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planos
06.02.17
ED. 5554

A sustentabilidade é cara

A Tesla, fabricante de carros elétricos do bilionário Elon Musk, deverá trazer neste ano seu segundo modelo para o Brasil. Custará cerca de R$ 250 mil, uma bagatela frente aos R$ 780 mil do único veículo comercializado no Brasil até o momento, o 70D.

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18.08.16
ED. 5436

Nova rota

 A Renault está mexendo suas peças no tabuleiro da América do Sul. Na Argentina, acaba de anunciar o aumento de seus investimentos de US$ 600 milhões para US$ 800 milhões; no Brasil, está revendo o plano estratégico para o biênio 2016/2017. O desembolso deverá ser reduzido de R$ 1,8 bilhão para R$ 1,5 bilhão. Nos últimos três anos, a Renault contabilizou mais de R$ 3 bilhões em prejuízos no Brasil.

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07.07.16
ED. 5406

Folga indesejável

 A montadora Chery está prestes a fechar um acordo de layoff na fábrica em Jacareí (SP). Os trabalhadores deverão ficar em casa até fevereiro do ano que vem, quando, então, os chineses esperam iniciar a produção de um novo modelo. A empresa não comenta.

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07.07.16
ED. 5406

Sem crise na alemã Porsche

 Não tem crise para a Porsche no Brasil. O crescimento de 2% nas vendas da marca de luxo neste ano impediu que o grupo Volkswagen ultrapassasse a histórica marca de 40% de queda na comercialização de carros no mercado brasileiro. No embalo, a Porsche vai abrir suas primeiras revendas em Florianópolis, Campinas e Recife. Já tem lojas em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre.

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 O novo presidente da Anfavea, Antonio Megale, já tem sua primeira grande missão: usar a ainda potente máquina de lobby da entidade para convencer o governo a aumentar as alíquotas para a importação de veículos. A medida seria uma pancada para as empresas do setor sem produção no Brasil, a começar pela Kia Motors.

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24.06.16
ED. 5397

Pneu careca

 Encerrado o período de adesão ao programa de proteção ao emprego, a Yamaha parte para cortes radicais de custos, com demissões e encerramento de linha de produção. A crise é geral, mas é a empresa quem está acusando maiores perdas. A líder do setor Honda segue aumentando sua participação de mercado. As seguintes empresas não se pronunciaram: Yamaha

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21.01.16
ED. 5292

Brasil e Argentina dão a partida em novo acordo automotivo

  Vem da Argentina uma rara notícia positiva para a indústria automobilística brasileira, setor que paralisou metade de suas linhas de produção e fechou quase 15 mil vagas de emprego em 2015. O presidente Mauricio Macri já sinalizou ao governo brasileiro que é favorável à elaboração de um novo acordo automotivo entre os dois países – o atual vence em junho. Mais importante ainda: Macri tem se mostrado disposto a rever as pesadas barreiras comerciais aos veículos brasileiros impostas por sua antecessora, Cristina Kirchner. Segundo o RR apurou, os primeiros encontros oficiais entre autoridades brasileiras e argentinas para discutir a questão devem ocorrer em fevereiro, inclusive com a provável vinda a Brasília do ministro da Fazenda de Macri, Alfonso Prat-Gay. Antes disso, há a expectativa de que Nelson Barbosa e Prat-Gay tenham uma conversa preliminar sobre o assunto ainda nesta semana em Davos, onde ambos se encontram para participar do Fórum Econômico Mundial. A renovação do acordo automotivo depende de uma série de negociações intrincadas que passam por três pontos fundamentais: adoção de cambio único, a eliminação da exigência de pré-autorização para exportação e a flexibilização dos limites de importação de automóveis brasileiros.  Do lado da iniciativa privada, o primeiro passo para a discussão do novo acordo automotivo entre os dois países foi dado na última segunda-feira. Dirigentes da Anfavea e da Adefa – associação que reúne as montadoras argentinas – se reuniram em Buenos Aires. Uma nova rodada de conversações está programada para o início de fevereiro. O presidente da Anfavea, Luiz Moan, confirmou ao RR que as duas entidades já começaram a alinhavar um documento com propostas conjuntas que será encaminhado aos governos do Brasil e da Argentina.  Nas estimativas da indústria automobilística brasileira, o novo acordo automotivo abriria caminho para um aumento da ordem de 20% nas exportações de veículos para a Argentina. No total das vendas de automóveis brasileiros para o exterior, o impacto positivo ficaria próximo dos 15%. Ressalte-se que a Argentina é o destino de quase dois terços de todos os carros exportados do Brasil. Com o mercado interno em queda livre – as vendas de veículos no país recuaram 26% no ano passado – , a revisão do acordo bilateral torna-se fundamental para evitar novos cortes de produção nas montadoras e mais uma onda de demissões no setor.

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30.11.15
ED. 5258

Ponto morto

  Há fortes evidências de que a sul-coreana Ssangyong está deixando o Brasil. A montadora suspendeu a construção de uma fábrica e fechou dez de suas 50 revendas. A Districar, que representa a marca, confirma o cancelamento da fábrica, mas nega a saída do país.

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26.11.15
ED. 5256

Você sabia?

 A Honda vende veículos ao Ministério Público com 10% de desconto.

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18.11.15
ED. 5250

Iveco é um caminhão de pneus arriados

 Em 2016, Vilmar Fistarol completará 25 anos de Grupo Fiat, mas, ao que tudo indica, terá pouco ou nenhum motivo para celebrar a data. Uma dura combinação entre queda de receita, rentabilidade quase zero e decisões estratégicas vistas por seus superiores como equivocadas ameaça empurrar o executivo para longe do volante da CNH Industrial na América Latina, empresa que ele preside há pouco mais de dois anos. Os maiores problemas dizem respeito à performance da subsidiária Iveco, a fabricante de caminhões do conglomerado italiano. A situação chegou a tal ponto que a Fiat já teria interrompido o programa de investimentos da empresa: do R$ 1 bilhão que estava previsto, cerca de R$ 300 milhões teriam sido retidos pelos italianos em razão da piora do mercado brasileiro e do fraco desempenho da companhia.  Entre os grandes fabricantes de caminhões do Brasil, proporcionalmente a Iveco é quem mais tem sofrido os efeitos negativos da conjuntura econômica. A empresa perdeu o quinto lugar do ranking para a Scania. A queda acumulada das vendas no ano passa dos 50%, contra 44% do mercado como um todo. A montadora caminha para fechar 2015 com 5% de market share, contra 6,5% no ano passado, portanto, longe, muito longe da meta dos italianos de atingir 20% até 2018. Que o airbag proteja Vilmar Fistarol!

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13.05.15
ED. 5119

Será mesmo?

A concorrência duvida, mas os chineses da Lifan garantem que pretendem construir uma fábrica no Brasil, mesmo com a crise na indústria automobilística.

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