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12.01.18
ED. 5785

Apple é um fruto a menos na saárica indústria nacional

A Apple está prestes a gravar seu nome no processo de “africanização” da indústria brasileira. Segundo o RR apurou, a companhia estuda encerrar sua produção no país, terceirizada à Foxconn. A empresa já estaria fazendo simulações que contemplam o fim da montagem de smartphones e a importação de todos os equipamentos comercializados no Brasil, especialmente de Taiwan e da China, a partir de 2019.

O revés, ressalte-se, não teria qualquer impacto sobre a estrutura física de varejo da companhia – a Apple pretende não só manter as duas lojas próprias, no Rio e em São Paulo, como abrir uma terceira unidade, provavelmente em Brasília. No entanto, entre os sucessores de Steve Jobs, a convicção é de que o Brasil é um ótimo local para vender celulares – mesmo com crise e tudo – mas não para fabricá-los. A guinada seria motivada pelo alto custo de produção, a falta de estímulos fiscais e, junto e misturado a estes fatores, a inapetência da Foxconn em manter seus investimentos no mercado brasileiro.

A empresa de Taiwan é uma espécie de irmã siamesa da Apple, responsável pela produção de dispositivos da marca em diversos países do mundo. Há pelos menos dois anos, circulam no mercado rumores sobre a saída da Foxconn do Brasil. Os asiáticos negam, mas os fatos insistem em contradizê-los. De um ano para cá, o número de empregados na fábrica de Jundiaí teria recuado de quatro mil para aproximadamente 2,5 mil.

A empresa chegou a reservar uma área para construir uma segunda planta em Itu, mas o projeto jamais saiu do papel. No meio do caminho, suspendeu a produção de iPads, mantendo apenas a montagem de iPhones. Nada nem perto do grupo que um dia prometeu à então presidente Dilma Rousseff investir US$ 10 bilhões e gerar cem mil empregos.

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13.02.17
ED. 5559

Quem te viu, quem te vê

Os executivos da Foxconn discutem o fechamento de uma de suas cinco fábricas no Brasil, onde a companhia de Taiwan monta smartphones, tablets e notebooks para diversas marcas. E dizer que a empresa um dia prometeu investir US$ 12 bilhões no país.

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19.09.16
ED. 5457

“Delletados”

 A Dell está queimando, com uma dieta radical, as gorduras resultantes da sobreposição de negócios no Brasil com a recém-adquirida EMC, gigante da área de TI. Além do fim da parceria com a Foxconn, responsável pela fabricação dos produtos da EMC, vai transferir para Porto Alegre o laboratório da controlada no Rio de Janeiro. No fim das contas, sobrará metade do quadro de pessoal da EMC no país – com 500 empregados. As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Dell.

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18.02.16
ED. 5309

Corta, corta, corta

 A chegada de Ana Maria Horta Veloso à presidência da Light marca um novo ciclo de cortes. O pacote inclui redução de investimentos, dispensa de funcionários terceirizados e venda de ativos, a começar pelas seis usinas hidrelétricas da empresa. Procurada, a Light confirma que está revendo seus custos e, “havendo necessidade, poderá realizar cortes”.  A Foxconn já pensa em fazer uma nova temporada de cortes na fábrica de Indaiatuba (SP). Desta vez, seria algo em torno de cem demissões. Em janeiro, a companhia dispensou 480 trabalhadores.  O empresário Nelson Kaufman faz contorcionismos para melhorar os resultados da rede varejista Etna. Uma das medidas que deverão ser adotadas é a redução de algumas lojas, com estrutura de custos mais pesada: a unidade da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, poderá ser extirpada em quase 40% da sua área. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Etna e Foxconn.

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03.12.15
ED. 5261

Padrão Dell

 A Dell, que comprou o controle da EMC, gigante mundial da área de TI, por US$ 67 bilhões, começa a moldar a operação brasileira à sua imagem e semelhança. A primeira grande mudança está reservada para a gestão: Carlos Cunha deverá deixar o comando da subsidiária. Em seu lugar, assumirá um executivo da própria Dell.  Entre os parceiros comerciais, a maior vítima será a Foxconn. A fabricação das seis linhas de produtos da EMC no Brasil, a cargo da empresa de Taiwan, será transferida para a unidade da Dell em Hortolândia (SP).

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