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17.07.20

Lisboa e a ressurreição de Haddad

O presidente do Insper, Marcos Lisboa, atira para todos os lados, sem maiores pruridos. Lisboa quer ser ministro da Fazenda. De qualquer governo. Ofereceu-se para colaborar com o professor e virtual candidato às eleições presidenciais pelo PT Fernando Haddad. O petista pertence aos quadros da instituição de ensino. Não há nada que indique, hoje, uma vantagem comparativa de Haddad em relação à única candidatura certa ao sufrágio de 2022, a do presidente Jair Bolsonaro; nem sobre os demais potenciais aspirantes, Luciano Huck, Ciro Gomes, Sergio Moro, João Dória e Flavio Dino. É puro oportunismo. Se surgir algum candidato de última hora, “Marquinhos” está pronto para contribuir no seu programa econômico.

Por falar em Insper, a instituição tem namorado o ex-ministro da Educação Carlos Alberto Decotelli. As conversas se dariam em torno do ingresso do professor nos cursos de educação continuada. Ao que parece, nada que seja necessário um bom diploma. Tudo indica que há terceiras ou quartas intenções entre as partes, caso se concretize o convite. Procurado pelo RR, o Insper não retornou até o fechamento desta edição.

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03.12.19

O samba do crioulo doido das projeções econômicas

IBGE, FGV, Caged, Ipea, Fipe, Insper e mais uma série de institutozinhos, junto a departamentos de pesquisas de bancos comerciais e de atacado e auditoras internacionais, estão fazendo um sarapatel das tendências macroeconômicas e setoriais na economia. Cada um dos doutos fenomenologistas usam recortes temporários e dados distintos, metodologias desencontradas, base estatística diferenciada e modelos econométricos divergentes e até clipping. As projeções sobem e descem ao gosto de métodos cujos critérios não se encontram sequer no infinito. No mesmo dia em que um instituto diz que a tendência do emprego, por exemplo, com base nos números refogados do PNAD, está melhorando, vai um institutozinho e, após temperar o refogado, diz que as expectativas são outras. Nesta última semana o placar foi de 67% para as tendências positivas na economia contra 33% contrárias. Na semana anterior, contudo, a distância foi próxima do empate. É verdade que as tendências na economia são muito dinâmicas, mas o frenesi de projeções mais  atrapalha do que permite vislumbrar o futuro. Talvez o sex appeal que as previsões tenham junto às mídias esteja estimulando a produção maciça dessa informação que não confirma nada e que ninguém cobra porque desinformou tanto. Na versão plebeia do slogan de James Bond, os institutos e institutozinhos têm licença para errar. Nesse cenário de carrossel de tendências, melhor se fiar no Boletim Focus, que acerta pouco, mas pelo menos não muda toda hora.

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18.03.19

Rito de passagem

O ex-presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, pode aterrissar no Insper. Ilan tem uma quarentena a cumprir. Ficaria na universidade o tempo necessário para retornar ao mercado financeiro. Ilan deixou o BC com ares de um Paul Volcker tupiniquim.

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30.01.19

Insper também busca seu lugar ao sol

O pessoal do Insper gostaria de colaborar mais com Paulo Guedes, mas ficou difícil azeitar as relações.  Levantaram a bola de André Lara Resende com alguns convites para palestrar. Até Fernando Haddad, professor da instituição, eles promoveram. E tome Ricardo Paes de Barros, Eduardo Gianetti, Samuel Pessoa – este, da FGV, é tido como um insperiano enrustido – e o próprio regente Marcos Lisboa, sem qualquer comentário favorável sobre o superministro. Guedes também esteve por lá. Mas foi engolido a seco como biscoito de polvilho. Não havia nenhuma identificaçãoentre os grupos. O resultado foi o reconhecimento e a nomeação dos economistas da FGV para quase todos os cargos relevantes da área econômica, além da Petrobras, feudos de Paulo Guedes. É a maior concentração de doutores por metro quadrado da Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio de todos os governos. Quem poderia descongelar essa relação com o Insper é o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, parceiro de artigos juntamente com Lisboa e Pessoa. Mansueto, entretanto, oportunamente mudou de lado. Quando se pergunta a ele se ele tem disposição para colocar compressas na contundida relação com o Insper, a resposta vem taciturna, meio abafada. “Estou fazendo meu trabalho aqui. Esse assunto não me interessa. É tudo fofoca”, reza o mantra de Mansueto.

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23.11.18

Terceiro turno

O ódio ao PT não acabou com a derrota do partido nas eleições. O presidente do Conselho de Administração do Insper, Claudio Haddad, tem sido constrangido por alguns empresários que apoiam a instituição e já manifestaram o desejo de ver Fernando Haddad fora do corpo docente. Haddad, que leciona as disciplinas de administração e gestão pública nos cursos de pós-graduação, tirou uma licença de 90 dias após a eleição. Perguntado sobre a pressão pelo afastamento do ex-candidato petista, o Insper não se pronunciou especificamente acerca da questão. O Instituto informou que “todas as contratações de professores são baseadas em critérios de excelência, como formação e experiência acadêmica” e “todos que apoiam financeiramente a instituição por meio de doações acreditam nesse propósito”.

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01.11.18

Volta às origens

Além de voltar às salas de aula do Insper, Fernando Haddad deverá assumir cargo na direção nacional do PT e também na Fundação Perseu Abramo. Tudo para se manter em exposição. Ressalte-se que Haddad já foi editor da revista Teoria e Debate, da Fundação

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19.04.18

Uma ponte de volta para casa

O ex-diretor do BNDES Carlos Costa prepara-se para voltar à área acadêmica, de onde é egresso. Deverá lecionar muito provavelmente no Insper. Até há algumas semanas, Costa era dado como um dos mais fortes candidatos à sucessão de Paulo Rabello de Castro. Seu prestígio no banco era crescente. Para se ter ideia do seu grau de influência, basta verificar a soma de responsabilidades do seu antigo cargo: diretor de Planejamento e das Áreas de Crédito, Área de Comércio Exterior e Fundos Garantidores, Área de Indústrias de Base e Área de Tecnologia de Informações, além do departamento de comunicação do banco. A história de Costa é, curiosamente, tangenciada pelo nome “Paulo”. Antes de Rabello de Castro, um outro “Paulo”, o Guedes, atravessou sua trajetória profissional. O ex-diretor do BNDES foi um dos fundadores do Ibmec-SP, que pertencia, à época, a Guedes e a Cláudio Haddad. Hoje este último é o dono do Insper, cujo embrião foi o Ibmec-SP. Se confirmada sua ida para o Insper, ela será uma volta de 360 graus, ou seja, um retorno aonde o futuro começou.

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02.03.18

Me chama que eu vou…

Reza a lenda que o presidente do Insper, Marcos Lisboa, assim como Diógenes, o cínico, empunhou uma lanterna e saiu peregrinando em busca de um presidenciável que o aceitasse como assessor econômico. Versão maldosa, né? Lisboa, caso outra lenda se confirme, tornou-se conselheiro de Rodrigo Maia e está feliz da vida.

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09.08.17

Volta ao passado

Um diplomata das finanças tem tentado aproximar o big boss do Insper, Claudio Haddad, do franco atirador do setor de educação Paulo Guedes. Como até os índios das matas longevas da Amazônia sabem, “Paulinho” detesta Haddad. Se sentiu lesado pelo ex-sócio na venda do Ibmec, embrião do atual Insper. Mas agora, protegido pela armadura e o bom senso do seu sócio-patrão, Julio Bozano, é possível que o encontro entre os dois economistas financistas se torne menos ácido e até alguma cooperação seja possível. Haddad quer aumentar o Insper. Não pretende ser consolidado pelos grupos estrangeiros. Nesse contexto, Paulo Guedes teria alguma serventia. Mas o “risco Paulinho” é enorme. Melhor deixá-lo delirando às segundas-feiras na imprensa.

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28.07.17

Velha fórmula

Claudio Haddad anda saudoso do Banco Garantia. Ou pelo menos do modelo de associação adotado por Jorge Paulo Lemann. Tem falado em criar um partnership no Insper. Curioso! Será que a instituição de ensino está com algum problema?

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