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planos
08.05.18
ED. 5862

O Plano B da Engie

A venda das usinas a carvão da Engie no Brasil voltou à estaca zero. Dos 15 interessados, apenas a inglesa Contour Global apresentou uma proposta pelo complexo termelétrico de Jorge Lacerda (SC) e pelo projeto da usina Pampa Sul (RS). Ainda assim, o valor ofertado teria sido quase um terço inferior à pedida da Engie e as negociações foram encerradas. Agora, o grupo avalia alternativas para o seu plano de descarbonização. Uma das hipóteses é buscar um sócio para Pampa Sul, o maior e mais custoso dos problemas. Em construção, a usina gaúcha ainda exigirá investimentos da ordem de R$ 800 milhões.

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26.03.18
ED. 5833

“Risco Abengoa” afugenta candidatos a leilão de transmissão

Como se não bastasse a Eletrobras, o ministro e pré-candidato ao governo de Pernambuco Fernando Coelho Filho deixará outro conturbado processo de privatização para o seu sucessor na Pasta de Minas e Energia. Segundo o RR apurou, a franco-belga Engie e a chinesa State Grid, entre outros grandes grupos, ameaçam ficar de fora do leilão de 24 linhas de transmissão marcado para 28 de junho. Na semana passada, representantes das empresas tiveram uma tensa conversa com o ministro Coelho Filho.

O motivo é o alto risco jurisdicional que cerca a licitação, risco este que atende pelo nome de Abengoa. O grupo espanhol briga na Justiça para retomar as nove concessões de transmissão cassadas pela Aneel no ano passado, três das quais incluídas no leilão de junho. Os ibéricos se movimentam nos tribunais para suspender a concorrência e forçar a Aneel e excluir as três concessões do pacote. Mesmo que a licitação ocorra, os investidores que arrematarem as três antigas licenças da Abengoa correm sério risco de ganhar, mas não levar, sendo posteriormente arrastados para um contencioso que, a princípio, não lhes pertence.

O grupo espanhol entra nesta história como franco-atirador. A esta altura, não tem muito a perder. Em recuperação judicial e com uma dívida de mais de R$ 3 bilhões, qualquer futuro acordo com o governo seria uma expressiva vitória. Do lado da Aneel e do Ministério de Minas e Energia, a solução profilática mais conservadora seria a retirada do leilão das três concessões, estancando assim o risco de judicialização do certame. Por sinal, as próprias empresas, notadamente a State Grid, pressionam o governo neste sentido.

No entanto, seja por uma convicção de vitória na Justiça, seja por alguma dose de teimosia, tanto a agência reguladora quanto o Ministério insistem em manter as antigas licenças da Abengoa no bolo que será ofertado ao mercado em junho. A posição pode custar caro, no limite até mesmo o adiamento de todo o leilão, o que significaria postergar investimentos de R$ 9 bilhões e um pacote de obras com potencial para gerar cerca de 20 mil postos de trabalho.

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13.03.18
ED. 5824

Setor elétrico

Tem mais chinês à vista no setor elétrico: a Power China Sepco entrou pesado na disputa pelas térmicas a carvão da Engie no Brasil.

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20.02.18
ED. 5809

Disputa

Além da chinesa Spic, a Engie entrou na disputa pela participação da Cemig na Usina de Santo Antônio. É negócio para mais de R$ 1,5 bilhão.

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02.02.18
ED. 5800

Cartas na mesa

No Palácio Bandeirantes, Engie (antiga Suez), State Grid e EDP são tratadas como os três ases no baralho de candidatos à privatização da Cesp.

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31.08.17
ED. 5695

Alvo elétrico

Segundo o RR apurou, a Engie, antiga Suez, vai entrar pesado no leilão de privatização da usina de São Simão, uma das hidrelétricas que eram da Cemig.

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07.06.17
ED. 5635

Fila de poluidores

Não será por falta de candidatos que a Engie, antiga Suez, deixará de vender suas térmicas a carvão no Brasil. O grupo já recebeu 15 ofertas pelas usinas Jorge Lacerda (SC) e Pampa Sul (RS). Procurada, a Engie confirmou a negociação e o números de propostas.

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26.11.15
ED. 5256

Marselhesa

 A EDF costura com a Engie, ex-Suez, a formação de um consórcio para disputar a licitação da hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, no Pará, prevista para o primeiro trimestre de 2016. Formalmente, a Engie afirma que ainda não decidiu se participa do leilão.

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04.11.15
ED. 5240

Leilão de hidrelétricas está pendurado por um único fio

  O governo está desesperado com a iminência de mais um fracasso na área de infraestrutura. Na semana passada, mais precisamente na quarta e na quinta-feira, o ministro Eduardo Braga e sua equipe mantiveram uma exaustiva agenda de reuniões na tentativa de arrancar do fígado algum modelo capaz de salvar o leilão de hidrelétricas. A menos de três semanas do Dia D – 25 de novembro –, praticamente ninguém do governo acredita que a licitação será efetivamente realizada. Entre quarta e sexta-feira, o próprio Braga, o secretário-executivo do Ministério, Luiz Eduardo Barata, e o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético, Altino Ventura Filho, mantiveram contato com dirigentes de exatos 12 grupos do setor, entre eles AES, China Three Gorges (CTG), Engie, Iberdrola e Equatorial Energia. Apenas a Three Gorges teria confirmado sua participação no leilão do dia 25. Nada mais sintomático que o secretário do Tesouro, Marcelo Saintive, tenha divulgado uma estimativa de déficit primário de R$ 110 bilhões que já exclui a receita com a venda das hidrelétricas.  Entre as simulações feitas no Ministério de Minas e Energia, surgiu uma nova proposta para o leilão que, no entendimento de Eduardo Braga e da área técnica, é a única que talvez possa salvar o evento e garantir algum nível de atratividade para os investidores. Esta última cartada passa pelo fatiamento da licitação em dois blocos. No dia 25 de novembro, seriam ofertadas ao mercado apenas as licenças das usinas de Jupiá e Ilha Solteira, ex-Cesp. As outras 27 usinas ficariam para 2016. No fundo, são as únicas concessões que despertam algum interesse entre as empresas do setor. Seria uma forma de o governo salvar uma parte substancial da receita esperada. Nos cálculos do Ministério, Jupiá e Ilha Solteira correspondem a aproximadamente 80% dos R$ 11 bilhões do valor estimado para o leilão, contabilizando-se apenas o pagamento à vista pelas licenças. Consultada sobre a possibilidade de adiamento da licitação ou de mudança no modelo, o Ministério de Minas e Energia informou que “o leilão está programado para ocorrer em 25 de novembro nas condições já divulgadas”.  O esquartejamento de ativos de geração não está restrito ao governo federal. O RR apurou que Geraldo Alckmin pretende vender separadamente cada uma das três hidrelétricas da Cesp. As usinas já estão sendo avaliadas por um banco de investimentos

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22.10.15
ED. 5232

Moreira Salles é o fiel da balança da Parnaíba Gás Natural

  O presidente do Conselho de Administração do Itaú Unibanco, Pedro Moreira Salles, utiliza hoje as instalações do banco mais para tratar dos seus negócios pessoais do que para qualquer outra coisa. Com a discrição que lhe é peculiar, o banqueiro está debruçado sobre uma articulação para a saída da Eneva da Parnaíba Gás Natural , empresa que controla por meio da Cambuhy Investimentos. A operação permitiria a chegada da franco-belga Engie, antiga GDF Suez. A própria Cambuhy abriria mão de parte de suas ações, passando a dividir o controle da Parnaíba com a Engie.  O ímpeto de Moreira Salles em desalojar a Eneva é proporcional à inapetência dos alemães, leia-se o Grupo E.On, em aportar novos recursos no negócio. A chegada da Engie traz a reboque a promessa de uma substancial capitalização da companhia. A injeção financeira é fundamental para a Parnaí- ba cumprir seu programa de investimentos da ordem de R$ 1,5 bilhão. A maior parte desta cifra se refere à exploração dos blocos na Bacia do Parnaíba, considerado o eldorado do gás natural. Moreira Salles quer reduzir a exposição da Cambuhy a um negócio de alto risco. Seus sócios na companhia de investimentos criada em 2011, com capital de US$ 1 bilhão – entre eles o ex-BC Pedro Bodin – agradecem.

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