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14.08.17
ED. 5682

Preços regulados

Da boca para fora, as paradas simultâneas para manutenção de diversas fábricas brasileiras de celulose e o aumento do preço da matéria-prima engatilhado por Suzano, Fibria, entre outros, não têm nada a ver um com o outro. Tá bom… Os reajustes, em torno de 5%, devem sair em setembro. A parada muy estratégica vai retirar do mercado global até 400 mil toneladas de celulose. A Fibria confirma o aumento; a Suzano diz que ainda “analisa as condições de mercado”.

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09.08.17
ED. 5679

Chega de Eldorado

A Petros já sinalizou à Fibria a intenção de vender sua participação na Eldorado Celulose junto com a fatia do acionista controlador, a J&F Investimentos.

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06.01.17
ED. 5533

Só Tupã para aliviar a crise financeira da Funai

A Funai está pintada para a “guerra”. Dirigentes e técnicos da estatal, com o apoio de lideranças indígenas, articulam uma série de manifestações por conta dos expressivos cortes orçamentários que ameaçam engessar as atividades da autarquia. Uma das medidas é a retomada, em escala ainda maior, do “Ocupa, Funai”. Em meados do ano passado, em um protesto contra a suspensão na demarcação de terras indígenas, o movimento alcançou 32 escritórios da instituição em todo o país, além de rodovias e áreas próximas a aldeias indígenas.

Os funcionários da Funai discutem ainda a convocação de uma greve geral. Como praticamente tudo que envolve a questão indígena, as mobilizações trazem um componente de risco para a própria segurança nacional. Ações como essas costumam carregar um razoável potencial de transtorno, para se dizer o mínimo, para atividades de infraestrutura e logística, em especial para empresas com operações próximas a regiões indígenas. Que o diga a antiga Ara-cruz, hoje Fibria.

Os executivos mais antigos da companhia ainda se lembram da tensão vivida há cerca de dez anos, quando tupiniquins e guaranis invadiram instalações industriais e um terminal portuário da fabricante de celulose no Espírito Santo. A Funai entra em 2017, ano do seu cinquentenário, sem motivos para celebrar. A autarquia vive o que talvez seja a mais grave crise financeira da sua história. O orçamento, de R$ 110 milhões, é o menor em uma década e meia. O cobertor é curto, insuficiente para garantir o custeio da estatal até dezembro. Para tanto, estima-se que seriam necessários pelo menos R$200 milhões.

Os próprios dirigentes da Funai tratam como inevitável o fechamento de escritórios e representações – são cerca de 250 em todo o país. Segundo o RR apurou, eles têm feito seguidas tentativas de agendar uma audiência com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, para pleitear um maior volume de recursos, até o momento sem sucesso. Procurado pelo RR, o Ministério afirma que funcionários da instituição já foram recebidos duas vezes pelo secretário executivo da Pasta e atual presidente da Funai, Agostinho Neto, para tratar sobre o orçamento. Consultado também sobre a possibilidade de fechamento de escritórios da instituição e a iminência de novos protestos, o Ministério da Justiça não se pronunciou.

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07.12.15
ED. 5263

JBS desmoraliza o “impeachment” do BNDES

 O processo de “impeachment” da JBS está fadado a morrer por inanição de argumentos. O conglomerado de empresas construído com o apoio do BNDES vai fechar o ano com um faturamento superior a R$ 180 bilhões e entra em 2016 como candidato a liderar o mais furioso processo de consolidação multissetorial do país. A recente aquisição da Alpargatas não deve ser vista como fato isolado. A J&F vai avançar em sua estratégia de diversificação. Entre os alvos estão construção pesada, agronegócio, energia e  celulose, segmento em que o grupo já atua por meio da Eldorado. Neste caso, todos os caminhos apontam para a fusão da empresa com a Fibria, da Votorantim – a operação de M&A mais decantada e aguardada no setor.  Os grupos de interesse que fazem oposição ao BNDES sempre apostaram no “impeachment” da JBS como uma ponte para  o“impedimento” do próprio banco. Mas não há Eduardo Cunha capaz de se contrapor a fatos e números tão superlativos. Principal negócio da J&F, o frigorífico vai romper neste ano a barreira dos R$ 165 bilhões em faturamento, 37% a mais do que em 2014, consolidando-se como a maior empresa privada do país. A dimensão destas cifras se estende à balança comercial. Ao fim deste ano, a JBS responderá por mais de 40% das exportações brasileiras de carne bovina, que deverão somar US$ 6bilhões. Em um exercício meramente hipotético, mantidas as respectivas taxas médias de crescimento nos últimos quatro anos, até 2020 a JBS superaria a própria Petrobras, tornandose o maior faturamento do Brasil entre as companhias não financeiras. Ressalte-se que esta é uma projeção extremamente conservadora, uma vezque, na ponta do lápis, a estatal promete um encolhimento para os próximos anos. Ou seja: a ultrapassagem pode vir antes.  Na área técnica do BNDES, há quem diga que o Brasil estaria em outro patamar se a cada dez operações de financiamento do banco houvesse uma JBS. Poucos negócios na história da instituição se revelaram tão lucrativos. Em 2007, quando o BNDES fez seu primeiro aportenna companhia, a ação estava em torno de R$ 7. Em setembro deste ano, a cotação atingiu seu maior patamar histórico – R$ 17,20. Se, nesse momento, a agência de fomento eventualmente tivesse vendido em mercado toda a sua posição na JBS, realizaria um ganho superior a R$ 6 bilhões. A J&F talvez seja hoje o que existe no Brasil de mais próximo dos chaebols, os grandes conglomerados industriais sulcoreanos, com negócios nos mais variados setores, formados a partir de uma empresamãe. O BNDES está indissociavelmente ligado à gênese deste cavalo vencedor. Em 2007, a JBS era um frigorífico com umareceita de R$ 4 bilhões por ano. Hoje, todos os negócios da J&F faturam essa soma a cada oitodias. O financiamento do banco à JBS teve um efeito multiplicador ao permitir que o grupo aumentasse seu nível de alavancagem para investir em outras áreas. À época, além da produção de carne bovina, a família Batista tinha apenas um negócio mais relevante, a Flora, fabricante de produtos de higiene e limpeza. De lá para cá, entrou nos setores de laticínios, celulose, financeiro, calçadista e até mesmo em mídia, com a aquisição do Canal Rural. Essa miríade de empresas soma 270 mil postos de trabalho – 150 mil no Brasil. A incorporação da Fibria aumentaria esse efetivo em 15 mil funcionários. O “impeachment” da JBS ou do BNDES seria também o“impeachment” dessa gente.

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01.07.15
ED. 5153

Os Ermírio de Moraes

Os Ermírio de Moraes apostam que há espaço para um novo aumento da celulose no segundo semestre – entre US$ 10 e US$ 15 a tonelada. Em abril, a Fibria fez um reajuste de US$ 20 nas vendas para os três mercados de referência: EUA, Europa e asia.

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29.06.15
ED. 5151

Apesar de todos os pesares

Apesar de todos os pesares da economia, a Fibria pretende dar a partida, ainda neste ano, na instalação da segunda linha de celulose na fábrica de Três Lagoas (MS).

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