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27.12.21

Braço direito – e esquerdo – de Alckmin

Há um personagem razoavelmente importante na movimentação política de Geraldo Alckmin. Ex-assessor de Assuntos Estratégicos do governo de São Paulo, o pecuarista João Carlos Meirelles tem participado ativamente das conversações entre Alckmin, PSD e PSB. Ambos são tão próximos que, no Palácio Bandeirantes, Meirelles costumava usar o gabinete do vice-governador para despachos.

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21.12.21

Jantar entre Lula e Alckmin foi só um aperitivo

Má notícia para as esquerdas. O primeiro governo, digamos assim, do novo governo Lula, será de centro, mais para centro-direita, em alguns pontos até de direita. A provável indicação de Geraldo Alckmin para compor a chapa que disputará as eleições de 2022 é só uma pitada da inflexão de Lula. O ex-presidente, caso seja eleito – o que deverá ocorrer se as pesquisas não estiverem todas erradas -, terá de fazer as reformas estruturais administrativa, tributária e federativa, além de prosseguir criando os marcos regulatórios.

Mas não é a política econômica de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes? Mais ou menos. Podem ser retiradas do pacote algumas privatizações mais sensíveis e a abertura econômica. O resto cabe todo. O diagnóstico de Guedes sempre esteve certo, como disse inúmeras vezes o RR. As medidas é que sempre carregaram excessos ou equívocos de formulação. Lula será o seu próprio ministro da Economia, ou seja, dosará os excessos e ditará a dosimetria correta na orientação da política econômica. Tudo o que Bolsonaro não foi. A inclinação para a direita tem outro objetivo.

O petista quer pacificar o país. Se as eleições fossem hoje, o presidente deixaria entre 20% e 25% do seu eleitorado órfão. E furioso. É nesse público que Lula mira, além do sempre presente mercado. É preciso acalmar a tropa bolsonarista, que, como todos sabem, é extremista e capaz de desatinos. As medidas de “direita” serão tomadas logo na primeira hora. Sendo eleito, Lula aproveitará a circunstância positiva para passar as reformas, as suas reformas. Pode ser que dê uma refitada, inclusive, na reforma da Previdência, que foi meio carcomida pelos gastos com a pandemia. O ex-presidente acredita que consegue conciliar essas medidas com as políticas sociais prometidas. Portanto, o saco de Papai Noel que Lula pretende trazer ano que vem não será pintado de vermelho. Nele caberão presentes para todos os gostos, em alguns casos principalmente os da direita.

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17.12.21

De vice para vice?

Geraldo Alckmin tem se aproximado de lideranças dos trabalhadores, notadamente de Sergio Leite, o “Serginho”, vice- presidente da Força Sindical.

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09.12.21

Briga de tucanos

A relação entre João Doria e Tasso Jereissati está mais chamuscada do que se imagina. Nos bastidores, Doria tem falado cobras e lagartos de Tasso. Entre outras coisas, crava que o senador trabalha para sabotar sua candidatura à Presidência. Doria entende do assunto, vide o que ocorreu com Geraldo Alckmin em 2018.

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19.11.21

As aproximações sucessivas de Lula, FHC e Alckmin

A volta de Lula da sua excursão pela Europa promete. Há articulações para um encontro entre o ex-presidente, Fernando Henrique Cardoso e Geraldo Alckmin em dezembro, antes das festas de fim de ano, período em que a formação de alianças para 2022 deve começar a se intensificar. A costura estaria sendo feita pelo ex-ministro Nelson Jobim, atual presidente do Conselho do BTG. Caso se confirme, a reunião carregará alguns simbolismos.

Poderia ser o prenúncio do desembarque dos chamados tucanos de “cabeça branca”, ou seja, da velha guarda do PSDB, da campanha de Eduardo Leite ou de João Doria. O que não chegaria a surpreender, dada a posição folgada de Lula e o modesto desempenho tanto de Leite quanto de Doria nas pesquisas eleitorais. Ainda que não viesse acompanhado da formalização do eventual convite, o encontro seria uma passada larga para a presença de Alckmin na chapa de Lula, como candidato a vice-presidente.

O evento alimentaria ainda o sonho antigo de uma junção entre PT e PSDB – ou, ao menos, de uma corrente mais raiz dos tucanos -, o que significaria uma coalização entre as duas forças partidárias vencedoras de todas as eleições presidenciais entre 1994 e 2014. Em um sentido mais abrangente, o encontro entre Lula, FHC e Alckmin poderia significar ainda a criação de uma aliança contra a reeleição de Jair Bolsonaro. No ano passado, o próprio Fernando Henrique chegou a ensaiar a ideia de uma “frente ampla contra o mal que está aí” – guardadas as devidas e enormes proporções, algo similar ao movimento encabeçado por Carlos Lacerda, Juscelino Kubitschek e João Goulart durante o regime militar. Em tempo: por ora, Lula, FHC e Alckmin parecem ter feito um pacto de silêncio sobre o assunto. Consultados pelo RR sobre o possível encontro, nenhum dos três se pronunciou. Entende-se.

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19.10.21

Prêmio de consolação

ACM Neto teria feito uma oferta de amigo da onça a Geraldo Alckmin, caso ele se filie ao União Brasil: Alckmin disputaria o Senado. O remanejamento abriria espaço para o partido apoiar a candidatura do atual vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, ao governo do estado. Ou – quem sabe? – a reeleição do próprio Doria, caso ele perca as prévias tucanas.

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14.10.21

O leilão de Alckmin

Segundo uma fonte próxima a Geraldo Alckmin, as conversas com Gilberto Kassab para o ingresso do ex-governador no PSD praticamente travaram nos últimos dias. Quase ao mesmo tempo, Alckmin reabriu o diálogo com ACM Neto para se filiar ao União Brasil, leia-se DEM mais PSL.

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22.09.21

Triste fim de casamento

Geraldo Alckmin ainda não deixou o PSDB, mas o PSDB já deixou Geraldo Alckmin. O partido não está contribuindo financeiramente para as viagens que Alckmin vem fazendo pelo interior de São Paulo. As despesas têm sido bancadas pelo próprio tucano e por aliados mais próximos.

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09.08.21

Só para não variar

Na semana passada, Geraldo Alckmin e Gilberto Kassab tiveram um jantar a sós, segundo uma fonte próxima ao ex-governador. O que ficou decidido sobre a mudança de Alckmin para o PSD? Nada. Consultado pelo RR, o próprio ex-governador confirma que “não há nenhuma decisão sobre filiação e nem haverá no curto prazo.”

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30.07.21

Partido do eu sozinho

Geraldo Alckmin conta nos dedos os vereadores e deputados que estariam dispostos a deixar o PSDB e segui-lo rumo ao PSD. Quanto menos gente carregar, menor será o poder de fogo de Alckmin no novo partido. Isso se ele for mesmo.

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