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27.11.17
ED. 5753

Uma luz ao longe para as pequenas centrais hidrelétricas

O Ministério de Minas e Energia e a Aneel discutem mudanças nas regras dos leilões de energia elétrica a partir de 2018 com o objetivo de estimular a participação das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). A principal alteração, segundo o RR apurou, deverá ser a retirada da obrigação de autorização prévia da agência reguladora para todas as PCHs, algo que já ocorre com as demais fontes, como grandes hidrelétricas, eólicas e térmicas. Trata-se de um pleito de grandes grupos do setor com investimento em pequenas centrais, como CPFL, EDP e Energisa, além das próprias estatais, casos de Cemig e Copel.

Desde já, a mobilização do governo pode ser precificada como uma reação ao provável fracasso da licitação marcada para 18 de dezembro. A expectativa no Ministério de Minas e Energia é que a maior parte das PCHs já autorizadas pela Aneel não vai participar do leilão. Herança do governo Dilma Rousseff e do seu tortuoso modelo para o setor elétrico, a regra em vigor tem gerado distorções nos leilões de energia, inclusive entre as próprias PCHs. As usinas precisam de licenciamento ambiental e autorização prévia da Aneel; porém, as geradoras com projetos licenciados pelos órgãos de meio ambiente e aprovados pela agência, mas ainda sem autorização de exploração, podem entrar no leilão.

A falta de isonomia criou duas castas de PCHs. Na concorrência de dezembro, por exemplo, os projetos de pequenas centrais já autorizados têm preço-teto fixado em R$ 211,81/ MWh. Para os empreendimentos sem autorização de exploração da Aneel, o limite será de R$ 281,00/MWh. A discrepância se deve à premissa de que os projetos ainda não autorizados têm uma taxa de risco maior e, portanto, uma melhor remuneração. O que o governo quer é acabar com esse samba do megawatt doido e uniformizar as regras para as PCHs.

 

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24.11.17
ED. 5752

Fechamento de capital pré-datado

A Energisa estaria comprando seguidamente em Bolsa ações da subsidiaria Rede Energia. Ao que tudo indica, a família Botelho já se prepara, com razoável antecipação, ao desembolso que a aguarda a partir de 3 de janeiro de 2019. A contar dessa data, a BNDESPar poderá exercer a opção de venda da sua participação na Rede. Como a Energisa terá de estender aos demais minoritários o preço pago pelas ações em poder do BNDES, qualquer redução do free float até lá representará uma economia futura. De repente, dá até para raspar o tacho: apenas 3,79% do capital da Rede Energia estão em mercado. Procurada pelo RR, a Energisa não quis comentar o assunto.

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16.03.17
ED. 5579

Hidrelétrica à venda

A chinesa State Grid e a Energisa são candidatas à compra da hidrelétrica São Roque, em Santa Catarina, pertencente à encalacrada Engevix. O ativo está avaliado em R$ 700 milhões. Trata-se, na verdade, de uma meia usina: as obras de construção da São Roque estão paradas há um ano.

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22.12.16
ED. 5522

Tem uma Aneel no caminho da Energisa

A Energisa tem enfrentado uma muralha na Aneel para conseguir agrupar suas cinco concessões de distribuição de energia em São Paulo e no Paraná. A medida é considerada estratégica no grupo para melhorar a rentabilidade das empresas. Enquanto as outras distribuidoras da Energisa trabalham com margem de lucro variando de 15% a 20%, as concessões do Sudeste têm apresentado continuamente resultado inferior a 10%. O assunto foi colocado em audiência pública, mas um parecer interno da área técnica da Aneel faz uma série de ressalvas ao pleito, que deverá resultar em reajustes tarifários por causa dos custos de consolidação

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05.12.16
ED. 5509

Energisa

A família Botelho, sempre tão discreta, está alardeando que tem R$ 3 bilhões no caixa da Energisa para ir às compras em 2017.

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27.10.16
ED. 5484

Restam dois

 O  governo conta com a participação da Energisa e da State Grid no leilão da distribuidora goiana Celg , marcado para novembro.

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24.08.16
ED. 5440

Energisa

 Controladora da Celtins, a Energisa negocia a compra dos 25% restantes da distribuidora que ainda pertencem ao governo do Tocantins. A julgar pela urgência do estado em fazer caixa, a família Botelho não deverá ter muita dificuldade em fechar o negócio. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Celtins e Governo de Tocantins.

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29.07.16
ED. 5422

Cadeira cativa

A Energisa, da família Botelho, é vista na própria Eletrobras como a mais forte candidata à compra da Celg. O leilão da distribuidora goiana está marcado para o próximo dia 19.

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17.06.16
ED. 5392

Energisa

 Há fortes rumores no mercado de que por trás da oferta pública de ações da Energisa, anunciada no último dia 3, está o interesse da família Botelho de reduzir drasticamente sua participação na empresa. Os controladores detêm 75% das ONs. Pretendem ficar com 51%. Procurada pelo RR, a Energisa não comentou o assunto.

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03.08.15
ED. 5176

Brookfield enxerga uma porta aberta na Energisa

Segundo o RR apurou, a Brookfield já montou um grupo de trabalho com a missão de analisar a aquisição. É uma temporada de contas e mais contas na empresa. A fonte do RR o autoriza a apostar na conclusão do negócio. A compra de uma fatia do capital da Energisa daria aos canadenses assento no sexto maior grupo de distribuição de energia do país por número de clientes, aproximadamente 6,2 milhões, e o sétimo em receita líquida – a cifra deve bater nos R$ 10 bilhões neste ano. São números que a própria Brookfield ajudaria a inflar. Seus aportes permitiriam à Energisa partir para a compra de distribuidoras de maior porte, como a capixaba Escelsa, antigo sonho de consumo dos Botelho.

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23.02.15
ED. 5065

Energisa

 O balcão de negócios da família Botelho segue a pleno vapor. Após vender um lote de geradoras para a Brookfield, por R$ 1,4 bilhão, a Energisa deverá agora se desfazer de sua fatia de 20% na Companhia Industrial Cataguases. A participação na fabricante de tecidos é uma excentricidade que não cabe mais nos tempos atuais do grupo. Afinal, a compra da Rede Energia trouxe a reboque um passivo de R$ 6 bilhões. ,

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