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06.11.17
ED. 5739

CVS avança sobre as farmácias da DPSP

Quase dois anos após a primeira incursão, a CVS está fazendo uma nova investida sobre a DPSP, holding que reúne as drogarias São Paulo e Pacheco. Com a aquisição, o gigante norte-americano, que já controla a bandeira Onofre, subiria muitos degraus no Brasil. Hoje, seu faturamento no país é da ordem de R$ 500 milhões. A receita da DPSP estimada para este ano é superior a R$ 7 bilhões. A CVS, por sinal, está no meio de um processo de arbitragem com os antigos controladores da Onofre, a família Arede, o que tem alimentando especulações sobre a negociação da bandeira aos próprias ex-acionistas. Consultada sobre o interesse pela DPSP, a CVS não quis comentar o assunto. Em relação à Onofre, afirmou que “não existe discussão de revenda” e que continua investindo na empresa. Já a DPSP não se pronunciou.

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12.01.17
ED. 5537

Ansiolítico

A BR Pharma, leia-se BTG, teria oferecido o controle da rede de drogarias Big Ben para a norte-americana CVS. Com mais de 260 farmácias, a bandeira esteve perto de ser vendida para o Grupo Ultra. No entanto, as negociações foram suspensas no fim do ano passado por falta de acordo em relação ao preço.

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 Além das negociações para a venda da Big Ben ao Grupo Ultra, a BR Pharma, leia-se BTG, também procura um comprador para a rede Farmais. A empresa, que reúne 400 drogarias no país, foi oferecida à norte-americana CVS . • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: BR Pharma e CVS.

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15.10.15
ED. 5227

Pacote fechado

O BTG está tentando empurrar a BR Pharma para a norte-americana CVS. A operação de André Esteves no varejo farmacêutico, que reúne mais de mil drogarias, só dá prejuízo – R$ 168 milhões apenas no primeiro semestre desse ano.

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11.08.15
ED. 5182

DPSP destila o ódio dos seus controladores

  A DPSP, holding que reúne as drogarias São Paulo e Pacheco, é um comprimido de Alka Seltzer num copo cheio d’água. No que depender dos 12 investidores egressos da São Paulo e donos de 40% do grupo, a associação que deu origem à segunda maior rede de farmácias do país vai virar borbulha. Eles querem vender sua participação no negócio. Para estes sócios, a convivência com a família Barata, antiga controladora da Pacheco, tornou-se praticamente insustentável. O motivo é o fracasso nas negociações para a venda da DPSP à norte-americana CVS, uma operação que permitiria aos acionistas do grupo embolsar cerca de US$ 2 bilhões. Os antigos acionistas da Drogaria São Paulo jogam a culpa pelo revés nas negociações com a CVS sobre os ombros da família Barata, do Rio de Janeiro. Inicialmente, o clã teria concordado com a proposta apresentada pelos norteamericanos. Quando tudo parecia se encaminhar para um acordo, os Barata teriam feito uma série de exigências, a maior delas um acréscimo de US$ 500 milhões em sua pedida. Na condição de majoritários, bateram a mão na mesa e não fecharam o negócio. Ressalte-se que esta foi a segunda vez em que o cavalo da CVS passou encilhado à frente da DPSP. Na primeira recusa, há cerca de um ano e meio, os ex-acionistas da Drogaria São Paulo engoliram o fim das negociações a seco. Agora, tudo indica, o copo d’água vai transbordar.

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16.03.15
ED. 5080

Pílula partida

 Bula antiterapêutica para a venda da Drogarias Pacheco São Paulo (DPSP) a  norte-americana CVS: de um lado, os antigos acionistas da São Paulo forçam a barra pela imediata negociação; do outro, a família Barata, fundadora da Pacheco, resiste a  oferta. Consta que o cheque gira em torno dos R$ 6 bilhões.

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