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10.10.17
ED. 5722

Simulações

Uma nova proposta começa a ganhar forma no PT para as eleições de 2018: o ex-sindicalista Luiz Marinho sairia como candidato ao governo de São Paulo, com Fernando Haddad disputando uma cadeira no Senado. Isso, claro, se Haddad não for convocado para uma missão maior.

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14.09.17
ED. 5704

Apagão nas licitações une João Doria e Fernando Haddad

Se a concorrência para a manutenção dos sinais de trânsito em São Paulo está parada há mais de 50 dias, há uma penumbra ainda maior sobre a licitação da Prefeitura para a modernização do sistema de iluminação pública e instalação de câmeras e sensores – um cobiçado contrato com prazo de 20 anos e valor de R$ 7,3 bilhões. Um ano e meio após a entrega das propostas, os envelopes sequer foram abertos. Os dois consórcios finalistas – Walks e FM Rodrigues/CDL –, se engalfinham na Justiça em uma contenda marcada por denúncias de irregularidades e de favorecimento. O lance mais recente se deu em agosto: o desembargador Eduardo Gouveia, da 7a Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, concedeu liminar determinando a continuidade da concorrência e a leitura das propostas.

No entanto, a Prefeitura mantém essa luz apagada. Mais de um mês já se passou e o que está dentro dos envelopes segue sendo uma espécie de “terceiro segredo” de Fátima. O timeline do imbróglio é longo e atravessa as gestões de Fernando Haddad e João Doria. Começa em 24 de abril do ano passado, quando o consórcio FM Rodrigues entrou com uma representação do Tribunal de Contas do Município (TCM-SP) pedindo a exclusão do Walks, sob a alegação de que a garantia apresentada pelo concorrente não poderia ser aceita. O TCM-SP acatou a solicitação, posteriormente revertida por um mandado de segurança.

Após diversos ziguezagues na Justiça, no dia 10 de maio deste ano, a FM Rodrigues deu uma nova cartada: pediu à Comissão de Licitações da Prefeitura a exclusão de seu oponente, uma vez que a Alumini –controlada por uma das empresas do Consórcio Walks, a Quaatro – havia sido declarada inidônea na esfera federal por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras. A Comissão aceitou o argumento e, no dia 6 de julho, tirou o consórcio do páreo. O Walks recorreu, com a alegação de que a punição se aplica a uma subsidiária da Quaatro e está restrita ao âmbito federal.

A liminar da 7a Câmara de Direito Público do TJ-SP recolocou o consórcio na concorrência. Nos bastidores, empresas do Consórcio Walks (WPR Participações, leia-se WTorre, Quaatro Participações e KS Brasil Led Holdings) insinuam que autoridades da administração pública estariam agindo com o propósito de beneficiar o concorrente, um pool formado pela FM Rodrigues, Consladel e Laços Detetores. Consultada pelo RR, a Prefeitura de São Paulo afirmou “desconhecer qualquer acusação de favorecimento a interessados na licitação em curso”. Declarou ainda que “o entendimento da Comissão de Licitações é que as empresas Quaatro e Alumini estão intrinsicamente ligadas, como a própria Quaatro reconhece em petição, nos autos de Ação de Execução em trâmite pela 44a Vara Cível do Foro Central.” A Prefeitura informa também que a “manutenção da iluminação pública ocorre por meio dos contratos em vigor.”

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11.09.17
ED. 5701

O eclipse de Haddad

Fernando Haddad – o plano A ou B ou, sabe-se lá, C de Lula – tem feito discretas viagens pelo país. Nos últimos dois meses, esteve em cidades de seis estados. O roteiro é quase sempre o mesmo: encontros reservados com lideranças locais do PT e entidades do terceiro setor. Tão reservados que praticamente não têm repercussão alguma.

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02.05.17
ED. 5609

A depressão de Haddad

O ex-prefeito Fernando Haddad, candidato a candidato do PT à Presidência da República, atravessa uma fase de depressão. Haddad mal tem ânimo para participar dos compromissos mais importantes da sua agenda social e política. Colabora para esse estado de coisas a preocupação com as dívidas da campanha eleitoral – as cobranças já lhe batem à porta. Ao menos há uma boa notícia: o presidente do Insper, Claudio Haddad, o convidou para ser professor da universidade. Haddad ainda não respondeu. Antes que se pense que esta é uma ação em família, apesar do sobrenome homônimo, os dois não tem laço de parentesco.

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 Embalado pela absolvição no STF da acusação de peculato, Celso Russomanno retoma a campanha à Prefeitura de São Paulo com uma mudança de estratégia. Tem poupado o prefeito Fernando Haddad de pesadas críticas, de olho no provável segundo turno contra Marta Suplicy ou João Doria.

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 Em público, Fernando Haddad diz que Gabriel Chalita está mantido como candidato a vice em sua chapa; entre quatro paredes, já busca alternativa. O assunto foi tratado nos últimos dias entre o prefeito e Carlos Lupi, que acumula a presidência nacional e de São Paulo do PDT. A preocupação de Haddad é o impacto negativo da citação de Chalita na delação de Sérgio Machado. Já basta o desgaste do PT com a Lava-Jato.

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04.05.16
ED. 5361

Greta Garbo

 O ex-senador Eduardo Suplicy – quem diria? – deve acabar na vereança. Fernando Haddad defende que Suplicy, hoje secretário de Direitos Humanos de São Paulo, saia como candidato a vereador em outubro e funcione como puxador de votos para o PT.

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10.03.16
ED. 5324

Crepúsculo

 Paulo Maluf ainda acredita que consegue dar as cartas nos destinos do PP. Recém-condenado pela Justiça da França, Maluf trabalha pela manutenção da aliança do partido com o PT na eleição à prefeitura de São Paulo. A essa altura, talvez nem o próprio Fernando Haddad queira tal apoio.

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 Frase de um empresário paulistano ao ouvir da própria Marta Suplicy que Gabriel Chalita seria um ótimo vice para sua chapa. “Ela vai fazer de tudo para seduzir esse rapaz, tirá-lo dos braços do Haddad e depois largá-lo pelo caminho”.

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09.09.15
ED. 5202

Brasília 2

A pouco mais de um ano das eleições municipais, a cúpula do PMDB avalia deixar a gestão de Fernando Haddad. O partido tem cinco secretarias na capital paulista, a mais notória, a de Educação, ocupada por Gabriel Chalita.

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