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24.06.16
ED. 5397

Danone compra para saltar no ranking

 Depois de colecionar derrotas na disputa com a arquirrival Lactalis no Brasil –, a concorrente comprou a área de lácteos da BRF e fábricas da LBR –, o presidente da Danone, Dario Marchetti, recebeu da matriz a ordem que esperava ansiosamente: virar a mesa no mercado brasileiro. Marchetti ganhou licença para comprar de uma só tacada duas empresas. Para encurtar a distância das líderes em laticínios, o executivo tem na prancheta de aquisições a Aurora, de Santa Catarina, e a paulista Embaré. Juntas tirariam a Danone da humilhante nona posição no ranking do setor e catapultariam a empresa para a vice-liderança, ocupada justamente pela Lactalis. O grupo passaria a ter uma produção anual de 1,5 bilhão de litros de leite, mais de 300% acima do que captou no ano passado. Para não ser derrotado novamente, Marchetti não apenas tomou a dianteira das negociações com a Aurora e a Embaré, antes de qualquer movimento da Lactalis, como também fez uma oferta de compra com porteira fechada.  As transações são consideradas pela matriz e pelo presidente da Danone como vitais para sua permanência à frente da companhia. Afinal, após um longo ciclo de crescimento da empresa francesa, com a multiplicação por dois da receita a cada cinco anos desde 2004, a Danone está em um ritmo de velocidade baixíssima. Marchetti, já há dois anos e meio no cargo, sofreu com uma forte queda da produção da empresa em 2015. Nem pode alegar ao board que o mercado está ruim para todos. Dos 15 maiores fabricantes de laticínios do país, mais da metade conseguiu aumentar a captação de leite. As seguintes empresas não se pronunciaram:  Danone.

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06.04.16
ED. 5342

Danone não come o biscoito da Arcor

 A Danone resolveu dar um xeque mate na sócia Arcor e encerrar a joint venture criada em 2004 para produção de biscoitos no Brasil, Argentina e Chile. A proposta sobre a mesa é que a Arcor fique com os 49% pertencentes à Danone. Pelo sim, pelo não, os franceses já teriam se adiantado e chamado o Crédit Agricole para sondar interessados. A joint venture tem 10% de market share no Brasil, uma fábrica em Contagem (MG) e outra em Campinas (SP) e é dona das marcas Triunfo, Aymoré, Danix e Break Up. O grupo francês há muito tempo já não morria de amores pela parceria. A disposição de ficar no negócio piorou ainda mais depois que a crise derrubou o consumo. A Danone não comenta o assunto. Já a Arcor nega o fim da joint venture.  Na realidade, o acordo tem sido muito mais útil para as operações da Arcor na América do Sul do que um bom negócio para a Danone. É um dos menos rentáveis do grupo francês, com crescimento das vendas de 2%. Pesa ainda a favor do desinteresse do grupo europeu a importância menor que o segmento de biscoitos passou a ter na estratégia global da companhia.  Os argentinos dificilmente terão condições de seguir no negócio sozinhos. A Arcor tem direcionado o seu esforço financeiro para atender à grande necessidade de capital destinada à modernização do seu parque industrial na Argentina. As 29 unidades de produção da empresa foram bastante castigadas pelos anos de recessão da era Cristina Kirchner. Além disso, a área de chocolate e de guloseimas da Arcor no Brasil tem sido um sugadouro de investimentos para expansão industrial, logística e marketing, subtraindo recursos que poderiam ser destinados à operação de biscoitos.

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04.12.15
ED. 5262

Leite na mesa

 Mesmo com recessão, vai ter sempre um lugar para o iogurte na geladeira do brasileiro. Esta parece ser a aposta da Danone, que vai investir cerca de R$ 200 milhões em uma nova fábrica de laticínios, localizada em Itapetininga (SP). A seguinte empresa não retornou ou não comentou o assunto:  Danone.

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16.07.15
ED. 5164

Bolsa iogurte

Por ora a crise ainda não chegou na Danone – como no setor de alimentos em geral. As vendas do grupo francês no Brasil cresceram quase 10% no primeiro semestre.

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01.10.14
ED. 4969

Coalhada

 Os primeiros meses de Dario Marchetti na presidência da Danone no Brasil têm sido um azedume só. O italiano é cobrado pela frustrada negociação para a compra da divisão de lácteos da BRF, que acabou nas mãos da grande rival Lactalis, também francesa. É pressionado ainda pelo achatamento das margens de lucro da empresa em 2014.

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05.08.14
ED. 4928

Copo duplo

A Lactalis estaria se unindo a  canadense Saputo nas negociações para a compra da divisão de lácteos da BRF. A concorrência é dura. Estão no páreo a também francesa Danone e a mexicana Lala.

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