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planos
19.05.17
ED. 5622

Imagina…

Imaginem se hoje ou nos próximos dias o prefeito João Doria anunciar que está deixando o PSDB rumo à outra sigla por não compactuar com o mar de lama que engolfa o partido…

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18.05.17
ED. 5621

Ibirapuera Square Garden

Durante o show off de João Doria em Nova York, o projeto de privatização do Ibirapuera foi apresentado a sócios do mítico Madison Square Garden. Só falta trazer a Macy ́s junto.

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16.05.17
ED. 5619

A escolha de ACM

Segundo pesquisas recém-recebidas pelo staff de ACM Neto, numa eventual disputa pelo governo da Bahia, ele derrotaria Rui Costa (PT) em primeiro turno, com mais de 60% dos votos. Isso, claro, se a chapa com João Doria para a Presidência da República não sair.

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15.05.17
ED. 5618

Follow the money

As “prévias tucanas” se mudaram para Nova York, em busca de dólares. As agendas de Geraldo Alckmin e João Doria somam mais de duas dezenas de encontros reservados com bancos de investimento durante a estada da dupla na Big Apple. Fora os eventos, como o de amanhã, quando Doria será homenageado como a personalidade do ano.

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doria-rr-5617
12.05.17
ED. 5617

Joel Santana

João Doria quis mostrar seu cosmopolitismo ao saudar, em vídeo nas redes sociais, o presidente eleito da França, Emmanuel Macron. Noves fora o francês quase perfeito, o que saltou mesmo aos ouvidos foi a submissão fonética. Pronunciar “São Paulo” como “São Paulô” revela, ao mesmo tempo, afetação e pobreza de espírito. Jamais um francês se referiria a ele como “Monsieur Dorriá”.

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doria-rr-5563
09.05.17
ED. 5614

João Doria leva a maior fé em 2018

O empresário Carlos Wizard Martins – dono, entre outros negócios, da rede de franquias Mundo Verde – é tido como o principal construtor da ponte entre João Doria e as igrejas evangélicas. Amigo de Doria, Wizard é integrante da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. O que não impede o prefeito de orar em outros templos. Recentemente, Doria esteve na Catedral da Bênção, no Brás (região central de São Paulo), comandada pelo missionário Ezequiel Pires. Já se comprometeu também a visitar outras igrejas, como Assembleia de Deus e Renascer em Cristo. Os líderes religiosos, inclusive, estão ansiosos diante da possibilidade de ministrar um culto na mansão de Doria nos Jardins.

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09/05/17 11:04h

ekormives

disse:

A igreja Mórmon não é evangélica nem tem ligação com as igrejas evangélicas.

doria-rr-5611
04.05.17
ED. 5611

Prefeito empresário e empresário prefeito

João Doria pretende aproveitar sua passagem por Nova York, daqui a duas semanas, para apresentar a investidores internacionais os planos de privatização da Prefeitura de São Paulo, que vão do Autódromo de Interlagos ao Anhembi, passando por cemitérios. Nesse caso, ele certamente vestirá o figurino de prefeito de São Paulo. Por ora, não se sabe, no entanto, com que chapéu ele comparecerá ao Lide Brazilian Investment Group, marcado para o dia 17, no Harvard Club: se o de alcaide ou de dono do Grupo Lide, anfitrião do evento. Consultado por meio de sua assessoria, Doria confirmou a presença no evento do Lide. O prefeito informou também que “aproveitará a oportunidade para fazer contato com potenciais investidores e instituições financeiras.”

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02.05.17
ED. 5609

Colar de startups

João Doria pretende montar um colar de startups na Prefeitura. Em foco, a produção de aplicativos e outras engenhocas para áreas como saúde, educação, trânsito etc. Tudo com o apoio de seus pares da iniciativa privada.

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02/05/17 13:17h

mauro motoryn

disse:

Espero que o único aplicativo brasileiro focado em políticas públicas e premiado pela ONU seja escolhido. Minhacidadedigital / myfuncity

02/05/17 13:15h

mauro motoryn

disse:

Espero que ele selecione o único aplicativo de cidadania e políticas públicas premiado pela ONU, minhacidadedigital

20.04.17
ED. 5603

O jeito Doria de ser

Assim que terminou o encontro com o Papa Francisco, ontem, uma equipe da comunicação da Prefeitura já esperava por João Doria na Praça São Pedro. Foram 14 minutos de depoimento para as redes sociais sobre a conversa com o Pontífice, que mal durou um minuto.

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19.04.17
ED. 5602

Anhembi

A francesa GL Events surge como forte candidata à concessão do Anhembi, que será privatizado pelo prefeito João Doria. A empresa já administra o Riocentro, na Zona Oeste do Rio. Consultada, a GL confirmou o interesse no Anhembi.

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13.04.17
ED. 5599

Casa de ferreiro…

Apenas a título de registro: desde que foi eleito, João Doria já esteve por duas vezes no Roda Viva, da TV Cultura, emissora vinculada ao governo de São Paulo. O “chefe” Geraldo Alckmin não comparece ao programa desde 2002.

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forçasarmadas-rr-5594
06.04.17
ED. 5594

Forças Armadas são a instituição mais confiável do país; Congresso, a mais corruptível

Parece até que o Brasil voltou no tempo: as Forças Armadas são a instituição mais confiável do país, enquanto o Congresso Nacional é visto como a mais propensa de todas a corrupção. É o que revela sondagem realizada pelo Relatório Reservado junto a uma parcela da sua base de assinantes. A enquete, no modelo de respostas espontâneas, foi feita entre 27 e 31 de março.

Entre os 142 assinantes que participaram do levantamento, 67% apontaram a tríade Exército, Marinha e Aeronáutica como o estamento de maior credibilidade. A boa imagem das Forças Armadas não chega a ser uma novidade. O que chama a atenção é a diferença para os demais. A segunda instituição mais lembrada foi o MP, com distantes 10%. STF e Polícia Federal ficaram em terceiro e quarto, respectivamente com 7% e 5%. A seguir, a Igreja (4%), a imprensa (3%) e o TCU, com 2%. Por fim, apareceram o governo federal e o Congresso, cada um com apenas 1%. A reputação do Parlamento está mesma em baixa.

O Congresso foi citado por 36% dos entrevistados como a instituição mais propensa a atos de corrupção. O governo do Rio ficou em um nada honroso segundo lugar, com 13%. A Petrobras veio logo a seguir, com 10%, um indício de que a estatal ainda terá de trabalhar muito para recuperar sua imagem. Receita Federal e Polícia Militar empataram, cada uma com 6% dos votos. Ressalte-se a presença da própria Presidência da República na relação das instituições mais suscetíveis a corrupção, com 5%, mesmo percentual de citações ao Judiciário.

Na sequência, apareceram o Detran, a Polícia Civil e o governo de Minas Gerais, cada um com 4%. Com 3% surgiu o BNDES, possivelmente por conta das ilações que cercaram algumas operações do banco no governo do PT. Foram votados ainda a Fazenda, 2%, e o BB e a Polícia Federal, cada um com 1%. O RR também perguntou: “Qual é a autoridade que mais honra seu cargo?” Pule de dez: deu Sérgio Moro na cabeça, com 34%. Cármen Lucia ficou em segundo, com 17%. João Doria recebeu 15%; Jair Bolsonaro, 9%. Logo a seguir, Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Lava Jato (7%).

O top five é uma evidência de que o Brasil está cada vez menos “político” e mais “judicializado”. Se não vinculados ao Judiciário, Doria e Bolsonaro personificam em seus discursos o “político que não é político”. Os assinantes do RR mencionaram ainda o presidente da Petrobras, Pedro Parente, com 5%, e ACM Neto (4%). Apenas 2% citaram Henrique Meirelles como um personagem que honra seu cargo público, certamente um reflexo da crise econômica.

Os entrevistados mencionaram ainda Rodrigo Janot e Geraldo Alckmin, com 2% cada um, além da presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos, e de Gilmar Mendes, cada um com 1%. E Michel Temer? Ele aparece no rodapé da enquete, também com 1%. Michel Temer “brilhou” também na quarta e última pergunta: “Se possível, quem você tiraria de um cargo público?”. Entre os entrevistados, 38% cravaram o nome de Temer, mais do que o dobro do segundo colocado, Eliseu Padilha (15%).

Aliás, o Planalto pontificou nos três lugares mais altos do indesejável pódio: Moreira Franco chegou em terceiro, com 11%. Logo atrás, Luiz Fernando Pezão, com 10%. A relação dos “impeacháveis” seguiu com Romero Jucá e Aécio Neves, cada um com 5%. Henrique Meirelles recebeu 4% das respostas. Certamente por outros motivos, o presidente do Senado, Eunício de Oliveira, também foi citado por 4%. Entre os assinantes, 3% disseram que gostariam de ver Maria Silvia fora da presidência do BNDES. Rodrigo Maia foi outro lembrado por 3% dos consultados. Por fim, um fato curioso. Para 2% dos entrevistados, Sérgio Moro é que deveria ser afastado de suas funções. Devem ter lá seus motivos.

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06.04.17
ED. 5594

#VivaoChuchu

A comunicação de Geraldo Alckmin trabalha 25 horas por dia para intensificar sua presença nas redes sociais. O governador não suporta mais a goleada de “likes” e “compartilhamentos” que tem levado de João Doria.

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03.04.17
ED. 5591

A foto do ano

Há uma disputa velada entre grandes corporações para capitalizar a presença dos prefeitos João Doria e ACM Neto no mesmo evento. A mais recente tentativa foi feita por um dos maiores jornais do país. Mas os dois alcaides declinaram elegantemente do convite.

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O prefeito João Doria gostaria muito de ter Antonio Maciel Neto em sua equipe. A passagem do executivo pelo maculado Grupo Caoa, o empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, não contaminou sua reputação.

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pauloedoria-rr-5581
20.03.17
ED. 5581

O exílio de um executivo cansado

Enquanto João Doria se credencia como um forte candidato à presidência, seu velho companheiro Paulo Zottolo parece ter cansado do Brasil. Hoje, passa a maior parte do seu tempo em Miami, de onde comanda a startup Amazon Waters, fabricante de bebidas. Em 2007, quando era presidente da Philips, Zottolo se uniu a Doria e outros personagens para liderar o movimento “Cansei”, uma espécie de “Vem pra rua” pré-redes sociais. Acabou se notabilizando pela desastrosa declaração de que “se o Piauí não existisse, ninguém ficaria chateado”. Zottolo saiu de cena e ninguém ficou chateado.

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Flavio Rocha, da Lojas Riachuelo, saiu na frente. Já está em campanha junto ao empresariado paulista pela candidatura de João Doria à presidência.

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14.03.17
ED. 5577

Com João Doria, é tudo às claras

O prefeito de São Paulo, João Doria, criou um hedge para “lava jatos e jatinhos”: a transparência do conflito de interesses. Doria estimula a doação das empresas à Prefeitura, a despeito das relações tortuosas entre o público e o privado, e mostra tudo a todos. Tampouco se abala com a superposição de eventual publicidade das companhias doadoras nos eventos da sua empresa, o Grupo Lide. O argumento é que elas – ou pelo menos grande parte – já contribuíam para o Lide antes mesmo dele assumir o cargo de prefeito. Para todos os efeitos, Doria é rico, financiou sua campanha eleitoral com recursos próprios e não precisa daquilo. Ele criou o híbrido perfeito de promiscuidade pública com filantropia empresarial. A fórmula está disponível aos atuais e futuros alcaides milionários do Brasil.

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08.03.17
ED. 5573

“Os piores do mês”

O Gabinete de João Doria já fez sua cruel interpretação da decisão do prefeito de premiar o “Secretário do Mês”: mais do que escolher o melhor colaborador do período, Doria vai constranger e expor publicamente os não-eleitos. A cada mês, serão 21 secretários na berlinda.

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23.02.17
ED. 5567

Criador e criatura

Aparições públicas como a da última terça-feira, quando se deixou fotografar lacrando bombas em postos que vendiam combustível adulterado, serão cada vez mais comuns para Geraldo Alckmin. Entre os assessores, a ordem é criar uma agenda que aumente a exposição do governador na mídia. Qualquer semelhança com João Doria não é mera coincidência.

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doria-rr-5563
17.02.17
ED. 5563

Doria e ACM Neto é a chapa puro sangue da Fiesp

O empresariado de São Paulo, em especial a banda de música da Fiesp, está excitado com a chamada chapa “Messi e Neymar” para disputar as eleições de 2018. A dobradinha já tem até slogan: “Dois artilheiros na presidência e vice-presidência do Brasil”. O Messi em questão é o onipresente prefeito de São Paulo, João Doria, que parece disposto a não sair da mídia até concretizar seu sonho de poder.

O Neymar, por sua vez, vem do Nordeste. É o atual prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto, provavelmente o alcaide mais popular do país – na última eleição venceu com 74% dos votos no primeiro turno. Ambos teriam, caso a campanha começasse hoje, de abdicar de mais de 1.520 dias de governo nas suas cidades. Nos respectivos partidos, PSDB e DEM, ao que consta não foi sequer cogitada uma chapa com os dois políticos. Aliás, “políticos” é quase uma licença poética, pois Doria e ACM Neto se intitulam gestores antes de tudo. É justamente a ideia de renovação, cara limpa e novas práticas que inspira os endinheirados a apostar na dupla.

A fonte do RR diz que algum badalo na mídia e uma pesquisa de opinião na hora certa bastam como rastilho de pólvora para a candidatura. E PSDB e DEM se misturam como café com leite. Não se trata de uma solução simples, pelo menos do lado dos tucanos, que têm três nomes na disputa pela candidatura: Aécio Neves, Geraldo Alckmin e José Serra. O que estimula o empresariado pró-Doria e ACM Neto, entretanto, é a falta de drive de Aécio e Alckmin nas pesquisas.

No último Datafolha, o senador tinha 11% contra Lula reinando com 25%. Alckmin, por sua vez, não passava de 8% e dava mais um pontinho a Lula, que atingia 26%. José Serra já se tornou até carta fora do baralho nessas sondagens. Um dado relevante: Dória e ACM Neto estão limpinhos, o que é uma ironia quando se fala na Operação Lava Jato, uma emporcalhadora de imagens. Ao que se sabe, nem Alckmin nem Aécio estão tão longe da alça de mira da força tarefa de Curitiba. E Michel Temer? Dória e ACM Neto terão, somados, apenas mais 17 anos do que Michel Temer, caso ele se elegesse para a presidência em 2018 e terminasse o mandato (81 anos). Só uma coisa é certa em relação a uma aventura com a chapa “Messi e Neymar”. Não vai faltar dinheiro.

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03.02.17
ED. 5553

A ilha da fantasia de Eike, Huck e Diniz

Em outubro de 2011, precisamente no dia em que concedeu uma entrevista a João Doria – então regente do programa Show Business, hoje conduzido pela colunista Sonia Racy – Eike Batista foi almoçar no restaurante Parigi, em São Paulo. À mesa, o apresentador Luciano Huck, o empresário Pedro Paulo Diniz e mais dois coadjuvantes que não merecem ser nominados. O papo rolava sobre jatinhos, beldades, lugares exóticos, até que Huck deu a ideia de os três promoverem uma festa em uma ilha em Angra dos Reis.

O trio seria o principal marketing do evento. Eike se entusiasmou tanto com proposta que resolveu subir o lance: propôs que os três comprassem a ilha. E que a festa fosse permanente, rolando dia após dia, 24h após 24h, sem parar. Tudo simples, uma questão só de grana. Mas pasmem, não só Eike, mas também Huck e Diniz toparam a ideia e concordaram em fazer os investimentos.

Ah, sim: na ocasião, não poderia faltar, surgiu o nome de Aécio Neves, chapa da turma. O ex-governador logo foi citado como um provável interessado em participar do projeto. São tempos de fanfarra que não voltam mais.

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23.01.17
ED. 5544

Eterno candidato

A fábrica de marketing de João Doria prepara mais uma. A ideia, nada original, é que o prefeito visite regularmente áreas pobres da cidade e converse com os moradores sobre os problemas da região. No dia seguinte, uma equipe da Prefeitura desembarca no local, tampa os buracos de praxe e, voilá, estão garantidas as imagens para a TV e as redes sociais.

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18.01.17
ED. 5541

Mão amiga

João Doria insiste para que José Luiz Gandini, dono da Kia Motors, colabore com sua gestão, participando de um dos conselhos que está criando na Prefeitura. Gandini é um velho amigo de Doria, além de um dos mais longevos e fiéis patrocinadores do Grupo Lide.

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17.01.17
ED. 5540

Quarta-feira de cinzas

O Carnaval de São Paulo não será igual àquele que passou. A gestão João Doria vai cortar boa parte das verbas públicas para a folia. A decisão final, a cargo da Secretaria de Fazenda, sairá até o fim do mês.

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santander-rr-13
13.01.17
ED. 5538

Santander faz o marketing da inverdade

Recomenda-se ao Conar e ao BC que se debrucem sobre a comunicação do Santander. Há fuligem por ali. Segundo anúncio publicado ontem com espalhafato nos jornais, o banco foi o primeiro a não cobrar por dez dias no cheque especial. Mentira! Quem bolou o produto foi Aloysio Faria, no antigo Banco Real. O Santander diz também que reduziu suas taxas antes de o Copom decretar a queda da Selic. Não consta que a informação seja procedente. Somente às 19h de ontem, o Santander comunicou à imprensa que a partir de hoje as taxas serão reduzidas. Informações filtradas junto ao banco levam a crer que foi o presidente Sérgio Rial que teve a ideia genial da campanha. Rial é uma espécie de João Doria bancário. Vai que daqui a pouco se veste de gari com a logomarca do Santander no uniforme.

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13.01.17
ED. 5538

Custo eleitoral

O híbrido de parlamentar e apresentador de TV Celso Russomanno mandou recado para os assessores de João Doria de que a derrota nas eleições para a Prefeitura vai sair caro. Bem caro.

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11.01.17
ED. 5536

Varre, varre, vassourinha

O comércio popular da 25 de Março está caprichando no estoque: a fantasia de João Doria, ou melhor, de gari promete ser o blockbuster do carnaval paulista.

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06.01.17
ED. 5533

Bonança

O primeiro grande teste do Grupo Lide sem João Doria na linha de frente se dará em abril, com a realização do Fórum Empresarial. Teste, em termos. Alguns dos seus antigos colaboradores no Lide apostam que este ano, o primeiro de Doria na Prefeitura, será um dos melhores da história do Grupo.

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30.12.16
ED. 5528

Kit João Doria

João Doria vai plagiar a si mesmo. O prefeito pretende promover fóruns regulares entre empresários paulistanos, ao melhor estilo Grupo Lide.

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23.12.16
ED. 5523

Surpresa!

Os funcionários públicos de São Paulo que fiquem alertas. O futuro prefeito João Doria pretende fazer incertas para checar o funcionamento de escolas, hospitais e autarquias. É o tipo de ação que costuma dar o maior ibope na TV.

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09.12.16
ED. 5513

Operário padrão

Os futuros secretários de João Doria estão penando para se acostumar aos seus hábitos. Notório insone, Doria costuma enviar mensagens e cobrar documentos a altas horas da madrugada. Seu nome é trabalho.

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06.12.16
ED. 5510

Mr. Security

O ex-secretário de Segurança do Rio José Mariano Beltrame anda requisitadíssimo. Escolhido para encabeçar o Conselho de Segurança do futuro prefeito João Doria, está cotado também para ser consultor estratégico do governo gaúcho. O Rio Grande do Sul, terra natal de Beltrame, vive uma grave crise na segurança

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05.12.16
ED. 5509

Doria nas redes

O staff de João Doria está montando o esquema de transmissão da cerimônia de posse ao vivo nas redes sociais. Será um teste para a comunicação do prefeito. A ideia é usar e abusar das redes para exibir seus pronunciamentos. Doria vai gastar uma grana do próprio bolso.

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18.11.16
ED. 5498

Dono da pista

Prestes a deixar as pistas, Felipe Massa está reunindo um grupo de investidores dispostos a assumir o Autódromo de Interlagos. João Doria já anunciou que vai privatizar o complexo.

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17.11.16
ED. 5497

Criador e criatura

Em pré-campanha para 2018, Geraldo Alckmin pretende carregar João Doria para algumas de suas viagens pelo interior de São Paulo e por capitais brasileiras. Periga o próprio Doria posar de “presidenciável”.

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doria-rr-16
16.11.16
ED. 5496

“Vende-se” é a lápide da vez em São Paulo

A morte não cai bem à gestão pública, reza a cartilha de João Doria. Uma das missões do futuro secretário de Desestatização de São Paulo, Wilson Poit, será a privatização dos cemitérios da cidade. São 23, que custam cerca de R$ 15 milhões por ano ao município e não geram qualquer lucro – algo mortífero na “gestão empresarial” que Doria promete imprimir na Prefeitura. Poit já trabalha em um modelo capaz de viabilizar a privatização das últimas moradas dos paulistanos. Provavelmente, tudo dependerá da autorização para a construção de prédios, os chamados cemitérios verticais – condição fundamental para aumentar, digamos assim, a escala comercial e despertar o interesse de investidores privados. Sem isso, a privatização estará fadada a ser um funéreo negócio.

 Na equipe de governo de João Doria, a meta seria vender pelo menos cinco cemitérios no primeiro ano de governo. Os do Araçá e da Consolação – separados um do outro por não mais do que 1,5 km – são vistos como os mais atrativos à iniciativa privada, pela sua localização em uma área nobre. Outro ativo importante é o cemitério da Vila Formosa, o maior da América Latina, com mais de 760 mil metros quadrados e aproximadamente 1,5 milhão de túmulos.

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04.11.16
ED. 5489

Ao lado do “povo”

 João Doria pretende trazer para perto do seu gabinete os movimentos de rua, como o “apartidário” MBL. Na certa, acha prudente manter a turma ao alcance dos olhos. Não custa lembrar que, nas manifestações de 13 de março deste ano, Doria foi impedido de discursar no carro de som do MBL. Eram outros tempos.

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31.10.16
ED. 5486

Usucapião

 João Doria vai continuar como o “dono” dos horários dos programas que apresenta na Band, o “Show Business” e o “Face a Face”. Com novos apresentadores, as atrações seguirão sob a tutela do Grupo Doria , responsável pela venda da publicidade. Consultado, o grupo confirmou que os dois programas “continuam sendo uma coprodu-ção com a Bandeirantes”.

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 Paulo Skaf tem sentido um bafo quente de traição no cangote. Por traição leia-se uma aliança entre o PMDB, seu partido, e o PSDB para lançar o nome de João Doria ao governo de São Paulo em 2018. A manobra obrigaria o presidente da Fiesp a buscar outra legenda para disputar as eleições.

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 Jerson Kelman, ex-Aneel e atual nº 1 da Sabesp, está bem cotado para integrar o secretariado de João Doria. •••  Assim como Aécio Neves, Geraldo Alckmin e – por que não? – Lula, Zico só pensa em 2018. Desde já, começa a se articular para a disputar a eleição à presidência da CBF. •••  Sarney Filho perdeu. Apesar da resistência do ministro do Meio Ambiente, a usina de São Luiz do Tapajós – projeto de R$ 18 bilhões – será incluída no Plano Decenal de Energia.

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reis-rr-18
18.10.16
ED. 5477

Reis da voz

 João Doria pretende usar e abusar da sua veia de comunicador na Prefeitura de São Paulo, postando vídeos nas redes sociais para falar das suas realizações. Muito provavelmente, a periodicidade dos filmetes vai variar em função dos seus índices de aprovação. •••  Refeito da ressaca eleitoral, Celso Russomanno negocia com a direção da Record um horário maior para o Patrulha do Consumidor. Trata-se do quadro que apresenta no Programa da Tarde vestindo o seu tradicional figurino de defensor dos incautos. Mira, claro, em 2018.

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13.10.16
ED. 5474

Ilustre convidado

 João Doria pretende convidar pessoalmente o juiz Sergio Moro para sua cerimônia de posse, em janeiro. Moro, não custa lembrar, já marcou presença nos convescotes empresariais do Grupo Lide, de Doria.

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11.10.16
ED. 5473

O pato na lagoa

 Talvez o pato tenha, enfim, encontrado sua lagoa. Paulo Skaf é um nome forte para integrar o governo de João Doria.

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07.10.16
ED. 5471

A voz de Deus

 FHC não queria a candidatura de João Doria, mas adora quando alguém lembra, mesmo em tom de chiste, que o tucano conquistou mais de 20% do eleitorado nos últimos cinco dias de campanha. Justamente quando o “príncipe” gravou um depoimento para o seu programa eleitoral.

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 Henrique Meirelles e Ilan Goldfajn mantêm a relação de chefe e subordinado que tinham no Banco Central, no governo Lula. Melhor não mexer: talvez seja assim que as coisas funcionam bem. •••  Joseph Safra, que se mudou para Mônaco há cerca de seis meses, não tem planos de voltar tão cedo para o Brasil. •••  Comentário de um tucano de alta plumagem sobre a promessa de João Doria de não disputar a reeleição: “Ele vai repetir o Serra e deixar a Prefeitura em 2018 para disputar o governo do estado.” Vale o dito e o desdito. •••  Derrotado nas eleições, Pedro Paulo deve retomar seu mandato na Câmara dos Deputados antes mesmo do fim do governo de Eduardo Paes.

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 O empresário Flavio Rocha, herdeiro da Lojas Riachuelo, é considerado pule de dez para integrar o secretariado de João Doria. Aliás, foi em um jantar na residência de Rocha que Geraldo Alckmin lançou a candidatura de Doria à Prefeitura.

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 A título de curiosidade: antes de concordar em participar do programa eleitoral de João Doria, FHC recusou o convite por três vezes.

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 Embalado pela absolvição no STF da acusação de peculato, Celso Russomanno retoma a campanha à Prefeitura de São Paulo com uma mudança de estratégia. Tem poupado o prefeito Fernando Haddad de pesadas críticas, de olho no provável segundo turno contra Marta Suplicy ou João Doria.

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• Na cúpula do PSDB e da campanha de João Doria, já se dá como certo que José Serra fará a traição completa. Ou seja: além de costurar, nos bastidores, a chapa Marta Suplicy (PMDB) e Andrea Matarazzo (PSD), subirá no palanque da dupla.

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15.06.16
ED. 5390

Nova política, velho apoio

 O PP vai embarcar em peso na candidatura de João Doria Jr. a prefeito de São Paulo. O próprio Paulo Maluf já avisou que faz questão de se engajar na campanha e subir no palanque. Deve ser a tal “nova política” a que Doria tanto se refere

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 O ministro das Relações Exteriores, José Serra, não perde uma oportunidade de demarcar território e se distanciar de Geraldo Alckmin com vistas à eleição presidencial em 2018. Serra cancelou participação em eventos da pré-campanha de João Dória Júnior, marcados para junho. Por outro lado, já garantiu presença em reuniões com candidatos a prefeito em capitais das regiões Sul e Nordeste do país. Dória é a grande aposta de Alckmin nas eleições municipais e derrotou nas prévias do partido o candidato apoiado por Serra, Andrea Matarazzo.

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  João Doria Jr. encontrou a razão de todas as razões para ter apenas 3% das intenções de voto para a Prefeitura de São Paulo. Cismou que precisa de um programa de TV de perfil mais popular, exibido preferencialmente às tardes, horário em que José Luiz Datena e Celso Russomanno esbanjam seu bom-mocismo em defesa dos mais fracos. E no quesito “rostinho de bom moço”, todos sabem, Doria é imbatível.

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03.11.15
ED. 5239

Insustentável

O candidato a candidato a prefeito de São Paulo João Doria divulgou artigo nas redes sociais afirmando que o Brasil não se comprometeu com metas de emissão de efeito estufa. Santa ignorância! Em conferência na ONU, Dilma Rousseff não só se comprometeu com o INDC como foi uma das contribuições mais ousadas do mundo – descarbonização de 37% em 20 anos e 43% em 25 anos.

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 Luciano Huck deverá ser o animador de campanha de João Doria Jr., caso ele saia como candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo. Como se imagina, Huck traz na sua cauda metade da Rede Globo.

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Frase que teria sido disparada por José Serra durante o jantar de lançamento da pré- candidatura de Andrea Matarazzo à Prefeitura de São Paulo: “Só quem apoia o João Doria é o Aecio Neves, que vota em Minas e mora no Rio”.

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