Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
14.09.17
ED. 5704

Caldeirão

Agora é 100% certo. O apresentador Luciano Huck encomendou pesquisa para a avaliação das suas chances em uma eventual candidatura à Presidência da República.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

tv-rr-5673
01.08.17
ED. 5673

Fundo partidário e TV podem virar um “cheque ao portador” em 2018

Enquanto os holofotes se voltam ao pedido de abertura de inquérito contra Michel Temer, partidos da base aliada e da oposição aproveitam as penumbras do Congresso para colocar mais um jabuti na árvore da reforma política – diga-se de passagem, um quelônio capaz de fazer diferença nas eleições de 2018. Trata-se da chamada “emenda da portabilidade”, que permitiria ao parlamentar carregar consigo o tempo de TV e o fundo partidário em caso de troca de sigla. Nos últimos dias, as negociações para a inclusão da proposta no projeto de lei da reforma política, de relatoria do petista Vicente Candido, avançaram muitas jardas.

A mudança passaria a valer já na próxima “janela partidária”, a princípio prevista para março do ano que vem. Desde 2015, os congressistas que viram casaca não têm direito de levar para a nova sigla sua parcela no tempo de TV e no fundo partidário. Ou seja: saem de mãos abanando.

Caso se confirme, a reviravolta aumentará consideravelmente o “passe” dos parlamentares que atravessarem a “janela da infidelidade”. Até porque eles próprios carregarão no bolso uma espécie de cheque ao portador. Não custa lembrar que, em sua campanha à presidência da Câmara, o próprio Rodrigo Maia prometeu trabalhar pela portabilidade.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Anthony Garotinho já está afiando as garras para as eleições ao governo do Rio em 2018. Voltou a ter um programa de rádio e está à procura de um horário na programação da TV aberta. Vai também intensificar a produção de vídeos para as redes sociais. Isso para não falar do seu blog, cuja maior especialidade é bater em Sergio Cabral e no PMDB.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.03.17
ED. 5581

Bolsonaro cola ainda mais sua candidatura no eleitorado de farda

Jair Bolsonaro irá menos aonde o povo está do que aonde a soldadesca se reúne. A decisão não é oriunda de uma estratégia rasa: como Bolsonaro tem o contingente das forças nacionais de segurança como sua base de sustentação eleitoral, nada mais natural do que fortalecer sua candidatura junto a esse segmento. O raciocínio é um pouco mais sofisticado.

Bolsonaro identifica dois pontos críticos para galvanização do eleitorado de massa: a vacância de autoridade e a brutal crise de credibilidade. Quanto mais o parlamentar se aproxima do seu grupo de apoio mais a sociedade tende a identificá-lo como detentor da franquia. A lógica do capitão-candidato é intensificar sua programação de viagens por diversos estados para participar de encontros, eventos e ações organizadas por policiais militares e civis, bombeiros e guardas municipais.

A prioridade, é claro, serão as Forças Armadas, consideradas hoje o estamento mais confiável pela sociedade. No último dia 13, durante a audiência entre representantes da Polícia Civil do Rio, em greve desde 20 de janeiro, e a Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Flavio Bolsonaro, um dos filhos de Jair Bolsonaro, portou-se como se fosse um dos líderes da greve da Polícia Civil. Em vários momentos, chegou a defender a continuidade da paralisação. No momento oportuno, Bolsonaro espera que esse engajamento resulte em manifestações de apoio e crescimento nas pesquisas eleitorais. Suas bandeiras são o desenvolvimento, a moralização e o resgate da autoridade, através da presença democrática do representante das forças de segurança como comandante em chefe da Nação.

Em 2016, Bolsonaro esteve presente ou foi mencionado em diversos dos movimentos e protestos da área de segurança, tais como o da PM e bombeiros de Pernambuco; bombeiros, policiais civis e militares na área de desembarque do Aeroporto do Galeão, onde foi estendida uma faixa com os dizeres “Welcome to hell”; e PM de Minas Gerais. Neste ano, pontificou na greve da PM no Espírito Santo e no protesto de mulheres de policiais militares, que atingiu 27 dos 39 batalhões do Rio de Janeiro. Em conversa com o RR, Flavio Bolsonaro negou que o pai fará uma campanha de uma nota só, voltada prioritariamente ao eleitor de farda.

No clã, o entendimento é que hoje a candidatura de Bolsonaro tem representatividade e eco nos mais diversos segmentos da sociedade. Se as redes sociais são o palanque do século XXI, talvez essa observação não esteja de todo errada. Com 3.927.748 seguidores até a noite de ontem, o capitão Bolsonaro está a apenas 400 mil pessoas de se tornar o político brasileiro com a maior comunidade no Facebook, superando Aécio Neves. Para se ter uma ideia do seu poder de alcance nas mídias sociais, uma publicação postada pelo deputado federal no último dia 12 de fevereiro saudando a passagem do Exército pela cidade de Vitória teve quase dois milhões de visualizações.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Flavio Rocha, da Lojas Riachuelo, saiu na frente. Já está em campanha junto ao empresariado paulista pela candidatura de João Doria à presidência.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

doria-rr-5563
17.02.17
ED. 5563

Doria e ACM Neto é a chapa puro sangue da Fiesp

O empresariado de São Paulo, em especial a banda de música da Fiesp, está excitado com a chamada chapa “Messi e Neymar” para disputar as eleições de 2018. A dobradinha já tem até slogan: “Dois artilheiros na presidência e vice-presidência do Brasil”. O Messi em questão é o onipresente prefeito de São Paulo, João Doria, que parece disposto a não sair da mídia até concretizar seu sonho de poder.

O Neymar, por sua vez, vem do Nordeste. É o atual prefeito de Salvador, Antônio Carlos Magalhães Neto, provavelmente o alcaide mais popular do país – na última eleição venceu com 74% dos votos no primeiro turno. Ambos teriam, caso a campanha começasse hoje, de abdicar de mais de 1.520 dias de governo nas suas cidades. Nos respectivos partidos, PSDB e DEM, ao que consta não foi sequer cogitada uma chapa com os dois políticos. Aliás, “políticos” é quase uma licença poética, pois Doria e ACM Neto se intitulam gestores antes de tudo. É justamente a ideia de renovação, cara limpa e novas práticas que inspira os endinheirados a apostar na dupla.

A fonte do RR diz que algum badalo na mídia e uma pesquisa de opinião na hora certa bastam como rastilho de pólvora para a candidatura. E PSDB e DEM se misturam como café com leite. Não se trata de uma solução simples, pelo menos do lado dos tucanos, que têm três nomes na disputa pela candidatura: Aécio Neves, Geraldo Alckmin e José Serra. O que estimula o empresariado pró-Doria e ACM Neto, entretanto, é a falta de drive de Aécio e Alckmin nas pesquisas.

No último Datafolha, o senador tinha 11% contra Lula reinando com 25%. Alckmin, por sua vez, não passava de 8% e dava mais um pontinho a Lula, que atingia 26%. José Serra já se tornou até carta fora do baralho nessas sondagens. Um dado relevante: Dória e ACM Neto estão limpinhos, o que é uma ironia quando se fala na Operação Lava Jato, uma emporcalhadora de imagens. Ao que se sabe, nem Alckmin nem Aécio estão tão longe da alça de mira da força tarefa de Curitiba. E Michel Temer? Dória e ACM Neto terão, somados, apenas mais 17 anos do que Michel Temer, caso ele se elegesse para a presidência em 2018 e terminasse o mandato (81 anos). Só uma coisa é certa em relação a uma aventura com a chapa “Messi e Neymar”. Não vai faltar dinheiro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.01.17
ED. 5546

De olho em 2018

Discretamente, o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero começa a burilar sua imagem de olho nas eleições ao Congresso em 2018.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.12.16
ED. 5509

Embate de direita

ACM Netto e Jair Bolsonaro nutrem a fantasia de uma disputa entre direita e extrema direita em 2018. Talvez por isso estejam sendo tão arrastadas as conversas para o ingresso de Bolsonaro no DEM.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

artefb
30.11.16
ED. 5506

Togados lideram “eleição indireta para a presidência”

Se houver eleição indireta para presidente da República, os representantes do Judiciário terão predominância absoluta na disputa, com 67% de probabilidades de vitória. É o que indica uma sondagem feita pelo Relatório Reservado junto a sua base de assinantes – uma amostragem que reúne empresários, escritórios de advocacia, instituições financeiras, fundos de pensão e estatais. Para o RR, ressalte-se, eleição só na urna. Mas, diante das circunstâncias que cercam Michel Temer – acelerado derretimento político, o caso Geddel, o aperto do TSE, o risco Odebrecht etc – a newsletter fez a seguinte pergunta a seus assinantes: “Na sua avaliação, em caso de eventual vacância na presidência da República, quem tem mais chances de ser eleito pelo Congresso Nacional?” O equivalente a 3% do universo total da sondagem participou da consulta. Das 127 respostas, 29% apontaram a presidente do STF, Carmen Lúcia, como a mais forte candidata. Em segundo, com 23%, outro proveniente do Judiciário: o ex-ministro do Supremo Nelson Jobim. No quarto lugar, mais um egresso da “República dos Togados”: para 15% dos consultados, Gilmar Mendes seria o eleito pelo Congresso no caso do afastamento de Michel Temer.

 Em certa medida, a forte expectativa de que um togado comande um governo de transição reflete o momento de excessiva judicialização das grandes decisões nacionais. Pode-se depreender também que, no entendimento dos consultados, nenhum dos potenciais concorrentes ao Planalto em 2018 se sujeitaria a entrar em cena neste momento para cumprir um mandato-tampão. Talvez por isso o único enclave político nesse coeso bloco do Judiciário é um “candidato jubilado”: para 19% dos assinantes, Fernando Henrique Cardoso, apesar da sua idade avançada, surge como o terceiro nome com mais chances de vitória. Não obstante a reduzida popularidade entre o eleitorado em geral, FHC ainda manteria uma aura de condestável junto ao Congresso.

 Bem abaixo do quarteto que concentrou 86% das respostas viriam as zebras. Este bloco secundário é encabeçado por Rodrigo Maia, com 8% de probabilidade. Empatados, com 2% para cada um, dois personagens bem distintos: Jair Bolsonaro e Armínio Fraga. No primeiro caso, provavelmente os assinantes entendem que Bolsonaro seria o único com energia necessária – ou será autoritária? – para implementar as reformas estruturais de que o país precisa. Já a presença de Fraga indica que, para muitos, o governo de transição teria de se concentrar em uma única missão: o ajuste econômico. Curioso: Henrique Meirelles não foi lembrado em nenhuma das respostas. Se fosse há seis meses…

 Por fim, entre os outsiders dos outsiders, talvez a maior surpresa da lista: Abílio Diniz, com 1% das citações. Os “eleitores” de Diniz devem depositar em um bem-sucedido personagem da iniciativa privada a expectativa de uma gestão empresarial da máquina pública. Ao seu lado, também com 1%, mais um representante do Judiciário: Joaquim Barbosa. Ao que parece o julgamento do mensalão já caiu no esquecimento. E Sergio Moro? Potencial blockbuster das urnas, Moro seria traço em uma votação no Congresso. Afinal, que colégio eleitoral escolheria seu algoz?

 

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Henrique Meirelles e Ilan Goldfajn mantêm a relação de chefe e subordinado que tinham no Banco Central, no governo Lula. Melhor não mexer: talvez seja assim que as coisas funcionam bem. •••  Joseph Safra, que se mudou para Mônaco há cerca de seis meses, não tem planos de voltar tão cedo para o Brasil. •••  Comentário de um tucano de alta plumagem sobre a promessa de João Doria de não disputar a reeleição: “Ele vai repetir o Serra e deixar a Prefeitura em 2018 para disputar o governo do estado.” Vale o dito e o desdito. •••  Derrotado nas eleições, Pedro Paulo deve retomar seu mandato na Câmara dos Deputados antes mesmo do fim do governo de Eduardo Paes.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 O governador em exercício, Francisco Dornelles, consultou o ministro da Defesa, Raul Jungmann, sobre a possibilidade de a Força Nacional de Segurança permanecer no Rio em 2017. A princípio, o reforço vai só até as eleições.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Eduardo Paes recomendou a Pedro Paulo que pegue leve com Marcelo Freixo e Jandira Feghali. Ambos poderão ser muito úteis em um eventual segundo turno.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Embalado pela absolvição no STF da acusação de peculato, Celso Russomanno retoma a campanha à Prefeitura de São Paulo com uma mudança de estratégia. Tem poupado o prefeito Fernando Haddad de pesadas críticas, de olho no provável segundo turno contra Marta Suplicy ou João Doria.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Até ontem à noite, a agenda olímpica do candidato Pedro Paulo previa sua presença em mais de 70 eventos até o fim da Rio 2016, quase sempre ao lado do prefeito Eduardo Paes. Não demora muito vai ter concorrente acionando o TRE. Não custa lembrar que, oficialmente, a campanha eleitoral começa apenas em 16 de agosto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 No que depender do deputado federal Reginaldo Lopes, candidato do PT à Prefeitura de Belo Horizonte, o governador Fernando Pimentel ficará o mais longe possível da sua campanha. Lopes promete se esforçar para se desvincular do governador e, sobretudo, do rótulo de “candidato do Pimentel”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 O PT do Rio está virando às costas à ideia de apoiar a candidatura de Jandira Feghali (PCdoB) à Prefeitura. Culpa das gravações de Sergio Machado.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 A recém-aprovada Lei da Responsabilidade das Estatais já enfrenta um princípio de rebelião na base do governo federal. O senador peemedebista Dario Berger está vendo o seu plano de escolha da diretoria da Eletrosul virar poeira. Trata-se de uma reviravolta que deverá mexer, inclusive, nas eleições para prefeito de Florianópolis, onde está a sede da estatal. O candidato do PSD (do ministro Gilberto Kassab), apoiado pelo PMDB nacional, é o atual prefeito Cesar Júnior. Sem os cargos, o PMDB catarinense deverá recusar o apoio à reeleição de Júnior.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, trabalha desde já para ser o candidato do PSDB ao governo de São Paulo em 2018, com as bênçãos de Geraldo Alckmin.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Não é só Michel Temer que deverá passar por uma saia justa na cerimônia de abertura da Olimpíada, caso Dilma Rousseff decida comparecer ao evento. Para constrangimento de Eduardo Paes e de seu candidato a tiracolo, Pedro Paulo, Romário já avisou que pretende marcar presença entre as autoridades. A dois meses das eleições, aproveitará a efeméride para testar sua popularidade.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Paulo Rocha está cantando de galo que vai barrar as pretensões de Jader Barbalho de ter o apoio do PT para fazer o próximo prefeito de Belém e lançar seu filho, o ministro Helder Barbalho, como candidato a governador do Pará em 2018. O senador petista diz que já tem maioria no diretório da capital paraense para barrar a aliança com Jader. A ver se é só gogó.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.06.16
ED. 5390

Nova política, velho apoio

 O PP vai embarcar em peso na candidatura de João Doria Jr. a prefeito de São Paulo. O próprio Paulo Maluf já avisou que faz questão de se engajar na campanha e subir no palanque. Deve ser a tal “nova política” a que Doria tanto se refere

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Jorge Picciani e Eduardo Paes estão mais tensos do que os zagueiros que tinham de marcar o Baixinho. Ao olhar dos caciques peemedebistas, o recuo do serpenteante Romário em relação ao impeachment de Dilma Rousseff é um sinal de que ele poderá relançar sua candidatura a prefeito do Rio com o apoio do PT.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Os candidatos do PMDB do Rio às eleições municipais estão agoniados com as incertezas que cercam o futuro político de Eduardo Cunha. O presidente afastado da Câmara é peça chave para a montagem, digamos assim, do project finance das campanhas peemedebistas no interior do estado.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Uma fração do PT do Rio insiste em manter o apoio à candidatura de Pedro Paulo à Prefeitura do Rio. Os dissidentes são liderados por Adilson Pires, atual vice-prefeito de Eduardo Paes.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Jorge Picciani, um dos caciques do PMDB fluminense, está empenhado em dinamitar a candidatura de Pedro Paulo à Prefeitura do Rio. Na “linha de sucessão” do partido, o nome natural para disputar a eleição seria o de seu filho, Leonardo Picciani.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Bernardinho está cotado para ser o vice de Carlos Roberto Osório na disputa pela Prefeitura do Rio. Ao lado de Armínio Fraga, o treinador foi um dos grandes responsáveis pela ida de Osório para o PSDB.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Um dos caciques do PMDB defende que Pedro Paulo tenha uma mulher como candidata a vice nas eleições para a Prefeitura do Rio. As razões, de tão óbvias, nem precisam ser explicadas. Mas a sacada também pode virar alvo de chacota.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Eduardo Paes combinou com o governador Pezão e Sérgio Cabral que deflagrará a campanha de Pedro Paulo à Prefeitura do Rio antes mesmo da Olimpíada.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 O deputado federal Luciano Ducci (PSB) está disposto a enfrentar de qualquer jeito o prefeito Gustavo Fruet (PDT) na disputa por Curitiba. A carta na manga de Ducci é o apoio, ainda velado, do governador Beto Richa, de quem foi vice na prefeitura até 2010.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.11.15
ED. 5258

Horário eleitoral

 Michel Temer, aquele que diz “2018 só em 2018”, acalenta a ideia de produzir pequenos pronunciamentos para serem vinculados semanalmente nas redes sociais.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

23.11.15
ED. 5253

O que se passa na cabeça de Leonardo Piccinani?

 Leonardo Picciani tem passado ao largo de alguns importantes eventos do PMDB. Nos últimos 15 dias, não compareceu ao lançamento do documento “Uma Ponte para o Futuro – transformado numa festa particular de Michel Temer – e faltou a dois encontros seguidos de deputados do partido em Brasília, um deles organizado pelo bancada do Rio. Há quem diga que ele tem dedicado seu tempo às articulações para indicar o irmão, Rafael Picciani, como candidato do PMDB à Prefeitura do Rio. Puro diversionismo. No momento, Picciani só pensa naquilo: fazer campanha para suceder Eduardo Cunha na presidência da Câmara dos Deputados.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

23.11.15
ED. 5253

Atento a 2018

 Lula demarcou o terreno da sua candidatura à presidência, em 2018. Só disputará a eleição se alguém tiver um projeto de governo que destrua o que fez pelo social. Leia-se que qualquer candidato será tachado de ir contra o social.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

19.11.15
ED. 5251

Missão nordestina

  Aécio Neves está programando uma série de viagens por cidades do Nordeste. Segundo a recente pesquisa do Ibope, trata-se da região com o maior índice de rejeição ao tucano (51%). Aécio vai concentrar seu périplo em Trancoso, na Bahia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 A Rede Sustentabilidade quer aproveitar o episódio “Pedro Paulo” para lançar ainda neste mês a candidatura do ex-petista Alessandro Molon à Prefeitura do Rio.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 No staff de Eduardo Paes, a palavra de ordem é paciência. A aposta é que o escândalo envolvendo Pedro Paulo Carvalho, candidato à sucessão de Paes, só fica em cartaz no noticiário até o fim do ano.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Romário tem se aproximado de Eduardo Paes. É o velho faro de artilheiro. O senador e potencial candidato à Prefeitura do Rio acredita que o apoio de Paes poderá cair no seu colo, como uma das tantas bolas que se ofereciam a ele na quina da pequena área. Como se sabe, o eterno candidato de Paes, Pedro Paulo Carvalho, caminha sobre uma corda bamba desde que teve seu nome citado no noticiário policial.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Agora que o Rede Sustentabilidade deixou de ser um partido fantasma, correligionários de Marina Silva defendem que ela deve se candidatar à prefeitura do Rio ou de São Paulo em 2016. Se vencer, ótimo! Se perder, ganha cancha para 2018.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Luciano Huck deverá ser o animador de campanha de João Doria Jr., caso ele saia como candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo. Como se imagina, Huck traz na sua cauda metade da Rede Globo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Frase que teria sido disparada por José Serra durante o jantar de lançamento da pré- candidatura de Andrea Matarazzo à Prefeitura de São Paulo: “Só quem apoia o João Doria é o Aecio Neves, que vota em Minas e mora no Rio”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.