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04.08.22

Segundo tempo

No mercado, há quem veja um algo a mais na emissão de R$ 3,5 bilhões em debêntures anunciada pela Itaúsa. Além de financiar a compra da participação da Andrade Gutierrez na CCR, a captação já “precificaria” uma oferta por parte das ações da empresa em poder do Grupo Soares Penido. A Votorantim acompanharia os Setúbal na investida.

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27.06.22

Aegea vai à Bolsa

A Aegea Saneamento – leia-se Equipav, GIC (fundo soberano de Cingapura) e Itaúsa – discute a realização de uma nova oferta de ações. Fácil não é. Os tempos estão meio bicudos no mercado de capitais. Mas, tratando-se da Aegea, que leva a reboque ativos valiosos, como parte das operações da Cedae, as chances aumentam. A captação em mercado se juntaria ao empréstimo de R$ 15 bilhões que está sendo negociado com o BNDES. Na atual circunstância, todo o dinheiro é pouco. A Aegea precisa montar uma robusta estrutura de funding para cumprir seu plano de investimentos. Só no Rio de Janeiro, a empresa terá de desembolsar R$ 40 bilhões.

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03.06.22

Sempre cabe mais um negócio

A Dexco (ex-Duratex) estuda entrar no negócio de móveis e artigos de decoração. Seria mais um passo na estratégia de diversificação dos negócios da empresa, leia-se Itaúsa. A companhia dos Setúbal já atua em na fabricação de metais sanitários, painéis de madeira e celulose solúvel.

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19.12.17

Desmobilização

É tempo de “liquidação” na Petros. Após vender sua participação na Itaúsa – informação antecipada pelo RR em 8 de maio -, a fundação estaria preparando seu desembarque da Norte Energia, responsável pela Usina de Belo Monte.

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19.10.17

Setubal e Moreira Salles juntam suas pepitas na “Itaúpar”

Os clãs dos Setubal e dos Moreira Salles planejam trilhar o mesmo percurso feito pelo Bradesco há cerca de 20 anos. Pretendem montar uma empresa de participações com ativos parrudos, projeto que teria como ato seguinte a abertura do capital em bolsa. Quem viu o filme da Bradespar já conhece o enredo. O Bradesco comprou ações da Vale, CPFL e Net.

Aos poucos se desfez das duas últimas e manteve somente a mineradora em carteira. Os Setubal, por meio da Itaúsa, e os Moreira Salles, por intermédio da Cambuhy, já controlam a Alpargatas. Os dois clãs teriam interesse em ingressar no capital da Braskem. Se os Moreira Salles entrarem no monopólio dos Odebrecht, estariam fazendo um caminho em direção ao passado.

O patriarca, Walther Moreira Salles, foi um dos sócios da Petroquímica União. As duas famílias são detentoras também, separadamente, da Duratex e da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), esta última uma joia da coroa dos Moreira Salles. Procurada, a Cambuhy não quis se pronunciar. A Itaúsa negou o projeto. Está feito o registro. Não custa lembrar que o presidente da Itausa, Alfredo Setubal, já disse que a empresa atravessa um momento comprador. A dúvida é quais desses ativos seriam empacotados dentro da “Itaúpar”. Mas tudo indica que o interesse é firme.

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