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03.11.17
ED. 5738

Safra de startups

A Embrapa está semeando parcerias com startups internacionais. Os acordos sobre a mesa vão da criação de tecnologias para a produção agrícola ao desenvolvimento de sementes. De certa forma, serve como um estepe diante da longa demora do Congresso em aprovar a implantação da Embrapatec, braço que permitiria à Embrapa fechar associações com grupos privados do setor.

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04.04.17
ED. 5592

Nova semente

Blairo Maggi tem se empenhado pessoalmente para que o Congresso aprove até junho o projeto que cria a Embrapatec. Bayer, Syngenta e outros grupos que pretendem se associar ao futuro braço comercial da Embrapa agradecem.

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20.07.16
ED. 5415

Blairo Maggi veste o figurino de vendedor da Embrapatec

 Entre os “produtos” agropecuários brasileiros que o ministro Blairo Maggi pretende vender em seu tour pelo exterior, previsto para os meses de julho e agosto, há um em especial: a Embrapatec, a futura subsidiária da Embrapa voltada à comercialização de biotecnologias desenvolvidas pela estatal. A missão de Maggi é atrair grandes grupos internacionais da área de agrociência para se associar à nova empresa. Na mira, grupos como Bayer, Basf e a suíça Syngenta. O governo ainda estuda o melhor modelo para o acasalamento entre a Embrapatec e o capital privado, mas, a princípio, a intenção é oferecer ao mercado uma participação superior a 51%. Até porque esta é uma das premissas para a criação da subsidiária: permitir a “privatização” da Embrapa, por meio do seu braço comercial, sem que seja necessária a privatização da Embrapa.  O ministro Blairo Maggi tem se empenhado pessoalmente para acelerar a votação do projeto de lei que autoriza a criação da Embrapatec, encaminhado ao Congresso no último mês de maio, ainda no governo de Dilma Rousseff. Maggi articula com os líderes da bancada ruralista, em especial o deputado gaúcho Luiz Carlos Heinze, a tramitação da proposta em caráter de urgência urgentíssima. Para o governo, o grande ganho não virá da privatização em si da Embrapatec, mas, sim, da expectativa de que a própria Embrapa dependa cada vez menos do orçamento federal. Estima-se que a abertura da subsidiária e a montagem de uma estrutura comercial no exterior sejam capazes, já no primeiro ano, de triplicar o faturamento da estatal com a venda de tecnologias. Hoje, a Embrapa tem uma receita própria de apenas R$ 120 milhões por ano, que não cobre sequer 5% do seu orçamento, em torno de R$ 3 bilhões.

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06.11.15
ED. 5242

Katia Abreu arranca a Embrapatec pela raiz

 Katia Abreu não admite mais rodeios: custe o que custar, a Embrapatec, braço de participações da Embrapa, vai sair do papel no início de 2016. A ministra da Agricultura identificou que o maior entrave ao projeto, que se arrasta há dois anos, está dentro da própria companhia. Caberá ao presidente da estatal, Mauricio Lopes, desarticular os feudos de resistência à iniciativa. Para cumprir a missão, terá de começar por ele próprio, que, na visão de Katia Abreu, jamais teria movido uma palha para consumar a criação da subsidiária. E, assim como ele, haveria muitos dentro da estatal, da diretoria à área técnica, “embrapianos” de carteirinha que enxergam na Embrapatec uma espécie de privatização camuflada da empresa de biotecnologia.  A Embrapatec é um estepe para a frustrada proposta de abertura de capital da Embrapa. A subsidiária de participações terá a prerrogativa de se associar a grandes grupos internacionais para desenvolver um determinado projeto. O projeto é flexível e permite que a estatal tenha participações minoritárias em joint ventures. É justamente aí que reside a maior bronca entre o corpo técnico da companhia.

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