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08.08.17
ED. 5678

Flávio Rocha livre para voar

Se a Guararapes e a crise no varejo eram um impeditivo à carreira política de Flavio Rocha, ele já pode se filiar ao Partido Novo e preparar sua candidatura ao governo de São Paulo. Os resultados da companhia no primeiro semestre, que serão divulgados amanhã, vão referendar a recuperação da holding controladora das Lojas Riachuelo. Segundo o RR apurou, o balanço indicará uma margem Ebitda projetada para este ano da ordem de 26%, contra uma estimativa de 15% para o varejo em geral. Entre janeiro e junho, a Riachuelo aumentou as vendas em aproximadamente 6% no conceito de mesmas lojas – há dois anos, esse índice patinava em 0,2%.

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13.01.17
ED. 5538

Sucessão emperrada

O octogenário Nevaldo Rocha já gostaria de ter passado definitivamente a gestão executiva do Grupo Guararapes e da Lojas Riachuelo para o filho, Flavio Rocha. Mas não vai coroá-lo enquanto ele não se decidir entre os negócios da família e a política. O rebento dá sinais de que poderá ser seduzido pelo canto que vem do PSDB. Consultado, Flavio Rocha disse “desconhecer as informações”.

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04.01.16
ED. 5279

Redator-chefe

 Nevaldo Rocha, dono Grupo Guararapes e da Riachuelo, anda extremamente irritado com o exibicionismo do herdeiro Flavio Rocha nas redes sociais. Além das seguidas críticas ao governo, Rocha já chegou até a se vestir de blogueiro e publicar no Twitter que Eduardo Cunha renunciaria à presidência da Câmara, dando lugar a Jarbas Vasconcellos.

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19.11.15
ED. 5251

Sucessão é a palavra da vez no Grupo Guararapes

 Com a experiência de quem escapou da seca no sertão do Rio Grande do Norte e, décadas mais tarde, resistiu a uma concordata que quase incinerou todos os seus negócios, Nevaldo Rocha sabe que, nessa vida, há tempo para se vencer quase tudo, menos o próprio tempo. Aos 88 anos, o fundador do Grupo Guararapes e dono da Lojas Riachuelo tem um encontro marcado com a palavra “sucessão”. Na Guararapes, é grande a expectativa de que o empresário deixe a direção executiva do grupo em 2016, mais precisamente em agosto, quando se encerra seu atual mandato. A partir de então, Nevaldo permaneceria apenas na presidência do Conselho, entregando a gestão a um de seus filhos. Procurada pelo RR, a Guararapes nega mudanças na gestão.  Salvo algum fato novo, que ninguém espere por uma disputa fratricida: todas as evidências apontam que o eleito será Flavio Rocha. Aos olhos do próprio patriarca, trata-se do único de seus herdeiros realmente com pendor para a gestão executiva. Seus outros filhos, Elvio e Lisiane, acumulam passagens pela diretoria das empresas, como a área de marketing da Riachuelo, mas hoje a atuação de ambos está concentrada no Conselho do grupo. Já Flavio é CEO da rede varejista e vice-presidente da Guararapes. Nas horas vagas, dedica-se também a bombardear o governo Dilma Rousseff e a fazer o proselitismo do impeachment junto ao empresariado, mas isso é outra história.  O fato de o nome do sucessor de Nevaldo Rocha ser considerado uma barbada dentro do próprio grupo não reduz a complexidade do processo. A troca de guarda na Guararapes tem suas sutilezas. Interlocutores privilegiados de Nevaldo sabem que o empresário vez por outra flerta com a ideia de vincular a passagem de bastão a uma reestruturação societária. Por trás da operação, estaria o cuidado do criador em proteger sua criatura de eventuais trepidações no relacionamento entre os herdeiros. A blindagem envolveria a criação de uma empresa de participa- ções que aglutinaria as ações pertencentes a Nevaldo e aos filhos. A nova holding seria amarrada a um rigoroso acordo de acionistas. Nenhum dos herdeiros poderia vender separadamente parte ou muito menos a totalidade de suas ações sem oferecê-las primeiramente aos demais acionistas. A maior preocupação de Nevaldo reside na Lojas Riachuelo, o grande negócio do grupo. Reza a lenda que, no passado recente, fundos norte-americanos acionistas da Lojas Renner teriam sondado isoladamente Elvio e Lisiane Rocha com o propósito de comprar suas participações na rede varejista da família. Encontraram a porta fechada. Mas o episódio serviu de alerta para o patriarca dos Rocha. Ao longo de tantas décadas, Nevaldo já viu muitos impérios empresariais ruírem por dentro

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