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Relacionados

10.05.18
ED. 5864

Página (quase) virada

A Suzano tem até o fim de junho para decidir se exerce ou não a opção de compra das florestas da Duratex no interior de São Paulo, negócio estimado em R$ 1 bilhão. Por conta da fusão com a Fibria, o mais provável é que não.

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02.05.18
ED. 5858

Trator asiático

A Paper Excellence, que comprou a Eldorado Celulose da família Batista, é forte candidata também à aquisição de 20 mil hectares da florestas de eucalipto da Duratex em São Paulo. As reservas são avaliadas em US$ 300 milhões.

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29.03.17
ED. 5588

Torniquete na Duratex

A ordem na Duratex, braço industrial da Itaúsa, é apertar os cintos. A meta dos Setúbal é limar cerca de R$ 100 milhões em custos operacionais ao longo deste ano. Uma das medidas engatilhadas seria a suspensão temporária da produção na fábrica de Itapetininga (SP). Procurada, a Duratex negou a paralisação da unidade, mas não se pronunciou sobre o tamanho dos cortes.

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19.12.16
ED. 5519

Reação natural

A direção da Duratex/Itaúsa discute medidas mais duras, como cortes de produção, para fazer frente às perdas de receita e de rentabilidade da Deca. Nos nove primeiros meses do ano, a fabricante de louças e metais sanitários dos Setubal acumula uma queda do lucro de mais de 50%. A margem Ebitda caiu de 19% para 14%. A Duratex nega os cortes de produção.

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18.09.15
ED. 5209

Duratex tem um espaço reservado para os tubos da Tigre

O Itaú é o artífice de uma operação que poderá dar origem ao maior fabricante integrado de materiais de construção do país. Existem indícios de que o banco estaria em negociações com a família Hansen para a compra do controle da Tigre, líder do mercado brasileiro de tubos e conexões de PVC. A aquisição se daria por meio da Duratex, braço industrial da holding Itaúsa e controladora da Deca. Ao atarraxar todos estes canos numa só estrutura societária, os Setubal consolidariam um conglomerado industrial com faturamento da ordem de R$ 8 bilhões ao ano. O novo grupo seria líder absoluto em três segmentos da indústria de materiais de construção no país, com um terço das vendas de louças e metais sanitários, 40% de share na área de pisos e painéis de madeira e mais de 50% do mercado de tubos e conexões. A aquisição da Tigre é um desejo antigo do Itaú. A primeira investida se deu há cerca de três anos, mas as conversas não progrediram. Desta vez, há fortes indícios de que o desfecho será diferente. Em abril, Felipe Hansen, neto do fundador da Tigre, João Hansen Junior, ascendeu à presidência do Conselho de Administração. Desde então, a companhia teria mergulhado em um processo de reestruturação, cujo objetivo seria arrumar a casa para o futuro proprietário. Hansen está limpando antigos “passivos” da empresa. Segundo o RR apurou, a Tigre estaria demitindo vários funcionários com mais de 20 anos de casa. Ao mesmo tempo, o presidente executivo, Otto Von Sothen, vem implantando novas políticas de gestão e de meritocracia trazidas do setor financeiro. Outro sinal de que há algo maior prestes a acontecer na companhia. A família Hansen batizou de CRH o condomínio empresarial onde está localizada a matriz da fabricante de tubos. A medida denota uma preocupação em desvincular o empreendimento, que abriga outras empresas, da marca Tigre. Caberia ao Itaú/Duratex a missão de recuperar o elã da Tigre, que já rugiu bem mais alto no mercado brasileiro. Não obstante manter a liderança histórica do setor, o felino catarinense perdeu uma parcela expressiva do seu território – a companhia chegou a controlar quase 80% das vendas de tubos e conexões de PVC no país. A primeiríssima tarefa da Duratex seria frear a ascensão da Amanco. Em uma década, a multinacional de origem mexicana conquistou mais de 30% de share, seja por meio de uma agressiva política de aquisições de empresas de pequeno e médio porte, seja tirando mercado da própria Tigre. * A Tigre e a Dutarex não nos retornaram.

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