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23.10.20

Energisa x Governo de Rondônia

A Energisa, da família Botelho, enfrenta uma crise em Rondônia. O governador do estado, coronel Marcos Rocha, articula para tirar a concessão da distribuição de energia das mãos do grupo. Não está sozinho. Tem o respaldo da Assembleia Legislativa, que engrossa os ataques contra os serviços prestados pela empresa. Os Botelho acham que é puro blefe para pressionar a Energisa a antecipar investimentos. Mas vão pagar para ver?

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02.10.20

Planalto Central

De uma fonte que acerta 11 em dez: a Energisa também vai entrar na disputa pela CEB. O BNDES dá tratos final ao modelo de privatização da distribuidora do DF, que deverá ser realizada ainda neste ano.

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08.09.20

Juntando os fios

A Energisa, da família Botelho, é forte interessada na compra da CEA, a distribuidora de energia do Amapá. O governo federal prorrogou o prazo para a privatização da empresa até junho de 2021.

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23.12.19

Energisa e Algar se unem para a Cemig ficar onde sempre esteve

O RR tem informação de que a Energisa e o Grupo Algar costuram uma parceria para disputar a compra da Cemig. De acordo com a mesma fonte, envolvida nas tratativas, o dueto pode virar uma trinca, com o aporte financeiro do GIC. O fundo soberano de Cingapura já é sócio da Algar: no ano passado, injetou R$ 1 bilhão no braço de telecomunicações da companhia. Os dois grupos mineiros enxergam grande sinergia entre a Cemig e seus respectivos negócios. A Energisa, da família Botelho, já é responsável pela distribuição de energia em 66 municípios do estado. A Algar, por sua vez, vislumbra a oportunidade de usar a estrutura e a enorme capilaridade da Cemig para oferecer serviços de telecomunicação em todo o estado. Tudo muito bom, tudo muito bem, mas, afinal, quando sai a privatização da Cemig? O governador Romeu Zema quer colocar a estatal no balcão em 2020, por mais difícil que seja. A operação enfrenta forte resistência na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Talvez por isso, ou, sobretudo por isso, é que a dobradinha entre Energisa e Algar seja vista com tão bons olhos por Zema. O governo enxerga uma serventia no consórcio entre as famílias Botelho e Garcia. Parafraseando Magalhães Pinto, assim como Minas, a Cemig permaneceria onde sempre esteve. A hipótese de o centro de decisões da empresa seguir em Minas Gerais, nas mãos de dois tradicionais conglomerados do estado, pode ajudar a dobrar a Assembleia Legislativa. Ou não

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28.11.19

Todas as luzes sobre a Energisa

A CPI da Energisa, aberta pela Assembleia Legislativa de Rondônia, começa a tirar o sono da família Botelho, controladora da companhia. Criada a pretexto de apurar problemas no fornecimento de energia no estado, a Comissão estaria sinuosamente escarafunchando contratos da Energisa com prestadores de serviço e possíveis ligações elétricas entre a empresa e políticos. Consultada sobre o escopo mais amplo da CPI, a Energisa diz “desconhecer a informação” e que “não abre mão da ética e da legalidade em todas as suas relações, sem exceção”. Melhor assim.

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27.08.19

Último ato

O governo do Tocantins vai vender a participação de 23% que ainda lhe resta na Energisa Tocantins, distribuidora de energia do estado. A ideia é ofertar as ações por meio de um leilão na Bolsa. Procurado, o governo confirmou os “estudos para efetivar a venda de suas ações”.

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26.07.19

Primeiros da fila

Enel e Energisa despontam como candidatas ao leilão da Companhia Energética de Brasília (CEB). Tanto os italianos quanto a empresa da família Botelho já estão em linha direta com o governo do Distrito Federal e o BNDES, responsável pela modelagem da operação.

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04.12.18

Energisa com força total

Segundo informações filtradas da Aneel, a Energisa é nome certo para o leilão da Ceal, a concessionária de energia de Alagoas, previsto para o dia 19 de novembro. A companhia da família Botelho já arrematou outras duas distribuidoras federalizadas pela Eletrobras: Eletroacre e Ceron (Rondônia)

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16.08.18

Último ato

A interseção societária entre Armínio Fraga e a família Botelho está chegando ao fim. O Gávea vai vender o que lhe resta de participação na Energisa – não mais do que 4%. A gestora de Armínio chegou a ser um sócio relevante da holding dos Botelho, com 11%, mas, nos últimos meses, realizou três operações para a venda em bloco de papéis.

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18.04.18

O cabo de guerra da Eletropaulo

O leilão da Eletropaulo está frenético. Segunda maior acionista, atrás da BNDESPar, a AES passou o dia de ontem tentando elevar a oferta para a casa dos R$ 32 por ação, o que jogaria o valuation da empresa para próximo dos R$ 7 bilhões – até o fim da tarde, a proposta mais alta era da italiana Enel (R$ 28). Como forma de aditivar os lances, os norte-americanos garantem que a Eletropaulo tem um crédito de R$ 1,5 bilhão a receber da CTEEP, controlada pela colombiana Isa. No entanto, a Enel, assim como NeoEnergia e Energisa, também na disputa pela distribuidora, consideram o montante de difícil recebimento. A cobrança é um desdobramento do acordo firmado entre a Eletropaulo e a Eletrobras para o pagamento de uma dívida de R$ 1,5 bilhão – antecipado pelo RR na edição de 8 de fevereiro.

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