Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
03.04.18
ED. 5838

Unilever na disputa

Além da General Mills e da Mondelez, a Unilever também entrou no páreo pelo controle da Nutrimental. Trata-se da fabricante de barras de cereal pertencente à família Rocha Loures, cujo integrante mais notório é o deputado afastado Rodrigo Rocha Loures – famoso por outros tipos de guloseimas.Além da General Mills e da Mondelez, a Unilever também entrou no páreo pelo controle da Nutrimental. Trata-se da fabricante de barras de cereal pertencente à família Rocha Loures, cujo integrante mais notório é o deputado afastado Rodrigo Rocha Loures – famoso por outros tipos de guloseimas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

12.07.16
ED. 5409

Casquinha

 A General Mills, dona da Häagen-Dazs, quer vitaminar sua operação com a compra da fabricante de sorvetes paulista Jundiá. A empresa tem 1,5% de participação do setor. Pode parecer pouco, mas será o suficiente para os norte-americanos praticamente duplicarem sua presença no país, hoje inferior a 2%. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Jundiá e General Mills.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 A Forno de Minas, do empresário Helder Couto Mendonça, estaria fechando a contratação do Credit Suisse. Dessa fornada, deverá sair a venda de parte do capital da companhia. Aliás, esse pão de queijo já foi e voltou no balcão: na década passada, Mendonça vendeu a empresa para a fabricante de alimentos norte-americana General Mills, recomprando-a alguns anos depois. Desta vez, pretende ficar no negócio como majoritário. • Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Forno de Minas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 O que une o fundo Innova Capital, de Jorge Paulo Lemann, e a Península, de Abilio Diniz, não é apenas uma rede de padarias batizada de Benjamin, com nove unidades em São Paulo e comprada no ano passado por R$ 20 milhões. O próximo ponto de encontro dos dois empresários deverá ser no capital da Diletto, fabricante de sorvetes. Nesse caso, Lemann entrou no negócio primeiro – comprou 20% do capital da companhia por R$ 100 milhões – e agora acerta a entrada de Diniz. A proposta, para variar, é ambiciosa: colocar a Diletto nos calcanhares da maior fabricante de sorvetes depois das líderes Unilever, dona da Kibon com 21% do mercado nacional e da Nestlé – 7% de participação de mercado.  A operação cai como uma luva na estratégia da dupla de montar um colar de participações em empresas de pequeno e médio portes, vide o desembarque de Abilio Diniz no capital da Wine.com, anunciado ontem. O plano de Lemann e Abilio é aportar R$ 200 milhões na Diletto, passar a ter o controle da companhia e deixar os empresários Leandro Scabin, Fábio Meneghini e Fábio Pinheiro como minoritários. O capital será usado na expansão da capacidade de produção da Diletto para que até 2017 chegue a 40 milhões de litros de sorvete por ano, o que fará com que ultrapasse a norte-americana General Mills – proprietária da marca Häagen-Dazs –, a Creme Mel, de Goiânia, e a paulista Jundiá, respectivamente terceira, quarta e quinta colocadas no ranking do setor.  Com o plano de expansão, a Diletto deverá dar um pulo na receita, alcançando a marca de R$ 300 milhões contra um sexto disso atualmente. Lemann, que tem furor megalomaníaco em aumentar as margens de lucro celeremente, parece estar aprendendo, com a idade, a lidar melhor com o tempo mais longo de realização dos resultados dessas empresas adolescentes. Trouxe pelas mãos um Abilio igualmente bem mais amaciado. Tratam as companhias como se fossem moças debutantes. São administrações sem orçamento base zero ou demissões saindo pela porta e janela da empresa. Parecem estar ficando mais humanos. As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Península, Innova e Diletto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.08.15
ED. 5179

No palito

A crise está derretendo a rentabilidade da Häagen-Dazs no Brasil. Não custa lembrar que a General Mills, dona da marca, é absolutamente intolerante com prejuízos. Há alguns anos, insatisfeitos com os resultados, os norte-americanos revenderam a Forno de Minas para o antigo dono e encerraram a produção das massas Frescarini.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

06.08.15
ED. 5179

No palito

A crise está derretendo a rentabilidade da Häagen-Dazs no Brasil. Não custa lembrar que a General Mills, dona da marca, é absolutamente intolerante com prejuízos. Há alguns anos, insatisfeitos com os resultados, os norte-americanos revenderam a Forno de Minas para o antigo dono e encerraram a produção das massas Frescarini.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.