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19.11.21

O Grupo Ultra desistiu mesmo da Refap?

Dentro da Petrobras, a decisão do Grupo Ultra de encerrar as negociações para a compra da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) é vista como um blefe. Seria uma manobra para forçar a redução do preço do ativo em uma nova rodada de negociações. O Ultra teria oferecido cerca de US$ 1,5 bilhão. A Petrobras estaria pedindo aproximadamente US$ 1,8 bilhão. Procurada, a estatal informou que está “em trâmites internos para realização de novo processo competitivo para a Refap”. Perguntada especificamente sobre o Ultra, a empresa não se pronunciou. O grupo também não se manifestou.

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13.09.21

IPO da Oxiteno

Projeto da tailandesa Indorama para a Oxiteno: abrir o capital da empresa, recém-comprada junto ao Grupo Ultra, o mais rapidamente possível.

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24.02.21

Oxiteno na mira

O RR apurou que o HIG Capital é candidato à compra da Oxiteno, leia-se Grupo Ultra. Ressalte-se que a gestora já tem um pé na indústria química: em 2018, adquiriu o controle da Elekeiroz junto à família Setubal.

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10.02.21

Quem quer a Extrafarma?

O Grupo Ultra teria oferecido o controle da Extrafarma ao Pague Menos, rede de drogarias cearense controlada pelo empresário Deusmar Queirós. Sinal de que o Ultra está descendo a escada degrau por degrau em busca de um comprador para o ativo. O Pague Menos é a terceira maior cadeia de farmácias do país. Antes, o controle da Extrafarma já havia sido oferecido à Raia Drogasil e à Drogaria Pacheco São Paulo, as duas primeiras do ranking.

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12.01.21

Femsa avança nas farmácias do Ultra

A mexicana Femsa estaria em negociações para a compra da Extrafarma, rede de drogarias controlada pelo Grupo Ultra. Segundo o RR apurou, a operação giraria em torno de R$ 2 bilhões. São cerca de 400 lojas em 11 estados, a maior parte no Nordeste, um ativo deficitário que hoje não tem mais lugar na prateleira do Ultra. Esta não é a primeira tentativa da Femsa de entrar no varejo farmacêutico no Brasil. Em meados do ano passado, os mexicanos chegaram a negociar a aquisição da DPSP, holding que controla as drogarias Pacheco e São Paulo – uma operação, diga-se de passagem, de muito maior monta (a DPSP está avaliada em aproximadamente R$ 12 bilhões). Mais conhecida pela sua atuação no setor de bebidas, a Femsa é dona de mais de três mil farmácias no México, Chile, Colômbia e Equador.

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06.04.20

Ganhos colaterais da crise

Grandes grupos do varejo farmacêutico – a exemplo da cearense Pague Menos e da Extrafarma/Grupo Ultra – já trabalham com projeções de aumento da receita da ordem de 10% no primeiro semestre. Para efeito de comparação, entre janeiro e junho do ano passado, o faturamento da Pague Menos cresceu apenas 3%. A performance não se deve exclusivamente ao boom nas vendas de álcool gel, máscaras etc. Muitos consumidores decidiram antecipar compras e formar estoques de medicamentos de uso contínuo com receio de um desabastecimento do mercado.

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04.03.20

Amargo remédio

O Grupo Ultra pisou no freio e congelou a abertura de novas lojas da Extrafarma. Neste momento, a prioridade é digerir a baixa contábil de R$ 600 milhões da rede de farmácias, que levou a holding a um prejuízo de mais de R$ 260 milhões no quarto trimestre de 2019.

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04.12.19

Refino verde e amarelo

Finalistas na disputa pelas refinarias da Petrobras, o Grupo Ultra e a Raízen estariam costurando um consórcio para a compra casada dos ativos. A dupla brasileira tem interesse na Alberto Pasqualini e na Repar.

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20.08.19

Um remédio para a Extrafarma

José Galló, ex-presidente da Renner e agora no Conselho do Ultra, passou a dividir com o CEO do grupo, Frederico Curado, a missão de curar a anemia da Extrafarma. O plano de expansão da rede de drogarias já teve o freio de mão puxado. Portfólio e tamanho das lojas estão sendo revistos. A Extrafarma amargou, em 2018, seu pior desempenho em cinco anos, com um Ebitda negativo de R$ 47 milhões. Descontado o reajuste médio dos medicamentos, o faturamento cresceu apenas 5,6%, abaixo dos 8% do setor.

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25.03.19

Ultra quer voltar a ser Ultra

O Grupo Ultra prepara uma emissão de títulos no exterior, que será realizada até junho. A ordem é alongar o perfil da dívida, trazendo o nível de alavancagem para a habitual zona de conforto. Segundo o RR apurou, o Ultra já vai apresentar no balanço do primeiro trimestre uma relação dívida líquida/ebitda inferior à registrada em dezembro – 2,7 vezes. Ainda assim, para os padrões conservadores do grupo, o sarrafo está alto demais. Há pouco mais de um ano, a razão entra a dívida e o Ebitda não passava de 1,8.

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