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07.12.17
ED. 5761

Alívio para empresas de TI

O ministro Gilberto Kassab agendou para amanhã uma reunião com empresários da área de TI. No encontro, deverá confirmar a edição da MP que permitirá ao setor converter dívidas fiscais de R$ 5 bilhões em investimentos.

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04.12.17
ED. 5758

Um bom vice?

Paulo Hartung tem um encontro com Gilberto Kassab programado para esta semana, em São Paulo. Na conversa, poderá selar sua transferência do PMDB para o PSD, de Kassab. E de Henrique Meirelles. Hartung, é bom lembrar, chegou a ser cotado para vice do ex-pré-candidato Luciano Huck.

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29.11.17
ED. 5755

Arrastão

Gilberto Kassab anda irritado com o assédio a deputados do PSD. As investidas mais agudas vêm do PMDB, que tem sido bastante agressivo na cooptação de parlamentares de outras siglas de olho no aumento da cota do fundo partidário em 2018.

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22.11.17
ED. 5750

Cadeira cativa

Em conversa com o presidente Michel Temer no último fim de semana, Gilberto Kassab praticamente assegurou sua permanência no Ministério da Ciência e Tecnologia até abril. Era tudo que Kassab queria.

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03.11.17
ED. 5738

Campanha na rua

A máquina do PSD já começou a campanha de Henrique Meirelles à Presidência da República. Gilberto Kassab articula, para as próximas semanas, a presença de Meirelles em eventos com empresários de Santa Catarina e do Rio Grande do Norte, ambos governados pelo partido.

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30.10.17
ED. 5735

Portas escancaradas

Gilberto Kassab escancarou as portas do PSD para o retorno da senadora Katia Abreu, alvo de um processo de expulsão do PMDB.

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09.10.17
ED. 5721

Chão de fábrica

Gilberto Kassab tem se empenhado em aproximar Henrique Meirelles, pré-pré-candidato do PSD à Presidência da República, dos movimentos sindicais. Na empreitada, tem o auxílio do presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, também fi liado ao partido. Se é que Patah ainda é visto por seus pares como líder sindical. Durante a votação da reforma trabalhista, ele foi bastante criticado dentro da própria UGT pela posição dúbia em relação ao governo Temer.

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22.09.17
ED. 5710

Meirelles já está com um pé fora da Fazenda

Henrique Meirelles está morto! Viva Henrique Meirelles! Ou vice-versa. O enigma tem prazo de validade: dia 1° de abril de 2018, data limite para que o ministro da Fazenda se desincompatibilize do cargo com o objetivo de disputar as eleições para a Presidência da República. Meirelles não solta um pio sobre o assunto. Um interlocutor bastante próximo do ministro disse ao RR que a balança estava equilibrada sobre a decisão de deixar a pasta e subir nos palanques. Por ora, Meirelles mantém um pé cá e outro acolá. Mas o risco de contaminação com o mar de lama da Lava Jato tem pesado a favor da aventura.

Na contramão, não o temor da derrota, mas o ônus de deixar ao abandono o mercado, esse senhor de todos os oceanos, e ser a peça central da desintegração de um governo do qual representa rara reserva de valor moral e tecnocrático. A economia pode reagir mal a sua saída e ele ser acusado, em sua decisão frívola, da desancoragem das expectativas. A questão é ambígua, pois a mudança de humor da economia também pode ser interpretada como um trunfo da sua importância presente e futura. Henrique Meirelles ronda os palanques não é de hoje: esteve cotado para ser o vice da chapa de Dilma Rousseff em 2010 e flertou com a ideia de disputar o governo de Goiás.

Na semana passada, Gilberto Kassab se adiantou aos fatos e “lançou” sua candidatura à Presidência pelo PSD. Meirelles agradeceu afirmando que está concentrado na sua atual missão, e abriu um sorriso metálico cheio de dentes. Em nenhum momento, disse que não será candidato. Para todos os efeitos, o suspense permanece. O RR consultou uma pequenina amostra de um segmento do eleitorado bastante afinado com o ministro da Fazenda. Fez uma sondagem com 28 empresários e perguntou se, em sua opinião, Meirelles será ou não candidato. O “não” ganhou com alguma vantagem: 71% a 29%.

Questionados sobre as chances de vitória do “guardião da economia”, 83% afirmaram que Meirelles não será eleito caso entre na disputa. Não por falta de atributos. O RR perguntou aos entrevistados quem era mais habilitado para o exercício da Presidência da República, num confronto direto entre o ministro da Fazenda e todos os principais candidatáveis citados nas pesquisas eleitoras. Meirelles venceu todos eles, com índice acima de 70% das respostas. Seus três resultados mais baixos se deram na comparação com João Doria (78%), Geraldo Alckmin (76%) e Lula (71%).

Nas comparações com Ciro Gomes, Jair Bolsonaro, Marina Silva e o próprio Michel Temer, Meirelles disparou na sondagem. Se Henrique Meirelles, de fato, embarcar na viagem eleitoral, é razoável que leve um bilhete de volta cuidadosamente guardado no bolso do paletó. Esta segunda perna seria um eventual retorno à cadeira de ministro da Fazenda. Ou seja: Meirelles entraria na disputa à Presidência jogando por dois resultados. Mesmo perdendo nas urnas, seu segundo turno particular seria a recondução ao posto de maestro e fiador da economia.

Não é uma hipótese improvável. Sabidamente, o titular da Fazenda tem excelente trânsito entre correntes político-partidárias distintas. Tem o handicap de ser sócio de inegável impacto eleitoral: com Lula, entregou distribuição de renda; com Temer, assegurou a queda da inflação. Leva ainda consigo a marca de recordista de tempo na cabine de comando da economia – até ontem, contabilizando-se o período na presidência do Banco Central e na cadeira de Ministro da Fazenda, somava 3.420 dias ou 82.080 horas de horas de voo.

Henrique Meirelles é um homem abastado – sua fortuna pessoal se aproxima da casa de R$ 1 bilhão – e pode tranquilamente financiar sua campanha. Enricou acima de qualquer suspeita. Se ficar parado no mesmo lugar, corre o risco de ver seus ternos de corte bem talhados respingados pelos fluidos pútridos do entorno político. Cabe monitorar os bastidores. Faltam 4.608 horas para, no mais tardar, o Brasil saber se terá mais um candidato à Presidência e um novo ministro da Fazenda

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19.09.17
ED. 5707

Deus no Céu e Meirelles na terra

O vídeo que circulou ontem em grupos de WhatsApp de deputados e senadores, no qual Henrique Meirelles aparece pedindo uma “oração pela economia”, teve como autor intelectual Gilberto Kassab. O ministro das Comunicações, que, na semana passada, lançou “inadvertidamente”, a pré-candidatura do colega à Presidência da República, vem costurando a interlocução de Meirelles com líderes evangélicos. Já propôs, inclusive, que ele visite alguns templos para falar sobre os “ajustes na economia”. Em tempo: o vídeo em questão foi endereçado à Assembleia de Deus Ministério Madureira, no Rio. Por uma dessas coincidências, trata-se da igreja que era frequentada por Eduardo Cunha.

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14.09.17
ED. 5704

Meirelles é seu próprio marqueteiro

Henrique Meirelles e Gilberto Kassab deram uma aula ontem de como esquentar o noticiário. Por volta das 15h30, logo após o encontro entre Meirelles e parlamentares do PSD, Kassab anunciou à imprensa à pré-candidatura do ministro da Fazenda à Presidência da República. Chegou a dizer que o vice da chapa não sairia de São Paulo, mas “de outra região”. Em menos de meia hora, Meirelles postou em sua conta oficial no Twitter quatro mensagens em sequência negando a candidatura – ao mesmo tempo em que agradecia aos integrantes do PSD pelas palavras de apoio. O típico desmentido que só faz bem. O jogral garantiu a presença de Meirelles nos highlights do noticiário durante toda a tarde, sempre colado às palavras “candidato” e “presidência”. Em tempo: Meirelles e os líderes do DEM, à frente Rodrigo Maia e ACM Neto, articulam um encontro para a próxima semana. Promessa de mais dendê no caldeirão das especulações eleitorais.

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13.09.17
ED. 5703

Ponto de abrasão

O plano nacional de banda larga é mais um ponto de abrasão entre Gilberto Kassab e o presidente da Anatel, Juarez Quadros. Na agência, a percepção é que o ministro virou as costas para o projeto.

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08.09.17
ED. 5700

Os sinais de Kassab

O ministro Gilberto Kassab tem percorrido cidades paulistas comprometendo-se a negociar com o BNDES a abertura de uma linha de crédito para bancar a troca do sinal de rádio de analógico para digital em serviços de utilidade pública. Nesta semana, por exemplo, reuniu-se com prefeitos do ABC para tratar do financiamento, que contemplaria guardas municipais e sistemas de ambulância na região. Trata-se de um daqueles casos em que o certo parece estar eivado de segundas intenções. Para muitos, Kassab mira em 2018 e faz campanha com o chapéu do BNDES. Potencial candidato ao governo de São Paulo, espera que os prefeitos não se esqueçam deste gesto.

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20.07.17
ED. 5665

Os cálculos de Kassab

Nos cálculos de Gilberto Kassab, o PSD termina a reforma ministerial com duas Pastas a mais na sua sala de troféus. Uma delas, a das Cidades.

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29.04.16
ED. 5358

Overbooking

Michel Temer, ao que tudo indica, vendeu o mesmo assento no teatro para dois espectadores diferentes. Além do retorno ao Ministério das Cidades, Gilberto Kassab espalha que terá o direito de nomear o novo presidente da Caixa Econômica. O PP, por sua vez, garante que a cadeira é sua e ninguém tasca: o partido já teria, inclusive, indicado o ex-ministro Gilberto Occhi.

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05.10.15
ED. 5220

Deserção da vez

O senador baiano Walter Pinheiro vai selar sua saída do PT nos próximos dias. O PSD, de Gilberto Kassab, e a Rede, de Marina Silva, já lhe ofereceram teto. No PT, o receio é que ele leve junto os deputados federais Afonso Florence e Jorge Solla.

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