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21.08.17
ED. 5687

Cheque gordo

A cifra passou despercebida, mas, no trimestre passado, a BR Malls teve um gasto nada desprezível de R$ 8,8 milhões. Foi o valor que o ex-CEO Carlos Medeiros embolsou ao deixar a companhia. Depois de dez anos mandando
e desmandando na empresa, Medeiros foi afastado do cargo pelos fundos Dynamo e Squadra.

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18.05.17
ED. 5621

Cartão vermelho milionário

O que se diz na BR Malls é que Carlos Medeiros, ejetado da presidência da empresa pela Dynamo e pela Squadra Investimentos, levou para casa uma indenização da ordem de R$ 20 milhões. É praticamente a metade da remuneração de toda a diretoria em 2016. Ou cerca de R$ 2 milhões para cada ano de Medeiros no cargo.

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05.05.17
ED. 5612

Fundos de investimento fazem uma faxina na BR Malls

A deposição do desafeto Carlos Medeiros da presidência da BR Malls – antecipada pelo RR na edição de 17 de janeiro – foi apenas o primeiro ato. Os fundos que assumiram o comando da gestora de shopping centers, à frente Dynamo e Squadra Investimentos, estão debruçados sobre um plano de reestruturação da companhia baseado no binômio aporte de capital e venda de ativos. As duas gestoras de recursos pretendem liderar um aumento de capital na BR Malls de até R$ 3 bilhões por meio de uma oferta de ações em bolsa.

A redução do portfólio, por sua vez, passará pela transferência de parte ou mesmo do controle integral de alguns empreendimentos. Segundo o RR apurou, a BR Malls já teria pré-elencado 16 shoppings – de um total de 44 – que devem ser colocados na gôndola. São centros comerciais de menor porte que não estão entre os três maiores de suas respectivas cidades ou regiões, a exemplo do Casa & Gourmet, no Rio, e Independência Shopping, em Belo Horizonte.

Os fundos querem se livrar do que consideram o pior dos legados da gestão de Carlos Medeiros, todo -poderoso da BR Malls por mais de uma década: um portfólio com excesso de ativos de baixa rentabilidade. No entendimento dos investidores, a antiga administração privilegiou a quantidade em detrimento da qualidade. Por esse ângulo, a premissa é que a BR Malls precisa “perder tamanho para crescer”.

Outra prioridade é aumentar os investimentos na modernização e manutenção dos empreendimentos. Pesquisas de opinião feitas recentemente pela empresa teriam mostrado expressivos índices de insatisfação dos usuários com o estado de conservação de shoppings da BR Malls. Coincidência ou não, entre as grandes administradoras do país, a companhia está entre as lanterninhas no quesito investimento em manutenção. No ano passado, destinou para esta finalidade apenas 4% do seu capex, mesmo percentual da Aliansce e atrás de Multiplan (5%) e Iguatemi (8%).

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17.04.17
ED. 5600

É tempo de “harmonia” na BR Malls

A Dynamo, que tomou as rédeas da BR Malls, não perdeu a oportunidade de dar uma estocada no executivo Carlos Medeiros, ex-todo-poderoso da empresa. Em relatório encaminhado a investidores na última terça-feira, afirmou que o Conselho de Administração da gestora de shoppings tem agora uma “composição mais harmônica e está preparado para pensar estrategicamente o futuro da BR Malls.” Na empresa, ninguém tem dúvidas quanto ao alvo da indireta mais do que direta. Medeiros saiu recentemente do board por pressão da Dynamo e de sua aliada, a Squadra Investimentos. Em maio, deixará a presidência da BR Malls, cargo que ocupa há mais de dez anos.

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08.02.17
ED. 5556

Domínio completo

A Dynamo e a Squadra Investimentos não entraram nos shoppings da BR Malls a passeio. Além de trabalhar pela saída de Carlos Medeiros da presidência, conforme adiantou o RR na edição de 17 de janeiro, a dupla também pressiona por mudanças na área financeira, hoje nas mãos do executivo Frederico Villa. Procurada, a Dynamo nega. Já a Squadra não se pronunciou.

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