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Relacionados

05.01.18
ED. 5780

Elétrico

A quem interessar: o Bolt, carro elétrico da GM, deverá chegar ao Brasil em 2019 custando a bagatela R$ 180 mil. Nos Estados Unidos, seu preço é de US$ 35 mil.

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25.10.17
ED. 5732

Sinais de recuperação

Os 1.500 trabalhadores da GM em São José dos Campos que estão sob regime de layoff preparam-se para voltar ao trabalho, no próximo dia 4 de novembro, com esperanças renovadas. A expectativa é que a montadora não abra um novo período de layoff. Melhor ainda seria se a companhia estendesse o prazo de garantia dos empregos, que vai até fevereiro, segundo acordo com o sindicato dos metalúrgicos. Entre janeiro e setembro, a GM vendeu 30 mil veículos a mais do que em igual intervalo no ano passado.

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01.09.17
ED. 5696

GM fora da curva

Um sopro de esperança na GM. A montadora já convocou de volta ao trabalho quase uma centena dos quase mil funcionários da fábrica de São José dos Campos que estão sob regime de layoff até 4 de novembro. A expectativa
é que outro tanto seja chamado ao longo de setembro. Não é nada, não é nada, já seriam quase 8% dos mais de três mil trabalhadores do setor que estão temporariamente em casa.

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30.05.17
ED. 5629

Fábrica da GM é uma roleta russa

Segundo cálculos da própria GM, há um excedente de cerca de dois mil trabalhadores na fábrica de São José dos Campos, ou 40% do efetivo. Trata-se de uma “gordura” que teria de ser queimada para a operação se tornar minimamente rentável. Por ora, a montadora vai recorrendo ao expediente do layoff – de junho a novembro, cerca de 1,5 mil metalúrgicos terão seus contratos suspensos. Pelo acordo com o sindicato, os empregos estão garantidos até fevereiro de 2018. A partir daí, só Deus sabe…

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24.02.15
ED. 5066

Número de demissões na GM pode chegar a 1,2 mil funcionários

A ameaça de dispensa dos 798 trabalhadores que estavam sob regime de layoff seria apenas a ponta do iceberg. O número de demissões na fábrica da General Motors em São José dos Campos pode atingir exatos 1.209 operários, o equivalente a 23% de todo o quadro pessoal na unidade paulista. Segundo informações filtradas junto a  própria GM, além do eventual afastamento em definitivo dos funcionários que tiveram seus contratos suspensos entre setembro do ano passado e fevereiro, a montadora teria planos de fechar mais 411 postos de trabalho no Vale do Paraíba. O RR fez duas consultas a  GM sobre a possibilidade de um número ainda maior de demissões. Em ambos os casos, a montadora recusou-se a tratar especificamente do assunto. Em nota, a GM limitou-se a torpedear a greve e os sindicalistas. A montadora garantiu não ter sido “oficialmente comunicada pelo sindicato local, conforme determina a legislação”. Afirmou ainda que a proposta apresentada aos funcionários “foi deturpada pelo sindicato” e, em razão disso, tomará “as medidas legais cabíveis”. Por sua vez, o Sindicado dos Metalúrgicos de São José dos Campos garante que não aceitará demissões e “se houver cortes, ninguém trabalha”. Está prevista para hoje a primeira audiência de conciliação entre a GM e os funcionários de São José dos Campos, em greve desde sexta-feira. O Sindicato afirma que a paralisação será interrompida caso a companhia “aceite conceder estabilidade aos trabalhadores”. O fato é que as duas partes chegarão ao Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, em Campinas, trazendo na bagagem antigos ressentimentos. Não é de hoje que as relações entre a montadora e o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos têm sido marcadas por um clima de belicosidade. A companhia insinua que os líderes sindicais da região agem movidos por interesses políticos. O Sindicato rebate e afirma que a GM “pretende fazer cortes drásticos na mão de obra da fábrica, apesar de todos os benefícios fiscais que tem recebido do governo federal”. Do lado da GM, em parte a opção pelo enfrentamento pode ser creditada na conta de Jaime Ardila, ex-presidente da subsidiária brasileira e hoje o principal dirigente do grupo na América do Sul. Nos anos em que comandou a montadora no país, Ardila mostrou- se um negociador implacável com os sindicalistas, a quem jamais cedeu um milímetro de terreno. Fez escola, na qual, tudo indica, estudou e se graduou Santiago Chamorro, diretor de vendas na gestão Ardila e seu sucessor na presidência da operação brasileira.

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