Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
10.10.17
ED. 5722

Itaboraí, vulgo Pequim

A China National Offshore Oil se uniu à conterrânea CNPC nas conversas com a Petrobras para a construção de uma refinaria no Comperj. Em outra raia, a Shandong Kerui é forte candidata a instalar uma unidade de processamento de gás natural (UPGN) no local. Sobre a refinaria, a Petrobras não se pronuncia. Em relação à UPGN, diz já ter recebido quatro propostas e que o contrato será assinado no primeiro trimestre de 2018.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.09.17
ED. 5703

Cerco ao Comperj

Por enquanto não há manifestação de interesse por parte dos chineses na aquisição do Comperj, projeto da Petrobras abalroado pela Lava Jato. Mas Itaboraí (RJ) tem recebido uma invasão dos asiáticos. No centro da cidade, logo depois do bairro de Manilha, um prédio novinho será ocupado só por chineses.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

23.01.17
ED. 5544

Custo-Comperj

Desde setembro de 2015, quando as obras foram paralisadas, a Petrobras gasta por mês R$ 8 milhões com a manutenção do Comperj. Só o valor de um ano (R$ 96 milhões) daria para pagar mais de três vezes a remuneração dos executivos e conselheiros da empresa em 2016 – R$ 28 milhões. O custo do Comperj cobre uma equipe de 600 pessoas, entre engenheiros, técnicos, funcionários de limpeza e segurança.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.02.16
ED. 5301

“Demissômetro”

 No demissômetro da Petrobras, o Comperj dispara no ranking. Bateu a marca de 37 mil desligamentos, 97% do total.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.02.15
ED. 5067

Destino do Comperj estava escrito nas estrelas

Os saudosos ex-ministro e ex-presidente da Unipar, Raphael de Almeida Magalhães, e ex-diretor da Petroquímica União, Paulo Roberto Lemos, sobrinho de Roberto Campos, se bateram como cruzados contra o projeto do Comperj. Escreveram artigos nos jornais, foram ao governo, a  Petrobras. Isso quando o Comperj era um projeto pequeno, idealizado por Paulo Cunha para que o Grupo Ultra ficasse com uma fatia de 50% do bolo. Raphael e Lemos defendiam a expansão da Rio Polímeros, polo petroquímico localizado em Duque de Caxias, cujo site permite até a triplicação da sua capacidade. A Braskem, é bom lembrar, tem assento no Comperj e na Rio Polímeros. Os dois paladinos do bom senso petroquímico nem precisaram enxergar tão longe para cravar que o “projetão” era um gigante com pés de barro. O orçamento do Comperj decuplicou desde a planilha original, já meio megalomaníaca, feito por Paulo Cunha. Curioso é que o BNDES é que entrava com uma soma maior de recursos. No futuro, o papagaio seria quase todo cobrado a  Petrobras, que o transformou em um projeto político. Hoje, o Comperj encontrase parado, mesmo com 83% das obras concluídas, sem expectativa de retorno e previsão orçamentária indefinida. E o mais triste: com mais de quatro mil funcionários – cota da Petrobras – na rua da amargura. A Braskem sensatamente volta-se para a expansão da Rio Polímeros, muito, mas muito mais simples, faltando apenas um acerto de garantia de matéria- prima com a Petrobras. Se Raphael estivesse entre nós, soltaria aquela irresistível gargalhada zombeteira. Ele e Lemos brindariam ao rearranjo, ainda que tardio. Que falta fazem verdadeiros homens públicos!

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.