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planos
06.06.17
ED. 5634

EDP vira um satélite da Three Gorges

A portuguesa EDP – ou, para sermos mais exatos, a chinesa Three Gorges, sua maior acionista – avalia a venda de uma de suas distribuidoras no Brasil, a paulista Bandeirante ou, o que é mais provável, a capixaba Escelsa. Segundo informações filtradas da empresa, os planos de desmobilização devem avançar também pela geração, com a venda das participações na hidrelétrica de Santo Antonio e na usina de Cachoeira do Caldeirão, no Amapá. As mudanças sugerem uma inflexão estratégica da EDP, cada vez mais um apêndice da Three Gorges. A tendência é que os próprios chineses passem a concentrar sob o seu guarda-chuva investimentos em distribuição e geração no país, deslizando gradativamente a EDP para a área de transmissão. A empresa, por sinal, arrematou quatro lotes no leilão realizado pela Aneel em abril, ao valor total de R$ 3 bilhões.

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25.08.15
ED. 5192

Three Gorges deixa EDP Energias do Brasil à meia luz

O próprio presidente da EDP Energias do Brasil, Miguel Setas, já começa a se perguntar até quando terá uma cadeira para se sentar e uma empresa para trabalhar? Todas as decisões da China Three Gorges (CTG), que assumiu o controle da EDP em 2011, apontam para o encolhimento das operações do grupo no mercado brasileiro. Os asiáticos procuram um comprador para a capixaba Escelsa, uma das distribuidoras da EDP no país – a outra é a paulista Bandeirante. Segundo o RR apurou, Miguel Setas vem mantendo conversações com a canadense Brookfield e a Equatorial Energia. A inapetência chinesa em relação ao Brasil não se restringe à área de distribuição. Os investimentos em geração foram cortados praticamente a zero. A medida atingiu não apenas os projetos hidrelétricos e termelétricos, mas também de energia eólica, até outro dia a grande aposta da EDP no Brasil. Na própria EDP do Brasil, ninguém se arrisca a dizer até onde vai a disposição dos chineses para enxugar a operação do grupo no país – e é melhor nem perguntar. O fato é que a Three Gorges está particularmente preocupada com o nível de alavancagem da subsidiária. Nos últimos 12 meses, a dívida líquida dobrou de tamanho, chegando perto dos R$ 5 bilhões. A relação endividamento/ patrimônio líquido, que, historicamente, sempre girou em torno de 50%, já está perto do um para um. Consultada, a EDP não confirma as informações. * Equatorial e Brookfield preferiram não responder ao RR.

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03.08.15
ED. 5176

Brookfield enxerga uma porta aberta na Energisa

Segundo o RR apurou, a Brookfield já montou um grupo de trabalho com a missão de analisar a aquisição. É uma temporada de contas e mais contas na empresa. A fonte do RR o autoriza a apostar na conclusão do negócio. A compra de uma fatia do capital da Energisa daria aos canadenses assento no sexto maior grupo de distribuição de energia do país por número de clientes, aproximadamente 6,2 milhões, e o sétimo em receita líquida – a cifra deve bater nos R$ 10 bilhões neste ano. São números que a própria Brookfield ajudaria a inflar. Seus aportes permitiriam à Energisa partir para a compra de distribuidoras de maior porte, como a capixaba Escelsa, antigo sonho de consumo dos Botelho.

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