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planos
28.08.17
ED. 5692

O “árbitro” Padilha

Por razões ainda insondáveis, o ministro Eliseu Padilha trouxe a Sete Brasil para a sua jurisdição. Está empenhado em aparar as pontiagudas arestas entre Previ, Funcef e Petrobras. Acionistas da fabricante de sondas, os dois fundos de pensão entraram com um processo de arbitragem contra a estatal responsabilizando-a pelas perdas na companhia.

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23.08.17
ED. 5689

Plano B da Funcef

Diante da demora do consórcio Norte Energia em decidir se sai ou se fica em Belo Monte, a Funcef já se movimenta para vender em separado a sua participação no bolo.

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invepar-rr-5686
18.08.17
ED. 5686

Capitalização da Invepar gera reações contrárias na Petros

As tratativas para um novo aporte de capital da trinca Previ, Funcef e Petros na Invepar enfrentam forte resistência no fundo de pensão da Petrobras. Integrantes do Conselho Fiscal – notadamente os dois indicados pelos beneficiários, Ronaldo Vilardo e Fernando Siqueira – e entidades representantes dos trabalhadores e aposentados da estatal, especialmente a Associação de Mantenedores e Beneficiários da Petros (Ambep), estariam se mobilizando para barrar a iminente injeção de recursos. Segundo informações filtradas da própria fundação, já existem articulações junto a membros do Conselho Deliberativo para que a operação não seja aprovada.

Consta que a capitalização da Invepar poderá superar R$ 1 bilhão, boa parte saindo do caixa das três fundações, donas de 75% da holding de concessões de transporte. Na avaliação de conselheiros da Petros, não é o momento para o fundo tampar os buracos financeiros da companhia. Até o fim do ano, funcionários e aposentados do Sistema Petrobras terão de pagar uma taxa extra sobre suas contribuições para cobrir as perdas do PPSP, o principal plano da Petros. O déficit acumulado chega a R$ 28 bilhões.

Esse prejuízo já foi para a conta. No momento, a preocupação de conselheiros e beneficiários da fundação é evitar um novo plano de equacionamento para os próximos anos. Até porque, sob a ótica dos participantes do plano, não há razão que justifique uma nova transfusão de recursos para uma companhia que perdeu R$ 2 bilhões, caso da Invepar. Do lado da Petros, as gestões para o possível novo aporte estariam sendo conduzidas diretamente pelo presidente, Walter Mendes. Além de Previ e Funcef, as conversas envolvem ainda os bancos e bondholders credores da Invepar, a OAS, e o Mubadala, que já fez uma oferta para ficar com a participação da empreiteira no capital da holding de infraestrutura.

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11.07.17
ED. 5658

Virou rotina na Funcef

Os fundos de pensão soçobram e seus beneficiários pagam a conta da má gestão. A Funcef já iniciou os estudos para um novo plano de equacionamento, o terceiro consecutivo. Aposentados e funcionários da Caixa serão chamados para cobrir o déficit atuarial registrado pelo fundo em 2016, na casa dos R$ 3 bilhões.

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03.07.17
ED. 5652

Funcef corta as gorduras da sua carteira imobiliária

A Funcef deverá apresentar, até agosto, um plano de enquadramento da carteira imobiliária para aprovação da Secretária de Previdência Complementar (Previc). O responsável pela sua elaboração é o ex-secretário de Fazenda do Rio e de São Paulo, Renato Villela, atual diretor de participações da fundação. A entidade terá de vender algo em torno de R$ 500 milhões para adequar seu portfólio imobiliário ao limite de 8% do patrimônio total. O que mais dói na Funcef é o timing: a operação terá de ser feita em um momento de baixa dos preços de imóveis.

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16.06.17
ED. 5641

Quem aprova a recuperação da Sete Brasil?

Se alguém ainda acredita na aprovação do plano de recuperação judicial da Sete Brasil, basta acompanhar a sequência de no shows da assembleia de credores. Segundo o RR apurou junto a um dos sócios da companhia, é grande o risco de que a reunião prevista para 26 de junho seja novamente postergada. A se confirmar, será o sexto adiamento desde janeiro. De acordo com a fonte, a ameaça se deve à falta de consenso entre acionistas e credores. Os bancos exigem um aporte de capital para dar o imprimatur ao plano de recuperação. No entanto, entre os sócios – uma colmeia que inclui Petrobras, Petros, Funcef, Previ, Santander, BTG etc – ninguém está disposto a colocar mais dinheiro em um projeto carcomido pela inviabilidade econômica e pela Lava Jato. Além disso, falta o salvo-conduto da própria Petrobras. O plano prevê a construção de quatro sondas para a estatal, o que ajudaria a abater 25% da dívida total, de R$ 20 bilhões. Procurada, a Sete Brasil reafirmou que a assembleia está marcada para 26 de junho. Disse ainda que “o processo de recuperação prevê a necessidade de novos recursos para a conclusão das sondas”. O RR torce para que, desta vez, a assembleia se realize.

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A decisão da Justiça de aceitar a denúncia contra o ex-presidente da Funcef, Carlos Alberto Caser, empurra a Operação Greenfield na direção do ex-ministro Ricardo Berzoini. José Dirceu leva a fama até hoje, mas foi Berzoini o responsável pela indicação de Caser para dirigir o fundo de pensão.

 

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24.05.17
ED. 5625

Funcef põe mais um tijolinho no rombo atuarial

A Funcef vai vender sua participação de 20% na Odebrecht Utilities, subsidiária da Odebrecht Ambiental. Já teria oferecido a fatia à própria Brookfield, que comprou a antiga companhia de saneamento do grupo baiano.

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invepar-rr-5615
10.05.17
ED. 5615

Mubadala prefere ficar só a estar mal acompanhado na Invepar

As tratativas para o ingresso do Mubadala no controle da Invepar avançam para um modelo ainda mais radical. O fundo soberano de Abu Dhabi negocia a aquisição não apenas dos 25% do capital que pertenciam à OAS e estão sendo transferidos para um grupo de credores da empreiteira, mas também dos 75% restantes nas mãos da Previ, Petros e Funcef. Segundo o RR apurou, a operação se daria em duas fases. Inicialmente, o Mubadala compraria uma parte das ações em poder dos fundos de pensão, de modo a atingir uma participação entre 40% e 60%, contando a fatia dos credores da OAS.

Essa etapa envolveria o pagamento de algo em torno de R$ 3,5 bilhões, tomando-se como base um valuation integral da Invepar da ordem de R$ 6 bilhões. Em um segundo movimento, os árabes convocariam um aumento de capital, sem a adesão de Previ, Petros e Funcef, que, então, teriam sua participação diluída a zero. As negociações em torno deste modelo ainda são embrionárias e dependem de uma série de variáveis, a começar pela consumação da transferência das ações da OAS para os credores.

No entanto, desde já é possível dizer que esta configuração traria benefícios para todas as partes. Os bondholders da OAS dividiriam algo em torno de R$ 1,5 bilhão. Petros, Previ e Funcef, por sua vez, fariam caixa em um momento crucial, em que reduzem sua carteira de renda variável para cobrir seus bilionários déficits atuariais. Procurada, a Funcef disse estar “aberta a ouvir propostas”, mas garantiu que não há oferta concreta.

Previ e Petros não se pronunciaram. O Mubadala, por sua vez, enxerga na aquisição integral uma maneira de higienizar a companhia e criar uma “Nova Invepar” dissociada dos problemas de imagem que a cercam. A coabitação entre OAS e os fundos de pensão transformou a empresa no local onde a Lava Jato faz esquina com a Operação Acrônimo. Deter os 100% do capital também daria ao fundo soberano margem de manobra para a posterior atração de outros investidores.

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23.03.17
ED. 5584

Derrama atuarial

A Funcef pretende apresentar na primeira semana de abril o plano de equacionamento do fundo Reg/Replan. Os beneficiários vão entrar no mutirão para tapar o buraco de R$ 6,9 bilhões. Consultada, a Funcef disse que o plano “ainda não está finalizado”, mas confirmou que ele envolverá a “contribuição extra de participantes, patrocinadora e assistidos”.

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23.02.17
ED. 5567

O check out da Funcef

A Funcef busca um comprador para seus três hotéis. Tudo em nome da redução do déficit.

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22.02.17
ED. 5566

Ecos do passado

Dez meses após o afastamento de Dilma Rousseff, ainda há fortes engrenagens petistas nos fundos de pensão. A indicação de Guilherme Mora Ramalho para a presidência do metrô do Rio foi uma decisão uníssona de Previ, Petros e Funcef, sócias da Invepar. Ramalho ocupou o cargo de secretario interino da Aviação Civil no Dilma II.

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31.01.17
ED. 5550

Primeiro-ministro

O ex-secretário de Fazenda do Rio e São Paulo e atual diretor de Participações da Funcef, Renato Villela, está mandando horrores na fundação. Há fila de espera na sua agenda. Enquanto a entrada do gabinete da entidade, Carlos Antônio Vieira Fernandes, vive às moscas.

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funcef-rr-24
15.12.16
ED. 5517

Funcef faz a sua própria “reforma da previdência”

Depois da porta arrombada por um déficit atuarial de R$ 7,7 bilhões, a Funcef corre para instalar as trancas, entre elas uma mudança de rota em sua estratégia de investimentos. A missão está nas mãos do ex-secretário de Fazenda do Rio e de São Paulo e novo diretor de Participações da fundação, Renato Villela. O ajuste passa pela redução das carteiras de renda variável e imobiliária. Na fundação, já se dá como certa, por exemplo, a venda da participação de 10% no consórcio Norte Energia, responsável pela usina de Belo Monte.

A carteira de ações da Funcef registrou um desempenho negativo de 15% no primeiro semestre. As aplicações em imóveis ainda renderam 9,2% no período, nada, no entanto, que se compare à renda fixa, notadamente títulos públicos – alta de 17%. Vale ressaltar que o fundo de pensão já vem diminuindo gradativamente sua exposição em renda variável: há três anos, a carteira de ações chegou a responder por quase 40% do total de ativos.

Esse índice deve fechar o ano em torno dos 25%. A guinada na política de investimentos pode ser considerada a parte mais indolor do equacionamento dos graves prejuízos da Funcef. Guardadas as devidas proporções, a “reforma da previdência” da entidade segue o espírito da original: sangue, suor e lágrimas para o andar de baixo e um cascudo de leve nas castas mais altas, leia-se, neste caso, a própria fundação. Conforme o RR antecipou na edição de 24 de novembro, os funcionários e aposentados da Caixa Econômica terão de aumentar suas contribuições para cobrir metade do déficit atuarial de R$ 7,7 bilhões – o restante ficará a cargo do próprio banco.

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funcef-rr-24
24.11.16
ED. 5502

Funcef distribui a fatura do déficit atuarial

A conta pelo rombo atuarial da Funcef chegou aos funcionários e aposentados da Caixa Econômica. O Conselho Deliberativo da fundação aprovou a cobrança de uma contribui- ção adicional aos mais de 63 mil participantes dos planos REG/Replan Saldado e REG/Replan Não Saldado. No primeiro caso, a “cota extra” será de 7,9%; no segundo, variará de 2,53% a 11,75%. Os dois planos carregam um déficit acumulado de R$ 7,6 bilhões. Não deve parar por aí. Na Funcef, já se dá como certo que a cobrança adicional será estendida às outras duas carteiras da fundação, o Novo Plano e a REB, atingindo mais 106 mil beneficiários. Procurado, o fundo de pensão confirma a contribuição extra para as duas modalidades do REG/Replan, mas nega que os participantes dos demais planos também serão afetados.

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invepar-rr31
31.10.16
ED. 5486

Sugadouro

 Previ, Petros e Funcef, donas de 75% da Invepar, discutem a necessidade de um novo aporte emergencial na companhia. O mais recente se deu no início deste ano: a tríade de fundos subscreveu metade dos R$ 2 bilhões emitidos pela Invepar. A holding de concessões de infraestrutura caminha para fechar o ano com uma dívida líquida superior a R$ 10 bilhões, ou mais de seis vezes o Ebitda. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Invepar.

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21.10.16
ED. 5480

Depuração

 O ex-secretário de Fazenda do Rio e de São Paulo Renato Villela chegou à Funcef com status de “primeiro-ministro”. Como diretor de Participações, terá carta branca para limpar a carteira de ativos da fundação.

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30.09.16
ED. 5466

Efeito Greenfield

 A nova diretoria da Funcef – à frente o presidente Carlos Antonio Vieira Fernandes – está contratando uma auditoria externa para mergulhar nos contratos e investimentos mais expressivos fechados na gestão anterior. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  Funcef.

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gafisa-rr-27
27.09.16
ED. 5463

Funcef sai da Gafisa pela porta dos fundos

 A venda de ações da Gafisa realizada pela Funcef na semana passada é apenas o início do fim. Segundo informações filtradas junto à própria entidade, o fundo de pensão pretende se desfazer integralmente da sua participação na incorporadora imobiliária – já reduzida de 6,3% para 4,6%. O que chama a atenção neste caso é o timing do desinvestimento. Pode ser apenas uma coincidência, mas o fato é que a venda em bolsa de títulos da Gafisa ocorreu somente 15 dias após o advento da Operação Greenfield, que investiga irregularidades nos fundos de pensão.  Funcef e Gafisa – esta, ainda que de maneira indireta – foram duas das protagonistas da ação conduzida pela Polícia Federal no início deste mês. Na ocasião, a PF cumpriu o mandato de prisão temporária de Mauricio Marcellini Pereira, então diretor de investimentos da fundação e representante da entidade no Conselho da Gafisa. Marcellini chegou a ser afastado do board da incorporadora, mas ontem foi reintegrado ao cargo. No entanto, segue fora do comitê de auditoria da empresa. Procurada, a Funcef disse “não ter porta-voz disponível” para tratar do assunto.  O investimento da Funcef na Gafisa está diretamente associado à gestão de Mauricio Marcellini. O fundo de pensão teria atingido a posição superior a 6% do capital no fim de 2012, poucos meses depois de Marcellini assumir a diretoria de investimentos. Toda esta construção, que já durava quase quatro anos, começou a ser desmontada. Ao reduzir sua participação para um patamar inferior a 5% das ordinárias, a Funcef automaticamente se distancia da administração da Gafisa. O fundo de pensão deverá perder seu assento no conselho da incorporadora.

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14.09.16
ED. 5454

Serial killer

 Após trocar o comando da Funcef, o novo alvo na linha de tiro do governo é o presidente da Previ, Gueitiro Guenso.

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30.08.16
ED. 5444

Sincericídio

 Os dirigentes da Previ e da Petros estão furibundos com as recentes declarações do diretor de administração da Funcef, Antonio Augusto de Miranda e Souza, sobre a Sete Brasil. Souza disse temer que os fundos de pensão sócios da fabricante de equipamentos sejam acionados na Justiça pelos credores da companhia. Jogou luz sobre uma questão que estava escondidinha na penumbra.

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23.06.16
ED. 5396

Mapa da mina

Leo Pinheiro, da OAS , estaria ajudando a Lava Jato a percorrer os labirintos da participação da Funcef na Bancoop, a cooperativa imobiliária que foi dirigida pelo ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto.

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invepar
01.06.16
ED. 5380

Fundos de pensão pegam um desvio para longe da Invepar

 Gueitiro Genso, Henrique Jäger e Sérgio Mendonça, presidentes da Previ, Petros e Funcef, estão encaminhando aos seus respectivos mantenedores uma proposta que beneficia a todos: a venda conjunta de suas participações na Invepar , uma das maiores holdings de concessões do país – dona, entre outros ativos, da Linha Amarela e do Metrô do Rio. O projeto deve receber as bênçãos do Palácio do Planalto. E nem poderia ser diferente, na medida em que a saída do capital da problemática holding de concessões de infraestrutura tira um fardo das costas do Banco do Brasil, da Petrobras e da Caixa Econômica Federal (CEF). Na última linha, quem agradece são os próprios trabalhadores e aposentados dos dois bancos e da petroleira. Com um déficit atuarial somado da ordem de R$ 40 bilhões, os fundos se veem forçados a desembarcar o quanto antes de uma companhia que, somente nos próximos 12 meses, exigirá aportes de mais R$ 3 bilhões para arcar com investimentos e passivos de curto prazo. Não custa lembrar que, no fim de 2015, Previ, Petros e Funcef foram obrigadas a injetar cerca de R$ 1 bilhão na Invepar para que a empresa pudesse honrar o pagamento de dívidas a descoberto.  Além do mais, até comprador já apareceu. Segundo informações filtradas junto à companhia, a trinca já teria oferecido sua fatia de 75% para a Brookfield. No ano passado, o grupo canadense esteve perto de ficar com os 25% que pertenciam à OAS, mas desistiu do negócio, curiosamente por divergências com as próprias fundações, que, àquela altura, não consentiram em revisar o acordo de acionistas da Invepar. Posteriormente, as ações da OAS acabaram transferidas para credores da empreiteira baiana – operação que deverá ser referendada em assembleia marcada para o próximo dia 7. Tomando-se como base a proposta feita pela Brookfield à construtora em 2015, estima-se que a compra dos 75% de Previ, Petros e Funcef giraria em torno de R$ 4 bilhões.  Em tempo: além de se livrar de um fardo financeiro, a venda do controle da Invepar permitiria à Previ, Petros e Funcef dar um passo para longe da Lava Jato. O presidente da companhia, Gustavo Nunes da Silva Rocha, é investigado por suspeita de interceder junto ao exsenador Gim Argello para que a CPI da Petrobras não convocasse executivos da OAS, “mediante pagamentos indevidos travestidos de doações eleitorais”. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Invepar e Brookfield.

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Após desistir da compra da participação da OAS na Invepar, a Brookfield teria feito uma proposta para adquirir separadamente o Metrô Rio – uma das principais concessões da holding de infraestrutura. A OAS topa qualquer negócio. O problema é dobrar os outros sócios da Invepar, o trio Previ, Funcef e Petros. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Brookfield e Invepar.  

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18.02.16
ED. 5309

Sete Brasil é um território partido ao meio

 A Sete Brasil vive sua Guerra da Secessão. O RR apurou que um grupo de acionistas, encabeçado por Previ, Funcef e BTG, estaria se articulando para entrar na Justiça contra a Petros, também sócia da empresa. O objetivo seria impedir o fundo de pensão de votar nas próximas reuniões de Conselho. A alegação é de que existe um conflito de interesses por conta do duplo chapéu da Petrobras – sócia e maior cliente da Sete Brasil. Puro jogo de cena. A manobra teria como finalidade abrir caminho para a aprovação do pedido de recuperação judicial da companhia. Hoje, entre os maiores acionistas, a Petros seria o único contrário à medida. Procurada, a Sete Brasil disse desconhecer o assunto. Ressalte-se que a empresa contratou os préstimos da consultoria Alvarez & Marsal, sinônimo de recuperação judicial.

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17.02.16
ED. 5308

Xô, Engevix

 A norueguesa Statkraft negocia a compra dos 18,69% da Funcef na antiga Desenvix, rebatizada de Statkraft Energias Renováveis. Desta forma, passará a ter o controle integral da companhia. Já a Funcef, enfim, vai virar a página das suas andanças com a enrascada Engevix. Procuradas pelo RR, a Statkraft não comentou o assunto.

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 O surgimento do nome de Gustavo Rocha, presidente da Invepar, na Lava-Jato é música aos ouvidos de Previ, Petros e Funcef . Os três fundos não veem a hora de destronar o executivo, indicado pela OAS.

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 O mercado de ações francês está no radar da Funcef. A estreia deverá ocorrer de mãos dadas com a Qualium Investissement, da Caisse des Dépôts, fundo estatal francês de investimentos.

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03.02.16
ED. 5301

Brookfield joga pôquer com a Invepar

  A desistência de participar da disputa pela compra da parte da OAS na Invepar é a aposta mais arriscada da Brookfield Infrastructure no mercado brasileiro este ano. A estratégia do blefe foi toda arquitetada pelo presidente da companhia, Sam Pollock, que convenceu o grupo canadense de que o preço e o acordo de acionistas acertado entre a OAS e os fundos de pensão na criação da Invepar podem ser modificados na bacia das almas. Pollock aposta que ninguém bancará no leilão o valor de R$ 1,35 bilhão ofertados pela Brookfield pelos 24,4% da construtora baiana na holding de concessões. Desta forma, voltará à mesa de negociações com a faca e o queijo para ofertar menos e ainda exigir da Previ, Funcef e Petros um novo acordo de acionistas que entregue a gestão da Invepar e não exija exclusividade de sociedade nos futuros leilões de rodovias. A Brookfield é sócia da espanhola Arteris – operadora de estradas em São Paulo – e tudo o que menos quer é ficar amarrada à Invepar. Pollock sabe que o blefe faz parte desse jogo de pôquer, mas um eventual fracasso será exclusivamente debitado na sua conta. A Brookfield não comentou o assunto.

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20.01.16
ED. 5291

Cabo de guerra

 Além da pressão pela montagem de um novo Conselho, os bancos e fundos acionistas da Sete Brasil – notadamente Santander, Previ e Funcef – querem destituir o presidente, Luiz Eduardo Carneiro, e tirar da Petrobras a prerrogativa de indicar o nº 1 da companhia. Consultada, a empresa disse “desconhecer” tal exigência.

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16.12.15
ED. 5270

Pé na porta

 A Brookfield, que herdou a parte da OAS, já chegou na Invepar disposta a fazer uma chamada de capital. Com um déficit sobre os ombros, Petros e Funcef tentam segurar o ímpeto do novo sócio.

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11.09.15
ED. 5204

A vez da Funcef

A Lava Jato acelera na direção da Funcef. Alberto Youssef teria revelado à Justiça detalhes de como ele e o ex-deputado André Vargas influenciavam investimentos da fundação no setor imobiliário de acordo com seus interesses. A Funcef afirma que “não tem e nunca teve nenhum investimento com empresas do grupo de Alberto Youssef.” Por falar em Funcef, a fundação caminha para fechar o quarto ano seguido com déficit atuarial. Os resultados negativos acumulados nesse período já teriam superado a marca de R$ 6 bilhões. Oficialmente, a fundação diz que os dados do atual exercício “só serão consolidados no fim de 2015”.

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25.08.15
ED. 5192

Três turnos

Numa daquelas medidas que tiram toda a credibilidade do negócio, a CPI dos Fundos de Pensão pretende convocar dirigentes das mais de 100 empresas com participação societária da Previ, Petros e Funcef. Só se os deputados começarem a marcar depoimentos para as madrugadas. A CPI tem menos de 160 dias para finalizar seu trabalho.

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11.08.15
ED. 5182

Porta de saída

A Funcef prepara seu desembarque da Statkraft Energias Renováveis, antiga Desenvix (ex-Engevix). Negocia a venda da sua participação (20%) para a norueguesa Statkraft, controladora da empresa. A Funcef nega a operação.

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Previ, Petros e Funcef fizeram sua parte no script: renunciaram ao direito de preferência sobre as ações da OAS, abrindo caminho para a entrada da Brookfield no capital da Invepar. Em um segundo instante, será a vez de a gestora canadense cumprir o combinado: não criar qualquer óbice para que os fundos indiquem o novo presidente da companhia, em substituição ao desafeto Gustavo Nunes da Rocha, ligado a  OAS.

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23.06.15
ED. 5147

Tetracampeonato

O presidente da Funcef, Carlos Alberto Caser, já dá 2015 como perdido. Vai ser difícil a fundação evitar o quarto déficit atuarial consecutivo.

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15.06.15
ED. 5141

Funcef

A Funcef estaria em busca de um comprador para suas participações em hotéis no Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco. Oficialmente, a fundação nega a venda.

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08.05.15
ED. 5116

Perda total

No que depender da vontade de Carlos Alberto Caser, presidente da Funcef, o fundo de pensão faz integralmente o write off da Sete Brasil ainda neste semestre e vira definitivamente essa página. A fundação aportou aproximadamente R$ 400 milhões no negócio.

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06.04.15
ED. 5094

Guarulhos

Os múltiplos pedidos de recuperação judicial da OAS acenderam todos os alertas no painel de comando da Infraero. Na própria estatal, a percepção é que a Previ e a Funcef, também acionistas da Invepar, não levarão adiante o plano de investimentos do aeroporto de Guarulhos. Só para este ano, o desembolso previsto é superior a R$ 1 bilhão.

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27.01.15
ED. 5049

Meta ambulante

A Funcef esperava fechar 2014 com aproximadamente 12,5% de seu patrimônio alocados na área de infraestrutura – notadamente, empresas de energia e concessões de rodovias e aeroportos. Não deu. O elástico parou nos 10,9%. Agora, tentará cumprir a meta até dezembro. Tomara! Com um déficit atuarial de R$ 5 bilhões sobre os ombros, tudo fica mais difícil.

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22.01.15
ED. 5046

Boas vindas

A Caixa Econômica e a Funcef aguardam Miriam Belchior para que seja tomada uma espinhosa decisão: um aporte no fundo de pensão de R$ 4 bilhões, valor ainda inferior ao déficit atuarial registrado pela Funcef entre janeiro e setembro do ano passado, de R$ 4,9 bilhões.

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20.06.14
ED. 4896

Ometto chega Á  ALL como uma locomotiva

 Para Rubens Ometto, o Cade é apenas um detalhe. Antes mesmo do sinal verde do órgão antitruste para a fusão entre ALL e Rumo Logística, Ometto já se movimenta para aumentar sua fatia no capital da nova companhia. O empresário negocia a compra da participação da Gávea Investimentos, dona de 10% da Rumo. A rigor, as ações teriam de ser oferecidas também para os demais integrantes do bloco de controle da ALL, notadamente Previ, Funcef e BNDES. No entanto, os fundos de pensão e o banco de fomento já teriam sinalizado que não estão dispostos a ficar com os papéis da Gávea. Não deixa de ser uma postura surpreendente, sobretudo no que diz respeito a  Previ e a  Funcef. As duas fundações resistiram durante um bom tempo a  associação com Ometto. Formalmente, a Gávea deverá atribuir sua saída da ALL a  maturação do negócio e a  consequente decisão de desinvestimento. No entanto, segundo informações filtradas da própria operadora ferroviária, a gestora de recursos nunca simpatizou com a ideia de associação com a Rumo, por considerar que a ALL ampliará em demasia suas ramificações na área de logística e poderá perder o foco em seu principal negócio. Consta que foi contrária também ao excesso de poder com que Ometto chegou a  companhia. Por mais paradoxal que possa parecer, poder que ela própria aumentará caso venda suas ações ao empresário. Mas aí já não será mais um problema dela, mas, sim, dos demais acionistas da ALL.

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07.05.14
ED. 4865

Além da Funcef

 Além da Funcef, os eflúvios do doleiro Alberto Youssef pairam também sobre o Postalis, o sempre encrencado fundo de pensão dos funcionários dos Correios.

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