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11.10.16
ED. 5473

Etanol volta ao mapa da DuPont no Brasil

 A DuPont decidiu retomar os investimentos em biocombustíveis no Brasil. O grupo norte- americano vai tirar da gaveta o projeto de construção de uma planta de etanol flex, que pode utilizar tanto cana-de-açúcar quanto milho como matéria-prima. Ao todo, desembolsará cerca de US$ 150 milhões. O investimento é uma peça importante dentro da estratégia da DuPont no Brasil. Trata-se de um projeto fundamental para dar escala ao laboratório de biotecnologia industrial que os norte-americanos montaram no ano passado, em Paulínia (SP). A DuPont investiu mais de US$ 20 milhões para montar um centro de pesquisa e desenvolvimento de última geração no país, mas, até agora, ainda não conseguiu transformá-lo em fonte de receita. O laboratório não fechou qualquer contrato com usinas sucroalcooleiras.  O projeto da planta de etanol flex estava congelado há quase dois anos. A princípio, a DuPont condicionou sua execução à atração de parceiros. Não faltaram tentativas, com Sumitomo, Cosan e Copersucar. Mas nenhuma das conversas seguiu adiante. A necessidade de impulsionar o laboratório de Paulínia, associada à recuperação do mercado de etanol, levou a DuPont a tocar o projeto sozinha. • A seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: DuPont.

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24.03.16
ED. 5334

Costura

 A Sumitomo e a DuPont estariam costurando a criação de uma joint venture voltada à produção de etanol de milho no Brasil. As duas empresas negam as negociações. Não custa lembrar que a DuPont procura um sócio para o projeto há mais de um ano, desde que a Dedini, parceira original, entrou em recuperação judicial.

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13.10.15
ED. 5225

DuPont

A DuPont busca um novo sócio para o projeto de produzir etanol de milho no Brasil. A Dedini, em recuperação judicial, virou sabugo.

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30.07.15
ED. 5174

A Dedini

A Dedini está com um pé fora do acordo com a DuPont e a argentina Porta para produção de etanol de milho no Brasil. Falta à fabricante de equipamentos para usinas sucroalcooleiras o fôlego financeiro que a empreitada exige. As limitações teriam, inclusive, gerado uma série de divergências com os dois parceiros.

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28.01.15
ED. 5050

DuPont ainda é um grão de milho no mercado de etanol

Enquanto tenta se acertar com a sócia BP para tirar do papel a primeira fábrica da Butamax, joint venture focada na produção de biobutanol, a DuPont segue seu caminho tortuoso no Brasil. Os norte-americanos suam para montar uma produção de etanol de milho no país. O recente acordo firmado com a Dedini, fabricante de equipamentos para usinas, e com a Porta, dona de duas plantas na Argentina, é apenas um alívio imediato. Mas são movimentos que ainda estão longe de garantir uma operação com a dimensão idealizada pelo grupo. A Du- Pont não conseguiu até agora parceiros para viabilizar a construção da primeira usina de etanol de milho no país. Chegou a negociar com a Cosan e com a Copersucar, mas em ambos os casos as respostas foram negativas. A DuPont planejava vincular o acordo com a Dedini e a Porta, restrita ao fornecimento de equipamentos, tecnologia e insumos, a  instalação de novas usinas no Centro-Oeste para fornecer clientes a  própria joint venture. As unidades próprias serviriam ainda para incentivar a construção ou adaptação de usinas no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, o que daria, no curto prazo, massa crítica ao negócio. A região é a principal produtora do grão no país e uma das maiores no mundo. No entanto, a DuPont não conseguiu convencer suas sócias a adiar o lançamento da joint venture para 2016. Se insistisse, correria o risco de ficar sozinha. A Dedini, que teve expressivas perdas de faturamento nos últimos anos por conta da crise do setor, precisa o quanto antes de alternativas capaz de tirá-la do quase ostracismo. Já a Porta necessita urgentemente ganhar escala fora da Argentina. Apesar da obrigatoriedade da mistura de 10% de etanol a  gasolina no país vizinho, a empresa não está conseguindo ampliar a rentabilidade do negócio e precisa ter usinas em outros países da América do Sul. Mesmo diante do quadro nada favorável, a DuPont ainda tentará viabilizar, pelo menos, uma usina até o ano que vem. Para isso, deverá bancar sozinha o projeto e depois negociar a entrada de sócios. Um dos alvos da companhia a  futura sociedade é o grupo Amaggi, um dos grandes produtores de milho do país, com sede no Mato Grosso, que tem interesse em investir em biocombustíveis a partir desse grão. Procurada, a DuPont negou que esteja planejando a construção de uma planta de etanol de milho no Brasil.

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