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28.12.17
ED. 5775

Código de ética

Até o momento, não há qualquer movimentação na cúpula do PP pela exclusão de Paulo Maluf do partido. Por ora, a sigla permanece solidária ao companheiro presidiário. Diferentemente do que ocorreu no ano passado, quando o próprio presidente do partido, o notório Ciro Nogueira, abriu processo de expulsão contra Maluf. À época o ex-governador havia feito ataques à direção do PP pela barganha de cargos para votar contra o impeachment de Dilma Rousseff. Sem dúvida, muito mais grave do que ser preso…

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20.12.17
ED. 5770

Janot passa Dilma

O PT encomendou pesquisa para avaliar as chances de Dilma Rousseff como eventual candidata ao Senado por Minas Gerais. A ex presidente foi razoavelmente bem: seria eleita em segundo lugar. O primeiro nome da lista foi o do ex-Procurador Geral da República Rodrigo Janot, cotado para disputar o cargo. Levantamento da Paraná Pesquisas, realizado em outubro, trazia Dilma e Janot nas duas primeiras colocações, só que com as posições invertidas.

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O ex-presidente Lula tem sido ameaçado de morte. Pelo menos é o que diz um interlocutor íntimo. Segundo a fonte, Lula vai revelar as intimidações na audiência com o juiz Sérgio Moro, no próximo dia 13, em Curitiba. Daí para os comícios será um passo.


O testemunho de Antônio Palocci incriminando os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff é bombástico devido à proximidade intestina com ambos, mas não chega a ser revelador em relação aos depoimentos de Marcelo e Emilio Odebrecht. As “novidades” estão guardadas para a negociação da delação premiada. São mais de 50 empresas envolvidas com propinas.


A bomba H de Palocci sobre o setor privado vai surpreender pelo ineditismo dos nomes. O ex-ministro vai avançar em relação ao universo de 47 companhias que contrataram os préstimos de sua consultoria, a Projeto, entre 2007 e 20015.

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04.09.17
ED. 5697

Eike Batista é um pedaço da Reserva Nacional do Cobre

Um colecionador de direitos de exploração dos minérios na Reserva Nacional do Cobre encontra-se em prisão domiciliar. O ex-megaempresário Eike Batista possui cerca de 100 autorizações de pesquisa dos mais de 600 títulos de exploração na região mineralógica do Pará. As concessões de Eike foram distribuídas entre diversas empresas, um modelo, aliás, comum entre as companhias do setor, quando desejam evitar a demonstração de posse dos direitos minerários.

O empresário começou a garimpar as concessões quando a MMX ainda era a joia dos seus negócios. Chegou a discutir a abertura seletiva da Reserva do Cobre com a então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. O argumento, razoável por sinal, era que a medida evitaria uma “corrida do ouro” das companhias estrangeiras e de garimpeiros na Amazônia.

O principal foco de Eike na região era o ouro, mas também com incursões sobre o minério de ferro. O empresário tinha uma fixação pela Vale, que tentou adquirir ou até mesmo clonar (Projeto Minas Rio, que a Anglo American acabou comprando de Eike). Na época, o então presidente da Vale, o falecido Roger Agnelli, desafeto do Mr. X, concorria com o empresário por um quinhão naquela área – na tabela dos processos do Departamento Nacional da Produção Mineral (DNPM) há diversas solicitações feitas pela Docegeo, subsidiária de geologia da companhia.

O ex-presidente José Sarney, que foi “chairman” do Conselho Consultivo da mineradora de ferro de Eike no Amapá, teve participação ativa nas articulações para a extinção da Lei que criou a reserva mineral-ambiental. Por ironia do destino, é seu filho, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, quem hoje se posiciona contrariamente à exploração mineral na região. Consultado sobre a existência de requerimentos ou autorizações de pesquisa em nome de Eike Batista ou de empresa a ele pertencente, o DNPM enviou uma extensa relação de pessoas físicas e jurídicas, que não permite identificar a presença do empresário. O RR fez várias tentativas de contato com a assessoria de Eike, mas não obteve retorno por meio dos telefones disponíveis nem do site da EBX, que estava fora do ar até o fechamento desta edição.

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01.09.17
ED. 5696

Sindicato dos camaleões

Paulinho da Força, que apoiou o impeachment de Dilma Rousseff e se enganchou feito um trailer no governo Temer, pisca uma seta para o lado de Lula e outra para Geraldo Alckmin.

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28.08.17
ED. 5692

Escudo

O encalacrado governador Fernando Pimentel é hoje o maior entusiasta da ideia de que Dilma Rousseff dispute uma vaga no Senado por Minas Gerais.

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16.08.17
ED. 5684

Candidato do PMDB, sem o PMDB

Boa parte do PMDB virou as costas para a campanha de Eduardo Braga, candidato do partido no segundo turno das eleições no Amazonas. É o troco pelo fato de Braga, ex-ministro de Dilma Rousseff, ter se mantido contra o impeachment. Em maio, Braga já havia experimentado um petit dejeuner da vendetta de Temer com a demissão da então superintendente da Suframa, Rebecca Garcia, que ele havia indicado para o cargo.

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31.07.17
ED. 5672

Maquinista

Bernardo Figueiredo, que dirigiu a Empresa de Projetos Logísticos (EPL) e chegou a ser os quindins de Dilma Rousseff na área de transportes, está ciceroneando investidores sul-coreanos dispostos a investir em concessões ferroviárias. A primeira parada deverá ser o leilão da linha 5 do metrô paulista, em setembro.

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31.05.17
ED. 5630

Carta Magna

A tese do indulto animou o início da semana em Brasília. O perdão está previsto na Constituição, que, em seu artigo 84, inciso XII, dá ao presidente da República o direito de inocentar criminosos condenados. Quem indultaria Temer, se o caminho fosse esse, seria Rodrigo Maia, então no exercício interino da presidência. Até mesmo o conhecido “juiz Lalau”, condenado por desvios no TRT, teve seu crime de corrupção perdoado pela presidente Dilma Rousseff.

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30.05.17
ED. 5629

Antas de plantão

O RR não cansa de falar: o maior crime da chapa Dilma RousseffMichel Temer é a omissão nos acordos de leniência. É uma ignomínia que, com mais de 13% de desemprego no país, não haja nenhum caminho sem obstáculos da burocracia.

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