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08.11.17
ED. 5741

Teatrinho Trol

Geraldo Alckmin e João Doria encontraram-se no último domingo pela manhã, fora das respectivas agendas oficiais.
Na conversa, Doria disse que não pretende disputar a eleição presidencial, garantiu que permanecerá no PSDB e prometeu trabalhar pela campanha de Alckmin. O governador paulista fez que acreditou no que ouviu.

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03.11.17
ED. 5738

Palanque nos Alpes

Geraldo Alckmin bateu o martelo: vai ao Fórum Econômico Mundial de Davos, em janeiro. O que não faz uma eleição presidencial? Será o début de Alckmin no evento, onde disputará atenções com João Doria.

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01.11.17
ED. 5737

Fisco paulista cerca a Dolly e suas tubaínas fiscais

Se depender da Dolly, a candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência não terá o apoio dos produtores de tubaína. A empresa é uma das líderes do setor e está penando com a acusação de sonegação fiscal em São Paulo. A Secretaria de Fazenda do estado confirmou ao RR que não apenas investiga a empresa como já lançou na dívida ativa a cifra de R$ 1,5 bilhão, referente a autos de infração contra a fabricante de refrigerantes.

Segundo o RR apurou, as autoridades paulistas reuniram fortes indícios de que a Dolly abriu empresas para dificultar o rastreamento da produção e a cobrança de tributos. O Leão paulista não se deixa embebedar pela tese da Dolly, que resolveu atacar para se defender. A empresa tem feito uma campanha pública para criminalizar seu ex-contador Rogerio Raucci, a quem acusa de ter desviado cerca de R$ 100 milhões por meio de fraudes tributárias. A tática de guerrilha espalha-se pela imprensa e pelas redes sociais.

Nos últimos dias, a fabricante de tubaínas manteve um link patrocinado no Facebook para alardear uma matéria de quase dois minutos exibida pela Rede TV na semana passada, que põe todo o foco do escândalo em cima de Raucci. A Dolly nega as acusações que pesam contra ela. Procurada pelo RR, afirma que, além de ação penal, “pretende mover uma ação de reparação do dano contra Rogerio Raucci”. A empresa alega que a Fazenda lançou os débitos “de maneira unilateral”. Afirma ainda que “aguarda e espera que o Fisco atualize os débitos, já que o valor correto do ICMS-ST foi pago à vista e o saldo do ICMS próprio foi dividido no Programa Especial de Parcelamento”.

No entanto, a Secretaria de Fazenda garante que “a adesão ao Programa em nada modifica a situação de inadimplência perante ao Fisco no que diz respeito aos débitos oriundos de autos de infração”. Para quem não está ligando a marca à pessoa, a Dolly é controlada por Laerte Codonho, dono de uma biografia pautada por polêmicas. Em 2012, foi condenado a pagar uma indenização à Coca-Cola por uma campanha difamatória contra a multinacional – Codonho a acusava de concorrência desleal e sonegação. No ano passado, foi citado no escândalo dos Panama Papers, por supostamente manter recursos em paraísos fiscais.

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30.10.17
ED. 5735

Troco em espécie

A decisão de Geraldo Alckmin de não exonerar seus secretários com mandato parlamentar para que eles pudessem votar com Michel Temer na última quarta-feira causou mal-estar no Palácio do Planalto. A resposta virá sob a forma de cifrões: Alckmin vai ter de padecer para receber a verba federal de aproximadamente R$ 500 milhões para a conclusão das obras do trecho norte do Rodoanel. Temer vai colocar em curso a operação tartaruga para a liberação dos recursos, cujo ritmo pode ir do conta-gotas ao não parando por centavos.

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27.10.17
ED. 5734

Crowdfunding do Chuchu

O staff cibernético de Geraldo Alckmin dedica-se à montagem de uma plataforma para as redes sociais voltada à arrecadação de recursos para a campanha presidencial.

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19.10.17
ED. 5728

Self service

O apoio da bancada paulista para impedir a abertura de processo contra o presidente Michel Temer vai custar toneladas e toneladas de asfalto. Temer comprometeu-se com Geraldo Alckmin a liberar os recursos para a construção do trecho norte do Rodoanel. Dos R$ 620 milhões previstos, por ora o governo federal soltou apenas R$ 87 milhões.

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17.10.17
ED. 5726

Alckmin quer virar o jogo nas redes

O governo de São Paulo deverá anunciar até o fim desta semana o vencedor da licitação da cobiçada conta de publicidade do estado. A concorrência, de R$ 180 milhões, é disputada por 13 agências. O que está em jogo não é apenas propagandear o governo paulista, mas o bônus de cuidar da imagem de um presidenciável ao menos até abril, quando Alckmin deverá se desincompatibilizar do cargo. Recentemente, o governo paulista realizou outra licitação para turbinar a comunicação nas mídias digitais. Neste caso, João Doria tem superado o adversário doméstico. São mais de 2,8 milhões de seguidores no Facebook, contra apenas 860 mil de Alckmin.

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Por falar em João Doria e redes sociais, o Datafolha não está sozinho. Levantamento feito pela sua equipe de comunicação nas mídias digitais, ao longo de setembro, corroborou a queda de popularidade do prefeito. A proporção de postagens negativas atingiu o pior resultado desde que Doria assumiu a Prefeitura. Na média, esse índice teria ficado acima dos 60%.

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Na última semana, surgiu na internet o site Alckmistas.org – como o nome sugere de apoio à candidatura de Geraldo Alckmin. Para todos os efeitos, o dono da página é uma pessoa física. Mas o tom das postagens, a profusão de fotos posadas de Alckmin e, sobretudo, as notícias desfavoráveis a João Doria dão ao panfleto eletrônico um certo ar de “Diário Oficial”.

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11.10.17
ED. 5723

Alckmin transforma concessões em propaganda de campanha

Geraldo Alckmin pretende fazer do programa de privatizações e concessões de São Paulo um sonoro ato de campanha. A ordem no Palácio dos Bandeirantes é lançar até dezembro os editais de venda da nova holding controladora da Sabesp e de um pacote com oito concessões rodoviárias, equivalentes a cerca de 800 quilômetros de estradas, a maioria no litoral de São Paulo. Ninguém na equipe de governo trabalha com a hipótese de que todas estas licitações sejam realizadas até 10 de abril, data limite para Alckmin se desincompatibilizar do cargo – talvez não venham a ocorrer nem mesmo depois.

Isso, no entanto, está longe de ser tratado como uma derrota no staff de Alckmin. Pelo contrário. A percepção é que este é um jogo de ganha-ganha para Alckmin: qualquer novo leilão efetuado durante a reta final do mandato irá para a sua cota de realizações; os não consumados poderão ser debitados na conta da burocracia ou dos excessos legiferantes. Trata-se, por sinal, de um bom mote para um presidenciável. Alckmin pode, inclusive, evocar uma experiência recente, a licitação das linhas 5 e 17 do metrô paulista, suspensa pelo Tribunal de Contas do Estado. Alckmin tem ao menos um leilão marcado ainda em seu mandato: a licitação do trecho norte do Rodoanel está programada para 6 de janeiro, segundo confirmou a própria assessoria do Palácio dos Bandeirantes.

No caso das demais rodovias e da Sabesp, o esforço do governo paulista se concentrará na modelagem, na busca de investidores, no anúncio dos editais, na consulta às agências reguladoras, órgãos ambientais etc. Em novembro, segundo o RR apurou, representantes do governo deverão fazer um road show na Europa e na Ásia. Estes fatos, devidamente reverberados, já serão suficientes para Alckmin empunhar a bandeira de grande privatista, independentemente do resultado final. As cifras do plano de desestatização ajudarão no discurso – ainda que as estimativas demorem a deixar de ser apenas estimativas. A expectativa é que a licitação das rodovias gere algo como R$ 5 bilhões em investimentos. No caso da futura holding onde a Sabesp estará pendurada, a previsão é de uma arrecadação entre R$ 6 bilhões e R$ 7 bilhões.

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29.09.17
ED. 5715

Caldeirão do Huck

Luciano Huck está testando diversas análises combinatórias. Poucos dias antes do encontro com a cúpula do DEM, teve um jantar reservado com Geraldo Alckmin no Palácio Bandeirantes. Conversaram sobre uma possível candidatura de Huck ao Senado ou ao governo do Rio pelo PSDB.

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29.09.17
ED. 5715

Doria larga na frente de Alckmin nas “prévias”

Aliados de Geraldo Alckmin reclamam da inércia do governador diante da ofensiva de João Doria na disputa pela máquina do PSDB em São Paulo. Doria tem cooptado apoio em tradicionais redutos “alckmistas”. Nas últimas semanas, esteve em Ribeirão Preto, Barretos, Franca e São Bernardo do Campo. De acordo com um cardeal tucano, Doria deverá fazer algo em torno de 90% dos delegados na convenção municipal da sigla, marcada para 29 de outubro. Na convenção estadual, prevista para novembro, a expectativa é que o prefeito emplaque metade dos delegados, portanto dividindo o controle do partido com o tarimbado Alckmin. Tucanos próximos a Alckmin – inclusive fora de São Paulo, como Marconi Perillo – cobram do governador uma rápida reação. No partido, as convenções estadual e municipal são tratadas como uma espécie de prévias informais entre os dois pré-candidatos à Presidência.

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25.09.17
ED. 5711

A nova comuna de Aldo Rebelo

Aldo Rebelo, que deixou para trás 40 anos de PCdoB, assina nesta semana sua ficha de filiação ao PSB com uma ideia fixa: ser candidato a vice-presidente da República. Isso, claro, se a sigla não desaparecer em um mar de partidos numa coalizão em torno de Geraldo Alckmin.

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Geraldo Alckmin convidou Xico Graziano, ex-chefe de Gabinete de Fernando Henrique Cardoso na Presidência, para cuidar da sua estratégia de comunicação nas mídias digitais. Graziano cumpriu missão similar na campanha de Aécio Neves em 2014.

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18.09.17
ED. 5706

Melhor assim

A participação de Geraldo Alckmin em evento marcado para hoje na Federação das Indústrias de Minas Gerais causou uma saia justa entre tucanos. Ainda ontem, discutia-se a presença ou não de Aécio Neves no encontro com empresários mineiros. Apenas no fim da tarde, ficou definido que Aécio não estará presente. Para alívio de Alckmin.

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14.09.17
ED. 5704

Mexericos da candinha

As rusgas políticas entre Geraldo Alckmin e João Doria se estenderam à esfera familiar. Suas respectivas mulheres, Lu Alckmin e Bia Doria, que sempre foram muito ligadas, praticamente não têm se falado.

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12.09.17
ED. 5702

Tucanos que não se bicam

O senador Antonio Anastasia fará as honras da casa e será o anfitrião de Geraldo Alckmin, que terá uma série de encontros políticos em Belo Horizonte na próxima segunda-feira. Ainda não está decidido se Aécio Neves participará dos eventos. No íntimo, Alckmin espera que não.


Por falar em Alckmin, ele e João Doria têm se empenhado no teatro da pacificação. O almoço do Grupo Lide ontem em São Paulo, com a presença de FHC, foi o terceiro evento público em que ambos estiveram juntos em quatro dias.

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11.09.17
ED. 5701

A desavergonhada base aliada de Alckmin

A capitalização da Sabesp virou objeto de um descarado joguete político em São Paulo. Deputados aliados – muy aliados – de Geraldo Alckmin ameaçam brecar este e outros projetos de interesse do Palácio dos Bandeirantes na Assembleia Legislativa. O motivo da “rebelião”, liderada por parlamentares do PSB, PTB e do próprio PSDB, é o de sempre e pode se descrito sob a forma de cifrões.

Alckmin teria descumprido a promessa de liberação adicional de verbas do orçamento estadual. Geraldo Alckmin passou o feriadão trabalhando nos bastidores para conter o motim e evitar atrasos no redesenho da Sabesp. A proposta de criação de uma holding de saneamento que terá a estatal embaixo foi a engenharia encontrada pelo governo para capitalizar a empresa sem vender suas ações – operação que envolve até o IFC, do Banco Mundial.

Tudo, no entanto, pode ficar parado semanas, meses, se assim os deputados quiserem. A primeira represália mais aguda contra Alckmin veio na semana passada: vinte dos 21 líderes de bancadas da Assembleia assinaram um requerimento exigindo que o presidente da Casa, Cauê Macris (PSDB), coloque em votação a Proposta de Emenda à Constituição estadual (PEC 5) que altera o limite de remuneração do funcionalismo público e desarruma o orçamento paulista.

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05.09.17
ED. 5698

Alckmin põe sua campanha na rua

Enquanto João Doria, o “aliado adversário”, acena com a saída do PSDB, Geraldo Alckmin corre para colocar formalmente sua candidatura presidencial na rua. No momento, dedica-se a montar o “Estado Maior” da sua comunicação e definir as primeiras diretrizes estratégicas. A ideia, inclusive, é ter um slogan até novembro. O nome preferido de Alckmin para comandar a campanha é o do marqueteiro Nelson Biondi, antigo colaborador das hostes tucanas. Biondi foi o estrategista de José Serra na disputa pelo Planalto em 2002. Mais recentemente, trabalhou na campanha do próprio Alckmin pela reeleição ao Palácio dos Bandeirantes, em 2014. Quem também deverá ter um assento fixo no QG do pré-candidato tucano é o cientista político Antonio Lavareda. Para tourear a imprensa, Geraldo Alckmin já teria convidado o jornalista Marcio Aith, mais um colaborador de outros carnavais. Aith coordenou a comunicação do governo paulista até setembro do ano passado. Deixou o cargo, mas não se distanciou de Alckmin. Nesse período, tem assessorado informalmente o governador.

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01.09.17
ED. 5696

Coisas da genética política

A família Campos/Arraes é um rio que vai se dividir ainda mais nas próximas eleições. No PSB e no próprio clã, é grande a “pressão” para que João Henrique Campos, filho de Eduardo Campos e tido como o seu sucessor político, se candidate à Câmara dos Deputados. Caso aceite a convocação, provavelmente dividirá palanque no Recife com o candidato tucano à presidência, sobretudo se ele for Geraldo Alckmin, aliado do PSB. Neste caso, o jovem João Henrique baterá de frente com Marilia Arraes. Prima de Eduardo Campos e neta de Miguel Arraes, Marilia concorrerá ao governo de Pernambuco pelo PT.

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01.09.17
ED. 5696

PPI particular

Em seu “PPI particular”, Geraldo Alckmin pretende ofertar um novo pacote de rodovias em São Paulo até fevereiro.

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31.08.17
ED. 5695

Indulgências tucanas

Há uma mobilização entre parlamentares nordestinos pró-Alckmin para que prefeitos da região concedam títulos de cidadão ao governador paulista. Curiosamente, o trem é puxado por deputados de outros partidos que não o PSDB, como Heráclito Fortes (PSB-PI), Benito Gama (PTB-BA). Parafraseando Chacrinha, na política nada se cria, tudo se copia. O festival de diplomas e condecorações tem garantido a João Doria um tour pelo Nordeste.

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29.08.17
ED. 5693

Um quebra-molas no PSDB

Geraldo Alckmin tem se empenhado para que Tasso Jereissati permaneça na presidência do PSDB. Alckmin enxerga em Tasso um quebra-molas no caminho de João Doria dentro do partido.

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23.08.17
ED. 5689

Alckmin celebra noivado com o PTB

Em conversa com o presidente do PTB-SP, o deputado Campos Machado, Geraldo Alckmin recebeu a garantia de que o partido apoiará sua candidatura à Presidência da República. O curioso é que a aliança valeria para o Brasil, mas não para a eleição ao governo de São Paulo. O PTB tem pretensões de lançar um candidato próprio. Nem que seja para cobrar caro pela saída da disputa.


Por falar em PTB, enquanto Jair Bolsonaro está de mudança para o PEN, o filho Flavio Bolsonaro, também do PSC, conversa com o partido de Roberto Jefferson. Para trocar de sigla, quer a garantia de que será candidato ao governo do Rio. A princípio, o PTB está comprometido com Eduardo Paes, mas com a Lava Jato tudo pode mudar.

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21.08.17
ED. 5687

Memória viva

O Palácio Bandeirante está apreensivo. Na última sexta-feira, o staff de Geraldo Alckmin recebeu a informação de que Paulo Vieira de Souza, o “Paulo Preto”, está por um fio para fechar um acordo de delação. Por muitos anos, “Paulo Preto” comandou o Dersa e as obras de infraestrutura dos governos tucanos em São Paulo.

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18.08.17
ED. 5686

Megabytes tucanos

Em sua nova visita à Ásia, prevista para setembro, o viajante João Doria deverá se reunir com fundos de venture capital e empresas de TI. Em pauta: a criação de um polo de inovação em São Paulo. Pode até não resultar em nada, mas é o tipo do anúncio que dá um ibope danado. Por coincidência, o governo Alckmin tem um projeto similar e chegou a criar, inclusive, uma empresa aceleradora de investimentos na área de tecnologia.

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17.08.17
ED. 5685

Bombando as redes

Geraldo Alckmin aprendeu a lição com o “pupilo” João Doria: aonde vai tem levado a tiracolo uma equipe de filmagem para bombardear as redes sociais.

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11.08.17
ED. 5681

Prévias paralelas

Geraldo Alckmin e João Doria não são adversários e um jamais trairia o outro. Portanto, é só coincidência que estejam organizando, simultaneamente, dois eventos para reunir, em setembro, prefeitos tucanos de São Paulo.

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10.08.17
ED. 5680

A João o que é de Michel

Imaginem, apenas imaginem, se, em troca do apoio de Michel Temer a sua candidatura à presidência da República, João Doria pedir voto para Paulo Skaf na disputa pelo governo de São Paulo. Neste caso, Geraldo Alckmin perderia espaço no PSDB não só na corrida pelo Palácio do Planalto, mas até mesmo para fazer o seu próprio sucessor.

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08.08.17
ED. 5678

A caravana do “Chuchu”

Geraldo Alckmin também vai colocar o pé na estrada para se “apresentar” ao eleitorado brasileiro. Seus assessores estão montando uma agenda de viagens para as próximas semanas que inclui Ceará, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Goiás e Mato Grosso do Sul. O Mato Grosso também estava no roteiro, mas foi excluído por conta do mau momento do governador tucano Pedro Taques, acusado de participar de um suposto esquema de grampos ilegais.

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04.08.17
ED. 5676

Roberto Jefferson atravessa a Dutra

Roberto Jefferson procura um imóvel para alugar em São Paulo. É mais um sinal de que vai aceitar o conselho de Geraldo Alckmin, transferir seu domicílio eleitoral e disputar uma vaga na Câmara pelo PTB paulista. Antes, porém, é provável que gaste um pouco mais da sola do sapato. Jefferson disse a uma fonte do RR que tem penado para encontrar uma residência. Queixou-se de que, mesmo com a crise, os preços estão “salgados demais”.

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03.08.17
ED. 5675

Tucano em queda livre

As denúncias de participação em um suposto esquema de grampos ilegais no Mato Grosso pegaram o governador Pedro Taques em um momento de franca ascensão dentro do PSDB. Taques chegou a ser cotado como candidato a vice de Geraldo Alckmin em uma chapa tucana puro sangue para as eleições à Presidência da República. Agora, já deverá sair no lucro se completar seu mandato no governo do Mato Grosso.

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31.07.17
ED. 5672

Tapas e beijos

Ao que parece, o encontro entre Rodrigo Maia e Geraldo Alckmin, que tinha como objetivo reaproximar DEM e PSDB, teve efeito contrário. Ao sacar repentinamente o nome de Rodrigo Garcia como candidato do partido ao governo de São Paulo, Maia mandou um recado para Alckmin. O presidente da Câmara não engoliu a ligeireza com que a comunicação do Palácio Bandeirante vazou, quase em tempo real, o teor da sua conversa com o governador paulista no jantar da última segunda-feira. Muito menos a versão de que, no encontro, teria assegurado o apoio do DEM à candidatura de Alckmin à presidência em 2018.

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17.07.17
ED. 5662

Prévias tucanas

Geraldo Alckmin vai montar um staff de comunicação próprio, fora do governo de São Paulo, para dar a largada em sua campanha à Presidência da República. Um dos nomes cotados para comandar a operação é o do jornalista Marcio Aith, ex-secretário de imprensa do Palácio Bandeirantes.


João Doria, o candidato que diz não ser candidato, fará uma série de viagens a cidades do Nordeste sob os auspícios de tucanos locais. O tour começa em agosto, quando Doria visitará Campina Grande (PB) ciceroneado pelo senador Cássio Cunha Lima.

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13.07.17
ED. 5660

Planalto já lança em balanço o racha tucano

O Palácio do Planalto contabilizava ontem uma importante vitória política: o racha dos governadores tucanos. Se Beto Richa partiu de vez para a “oposição”, Michel Temer conseguiu evitar o desembarque definitivo de Geraldo Alckmin, ao menos até a votação do pedido de abertura de processo contra ele na Câmara. Além disso, nas contas do governo, Marconi Perillo, de Goiás, Pedro Taques, do Mato Grosso, e Reinaldo Azambuja, do Mato Grosso do Sul, estão fechados com Temer. A expectativa do Palácio é que as bancadas do PSDB nos três estados votem contra o afastamento de Temer da Presidência. Na planilha de Eliseu Padilha, são oito votos a mais a favor do governo.

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10.07.17
ED. 5657

“Briga de condomínio” em PPP de Alckmin

A “Fazenda Albor”, maior Parceria Público-Privada de habitação da América Latina e menina dos olhos de Geraldo Alckmin, tornou-se um problema de razoáveis proporções para o governo paulista. Hoje, quando os envelopes da concorrência para a construção de mais de 13 mil moradias populares forem abertos, os vencedores da licitação deixarão o pregão sem saber quando as obras vão começar. O projeto, de R$ 2 bilhões, engloba três municípios: Guarulhos, Arujá e Itaquaquecetuba.

Ocorre que os dois últimos resistem em conceder benefícios fiscais, leia-se isenção ou abatimento do IPTU e do ISS para as construtoras, incorporadoras e demais empresas que atuarem no projeto. As tratativas entre o governo paulista e as duas prefeituras têm sido tensas. Na semana passada, a equipe de Alckmin fez uma série de gestões para resolver o impasse antes da licitação.

No entanto, até a sexta-feira, as partes não haviam chegado a um acordo. Consultada, a Secretaria da Habitação de São Paulo informou que “o cronograma para a negociação com as cidades segue dentro do previsto”. As Prefeituras de Itaquaquecetuba e Arujá não se manifestaram.

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07.07.17
ED. 5656

Operação França

O vice-governador de São Paulo, Marcio França, é pule de dez para assumir a presidência do PSB. Bom para Geraldo Alckmin, que garante, desde já, a aliança siderúrgica com a sigla para a sua candidatura à Presidência da República. Fica faltando o apoio do próprio PSDB.

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30.06.17
ED. 5651

O trem que nunca chega

O Ferroanel é trilho retorcido no governo de Geraldo Alckmin. O novo prazo para a conclusão do projeto é 2024, nove anos depois da data original.

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26.06.17
ED. 5647

Na falta do ideal, Sabesp apela para o possível

O RR apurou que a Sabesp deverá fazer uma oferta de debêntures de até R$ 500 milhões. Boa notícia? Sim e não. A emissão denota a dificuldade do governo paulista de colocar de pé seu Plano A para a capitalização da estatal: a criação de uma holding que teria o capital aberto em bolsa. O projeto chegou, inclusive, a ser apresentado com pompa pelo próprio governador Geraldo Alckmin a investidores em Nova York, há pouco mais de um mês.

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21.06.17
ED. 5644

Privatização da Cesp entra em curto circuito

O governador Geraldo Alckmin e sua equipe estão quebrando a cabeça para evitar um blecaute na privatização da Cesp. Segundo informações filtradas do Palácio Bandeirantes, o governo paulista estuda entrar na Justiça, no que seria uma última cartada para tentar a renovação antecipada da licença da usina de Porto Primavera, responsável por mais de 90% da capacidade de geração da empresa. Outra hipótese é o adiamento do leilão para o fim do ano, como forma de ganhar tempo para desatar o nó.

Consultado pelo RR, o governo de São Paulo garante que o processo de privatização será mantido e ocorrerá no prazo, ou seja, setembro. A Secretaria de Fazenda do Estado informou que “descarta a solicitação antecipada das concessões antes da privatização, com base na Lei 9.074.”. Entende-se a prudência do governo paulista ao tratar do assunto.

No entanto, a decisão do Ministério de Minas e Energia de não renovar a licença de Porto Primavera foi um duro golpe, vista no Palácio Bandeirantes como uma mudança nas regras do jogo com a bola rolando. Durante as negociações, subitamente o Ministério impôs uma série de exigências para estender a licença da hidrelétrica, como a cobrança de um outorga e o recolhimento de 2,5% da receita operacional da empresa. A Secretaria de Fazenda confirmou ao RR que as “condições apresentadas não atendem aos interesses do Estado”.

Sem a extensão da concessão de Porto Primavera, a licitação da Cesp corre o risco de ser um fracasso de bilheteria. A expectativa do próprio governo paulista é de uma arrecadação na casa dos R$ 3 bilhões, quase a metade dos R$ 5,5 bilhões estimados inicialmente. Segundo o RR apurou, nos últimos dias, três potenciais candidatos, a italiana Enel, a Equatorial e a chinesa Shanghai Electric Power Transmission and Distribution Engineering, sinalizaram ao governo de São Paulo que não vão participar do leilão.

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08.06.17
ED. 5636

“Sistema de cotas”

Leo Pinheiro, da OAS, abriu fogo contra o tucanato paulista. Encaminhou ao Ministério Público uma leva de planilhas e documentos que comprovariam o pagamento de propinas para obras em rodovias no governo de Geraldo Alckmin. Leo já havia feito denúncias de corrupção na gestão de José Serra, de 2007 a 2010. Se não der em nada, ao menos servirá de “contrapeso” à sua delação sobre o tríplex do Guarujá e o sítio de Atibaia.

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24.05.17
ED. 5625

Água barrenta em São Paulo

Há algumas pontas soltas no modelo de capitalização da Sabesp apresentado por Geraldo Alckmin no início do mês a uma plateia de banqueiros em Nova York. Entre os investidores, o consenso é que a criação da nova holding e a venda de parte do seu capital dependem de regras mais claras para a política tarifária do setor no estado. A percepção é de que ela atende mais a critérios políticos do que técnicos. No mês passado, a estatal solicitou à Arsesp, agência reguladora, que adiasse os estudos para a revisão das tarifas de saneamento diante do risco de redução dos preços.

Água ainda mais barrenta no Rio de Janeiro

Acuado, o governador Luiz Fernando Pezão corre contra o relógio e entraves de ordem jurídica e política para lançar o edital de venda da Cedae até agosto. Nos cálculos do governo, é o limite para que o leilão ocorra ainda em 2017. Se ficar para 2018, ano eleitoral, a convicção no Palácio Guanabara é que a venda não sai nem por decreto.

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17.05.17
ED. 5620

Terceira chance

A EcoRodovias bateu o martelo: vai disputar o leilão da Rodovias do Litoral, um lote de R$ 2,4 bilhões que será licitado pelo governo Alckmin no segundo semestre. Neste ano, a empresa dos herdeiros de Cecilio do Rego Almeida está invicta em São Paulo: participou de dois leilões rodoviários e perdeu ambos.

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15.05.17
ED. 5618

Follow the money

As “prévias tucanas” se mudaram para Nova York, em busca de dólares. As agendas de Geraldo Alckmin e João Doria somam mais de duas dezenas de encontros reservados com bancos de investimento durante a estada da dupla na Big Apple. Fora os eventos, como o de amanhã, quando Doria será homenageado como a personalidade do ano.

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06.04.17
ED. 5594

#VivaoChuchu

A comunicação de Geraldo Alckmin trabalha 25 horas por dia para intensificar sua presença nas redes sociais. O governador não suporta mais a goleada de “likes” e “compartilhamentos” que tem levado de João Doria.

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30.03.17
ED. 5589

Prudente distância

Apesar das tentativas de aproximação feitas pela CBF, Geraldo Alckmin esquivou-se de um encontro com o presidente da entidade, Marco Polo del Nero, durante a passagem da seleção brasileira por São Paulo. Era só o que faltava…

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22.03.17
ED. 5583

CCR vai para o acostamento no leilão de rodovias paulistas

A dois dias do leilão de concessões rodoviárias em São Paulo, os investidores ainda pressionam o governo Alckmin a fazer ajustes de última hora nas regras do jogo. O lobby mais agudo vem da CCR. A companhia ameaça ficar de fora da disputa pelos lotes da Rodovia dos Calçados (Itaporanga-Franca) – concessão que exigirá investimentos da ordem de R$ 5 bilhões. A empresa alega que a taxa referencial de retorno prevista, de 9,8%, não é factível com as estimativas de receita da concessão. Este, aliás, é outro ponto de divergência. Segundo a CCR, há um hiato de mais de 10% entre as suas projeções de tráfego na rodovia e os números que balizaram o edital elaborado pelo governo paulista. O histórico recente da CCR não recomenda classificar sua pressão como bravata. Na semana passada, a empresa ficou de fora do leilão de aeroportos por não concordar com os estudos do governo federal e a taxa de retorno. Em fevereiro, deixou de participar em cima da hora da disputa pela Rodovia do Centro-Oeste Paulista, cuja licitação foi vencida por um fundo da Pátria Investimentos.

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20.03.17
ED. 5581

Alckmin tem licença para privatizar a Cesp

O governador Geraldo Alckmin já teria a garantia firme do governo federal de que a renovação antecipada da licença da usina Porto Primavera sairá nas próximas semanas – o contrato atual vence em 2028. Esta é a condição sine qua non para a privatização da Cesp. Porto Primavera é a maior das três hidrelétricas que restaram à estatal, com potência de 1.540 MW. Responde por 95% da capacidade da geração da companhia.

A expectativa do governo é arrecadar acima de R$ 5 bilhões no leilão. A privatização da Cesp está sendo tratada no Palácio Bandeirante como uma espécie de “reforma da Previdência” do governo Geraldo Alckmin. A analogia se aplica à importância da operação, tanto do ponto de vista simbólico quanto fiscal, e ao timing. A ordem é acelerar o processo e colocar o edital na rua até agosto, considerado o prazo limite para que o leilão ocorra ainda neste ano.

A percepção é que, se a licitação for empurrada para 2018, cresce a probabilidade de que ela sequer venha a ocorrer – mais ou menos como a reforma da Previdência. Para atender à Lei 13.360, que permitiu a renovação antecipada das concessões, a transferência do controle das usinas tem de ser concretizada até fevereiro de 2018. Há ainda um fator de mercado que obriga o governo de São Paulo a apertar o passo.

O Palácio Bandeirantes teme a concorrência com as geradoras que serão ofertadas ao mercado no âmbito do PPI – cinco hidrelétricas na fila que deverão ser leiloadas até o fim do ano. Há, portanto, uma corrida pela primazia da preferência dos investidores. No Palácio Bandeirantes, o receio é que, se ficar para depois, a privatização da Cesp seja um fracasso de público e de bilheteria. Até porque as outras duas hidrelétricas da estatal são dois ativos meio lusco-fusco. Paraibuna tem capacidade de 87 MW; Jaguari, ainda menos: 27,6 MW.

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10.03.17
ED. 5575

Questão de lógica

José Anibal, que acaba de devolver a cadeira no Senado ao titular José Serra, poderá ganhar uma secretaria no governo de São Paulo. Prova de que Geraldo Alckmin considera Serra fora do páreo na corrida presidencial. Caso contrário, dificilmente daria essa colher de chá a um colaborador histórico do senador.

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23.02.17
ED. 5567

Criador e criatura

Aparições públicas como a da última terça-feira, quando se deixou fotografar lacrando bombas em postos que vendiam combustível adulterado, serão cada vez mais comuns para Geraldo Alckmin. Entre os assessores, a ordem é criar uma agenda que aumente a exposição do governador na mídia. Qualquer semelhança com João Doria não é mera coincidência.

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02.02.17
ED. 5552

Fora da Cesp

Fundos ligados ao HSBC deverão vender integralmente sua participação de 9% na Cesp. Pelo jeito os súditos da Rainha não levam fé na privatização da empresa, anunciada pelo governador Geraldo Alckmin.

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18.01.17
ED. 5541

Fora dos trilhos

O governo Alckmin vai apresentar até o fim de fevereiro o modelo de privatização das linhas 8 e 9 do Metrô de São Paulo. Promessa de barulho na mão contrária: o sindicato dos metroviários dispõe de farto material mostrando que a linha 4, sob gestão privada – do consórcio ViaQuatro – apresenta os piores índices operacionais e o maior número de panes em todo o sistema.

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09.01.17
ED. 5534

Reação em cadeia

Há um cavalo encilhado passando à frente de Geraldo Alckmin. Diante dos massacres de Manaus e Boa Vista, Alckmin tem sido aconselhado por assessores a sair na frente e capitalizar o anúncio de um programa de reestruturação dos presídios paulistas.

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28.12.16
ED. 5526

Pilatos

O governador Geraldo Alckmin, responsável pela indicação de Alexandre de Moraes para a Pasta da Justiça, não está disposto a interferir para mantê-lo no cargo caso ele entre no liquidificador da reforma ministerial. Alckmin acha que já se desgastou demais com o afilhado.

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21.12.16
ED. 5521

Gasoduto de Alckmin evapora

As seguidas sinalizações da Petrobras de que pretende suspender a garantia firme de compra do gás a ser transportado pelo gasoduto Bacia de Santos-Cubatão está tirando do sério o tradicionalmente sereno Geraldo Alckmin. Há poucos meses era líquido e certo que a Gas Brasiliano, distribuidora controlada integralmente pela estatal, ficaria com uma parcela do insumo. Sem a participação da Petrobras, o empreendimento de R$ 2 bilhões será cancelado.

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20.12.16
ED. 5520

Tucano ou escorpião?

A declaração de apoio de José Serra à permanência de Aécio Neves na presidência nacional do PSDB teve o estalo do beijo da morte. Para Serra, nada melhor do que esticar a corda de Aécio e, assim, evitar que Geraldo Alckmin ganhe mais espaço no partido.

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17.11.16
ED. 5497

Criador e criatura

Em pré-campanha para 2018, Geraldo Alckmin pretende carregar João Doria para algumas de suas viagens pelo interior de São Paulo e por capitais brasileiras. Periga o próprio Doria posar de “presidenciável”.

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 Jerson Kelman, ex-Aneel e atual nº 1 da Sabesp, está bem cotado para integrar o secretariado de João Doria. •••  Assim como Aécio Neves, Geraldo Alckmin e – por que não? – Lula, Zico só pensa em 2018. Desde já, começa a se articular para a disputar a eleição à presidência da CBF. •••  Sarney Filho perdeu. Apesar da resistência do ministro do Meio Ambiente, a usina de São Luiz do Tapajós – projeto de R$ 18 bilhões – será incluída no Plano Decenal de Energia.

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17.10.16
ED. 5476

Efeito Dória?

 A equipe de Geraldo Alckmin encomendou novas pesquisas para a eleição presidencial de 2018. No Palácio Bandeirante, há uma forte expectativa de que o governador paulista apareça à frente de Aécio Neves como o tucano mais citado pelos eleitores. Na última leva de sondagens, em junho, Alckmin estava na casa dos 10%, contra 15% do “aliado”.

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 Geraldo Alckmin foi decisivo na operação panos-quentes que assegurou a permanência de Alexandre de Moraes no Ministério da Justiça.

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 O empresário Flavio Rocha, herdeiro da Lojas Riachuelo, é considerado pule de dez para integrar o secretariado de João Doria. Aliás, foi em um jantar na residência de Rocha que Geraldo Alckmin lançou a candidatura de Doria à Prefeitura.

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 Eduardo Cunha já foi procurado por produtores de cinema interessados em levar para a telona o livro que promete lançar em dezembro, revelando as entranhas do impeachment. •••  Os advogados de Lula deverão acionar o Google. Buscas pela expressão “Maior ladrão do Brasil” levam a imagens do ex-presidente. •••  O PSDB tenta emplacar o nome de Renato Villela, ex-secretário de Fazenda de Geraldo Alckmin, como ministro do Planejamento. Villela também está cotado para um cargo na Pasta da Fazenda.

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 José Serra pretende não só participar do road show dos outros ministros no exterior, mas também organizar os seus individuais. Desafia quem vai captar mais.  Se a República de Curitiba quiser depurar suas investigações na Lava Jato, recomenda-se ouvir o presidente da PwC, Fernando Alves, um expert em Odebrecht e Petrobras.  Geraldo Alckmin trabalha junto ao Planalto para que recursos do FI-FGTS também sejam usados na venda de concessões estaduais. Puxa a brasa para a sua Cesp .  

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08.09.16
ED. 5450

Natureza tucana

 Além da tentativa de privatização da Cesp, o governo de Geraldo Alckmin iniciou estudos para a venda de uma parte da Sabesp .

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 O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, trabalha desde já para ser o candidato do PSDB ao governo de São Paulo em 2018, com as bênçãos de Geraldo Alckmin.

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 O ministro das Relações Exteriores, José Serra, não perde uma oportunidade de demarcar território e se distanciar de Geraldo Alckmin com vistas à eleição presidencial em 2018. Serra cancelou participação em eventos da pré-campanha de João Dória Júnior, marcados para junho. Por outro lado, já garantiu presença em reuniões com candidatos a prefeito em capitais das regiões Sul e Nordeste do país. Dória é a grande aposta de Alckmin nas eleições municipais e derrotou nas prévias do partido o candidato apoiado por Serra, Andrea Matarazzo.

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31.05.16
ED. 5379

Protestos de São Paulo

 Michel Temer está com Geraldo Alckmin atravessado na garganta. Para o presidente interino, o governo de São Paulo demorou a montar um esquema de segurança capaz de coibir os seguidos protestos em frente a sua residência, no Alto Pinheiros. As ruas na região só foram fechadas depois que o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, entrou no circuito. No círculo íntimo de Temer, os mais afeitos a teorias da conspiração cravam que houve mais do que um erro de cálculo da PM paulista no episódio.

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28.04.16
ED. 5357

Silêncio duplo

 Não foi apenas Michel Temer que convidou o Secretario de Segurança de São Paulo, Alexandre de Moraes, para a AGU sem consultar previamente o governador Geraldo Alckmin. Moraes também só levou o assunto ao atual chefe após dizer “sim” ao futuro patrão.

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  Passados os momentos de euforia, a noite do último domingo foi de preocupação para os principais líderes do PSDB. Até o início da madrugada, a cúpula do partido, notadamente Fernando Henrique Cardoso, Geraldo Alckmin, Aécio Neves, José Serra, Alberto Goldman e Aloisio Nunes Ferreira, manteve uma intensa linha cruzada de conference calls e trocas de mensagens, nas quais expressaram sua apreensão com o rescaldo das manifestações. Nas entrelinhas, os protestos acabaram se revelando um sinal de alerta para o PSDB. Na avaliação dos caciques do partido, ficou claro que a sigla não capitalizou a mobilização das ruas. O PT sangra abundantemente, mas os tucanos não conseguem se aproveitar dessa hemorragia.  Em diversas capitais do país, menções ao PSDB geraram vaias. A maior surpresa, contudo, foi com a “acolhida” que os dois pré-candidatos do partido à presidência tiveram na Av. Paulista. Assim que chegaram ao local, por volta das 16 horas, Geraldo Alckmin e Aécio Neves foram longamente apupados. O senador mineiro foi recebido aos gritos de “Aécio ladrão”. Alckmin, por sua vez, teve de enfrentar impropérios relacionados ao desvio de merenda nas escolas públicas e à crise no abastecimento de água no estado. Escoltados por policiais à paisana, não permaneceram mais do que 20 minutos entre os manifestantes. Foram aconselhados pelo secretário estadual de segurança, Alexandre de Moraes, a voltar para o carro. Antes, segundo o RR apurou, Moraes teria solicitado reforço policial.  Pesquisas encomendadas pelos tucanos já traziam sinais de que a epidemia anti-PT começa a contagiar o PSDB, além do próprio PMDB – a rigor, os partidos que realmente contam no jogo político. Entre os tucanos a maior dose de antipatia é dirigida a Aécio Neves, possivelmente uma reação à postura mais radical do senador mineiro. A percepção é que ele escalou em demasia a bandeira do impeachment de Dilma Rousseff, passando ao eleitor mais sensível a clara sensação de que sua única preocupação é antecipar as eleições de 2018 em nome de um projeto pessoal. Ressalte-se que o senador mineiro já vem em um processo de desgaste que se acentua com a delação premiada de Delcídio do Amaral. Os depoimentos do petista trazem Aécio para a Lava Jato.  A falta de maior apoio mesmo entre a parcela da população que defende a queda de Dilma Rousseff aumenta a preocupação dos tucanos com o day after de um eventual impeachment. A inquietação alcança também a postura da mídia diante da continuidade da Lava Jato – e ninguém duvida de que ela sobreviverá, mesmo com uma troca de governo. O PSDB não tem qualquer garantia de que os vazamentos serão contidos e muito menos de que a imprensa se manterá distante de eventuais denúncias contra o partido. Por uma curiosa atração fatal, tucanos e petistas, dois extremos que se odeiam, podem acabar irmanados na beira do precipício, mesmo que de costas um para o outro.

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16.02.16
ED. 5307

Pega na mentira

 Gabriel Chalita não perde a chance de mostrar que é próximo do governador Geraldo Alckmin. Tem espalhado entre tucanos que foi sua a indicação de José Nalini para a Secretaria de Educação. Para começar, vai ter de se retratar porque Alckmin tem dito no PSDB que a escolha de Nalini é da sua própria cota pessoal.

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15.02.16
ED. 5306

Canteiro vazio

 O governador Geraldo Alckmin vai acabar enterrando o projeto de construção da Linha 2 do Metrô de São Paulo. A obra foi paralisada devido aos cortes de despesa do governo paulista. Alckmin vem tentando empurrar o negócio para a iniciativa privada, mas não tem encontrado interessados.

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26.01.16
ED. 5295

Cabo eleitoral

 João Doria torce para que Geraldo Alckmin chame Andrea Matarazzo, o outro pré- candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSDB, para uma conversa tête-à-tête, a exemplo do que fez recentemente com José Luiz Datena. O apresentador entrou na sala de Alckmin como candidato à Prefeitura e saiu de lá disposto a nunca ver seu nome em uma urna eletrônica.

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29.12.15
ED. 5277

Última gota

 O presidente da Sabesp, Jerson Kelman, já teria comunicado ao governador Geraldo Alckmin a intenção de deixar o cargo no fim de janeiro. Kelman não está disposto a passar mais um verão inteiro no olho do furacão, diante do risco de uma nova crise de desabastecimento de água em São Paulo.

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16.10.15
ED. 5228

Racionamento

 O presidente da Sabesp , Jerson Kelman, já recebeu a má notícia. O governo Geraldo Alckmin, que acaba de ser premiado pela Câmara como a melhor gestão de recursos hídricos do país, vai cortar o orçamento da estatal para R$ 1,8 bilhão em 2016. Neste ano, o dispêndio será de R$ 2,4 bilhões.

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 No PSDB, notadamente no PSDB de Aécio Neves, há quem compare a trapalhada de Geraldo Alckmin com o sigilo de documentos do metrô à recente decisão de Dilma Rousseff de tirar poderes dos comandantes das Forças Armadas. Tanto um quanto outro tiveram de voltar atrás no dia seguinte, quando a lambança já estava consumada.

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25.09.15
ED. 5214

Gota d´água

Anedota que circula entre os gabinetes do Congresso depois que a Câmara concedeu a Geraldo Alckmin um prêmio pela gestão dos recursos hídricos de São Paulo: “Agora, a Casa vai criar o Troféu Dilma Rousseff de administração de contas públicas.”

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Aliás, FHC tem dado o maior apoio à  aproximação entre Aécio Neves e Eduardo Cunha. Geraldo Alckmin e José Serra agradecem.

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22.07.15
ED. 5168

Pacote aéreo

Diante da escassez de candidatos à  concessão de seis aeroportos regionais em São Paulo, Geraldo Alckmin negocia com o governo federal a venda de todas as licenças num só embrulho.

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25.06.15
ED. 5149

Enquanto o senador-candidato Aécio Neves

Enquanto o senador-candidato Aécio Neves dá a partida numa caravana pelas principais capitais brasileiras, Geraldo Alckmin olha para dentro de casa – mesmo porque é o possível para este momento. O governador pretende intensificar suas viagens pelo interior de São Paulo. Vai ter “Picolé de chuchu” para tudo que é lado. Uma das ideias do staff de Alckmin é o velho expediente de “transferir” por um dia a sede do governo para um determinado município.

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26.02.15
ED. 5068

Banco imobiliário

O governador Geraldo Alckmin está embalando um pacotão de imóveis e terrenos pertencentes ao estado, que deverão ser vendidos ainda neste ano. A medida poderá render até R$ 300 milhões. Procurado, o governo paulista confirmou que “tem elaborado estudos para a identificação de imóveis inservíveis, que poderão auxiliar no caixa do Tesouro paulista”.

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