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23.01.18
ED. 5792

O “vai ou racha” do Estaleiro Atlântico Sul

O RR recebeu a informação de que Camargo Corrêa e Queiroz Galvão teriam retomado conversações para a venda do Estaleiro Atlântico Sul (EAS). As chinesas COOEC e Cosco estariam entre as interessadas no ativo – ambas prestam serviço à Petrobras. Procurada, a Queiroz Galvão nega a venda da sua participação. Já a Camargo Corrêa não quis se manifestar sobre o assunto. As circunstâncias nunca foram tão propícias à venda do estaleiro – dentro do que é possível chamar de “circunstâncias propícias” quando se trata de um empreendimento que carrega R$ 1 bilhão em dívidas e tem como sócios dois grupos criminalizados pela Lava Jato. O EAS experimenta uma rara maré enchente de contratos. Neste momento, está construindo cinco navios Aframax para a Transpetro. Além disso, deverá receber cerca de R$ 400 milhões do Fundo da Marinha Mercante.

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