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30.11.17
ED. 5756

De volta à estaca zero

A Galvão Engenharia reabriu tratativas com o Ministério da Transparência para fechar um acordo de leniência. É mais uma guinada no ziguezague de negociações entre a empreiteira e os órgãos de controle da União. Em março, a Galvão suspendeu as conversações com a própria Pasta da Transparência para negociar sua leniência diretamente com o Ministério Público Federal. Na paralela, chegou a manter tratativas com a AGU, que não avançaram.

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04.10.17
ED. 5718

Só reencarnando

A Galvão Engenharia, dizimada pela Lava Jato, procura um comprador.

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01.09.17
ED. 5696

Águas e esgotos

A Galvão Engenharia, que vendeu a CAB Ambiental para o fundo IG4 Capital, deixou para trás um veio de água barrenta em Cuiabá, onde era responsável pela concessão de saneamento. Rebatizada de Iguá Saneamento, a empresa já apresentou à Prefeitura um plano emergencial de investimentos da ordem de R$ 250 milhões. A nova concessionária corre contra o tempo. Tragada pela Lava Jato, a Galvão Engenharia atrasou projetos e cancelou investimentos na cidade – a ponto de a Prefeitura de Cuiabá ter decretado intervenção na operação e forçado a venda do negócio.

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03.08.17
ED. 5675

TCU é um quebra-molas no caminho da “MP das Rodovias”

O que parecia ser a solução sob medida para um imbróglio com alguns dos maiores grupos de infraestrutura do país está se revelando um novo problema para o governo Temer neste seu “recomeço”, pós-vitória na Câmara. Trata-se da Medida Provisória que prevê a extensão do prazo para as obras de duplicação das rodovias leiloadas em 2013 e 2014. Segundo o RR apurou, o Palácio do Planalto já captou a resistência do Tribunal de Contas da União (TCU) à proposta, antes mesmo da MP ser editada.

A iniciativa estaria sendo interpretada no TCU como um waiver a empresas que atropelaram cronogramas e descumpriram os investimentos previstos nos respectivos editais, casos, por exemplo, de CCR, Invepar e Galvão Engenharia. Ressalte-se que o Tribunal de Contas tem adotado uma postura extremamente rígida em relação a mudanças em contratos de concessão. No início deste ano, por exemplo, posicionou-se contra a extensão da licença da Nova Dutra, pertencente à própria CCR. A “MP das Rodovias”, em fase final de elaboração na Casa Civil, entrou em cena após pressão das operadoras do setor reunidas na Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR).

A proposta surgiu como uma alternativa à solução mais radical: a retomada das licenças pela União. Em defesa da iniciativa, o governo argumenta que a MP não é um perdão e tampouco vai sair de graça para as empresas. Pelo texto, as concessionárias terão mais 14 anos para concluir as obras de duplicação das vias – o prazo atual é 2019. Em contrapartida, os contratos de concessão, originalmente de 30 anos, serão encurtados.

O governo alega que esta é a solução mais factível para destravar investimentos da ordem de R$ 30 bilhões. Todos os prazos previstos para as concessões de 2013 e 2014 já foram para o espaço. A CCR deveria duplicar um trecho de 806 quilômetros da BR-163 até o fim de 2019. A dois anos do prazo, as obras atingiram apenas 138 quilômetros. É o menor dos problemas. A Invepar concluiu apenas 78 quilômetros em um total de 516 quilômetros. Pior é a situação da Galvão Engenharia, que sequer iniciou as obras de duplicação da BR-153 entre Anápolis (GO) e Palmas (TO).

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25.05.17
ED. 5626

Uma nova estrada

Iniciou-se a temporada de “leniência a conta-gotas”. Galvão Engenharia e Triunfo, encalacradas na Lava Jato, abriram tratativas com o governo para se beneficiar da MP editada ontem, que abre caminho para a prorrogação de concessões rodoviárias em dificuldades financeiras. Operadoras, respectivamente, da BR-153 e das BR-060 e 262, negociam o reescalonamento dos investimentos.

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17.05.17
ED. 5620

Quem não tem Dutra caça com BR-153

O vai e vem de concessões rodoviárias que venta na mão contrária da CCR também poderá soprar a seu favor. A companhia pretende disputar o leilão de relicitação da BR-153 caso se confirme, como tudo indica, a revogação da licença pertencente à Galvão Engenharia. Guardadas as diferenças de porte das duas operações, seria uma forma de a CCR compensar a ausência da Nova Dutra a partir de 2021, ainda que sejam casos bem distintos. O governo decidiu não renovar a concessão da Dutra e promover um leilão já em 2018, três anos do fim da vigência do atual contrato. No caso da BR-153, o buraco no asfalto é mais embaixo. Tragada pela Lava Jato, a Galvão Engenharia não cumpriu o plano de investimentos da concessionária.

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O governo quer cassar a concessão da BR-153, da Galvão Engenharia, a tempo de incluí-la nos leilões do PPI deste ano. O Ministério dos Transportes confirma que o processo de cassação está em curso.

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13.12.16
ED. 5515

Água filtrada

A CAB Ambiental, leia-se Galvão Engenharia, firmou na semana passada um aditivo ao contrato de concessão de saneamento em Cuiabá. Procurada pelo RR, a empresa informou que vai investir R$1,4 bilhão na capital mato grossense; em troca, a Prefeitura vai suspender o regime de intervenção na operadora, em vigor desde maio. Em tese, o contrato afasta a ameaça de retomada da concessão, que pairava sobre a empresa.

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 A gestora Farallon, que já tem ativos na área de saneamento no Brasil, avalia os números da CAB Ambiental , leia-se Galvão Engenharia . Os norte-americanos administram US$ 30 bilhões e, recentemente, captaram cerca de US$ 1 bilhão para novos investimentos na América Latina. • Procurada pelo Relatório Reservado, a seguinte empresa não retornou ou não comentou o assunto: Galvão Engenharia.

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19.07.16
ED. 5414

Segunda época

 A Galvão Engenharia abriu uma nova rodada de negociações para tentar vender seu braço de saneamento, a CAB Ambiental. Na primeira, ninguém topou pagar os R$ 600 milhões pedidos pelo grupo. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:Galvão Engenharia.

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 A Galvão Engenharia é um case entre as empresas do setor que logo no início do Lava Jato optaram por saldar suas dívidas. O ovo de Colombo foi a securitização dos atrasados da Petrobras e a negociação desses passivos com os bancos credores. Quando fez as operações, o deságio sobre os débitos da estatal ainda estava baixo. Quem esperou a Lava Jato turbinar já não conseguiu reestruturar suas dívidas com o mesmo modelo.

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27.04.16
ED. 5356

China Construction vasculha os escombros da Lava Jato

 A China Communications Construction Company (CCCC), uma das maiores empreiteiras de seu país, está em busca de ativos no Brasil. O RR apurou que representantes do grupo já teriam mantido contatos com a Galvão Engenharia e a Engevix, ambas demolidas pela Lava Jato e em processo de recuperação judicial. Além de uma porta de acesso à indústria brasileira de construção pesada, os chineses enxergam uma boa oportunidade de negócio sob os escombros do “petrolão”. A Galvão Engenharia tem aproximadamente R$ 2 bilhões em recebíveis referentes a obras já concluídas. A Engevix, por sua vez, algo em torno de R$ 1,5 bilhão. Seus atuais controladores não podem se dar ao luxo de esperar pelo dia em que esses recursos entrarão no caixa. Mas a CCCC, sim.  Criada há menos de uma década, a CCCC fatura por ano mais de US$ 60 bilhões. Entre outras áreas de negócio, é, por exemplo, a maior construtora de portos da China. Não por acaso, além do ingresso no setor de construção pesada, os planos do grupo para o Brasil também passam pela infraestrutura portuária. Em parceria com tradings agrícolas, a CCCC estuda participar dos leilões de novos terminais no Pará, previsto para o dia 10 de junho. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Galvão Engenharia e Engevix.

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08.04.16
ED. 5344

Concessões rodoviárias trafegam pelo acostamento

 Ao mesmo tempo em que trabalha em um novo plano de concessões de infraestrutura, o governo se contorce para impedir o revés de licitações já realizadas. A questão mais urgente envolve o pacote de cinco rodovias federais privatizadas entre setembro e dezembro de 2013, que somam cerca de três mil quilômetros e um investimento da ordem de R$ 11 bilhões. Em bloco, os vencedores do leilão – entre eles CCR, Invepar, o consórcio Planalto, que reúne uma miríade de construtoras, e a Galvão Engenharia, de todas a mais combalida – tentam arrancar do Ministério dos Transportes uma série de mudanças nas regras dos projetos. Os pontos nevrálgicos são o aumento da taxa de retorno, com equiparação às concessões mais recentes, e a extensão do prazo para conclusão dos investimentos. Como seria de se supor, o jogo é jogado na base do pé alto e chuteiras com travas de alumínio. Há ameaças explícitas de entrega das concessões caso as exigências não sejam aceitas.  As rodovias ofertadas em 2013 foram a leilão com uma Taxa Interna de Retorno (TIR) de 7,2%. Àquela altura, já era considerado um índice apertado vis-à-vis as exigências de investimento. Com a Lava Jato e a recessão econômica, o negócio ficou inviável. Os investidores exigem uma Taxa de Retorno superior a 9%, em linha com as concessões de rodovias realizadas posteriormente. Para não mexer nas tarifas de pedágio, na ocasião tão celebradas pelo governo – o deságio médio sobre o lance inicial foi de 51%, contra 43% da rodada anterior –, a equação só é possível com a redução dos investimentos compulsórios e um prazo maior para a sua execução.  Entre todas as rodovias leiloadas em 2013, a situação mais dramática é a da concessão do trecho da BR- 153 entre as cidades de Anápolis (GO) e Aliança do Tocantins (TO), nas mãos da Galvão Engenharia. Em recuperação judicial e submersa na Lava Jato, a companhia suspendeu investimentos e praticamente paralisou todas as obras previstas no edital. A situação chegou a tal ponto que a ANTT já ameaça tirar a concessão. Outro caso que preocupa as autoridades é o da BR-040, controlada pela Invepar. As dificuldades financeiras da OAS, também em recuperação judicial, congelaram os investimentos na operação.

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07.03.16
ED. 5321

Leniência

 O que se diz nos corredores da Lava Jato é que a Galvão Engenharia está prestes a assinar um acordo de leniência com a Controladoria Geral da União (CGU). Procurada, a empresa nega.

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A BNDESPar deverá aproveitar a venda da CAB Ambiental pela Galvão Engenharia para deixar o negócio. * O BNDES não quis comentar sobre a venda.

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01.07.15
ED. 5153

Promissória

Em recuperação judicial, a Galvão Engenharia vasculha alternativas para atenuar sua delicada situação financeira. Além da venda de ativos, a começar pela CAB Ambiental, o grupo cogita criar um fundo de direitos creditórios. Só da Petrobras, a Galvão tem a receber mais de R$ 2,2 bilhões.

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19.05.15
ED. 5123

CAB Ambiental derrete Á  espera de um comprador

Uma das maiores empresas privadas de saneamento do país, a CAB Ambiental definha sobre o balcão. a€ venda desde o ano passado, a companhia foi tragada pela grave crise financeira de seu acionista controlador, a Galvão Engenharia. Nas 18 concessões do grupo espalhadas por cinco estados, o cenário é praticamente o mesmo. Os investimentos foram quase que integralmente suspensos. A CAB estaria ainda postergando o pagamento de fornecedores – segundo um de seus maiores prestadores de serviço, os atrasos chegam a 90 dias. O braço de saneamento da Galvão Engenharia também vem descumprindo o cronograma de obras em algumas de suas principais concessões. O caso mais crítico é o da CAB Cuiabá. O prefeito da capital mato-grossense, Mauro Mendes, ameaça cassar a concessão da companhia, que não estaria respeitado as metas de universalização da distribuição de água na cidade previstas em contrato. A secura na CAB Ambiental é uma das faces da gravíssima situação financeira da Galvão Engenharia, que entrou recentemente com o pedido de recuperação judicial. A venda da concessionária de saneamento é fundamental para a própria continuidade do grupo. No entanto, a novela se arrasta desde o ano passado. Em meados de 2014, a GP Investimentos quase fechou a compra da CAB, mas as negociações ficaram pelo caminho. Desde então, as condições da Galvão se agravaram ainda mais, sobretudo após o advento da Lava Jato. Com uma dívida superior a R$ 1 bilhão, o grupo já demitiu mais de dez mil empregados desde novembro. Recentemente, em mais um capítulo da sua crise, a CAB deixou de assumir a concessão da BR- 153 por falta de recursos para tocar as obras previstas no edital de privatização.

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14.04.15
ED. 5100

Fila indiana

Depois da Galvão Engenharia e da OAS, a Mendes Junior estaria com um pé no corredor da recuperação judicial. *** Por falar em Galvão Engenharia, a navalhada em andamento na construtora não se resume aos canteiros de obras. Além dos 11 mil operários demitidos desde novembro, a empresa está promovendo cortes em série nas gerências executivas, na área comercial e no jurídico.

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