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09.10.17
ED. 5721

As perigosas curvas da EcoRodovias

As tratativas para o aumento da participação da italiana Gavio no capital da EcoRodovias têm passado por solavancos. Em paralelo às negociações com a família Rego Almeida, o grupo europeu estaria comprando ações da empresa em mercado. A movimentação levou atritos à mesa de negociações e acendeu um sinal de alerta entre os herdeiros de Cecilio do Rego Almeida em relação às intenções dos italianos. Segundo a fonte do RR, o acordo pode até sair, mas com uma série de amarras que impeçam a Gavio de avançar sobre o controle da holding de concessões.

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28.08.17
ED. 5692

Porto sem âncora

A EcoRodovias está garimpando na China um comprador para o Ecoporto, seu terminal de contêineres no Porto de Santos. Quem leva o mandato debaixo do braço é o Credit Suisse. Deficitário, o empreendimento já custou aos herdeiros de Cecilio do Rego Almeida uma baixa contábil de R$ 545 milhões.

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08.08.17
ED. 5678

Ecorodovias põe seus sócios no devido lugar

Há arestas pontiagudas a serem aparadas nas negociações para o aumento da participação da italiana Gavio no capital da Ecorodovias. Os herdeiros de Cecílio do Rego Almeida rechaçam o grau de interferência na gestão da companhia pleiteado pelos sócios. Desde já, a família está sentindo o cheirinho de uma futura tentativa de take over da holding de concessões rodoviárias – na imprensa italiana, inclusive, a Gavio tem falado em “incorporação” dos resultados e operações da empresa brasileira. O negócio pode até sair, mas em um tom abaixo do que os italianos pretendem.

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27.06.17
ED. 5648

Rodoanel, capítulo final

Promete ser acirrada a disputa pelo trecho norte do Rodoanel, o último segmento a ser licitado. O RR apurou que o Pátria Investimentos e a EcoRodovias, dos herdeiros de Cecilio do Rego Almeida, vão entrar no leilão. O governo paulista quer colocar o edital na rua até 30 de julho.

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17.05.17
ED. 5620

Terceira chance

A EcoRodovias bateu o martelo: vai disputar o leilão da Rodovias do Litoral, um lote de R$ 2,4 bilhões que será licitado pelo governo Alckmin no segundo semestre. Neste ano, a empresa dos herdeiros de Cecilio do Rego Almeida está invicta em São Paulo: participou de dois leilões rodoviários e perdeu ambos.

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26.08.16
ED. 5442

Sem cancela

 Ecorodovias ameaça simplesmente devolver a concessão da ponte Rio-Niterói caso seja aprovado no Congresso o projeto de lei do deputado Esperidião Amin (PPSC), que dá isenção de pagamento a quem for morador da cidade onde está instalado o pedágio. Com a proposta, a perda de receita da operação deverá chegar a 50%. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Ecorodovias.

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23.02.16
ED. 5312

Brookfield

 A Brookfield está cercando todos os modais de transporte no Rio. Além das negociações para a compra da Invepar, operadora do Metrô carioca e da Linha Amarela, tem interesse na concessionária da Ponte Rio-Niterói. A EcoRodovias, que assumiu a operação há menos de um ano, não quer seguir sozinha no negócio. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: EcoRodovias e Brookfield.

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23.12.15
ED. 5275

A sinuosa estrada entre a CR Almeida e Beto Richa

 Em meio aos rumores sobre a venda da CR Almeida, os herdeiros de Cecilio do Rego Almeida tremulam a bandeira branca na direção de Beto Richa. A reaproximação com o governador do Paraná tem sido conduzida por Marcelo Almeida, um dos acionistas do grupo. Na prática, o ex-deputado federal está reconstruindo a ponte que ele mesmo dinamitou. Em 2014, em sua campanha para o Senado, Almeida fez duros ataques a Richa. Acabou angariando um adversário para o grupo.  A tentativa de armistício com Richa carrega alta dose de pragmatismo. Nos últimos meses, Richa tem ameaçado rever os contratos de concessão de rodovias estaduais, sob o argumento de que alguns são lesivos aos interesses do Estado. Para muitos, o tiro tem endereço certo. A medida atingiria em cheio a Ecorodovias, da CR Almeida, que administra duas estradas. O risco de perda das licenças afetaria a precificação do grupo no caso de venda do controle. Consultado, o governo do Paraná confirmou estar disposto a renovar as concessões mediante novas exigências, como redução de tarifas e aumento dos investimentos. A CR Almeida, por sua vez, não quis se pronunciar.

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01.12.15
ED. 5259

Barca chinesa

 Os chineses estão esticando mais um tentáculo na área de infraestrutura no Brasil. A CS Group fechou acordo para fornecer sete embarcações à Barcas S/A, leia-se Ecorodovias. É apenas a primeira travessia. A CS negocia contratos com concessionárias do Norte e Nordeste e deverá montar uma base de operações no país.

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17.11.15
ED. 5249

Para onde vai a estrada da CR Almeida?

 As placas na estrada indicam que faltam poucos quilômetros para os herdeiros de Cecilio do Rego Almeida desembarcarem do controle da CR Almeida. A companhia estaria desativando o escritório de São Paulo, medida que deverá se estender também à filial do Rio de Janeiro. Na sede do grupo, em Curitiba, fornecedores e prestadores de serviços teriam sido convocados para negociar uma drástica redução dos valores de seus contratos. Vistas de maneira isolada, parecem medidas até comezinhas, forçadas pela conjuntura econômica e pelo impacto da Lava Jato sobre a área de infraestrutura como um todo. No entanto, se coladas a outras peças, está formado o mosaico da venda do controle da CR Almeida e, por extensão, da EcoRodovias, seu braço na área de concessões. A CR Almeida nega a venda do controle e as medidas de corte de custos. Mas, já há algum tempo, espocam boatos sobre a saída da família do negócio. O nome da Merrill Lynch é citado como provável adviser. Entre os candidatos estaria a canadense Brookfield. Motivos para a decisão não faltam. A crise na área de construção e a escassez de crédito se juntam a crescentes desentendimentos familiares e aos baixos resultados da EcoRodovias. No terceiro trimestre, a receita e o lucro da empresa caíram 3%.

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10.08.15
ED. 5181

Ecorodovias aterrissa no aeroporto de Brasília

Derrotada nas licitações dos aeroportos do Galeão e de Guarulhos, a Ecorodovias não desiste do seu sonho de Ícaro. Em meio à Lava Jato e à retração dos investimentos em infraestrutura, a companhia abriu negociações com a argentina Corporación América para a compra de 50% da Inframérica. A holding é concessionária do aeroporto de Brasília, além do terminal de São Gonçalo do Amarante (RN). Segundo fontes que acompanham as negociações, a oferta da Ecorodovias gira em torno de R$ 350 milhões, um pouco abaixo, portanto, dos R$ 400 milhões pagos pela Corporación América à Engevix. A concessionária, controlada pela CR Almeida, acena também com futuros aportes e um bilhete marcado para os próximos leilões do setor. De acordo com as mesmas fontes, o principal alvo do interesse é a concessão do Aeroporto Salgado Filho, de Porto Alegre. Procurada, a Corporación América negou a venda de parte da Inframérica, mas disse não descartar “novos parceiros para os próximos leilões”. O braço de concessões da CR Almeida vive uma dicotomia. No setor, muitos se perguntam qual é a verdadeira Ecorodovias: a empresa que vence seguidos leilões de concessões rodoviárias, como no caso recente da Ponte Rio-Niterói, ou a que não consegue deslanchar seu planos de expansão e cumprir a meta de entrar em novos segmentos de negócio, notadamente na gestão de aeroportos? A companhia espera quebrar esta bipolaridade muito em breve. As conversações foram deflagradas há cerca de um mês. Trata-se da perfeita simbiose entre a vontade de comprar e, sobretudo, o desejo de vender. Se a Ecorodovias tenta preencher uma lacuna em seu plano de negócios, a Corporación América, do empresário portenho Eduardo Eurnekian, quer ocupar o mais rapidamente possível o assento deixado pela Infravix. Sem musculatura suficiente para seguir no negócio, a empresa do Grupo Engevix vendeu sua participação de 51% no consórcio para os argentinos. A Corporación América, no entanto, não tem o menor interesse de pilotar esse Boeing sozinha. O plano de voo exige investimentos da ordem dde R$ 1,5 bilhão, divididos quase que igualitariamente entre os aeroportos de Brasília e de São Gonçalo do Amarante.

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15.04.15
ED. 5101

Água e concreto

A EcoRodovias, que está assumindo a concessão da Ponte Rio-Niterói, se articula para ficar também com a Barcas S/A. A CCR, atual responsável pela operação, não vê a hora de pular fora do negócio. A Barcas S/A acumulou um prejuízo superior a R$ 100 milhões nos últimos dois anos. Além disso, o negócio perdeu muito do seu sentido estratégico depois da recente derrota da CCR na licitação da ponte. O grupo está deixando a concessionária depois de 20 anos.

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02.01.14
ED. 4808

Atropelamento Á  vista na Ecorodovias

 Marcelino Rafart de Seras, presidente da Ecorodovias, vem sendo cobrado, dia sim e outro também, pelos acionistas da empresa leia-se os herdeiros de Cecílio do Rego Almeida. Seras tem mais alguns poucos quilômetros pela frente para mostrar serviço e acelerar os planos de expansão da companhia. O desgaste com os controladores da Ecorodovias está relacionado aos recorrentes fracassos da empresa nos leilões de concessões de infraestrutura. Os acionistas jogam o peso pelas seguidas derrotas nos ombros do executivo, responsável pela busca de parceiros e pela costura dos consórcios para os leilões. A ausência de investidores mais arrojados seria vista pelos controladores da Ecorodovias como a principal razão para os repetidos insucessos. A licitação do terminal portuário do Saboó, em Santos, prevista para o fim de março, poderá ser um divisor de águas nesta história. Se a Ecorodovias levar, Marcelino Seras ganha uma sobrevida; se perder, pode começar a arrumar as gavetas. Comparado a s recentes concessões de estradas e aeroportos disputadas pela empresa, o ativo em questão está longe de ser uma das sete maravilhas do mundo. No entanto, é estratégico para conferir escala a  operação da Ecorodovias em Santos, onde ela já administra um terminal portuário.

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