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17.09.21

Super produção

João Dória quer fazer muito barulho com o registro da sua chapa nas prévias do PSDB, previsto para próxima segunda-feira. A ideia é dar ao evento ares de lançamento da candidatura à Presidência. Assessores de Doria passaram os últimos dias preparando a apresentação que será feita aos delegados tucanos, com pontos do futuro programa de governo de Doria. A ideia é produzir um vasto material para viralizar nas redes sociais.

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06.09.21

Maia tem que mostrar serviço

Rodrigo Maia, agora secretário de Projetos e Ações Estratégicas do governo Doria, deverá apresentar um pacotão de PPPs e concessões até o fim de setembro. Maia tem pressa. Sua passagem pelo cargo on demand – ou seja, criado especialmente para ele por João Doria – será efêmera: em abril, o parlamentar terá de se desincompatibilizar da Secretaria para disputar a reeleição para a Câmara.

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03.09.21

A hora dele vai chegar

Segundo uma fonte próxima a João Doria, o governador estaria esperando apenas a vitória nas prévias tucanas para se dedicar à agenda Aécio Neves, ou seja, trabalhar pela expulsão do desafeto do PSDB.

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09.08.21

Batendo asas

Há um zunzunzum no PSDB de que o senador Tasso Jereissati vai desistir de disputar as prévias do partido para escolher o candidato
à Presidência. A declaração de voto em João Doria feita por FHC teria sido a gota d ́água.

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30.07.21

Um revés para São Paulo

Há uma tensão entre os organizadores do GP São Paulo de F-1, marcado para novembro. A Liberty Media, dona da categoria, tem sinalizado que poderá realizar o evento de portões fechados – já foram vendidos cerca de 40 mil ingressos. Tudo dependerá do ritmo de vacinação e do número de casos de Covid-19 em São Paulo. Nos últimos 15 dias, ressalte-se, a média móvel caiu de 10 mil para oito mil casos diários. No entanto, os norte-americanos estão levando em consideração a presença da variante Delta em São Paulo.

Em tempo: os portões fechados seriam uma ducha de água fria para o governador João Doria, que tem planos de transformar o GP em uma grande vitrine internacional das suas ações de combate à pandemia.

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12.07.21

Adeus, isolamento social

O jogo começou: João Doria planeja visitar todas as capitais brasileiras até 21 de novembro, data marcada para as prévias que definirão o candidato do PSDB à Presidência da República. Consultada, a assessoria do governador informou que “João Doria pretende percorrer o Brasil para conversar com filiados do PSDB espalhados pelo país”.

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22.06.21

Frente ampla?

Diante do sucesso que o “desafio das vacinas” tem feito nas redes sociais, João Doria, Eduardo Paes e Flavio Dino articulam a realização de uma live conjunta para capitalizar o anunciado avanço da imunização em São Paulo, Rio e Maranhão.

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15.06.21

Inimigo íntimo

João Doria reservou uma missão especial para Paulo Marinho, que deixou a presidência do PSDB no Rio para ser um dos cabeças da sua pré-campanha. Entre outras missões, Marinho vai comandar a comunicação de Doria nas redes sociais. O empresário, um dos articuladores da campanha de Jair Bolsonaro em 2018, conheceu por dentro a gênese do “gabinete do ódio”.

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11.05.21

Doria é o astro do filme “o estadista da pandemia”

O RR apurou que João Doria pretende produzir uma série documental em um plataforma de streaming sobre a guerra travada para a imunização em São Paulo. Ou seja: seguiria na esteira do sucesso “A Corrida das Vacinas”, em cartaz na Globoplay. De acordo com a mesma fonte, Doria já teria até um nome para a obra: “O estadista da pandemia”. O governador estuda ainda a edição de um livro, contando com a sua narrativa o que foi o épico da vacinação contra a Covid-19. O objetivo de Doria é marcar sua imagem como a do verdadeiro “anti-bolsonaro”. Na prática, será uma antecipação do horário eleitoral de 2022. O governador acredita que o melhor instrumento de disseminação da sua competência como gestor é o seu desempenho na administração na pandemia.

João Doria pode ter vários defeitos em função da sua trajetória de empresário controverso, à frente do Grupo Lide. É classificado por seus adversários como um político oportunista, além de ter uma personalidade afetada, que o faz ser chamado de “almofadinha”, inclusive por pessoas próximas a ele. Mas o “segundo presidente do Brasil”– São Paulo é o maior país dentro da República – tem desempenhado um papel de indiscutível relevância na pandemia. Nenhuma outra autoridade de governo teve uma performance tão dignificante quanto espetaculosa na gestão da Covid-19. Esse segundo atributo de Doria já era conhecido. O primeiro é que se constitui em uma grande novidade. Desde o início da pandemia, ele tem ido permanentemente às mídias dar explicações sobre as medidas adotadas no estado, sempre ladeado pelos integrantes do comitê de contenção do coronavírus de São Paulo. Ou seja: tudo o que Bolsonaro não fez.

Por mais “doriocêntrico” que o material venha a ser, o governador de São Paulo tem o que contar. João Doria foi, desde o início da pandemia, um dos governadores que mais defendeu de forma contundente as medidas de isolamento social e de fechamento de atividades não essenciais, com várias fases ao longo desse período – o decreto da quarentena já soma 21 renovações. Antes mesmo do primeiro caso comprovado de Covid-19 no Brasil, o governador criou um Plano de Combate ao Coronavírus, já em janeiro de 2020.
Doria intensificou as negociações com a China e fechou o primeiro contrato para a compra de 46 milhões da CoronaVac em 30 de setembro de 2020. Três dias depois, toda a documentação técnica referente à vacina já estava em poder da Anvisa, que deu o aval para o produto em janeiro de 2021. Até o momento, o Instituto Butantan já disponibilizou mais de 41,4 milhões de doses da CoronaVac para o Ministério da Saúde. Até agosto, serão 100 milhões de doses. Além disso, o Butantan já protocolou junto à Anvisa autorização para testar a primeira vacina contra a Covid-19 desenvolvida no Brasil.

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29.04.21

Quem atira em Gabbardo acerta Doria

No Palácio Bandeirantes, há uma preocupação com a possibilidade de João Gabbardo, coordenador do centro de contingência da pandemia de São Paulo, ser convocado pela CPI da Covid. O receio é que aliados de Jair Bolsonaro explorem contradições da época em que Gabbardo ocupava a secretaria executiva do Ministério da Saúde para, mesmo que por tabela, atingir politicamente o governador João Doria. No início da pandemia, Gabbardo flertou com a ideia de isolamento vertical, defendida por Bolsonaro, e foi complacente com o uso da cloroquina.

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