suas atividades a partir da próxima semana caso o pagamento dos salários não seja regularizado. Há pelo menos três meses, os funcionários dos presídios do estado vêm trabalhando em menor número nos turnos de revezamento.

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 O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, pretende espremer ao máximo a Cedae. A ideia é lançar mão de uma política emergencial de distribuição de dividendos, com o repasse quase integral do lucro deste ano para o acionista controlador, o governo do Rio. No ano passado, por exemplo, do lucro de R$ 248,8 milhões, a Cedae transferiu ao estado, a título de dividendo, apenas R$ 60 milhões. Os demais R$ 168 milhões foram reinvestidos na empresa. Procurados, o governo do estado e a Cedae não quiseram se pronunciar sobre o assunto.

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 Ainda que convenientemente recluso – o que de nada lhe adiantou –, Sergio Cabral vinha participando ativamente das discussões políticas em torno da grave crise no Rio. Desde o fim de outubro, por sinal, o número de encontros com o governador Pezão caiu consideravelmente à medida que a agenda com o presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), Jorge Picciani, se intensificou. Os dois se falaram praticamente todos os dias. Agora, a comunicação ficará dificultada.

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 Enquanto o duro pacote de medidas administrativas espera pela votação na Alerj, o governador Pezão pretende anunciar nos próximos dias a extinção de autarquias e superintendências estaduais, entre elas a Suderj, que ficou sem função após a privatização do Maracanã.

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 O carioca reagiu com o habitual tom de chacota à decisão de Jorge Picciani de cercar todo o prédio da Alerj para evitar invasões de manifestantes: “Os deputados estão onde merecem: atrás das grades”.

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10.11.16
ED. 5493

Descuido

 Curioso: ontem à tarde, mais de 24 horas após a invasão da Assembleia Legislativa do Rio, o presidente da Casa, Jorge Picciani, ainda não havia ordenado a retirada da faixa colocada pelos manifestantes na entrada do parlamento: “Fora Pezão”.

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 Sergio Cabral, o governador licenciado Luiz Fernando Pezão e os Picciani têm se esforçado para antever o potencial destrutivo da delação premiada do empreiteiro Fernando Cavendish, ex-Delta. O mais calmo dos três, como sempre, é “Serginho”.

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 Ontem, durante a visita de Michel Temer ao Parque Olímpico da Barra, o que chamou a atenção de muitos foi o contraste entre os Picciani. O pai, Jorge, eclipsou a presença do governador interno Francisco Dornelles e monopolizou as conversas com Temer. Já o filho, Leonardo, Ministro dos Transportes, permaneceu apagado durante todo o evento.

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 Jorge Picciani e Eduardo Paes estão mais tensos do que os zagueiros que tinham de marcar o Baixinho. Ao olhar dos caciques peemedebistas, o recuo do serpenteante Romário em relação ao impeachment de Dilma Rousseff é um sinal de que ele poderá relançar sua candidatura a prefeito do Rio com o apoio do PT.

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 Jorge Picciani, um dos caciques do PMDB fluminense, está empenhado em dinamitar a candidatura de Pedro Paulo à Prefeitura do Rio. Na “linha de sucessão” do partido, o nome natural para disputar a eleição seria o de seu filho, Leonardo Picciani.

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 Michel Temer e Leonardo Picciani tiveram uma longa conversa na última segunda-feira. Conforme previa o script, Picciani, filho, fará agora sua rápida migração para o colo de Picciani, pai, e do eventual governo Temer.

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 Enquanto Jader Barbalho deriva para o grupo pró-Michel Temer, Helder Barbalho promete cerrar fileiras com o governo mesmo após deixar a Secretaria de Portos – sua saída do cargo está prevista para amanhã. Ou seja: há método e sintonia entre as famílias do PMDB. Sem qualquer vergonha do plágio, os Barbalho seguem rigorosamente o script assinado pelos Picciani – no qual Jorge morde e Leonardo assopra. Dessa maneira, os dois clãs peemedebistas cravam um duplo na loteria do impeachment. Se Dilma ficar, Helder e Leonardo arrastam seus pais de volta para o governo. Se Temer levar, caberá aos patriarcas fazer as honras da casa e conduzir o embarque dos rebentos na nova gestão.

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26.10.15
ED. 5234

Festa sem som

 Preocupado com a hiperexposição do rebento, Jorge Picciani já aconselhou Leonardo a celebrar de forma discreta seus 36 anos, que serão completados no próximo dia 6 de novembro. Nada de uma megafesta em Brasília e outra no Rio, como o deputado chegou a cogitar.

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 A desinibição com que Jorge Picciani resolveu atacar Aécio Neves publicamente tem causado espécie até mesmo entre seus pares na cúpula do PMDB do Rio. Exatamente há um ano Picciani foi um dos idealizadores do “Aezão”, o movimento de apoio às candidaturas de Aécio e Luiz Fernando Pezão.

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