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planos
21.11.17
ED. 5749

Lava Jato decola

A Lava Jato vai decolar de Viracopos. Além da UTC, a Triunfo também quer vender sua participação no aeroporto.

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13.09.17
ED. 5703

Escudo minoritário

O BNDES identificou que a Triunfo Participações tem usado minoritários como escudo para evitar a execução de suas dívidas. Da parte do banco, vem mais chumbo grosso por aí.

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01.09.17
ED. 5696

Aeroporto desgovernado

Viracopos ainda é uma incógnita para o governo. Na última quarta-feira, a Swiss Requitou o seguro garantia de R$ 149 milhões referente ao valor de outorga do aeroporto em 2016. O problema agora é a parcela de 2017, de R$ 169 milhões. Em recuperação extrajudicial, a Triunfo quer devolver a concessão. A Anac diz que só aceita após o pagamento do débito, atrasado desde junho.

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30.08.17
ED. 5694

Ponto de interrogação

Entre os credores e acionistas da Triunfo Participações, é grande a apreensão com os efeitos contábeis que a auditoria recém-conduzida pelo Souza, Cescon, Barrieu e Flesch Advogados poderá ter. A preocupação gira em torno da necessidade de provisões para eventuais mal feitos do passado. É tudo o que um grupo em recuperação extrajudicial e R$ 2,5 bilhões em dívidas menos precisa neste momento.

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21.08.17
ED. 5687

Os caminhos de Brasília se fecham para a Triunfo

Para a Triunfo, tão ruim ou o pior do que a dívida de R$ 2,5 bilhões é o desmoronamento das pinguelas que a ligavam ao Poder. De um lado, o BNDES executa fianças bancárias por dívidas em atraso e vende ações do grupo; do outro, quem aperta o cerco é a Casa Civil e o Ministério dos Transportes. Segundo o RR apurou, a Triunfo tenta negociar a concessão da BR-060-153-262, que corta o Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo.

O ativo, arrematado em 2014, já teria sido, inclusive, ofertado a empresas do setor, como EcoRodovias e Arteris. Ocorre que o governo já fez chegar à Triunfo a informação de que não autorizará a transferência da concessão. A Triunfo tem dois caminhos: ou pega carona na “MP das Rodovias” que está prestes a ser editada, estende por mais 14 anos o prazo para a duplicação da estrada e finalmente faz os investimentos de R$ 3,5 bilhões previstos e que nunca saíram do papel ou, então, o Ministério dos Transportes vai decretar a caducidade da licença e relicitá-la.

O argumento do governo é que o espírito da nova Medida Provisória não é criar um balcão de negócios de concessões, mas permitir que grupos com investimentos em atraso ganhem fôlego para deslanchar as obras. Quem não quiser que devolva a concessão, como acaba de fazer a Galvão Engenharia com outro trecho da BR-153. Procurada pelo RR, a Triunfo não quis comentar o assunto. Um a um, os caminhos traçados pela Triunfo com o objetivo de fazer caixa e sair da recuperação extrajudicial parecem se desmanchar.

O caso mais agudo foi Viracopos. O grupo tentou passar a concessão adiante, mas esbarrou na recusa do governo em renegociar os prazos de pagamento da outorga, o que forçou a devolução da licença. Tudo muito diferente dos tempos em que os sócios da Triunfo andavam sobre tapetes vermelhos em Brasília e tinham um excelente trânsito junto a autoridades, como, por exemplo, Eliseu Padilha. Uma relação, inclusive, que nunca foi muito bem compreendida pelo fato de um dos filhos do atual ministro da Casa Civil, Robinson Padilha, advogar para a companhia.

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04.08.17
ED. 5676

Domínio total

O HNA Group, sócio do Galeão, tem interesse na concessão de Viracopos, que está sendo devolvida pela Triunfo e pela UTC. Ressalte-se que o grupo chinês é sócio da Azul, que tem seu hub operacional justamente no aeroporto de Campinas.

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25.05.17
ED. 5626

Uma nova estrada

Iniciou-se a temporada de “leniência a conta-gotas”. Galvão Engenharia e Triunfo, encalacradas na Lava Jato, abriram tratativas com o governo para se beneficiar da MP editada ontem, que abre caminho para a prorrogação de concessões rodoviárias em dificuldades financeiras. Operadoras, respectivamente, da BR-153 e das BR-060 e 262, negociam o reescalonamento dos investimentos.

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17.04.17
ED. 5600

Sobrevoando

O grupo espanhol Aena está sobrevoando o aeroporto de Viracopos, controlado pelo Triunfo.

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03.04.17
ED. 5591

O relógio corre contra a Triunfo

A Triunfo Participações corre para vender ainda neste semestre ao menos dois grandes ativos, o que é tratado pela empresa como condição sine qua non para a repactuação da dívida. O passivo está em níveis preocupantes: a dívida líquida, em torno de R$ 3 bilhões, equivale a 4,3 vezes o Ebitda. A Triunfo pretende trazer esse índice para algo perto de 2,5 vezes. Entre os ativos na prateleira estão as participações no aeroporto de Viracopos, no terminal portuário Portonave e na Tijoá, operadora da Usina Hidrelétrica de Três Irmãos. Procurada, a Triunfo confirmou as negociações para a desmobilização destes ativos.

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17.02.17
ED. 5563

Triunfo no acostamento

Em delicada situação financeira, a Triunfo colocou à venda, em um só pacote, a Concer e a Concebra. Quem comprar leva quatro concessões de rodovias federais, com mais de 1,4 mil quilômetros. E também uma dívida conjunta de R$ 979 milhões com o BNDES, que já executou as garantias dadas em contrapartida aos empréstimos. Quem se habilita?

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25.01.17
ED. 5546

Curva fechada

Encalacrada por uma dívida de R$ 3,5 bilhões, a Triunfo está em conversações com a espanhola Arteris para a venda da concessionária Concebra. A operação tornou-se praticamente inevitável depois que o BNDES decidiu executar as fianças bancárias de um empréstimo-ponte de R$ 800 milhões à Concebra.

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11.01.17
ED. 5536

O que não está à venda na Triunfo?

A Triunfo Participações e Investimentos (TPI) decidiu vender parte do capital das concessionárias Econorte e Concepa – sua participação em ambas é de 100%. A primeira administra 340 km de rodovias entre São Paulo e Paraná; a segunda detém cerca de 120 km de estradas no Rio Grande do Sul. É mais um capítulo no esforço do grupo para reduzir a dívida líquida de R$ 3,5 bilhões, quase três vezes e meia o Ebitda. A Triunfo já colocou à venda a fatia de 24% no Aeroporto de Viracopos e a hidrelétrica de Tijoá.

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02.12.16
ED. 5508

Contra o relógio

 Triunfo e UTC correm para fechar ainda neste ano a venda de suas participações em Viracopos – a dupla detém 90% do consórcio Aeroportos Brasil, dono, por sua vez, de 51% do negócio. A pressa se deve à nova MP que permite a rescisão e relicitação de concessões em débito com a União. A UTC confirma que vai deixar a operação e garante que já existem potenciais interessados. A Triunfo não se pronunciou.

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29.08.16
ED. 5443

Segundo tempo

 A Triunfo Participações não deverá comparecer na primeira leva de leilões do governo Michel Temer. A companhia só voltará ao game em 2017. Por ora, a prioridade é reduzir o endividamento total de suas concessões rodoviárias e aeroportuárias, da ordem de R$ 3 bilhões.

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17.02.16
ED. 5308

Sombra no radar

  A Triunfo e a francesa Egis, concessionárias do Aeroporto de Viracopos, têm uma sombra em seu radar. David Neeleman, sócio da Azul, vêm pressionando duramente o consórcio para reduzir os custos de uso do terminal. Estaria, inclusive, ameaçando rever a condição do aeroporto como hub da sua empresa. A companhia aérea nega e diz que tem “forte parceria” com o terminal. Faltou combinar com o consórcio. O próprio aeroporto de Viracopos confirmou que a Azul e outras companhias “possuem esta demanda para reduzir custos, tendo em vista as apertadas margens com que operam”.

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15.01.16
ED. 5288

Sumitomo lança sua pesada âncora sobre a Triunfo

 De um lado da mesa, o poderio da Sumitomo, que, em condições normais, já faria toda a diferença na negociação; do outro, as fragilidades do Grupo Triunfo, acentuadas pelas circunstâncias. Os japoneses estão se valendo do seu braço forte para se associar, em condições extremamente vantajosas, ao projeto de construção de um terminal portuário entre as ilhas Bagres e Barnabé – fora da área de concessão do porto de Santos. Trata-se de um dos poucos investimentos de maior vulto em curso na área de logística portuária no Brasil: o valor previsto é de R$ 3 bilhões. Para atracar no empreendimento, a Sumitomo quer dividir o controle acionário meio a meio, indicar o diretor financeiro e ter preferência sobre o uso do terminal para a movimentação de carga própria. Deve levar tudo. Que outro remédio resta à Triunfo? Com a conjuntura econômica adversa, o grupo depende da chegada de um sócio para viabilizar o terminal portuário. Procurada, a Triunfo nega a venda de uma participação do projeto para a Sumitomo. Está feito o registro. Mas, segundo o RR apurou, limitada pela necessidade de fazer pesados investimentos em outras áreas, notadamente no Aeroporto de Viracopos, a empresa busca um parceiro para o empreendimento em Santos há mais de um ano. A Sumitomo, por sua vez, não quis se pronunciar.  O projeto prevê a construção de um terminal com capacidade para movimentar 15 milhões de toneladas de granéis e contêineres – para efeito de comparação o equivalente a 15% da capacidade do porto de Santos. O empreendimento se encaixa nos planos da Sumitomo de ter uma operação verticalizada no país, que enfeixe a produção, comercialização e toda a logística de transporte e exportação de grãos, notadamente para o mercado asiático. Os recentes investimentos dos japoneses no Brasil caminham nessa direção. No ano passado, o grupo comprou a Agro Amazônia, uma das maiores distribuidoras de insumos agropecuários no mercado brasileiro. A Sumitomo já divulgou a meta de triplicar o faturamento da empresa (na casa dos R$ 500 milhões) em até dois anos. Os japoneses planejam ainda investir em concessões ferroviárias – tanto no Sudeste, para acessar o Porto de Santos, quanto no corredor logístico amazônico – neste caso, a “estação final” é o porto de Belém. O projeto do terminal entre as ilhas de Bagres e Barnabé remonta a 2012. Inicialmente ele foi concebido para ser um terminal de minério de ferro da Vetria Mineração , sociedade entre a própria Triunfo, a ALL e a Vetorial, dona de minas em Corumbá (MS). Aos poucos, os demais sócios foram ficando pelo caminho. Para não perder a autorização obtida junto à Secretaria dos Portos (SEP) no fim de 2015, a Triunfo resolveu mudar o perfil do terminal para graneleiro e correr atrás de um novo parceiro.

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23.09.15
ED. 5212

Risco WTorre sobrevoa o Aeroporto de Viracopos

O iminente desembarque da WTorre no Aeroporto de Viracopos acendeu o sinal de alerta entre os demais acionistas da concessão. A Triunfo e a francesa Egis – donas de 55% da Aeroportos Brasil – se movimentam para barrar o ingresso da construtora paulista no consórcio. A dupla, que, a princípio, havia desistido do direito de preferência sobre as ações da UTC, voltou atrás e já teria manifestado interesse na compra dos 45% restantes. O problema é que, neste caso, querer não é exatamente poder. O exercício da opção de compra exige um esforço financeiro além das possibilidades de momento da Triunfo. Segundo o RR apurou, o grupo saiu a campo em busca de funding para financiar a operação. A Egis aceita dobrar sua participação, hoje na casa dos 10%. Mas a Triunfo terá de entrar com a maior parte dos recursos necessários para igualar a oferta apresentada pela WTorre e seus parceiros, Invixx e Fortress, da ordem de R$ 540 milhões.   Mas por que tamanha ojeriza em relação à WTorre, a ponto de provocar essa reviravolta na operação? A Egis e, sobretudo, a Triunfo não querem se livrar de um problema, a UTC, para colocar outro no lugar. A construtora de Walter Torre é vista como um parceiro de altíssimo risco, tanto do ponto de vista institucional quanto econômico-financeiro. Ainda que longe do grau de protagonismo da UTC, a WTorre também tem um pé na Lava Jato. A Justiça investiga as relações entre Walter Torre e as empresas de consultoria de José Dirceu e Antonio Palocci, das quais era cliente.   Como se não bastasse a proximidade com o “petrolão”, a WTorre é hoje uma empresa em delicada situação financeira, com dívidas na praça e enroscos societários. A construtora é conhecida por operar com níveis de alavancagem pouco prudentes. Em maio, por exemplo, teria sido obrigada a emitir às pressas cerca de R$ 50 milhões em notas promissórias para quitar o pagamento de debêntures que venceriam poucos dias depois. Outro caso que depõe contra a companhia é o Allianz Parque, estádio do Palmeiras. Proprietária da arena, a construtora de Walter Torre estaria atrasando o pagamento de funcionários e de fornecedores. As dívidas já teriam ultrapassado a marca de R$ 100 milhões. O Palmeiras e a norte-americana AEG, que faz o gerenciamento do estádio, estão dispostos a dar um cartão vermelho para a WTorre e assumir o controle da arena. Nessas circunstâncias, Triunfo e Egis se perguntam de onde a WTorre vai tirar os recursos necessários para bancar sua parte no plano de investimentos da Aeroportos Brasil, que totaliza quase R$ 10 bilhões. Elas preferem nem saber.

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18.09.15
ED. 5209

Triunfo põe mais ativos sobre o balcão

Após se desfazer das hidrelétricas de Salto e de Garibaldi, a Triunfo deverá deixar mais dois anéis pelo caminho. O grupo estaria em busca de um comprador para as suas participações no Tijoá, consórcio responsável pela Usina de Três Irmãos (a maior do Sistema Tietê), e na Portonave, que administra um terminal portuário em Navegantes (SC). Em ambos os casos, a companhia detém metade do capital. Mais uma vez, o mandato estaria nas mãos do onipresente BTG. Oficialmente, a Triunfo garante que seu processo de desmobilização de ativos está encerrado e que o contrato com o banco de André Esteves limitava-se à venda das usinas de Salto e Garibaldi. A prioridade da Triunfo neste momento é reduzir o nível de alavancagem e, desta forma, ganhar fôlego para novos investimentos em suas concessões, notadamente no Aeroporto de Viracopos. A relação passivo de curto prazo/Ebitda chegou a preocupantes 4,5 vezes no semestre passado. Com a venda de Salto e Garibaldi, deve cair para três. Para os padrões históricos do grupo, ainda é alto demais. A meta da Triunfo é afrouxar essa corda e trazer a dívida líquida para 1,5 vez o Ebitda.

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12.08.15
ED. 5183

Buraco na pista

A Triunfo sofre com as perdas da Concer, concessionária da rodovia Rio-Juiz de Fora. A queda no tráfego se perto de 20%. Se a performance seguir nessa marcha até o fim do ano, a Triunfo deverá ter em 2015 mais prejuízo. Procurada, a empresa confirmou a queda do tráfego, mas ponderou que a perda será compensada com reajustes tarifários.

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27.03.15
ED. 5089

Esteves mergulha nas águas viscosas da Petrobras

 André Esteves nunca escondeu que não tem pruridos em escavar ativos podres. Eis aí a carcaça do Bamerindus como prova inconteste. Mas, neste momento, é melhor não mexer com as mãos limpas em projetos que atravessam a calçada da Lava Jato. O banqueiro vai usar luvas cirúrgicas e terceirizar sua participação para entrar de banda no setor da construção pesada. A Petrobras, como sempre, é a meca. Esteves quer aproveitar a crise de liquidez das empreiteiras de estirpe para reservar seu assento em futuras cartas- convite da estatal. O expediente encontrado é a compra de um pedaço da Triunfo por meio de um fundo offshore. Receita manjada, essa operação ficará no quintal. Na sala, a Triunfo contratará o BTG para vender participação em algumas subsidiárias. O objetivo de ambas as iniciativas é gerar recursos para a compra de uma empresa do setor que agregue a  Triunfo capital humano e maior tecnologia em obras do ramo. Em idos nem tão distantes, Esteves namorou uma empresa da construção pesada, a Delta, mas a aquisição não andou. É provável que André Esteves não tenha a menor ideia, mas existiu no Brasil, nos idos dos anos 30, um híbrido de banqueiro e empreiteiro que prestou os melhores serviços ao país, notadamente a  indústria nacional. Trata-se de Roberto Cochrane Simonsen, flor rara da elite empresarial. O presidente do BTG se identifica com outras espécies, a dos predadores financeiros e os caçadores de tesouros públicos desprotegidos. O Esteves predador não é nenhuma novidade. Mas, o caçador de arcas mal cuidadas é um ente em desenvolvimento. Fincou seu primeiro pé na Petrobras, em 2012, em um ativo desguarnecido. Comprou 50% dos blocos da estatal na africa; raspou o que tinha na Nigéria, Tanzânia, Angola, Benin, Gabão e Namíbia. Na primeira estimativa, o valor total dos campos foi calculado em US$ 7 bilhões. Depois, foi recalculado em US$ 4,5 bilhões, posteriormente reduzido para US$ 3,05 bilhões. Moral da história: a operação de compra acabou sendo fechada em US$ 1,5 bilhão. O BTG pagou o menor dos menores preços – o TCU investiga se foi ele quem arbitrou o valor -, auferiu dividendos de US$ 150 milhões no oitavo mês, prevê ganhar US$ 1,8 bilhão em três anos e pode realizar a cláusula do contrato de abandonar o negócio, sem fazer qualquer investimento, a qualquer tempo (uma espécie de “Pasadena das savanas”). Esteves também bicou a Petrobras via BR Distribuidora, no fatídico ano de 2012. Nesse ponto da história, o assunto se torna mais periclitante devido ao ingresso na trama do doleiro Alberto Youssef. Ele associa Esteves ao propinódromo da estatal. Junto com seu sócio Carlos Santiago, o “Carlinhos”, na Derivados do Brasil (DVBR), o banqueiro teria embolsado R$ 300 milhões em investimentos nos postos, ao custo módico de R$ 6 milhões em propina. Com a Triunfo, Esteves passaria também a ser dono do aeroporto de Viracopos e de rodovias. O verdadeiro oceano a ser singrado, contudo, são as águas viscosas da Petrobras.

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08.01.14
ED. 4812

Plano de voo 2

Já em Campinas, a GJP está em céu de brigadeiro. A empresa acerta com o Grupo Triunfo os últimos detalhes para a construção de um hotel no aeroporto de Viracopos. Oficialmente, a GJP informa que “aguarda o andamento da seleção”. Mera formalidade, garante uma fonte que participa das negociações.

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