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06.04.20

Ganhos colaterais da crise

Grandes grupos do varejo farmacêutico – a exemplo da cearense Pague Menos e da Extrafarma/Grupo Ultra – já trabalham com projeções de aumento da receita da ordem de 10% no primeiro semestre. Para efeito de comparação, entre janeiro e junho do ano passado, o faturamento da Pague Menos cresceu apenas 3%. A performance não se deve exclusivamente ao boom nas vendas de álcool gel, máscaras etc. Muitos consumidores decidiram antecipar compras e formar estoques de medicamentos de uso contínuo com receio de um desabastecimento do mercado.

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04.03.20

Amargo remédio

O Grupo Ultra pisou no freio e congelou a abertura de novas lojas da Extrafarma. Neste momento, a prioridade é digerir a baixa contábil de R$ 600 milhões da rede de farmácias, que levou a holding a um prejuízo de mais de R$ 260 milhões no quarto trimestre de 2019.

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04.12.19

Refino verde e amarelo

Finalistas na disputa pelas refinarias da Petrobras, o Grupo Ultra e a Raízen estariam costurando um consórcio para a compra casada dos ativos. A dupla brasileira tem interesse na Alberto Pasqualini e na Repar.

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20.08.19

Um remédio para a Extrafarma

José Galló, ex-presidente da Renner e agora no Conselho do Ultra, passou a dividir com o CEO do grupo, Frederico Curado, a missão de curar a anemia da Extrafarma. O plano de expansão da rede de drogarias já teve o freio de mão puxado. Portfólio e tamanho das lojas estão sendo revistos. A Extrafarma amargou, em 2018, seu pior desempenho em cinco anos, com um Ebitda negativo de R$ 47 milhões. Descontado o reajuste médio dos medicamentos, o faturamento cresceu apenas 5,6%, abaixo dos 8% do setor.

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25.03.19

Ultra quer voltar a ser Ultra

O Grupo Ultra prepara uma emissão de títulos no exterior, que será realizada até junho. A ordem é alongar o perfil da dívida, trazendo o nível de alavancagem para a habitual zona de conforto. Segundo o RR apurou, o Ultra já vai apresentar no balanço do primeiro trimestre uma relação dívida líquida/ebitda inferior à registrada em dezembro – 2,7 vezes. Ainda assim, para os padrões conservadores do grupo, o sarrafo está alto demais. Há pouco mais de um ano, a razão entra a dívida e o Ebitda não passava de 1,8.

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15.02.19

O óleo derramado da Ipiranga

Guardadas as devidas proporções entre os respectivos casos, um exemplo de como ainda há muita lama para passar nas tragédias de Mariana e Brumadinho. Quase 15 anos depois, o derramamento de mais de 70 mil litros de óleo em uma reserva ambiental de Guapimirim (RJ) ainda se arrasta na Justiça. A Ipiranga/Grupo Ultra, dona da carga que tombou após um acidente ferroviário, recorreu ao STJ para embargar uma multa ambiental de R$ 5 milhões. O processo está no gabinete do ministro Herman Benjamin e, segundo o RR apurou, deve ter um veredito ainda neste semestre. Procurada, a Ipiranga esclarece que, “por não ter sido identificada qualquer conduta ilegal da Ipiranga, não há qualquer procedimento criminal ou mesmo cível.” A empresa destaca ainda que “existe posicionamento formal de Ministros do STJ e da Procuradoria Geral da República favorável à Ipiranga, acompanhando o entendimento desta de que não é aplicável a multa administrativa à empresa dona da carga quando o transporte é realizado por uma terceirizada.”

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03.07.18

Cautela em dose extra no Grupo Ultra

O Grupo Ultra está se antecipando a um período de tensão nos mercados com a proximidade das eleições. A companhia estuda uma emissão de títulos com o objetivo de alongar o perfil do passivo. O objetivo é trazer novamente a relação dívida líquida/ebitda a um patamar inferior a dois para um. O índice, que era de 1,8 em dezembro do ano passado, já está em 2,4 vezes. A tradicional austeridade do Ultra levou o alto-comando do grupo a reduzir em 20% o plano de investimentos programado para este ano.

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13.06.18

Grupo Ultra tem um remédio para a Big Ben

O Grupo Ultra garimpa as raspas e restos do que já foi um dos maiores conglomerados de varejo farmacêutico do país, a BR Pharma – em recuperação judicial. O alvo principal é a bandeira Big Ben, uma das últimas sobreviventes do esfarelamento da holding criada pelo BTG e vendida, no ano passado, ao empresário Paulo Remy. O Ultra estuda uma posologia que lhe permita ficar com a marca Big
Ben e as poucas lojas que restaram, sem assumir as dívidas referentes à empresa – o passivo total da BR Pharma é de R$ 1,2 bilhão. No auge da operação, ainda sob controle do BTG, a bandeira chegou a ter mais de 200 drogarias no Norte e Nordeste. Hoje, sobram cerca de 30 farmácias. Na avaliação da Extrafarma, o braço do Ultra para o varejo farmacêutico, a Big Ben ainda é uma marca com razoável recall, capaz de sustentar um plano de expansão nas duas regiões.

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23.02.18

Pé na porta

Dona de 4% do Grupo Ultra, a Previ está com um pé na porta de saída. A preço de mercado, sua participação vale algo em torno de R$ 2 bilhões.

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25.01.18

Extrafarma tem a cura

A Extrafarma, leia-se Grupo Ultra, tem interesse na compra da Big Ben. Trata-se de uma das redes farmacêuticas penduradas na holding BR Pharma, que entrou com pedido de recuperação judicial. A empresa tem cerca de 170 lojas nos estados de Pernambuco e Pará.

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