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03.08.17
ED. 5675

Contencioso pesa sobre o balanço da Cyrela

Os resultados da Cyrela no primeiro semestre serão divulgados no próximo dia 11, mas, desde já, o que preocupa mesmo os minoritários é o balanço do terceiro trimestre. A incorporadora ainda avalia se vai provisionar parcial ou integralmente o valor de R$ 130 milhões referente ao contencioso com a Incortel Incorporações e Construções – ver RR edição de 29 de maio. Este é o custo estimado para o pagamento de indenizações e a reconstrução da área de lazer do condomínio Grand Parc Residencial Resort, em Vitória (ES), que desabou. Cyrela e Incortel, que tocaram o empreendimento em parceria travam uma disputa em torno da responsabilidade pelo acidente. A calibragem da provisão poderá afundar os resultados da companhia no vermelho. Para efeito de comparação, o valor total do processo é pouco menor do que o lucro registrado pela Cyrela durante todo o ano de 2016 (R$ 151 milhões).

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29.05.17
ED. 5628

Contencioso é a próxima obra da Cyrela

O empresário Elie Horn, dono da Cyrela, já está com uma legião de advogados para processar a Incortel Incorporações e Construções. Vai cobrar da empresa cada centavo dos R$ 130 milhões que terá de gastar na reconstrução do condomínio Grand Parc Residencial Resort, em Vitória (ES). A incorporadora de Horn joga na conta da Incortel, sua parceira no projeto, a responsabilidade pelo desabamento da área de lazer do condomínio. Procurada, a Cyrela não quis comentar o assunto. A Incortel, por sua vez, informou que a Serv Obras, construtora do Grand Parc, e a MCA Tecnologia, responsável pelo projeto estrutural, foram contratadas pela Vix One, da qual ela é sócia ao lado da Cyrela.

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19.05.17
ED. 5622

Tecnisa terá um 2017 “inesquecível”

Os tempos andam muito difíceis para as incorporadoras que não estão abrigadas sob a marquise do Minha Casa, Minha Vida. Que o diga a Tecnisa. Segundo o RR apurou, projeções da própria empresa indicam que o volume de lançamentos para este ano sequer passará de R$ 500 milhões, contra R$ 2,6 bilhões de 2016. Os investidores já deram a resposta, ao não subscreveram integralmente a recente oferta de ações da companhia. No fim das contas, a Tecnisa deve acabar nas mãos da Cyrela e de seu controlador, Elie Horn, que devagar devagarinho, tem aumentado sua participação acionária. Hoje, já detém cerca de 13%.

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08.05.17
ED. 5613

O novo “prédio” de Horn

Elie Horn, fundador da Cyrela, está garimpando negócios em outros setores, como a área de educação. Coincidência ou não, já tem a seu lado um expert no assunto: o ex-CEO da Estácio Rogério Melzi, contratado recentemente para a diretoria da incorporadora imobiliária. Horn montou um fundo com recursos próprios, com um patrimônio estimado em aproximadamente US$ 500 milhões.

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20.04.17
ED. 5603

Reconstrução

A Mac Empreendimentos Imobiliários, que encerrou uma joint venture de 11 anos com a Cyrela, já saiu em busca de uma nova “cara-metade”. O seu principal alvo seria a Gafisa.

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tecnisa-rr-5543
20.01.17
ED. 5543

Reforma da Tecnisa avança em clima de guerra fria

A reestruturação da Tecnisa tem sido extraída a fórceps pelos minoritários. É cada vez maior o incômodo com o empresário Meyer Joseph Nigri, fundador e principal acionista da construtora. As críticas, por ora feitas à boca pequena, vêm principalmente de Elie Horn, dono da Cyrela, que, desde junho do ano passado, já aportou mais de R$ 200 milhões na construtora.

Com 13,6% do capital, Horn tem o apoio de outros investidores pesos-pesados, a Dynamo e a Geração Futuro, de Lírio Parisotto, para mudar a gestão arcaica da Tecnisa. Nesse caso, sua força duplica: junto, o trio detém 26% da companhia. Mas todos esbarram em uma rocha: Meyer Nigri e suas idiossincrasias.

Nos últimos meses, meio que premido pelos números, pelas circunstâncias do mercado e pela pressão dos minoritários, Nigri fez algumas concessões. A Tecnisa fechou o escritório de Fortaleza e, em breve, fará o mesmo com as representações de Curitiba, Brasília e Manaus. Devolveu um andar inteiro na sede da Faria Lima, que estava ocioso. Boa parte dos projetos previstos para fora de São Paulo foi cancelada – a ordem é dar prioridade a empreendimentos na capital paulista voltados ao público de mais alta renda.

Como quem tomou um remédio amargo e não quer repetir a dose, Meyer Nigri acha que as decisões adotadas já estão de bom tamanho. Só que, do lado oposto, Elie Horn e os fundos de investimento querem muito mais, como a redução do banco de terrenos da empresa, hoje da ordem de R$ 6,5 bilhões. Se neste momento tal possibilidade estivesse ao seu alcance, o dono da Cyrela já teria partido para o take over da Tecnisa.

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pdg-rr-11
11.01.17
ED. 5536

Grandes construtoras querem distância do “Risco PDG”

Como se não bastassem os credores, que cobram uma dívida superior a R$ 7,5 bilhões, a PDG enfrenta um “motim” entre seus principais parceiros comerciais. Cyrela, Gafisa, Queiroz Galvão, entre outras construtoras, exigem o rompimento das Sociedades de Propósito Específico (SPEs) criadas em conjunto com a combalida companhia. A preocupação destas empresas é evitar que a crise financeira da PDG e um eventual pedido de recuperação judicial contaminem não só os projetos em comum, mas, por extensão, seus próprios negócios.

A porta para esta diáspora societária já está entreaberta. No fim do ano passado, a PDG e a HM1 – leia-se a Hemisfério Sul Investimentos e a gestora norte-americana Farallon – firmaram o descruzamento de suas participações em 18 SPEs. O “Risco PDG” é considerável. Uma recuperação judicial e a consequente suspensão dos pagamentos da incorporadora atingiriam em cheio os empreendimentos pendurados nas SPEs. Cyrela, Gafisa, Queiroz Galvão e cia. temem pelo pior: o gradativo colapso dessas sociedades.

Até porque, na luta pela sobrevivência, a tendência natural é que a PDG dê prioridade aos projetos que controla integralmente. A questão é como descosturar em tempo hábil a teia societária à qual a PDG está amarrada. A companhia está em mais de 700 SPEs, boa parte delas com a presença de terceiros. O distrato de cada uma dessas sociedades passa por complexas negociações de compra e venda das respectivas participações, a exemplo do que foi feito com a HM1.

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17.10.16
ED. 5476

Porta da frente

 Gradativamente, a Cyrela caminha para controlar 19% da Tecnisa – ver RR edição de 8 de agosto. Na última sexta-feira, anunciou já ter mais de 13% da incorporadora. E por que 19%? É o conveniente teto para não disparar a pílula de veneno (20%), o que obrigaria a Cyrela a fazer uma oferta pública.

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cryela-rr-08
08.08.16
ED. 5428

Cyrela chega como senhorio na casa da Tecnisa

 Nem tudo é o que parece ser na associação entre Cyrela e Tecnisa, fechada há pouco mais de um mês. Por trás do ingresso da primeira no capital desta última descortina-se uma operação na fronteira do take over. Para todos os efeitos, o fundador da Tecnisa, Meyer Joseph Nigri, permanecerá como o maior acionista individual, com 49%. Na prática, porém, foi como se tivesse entregado as chaves de casa ao concorrente. De acordo com uma fonte familiarizada com as negociações, Elie Horn, dono da Cyrela, terá carta branca na administração da empresa, sobrepondo-se ao próprio Nigri. Segundo o RR apurou, Horn teria exigido plenos poderes para conduzir a reestruturação da Tecnisa em troca dos R$ 100 milhões que está injetando emergencialmente na companhia. O aporte é fundamental para reforçar as pilastras da incorporadora, duramente afetadas pelos mais de cinco mil imóveis devolvidos nos últimos três anos sem a quitação dos contratos. Horn já apresentou seu cartão de visitas. Entre outras medidas, teria determinado uma drástica redução no banco de terrenos da Tecnisa, da ordem de R$ 6,5 bilhões, e a venda de projetos imobiliários em São Paulo.  O destino foi caprichosamente cruel com Meyer Nigri. Em 2007, ele rechaçou uma proposta de fusão com a própria Cyrela. À época, não aceitou trocar o figurino de controlador da Tecnisa pelo de minoritário em uma nova empresa, ainda que a empresa em questão já nascesse como uma das três maiores incorporadoras imobiliárias do país. Quase uma década depois, os caminhos das duas companhias voltaram a se cruzar e, desta vez, Nigri não teve escolha se não abrir a porta da frente e deixar o concorrente entrar, tornando-se um inquilino dentro de sua própria casa. Ao ceder os anéis, entregou também o controle majoritário da Tecnisa – antes do aporte de capital da Cyrela, sua participação era de 62%. Elie Horn, por sua vez, passará a deter 19% da incorporadora. E, ao que tudo indica, só não terá mais para não romper a barreira dos 20% e disparar a pílula de veneno prevista no estatuto da Tecnisa, o que o obrigaria a fazer uma oferta pública pelo restante das ações. Algo desnecessário, ao menos neste momento. Menos de um quinto do capital ordinário já foi o suficiente para alçar o empresário ao andar mais alto da companhia, se não de direito, ao menos de fato. Ainda assim, pessoas próximas a Horn dizem que ele só se sentirá realmente no topo com a reestruturação da Tecnisa e sua posterior incorporação pela própria Cyrela. Mas essa já é uma outra construção. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Tecnisa.

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28.07.15
ED. 5172

Elie Horn recua três casas na CCP

Não chega a ser uma queima de ativos, mas a venda de um colar de imóveis da Cyrela Commercial Properties (CCP) tem machucado profundamente a autoestima de Elie Horn. O empresário sempre foi um acumulador de projetos e empreendimentos e não um trader do setor imobiliário. Mas entre essa diferença e a pecha de perdedor vai uma distância muito grande. Sua intenção é salvaguardar ao máximo a joia da coroa, a carteira de edifícios corporativos, que inclui, entre outros, o JK Financial Center e o Faria Lima Financial Center. A primeira leva de ativos já está sobre o balcão. A companhia deverá reduzir ainda mais sua participação no centro logístico de Cajamar, do qual detém 50% – no ano passado, já havia vendido 25% para o fundo Canada Pension Plan Investment Board. A CCP planeja também negociar parte de suas ações em dois shopping centers, o Cerrado, em Goiânia, e o Metropolitano, na Barra da Tijuca, no Rio. Procurada pelo RR, a CCP diz “não ter processo de venda de ativos em curso.” Mas afirma que “olha oportunidades, tanto de venda como de compra de ativos”. Para bom entendedor… Nos últimos dois anos, a relação dívida líquida/Ebitda da CCP saltou de três para 7,8 vezes, o que levou a Fitch a rebaixar a nota de crédito da empresa. São esses números associados a um cenário de crise do setor que levam a crer que mais imóveis serão colocados na prateleira.

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22.06.15
ED. 5146

Será mesmo?

Marcus Elias – aquele mesmo que teve seus bens bloqueados; aquele mesmo da gestora de recursos Laep, cujo registro foi cancelado pela CVM – voltou. Pelo menos é o que ele próprio diz. Por onde passa, o investidor garante estar prestes a entrar em um grande projeto imobiliário em parceria com a Cyrela.

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