fbpx

Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
29.07.22

J&F Investimentos avança sobre os trilhos da Malha Oeste

O RR apurou que a J&F Investimentos, dona da JBS, pretende entrar no setor ferroviário. Trata-se de um passo a mais no processo de diversificação do grupo conduzido pelos irmãos Joesley e Wesley Batista. O objetivo é ter uma logística própria para o escoamento do minério de ferro e do manganês produzidos nas minas compradas recentemente junto à Vale, no Mato Grosso do Sul.

De acordo com a mesma fonte, a J&F avalia disputar a relicitação da Malha Oeste, incluída no PPI (Programa de Parcerias de Investimento). O governo Bolsonaro corre contra o relógio para leiloar a concessão ainda neste ano – a Rumo Logística (Cosan) devolveu a licença à União. Estima-se que a revitalização dos quase dois mil quilômetros da Malha Oeste exigirá quase R$ 15 bilhões em investimentos. A operação daria ao braço de mineração da J&F uma saída estratégica pelo Porto de Santos, a partir da ligação da Malha Oeste com a Malha Sul.

A disposição da J&F de investir em logística ferroviária reforça que a compra das minas da Vale em Corumbá foi só um aquecimento. Os irmãos Batista vão partir para a aquisição de mais ativos em mineração. O que não falta à J&F é caixa para entrar em novos negócios. Somente no ano passado, a holding embolsou mais de R$ 7 bilhões em dividendos da JBS.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.07.22

Minoritários da JBS são carne de pescoço

O embate entre os irmãos Batista e minoritários da JBS terá mais um capítulo. A SPS Capital estuda recorrer ao STF contra a decisão do STJ, que suspendeu uma arbitragem da gestora e de outros investidores contra os donos da empresa. A Corte entendeu que já havia outro processo similar aberto pelos próprios Batista, uma decisão controversa e sem precedentes no STJ. Os minoritários cobram indenização de R$ 12 bilhões como ressarcimento à JBS por desvios de caixa para o pagamento de propina.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.07.22

Carne moída

Há um zunzunzum no setor de que a China vai anunciar a suspensão das importações de carne outros três frigoríficos brasileiros. Há pouco mais de um mês, os chineses interromperam as compras de duas plantas da JBS e outras duas da Marfrig.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.07.22

Fundo verde

Fundo ligado à finlandesa Nordea Asset Management está selecionando projetos sustentáveis no Brasil, notadamente na Amazônia. A gestora europeia tem uma forte pegada na agenda ESG. Há cerca de dois anos, por exemplo, decidiu retirar a JBS de todos os fundos que administra por questões de ordem ambiental e governança.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.06.22

O risco que vem da Coreia

Sinal de alerta para JBS, BRF, Marfrig e cia. O Ministério da Agricultura da Coreia do Sul deverá enviar uma comissão ao Brasil para inspecionar unidades de abate de suínos. Há o risco de o país asiático descredenciar empresas brasileiras justo no momento em que suspendeu as tarifas para importação de carne de porco.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

10.03.22

JBS prepara mudança da sede fiscal para os EUA

O RR apurou que a JBS retomou o processo de transferência da sua sede fiscal para o exterior, mais precisamente para os Estados Unidos. Ontem, de acordo com uma fonte do próprio BNDES, a mudança já era dada como praticamente certa nos corredores do banco, segundo maior acionista da companhia. Ressalte-se que a JBS USA, que engloba as divisões JBS USA Beef, JBS USA Pork e Pilgrim’s Pride, já responde por mais de 75% da receita do grupo. Ou seja: na prática, não é de hoje que o Brasil se tornou um satélite nos negócios dos irmãos Batista.

Além do tamanho da operação, outras questões empurram a JBS para os Estados Unidos, como menor risco sistêmico, redução do custo de financiamento e simplificação tributária. Ressalte-se que um movimento como este pode extrapolar os limites da companhia. A decisão da JBS de tirar sua sede do Brasil cria um estímulo para que outras empresas de commodities, a começar pela Vale, façam o mesmo. Levar a sede fiscal da JBS para o exterior é um plano antigo de Joesley e Wesley Batista.

Em 2016, a companhia tentou se transferir para a Irlanda. O movimento, no entanto, foi barrado pelo BNDES, então presidido por Maria Silvia Bastos Marques. Em 2019, sob o codinome de Projeto Hidra, o assunto voltou à baila na companhia. Na ocasião, a JBS trabalhou com a possibilidade de se mudar para a Holanda ou Luxemburgo. Mais uma vez, ficou no papel. Agora, no entanto, as circunstâncias são favoráveis aos irmãos Batista. O BNDES não tem mais o mesmo poderio de antes.

E, pelo jeito, nem quer ter. Nos últimos meses, vem se desfazendo de ações da JBS, no que parece ser um movimento de retirada gradativa da companhia. Além disso, o banco paga também o preço de ter comido mosca nas gestões anteriores. Não obstante o peso societário do BNDES, segundo maior acionista, atrás apenas da família Batista, não há no acordo de acionistas qualquer trava formal que dê à agência de fomento poder de veto sobre a transferência do centro de decisões da empresa. O RR fez várias tentativas de contato com a JBS, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição. Também procurado, o BNDES informou que “não comenta nenhum tipo de especulação a respeito de transações envolvendo suas participações no mercado.”. Igualmente consultada, a CVM disse que “não comenta casos específicos.”

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

16.12.21

Coalizão “anti-Lava Jato” no STJ

A candidatura da desembargadora do TRF-1 Mônica Sifuentes ao STJ enfrenta resistências da ala anti-Lava Jato da Corte, a começar pelo presidente do Tribunal, Humberto Martins. Entre outras matérias relacionadas à operação, a desembargadora defendeu a prisão de delatores que mentiram ou omitiram informações em seus depoimentos. Foi o caso de Joesley Batista e do então executivo da JBS, Ricardo Saud. Mônica autorizou a prisão dos dois após o MPF identificar que ambos esconderam fatos relevantes em seus acordos de delação. Curiosamente, bateu de frente com o ministro do STJ Néfi Cordeiro. A desembargadora disputa justamente a vaga aberta por Cordeiro na Corte. Procurado, o STJ limitou-se a informar que a formação das listas para a escolha dos novos ministros será no dia 23 de fevereiro. Sobre a resistência interna ao nome de Mônica Sifuentes nenhuma palavra.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

O Ministério Público Eleitoral já se movimenta para recorrer ao TSE da recente decisão do Tribunal Eleitoral do Piauí, que suspendeu o processo contra o senador Marcelo Castro. O parlamentar é acusado de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Ele seria um dos membros da “bancada da JBS”, leia-se parlamentares que teriam recebido doação ilegal, segundo a delação premiada do próprio empresário Joesley Batista.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.11.21

Acabou a pipoca

Apesar da pressão de grandes frigoríficos, a exemplo de JBS e BRF, o Ministério da Economia não vai estender a isenção do PIS/Cofins sobre a importação de milho, que vigora até 31 de dezembro. Para a equipe econômica, o waiver tributário perdeu sentido com a recente queda dos preços do cereal no mercado interno.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

23.11.21

Os Batista na mídia

Alguns operadores insistem que a JBS ou os seus controladores, os irmãos Joesley e Wesley Batista, estariam sondando o mercado para aquisição de uma empresa de comunicação. Aparentemente não faz o menor sentido, tendo em vista a credibilidade dos virtuais compradores. Como não poderia deixar de ser, a assessoria da holding J&F Investimentos nega a informação. Mas o boato é recorrentemente repetido.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.