Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
03.10.17
ED. 5717

Votos e ex-votos

O Círio de Nazaré terá uma procissão de presidenciáveis. Jair Bolsonaro e João Doria já confirmaram presença – o
prefeito de São Paulo terá como anfitriã a cantora Fafá de Belém. Ciro Gomes também deverá participar do evento religioso.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.08.17
ED. 5683

Eles querem Ciro

Curioso: Ciro Gomes tem sido mais assediado pela imprensa estrangeira do que João Doria, hoje o mais cosmopolita dos políticos brasileiros…

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

12.07.17
ED. 5659

“Partido do Ceará”

O interesse “pátrio”, ao que parece, cala fundo no governador do Ceará, Camilo Santana. O petista tem defendido o nome do tucano Tasso Jereissati para suceder o presidente Michel Temer em caso de eleição indireta no Congresso. Desde já, apoia ainda a candidatura do também conterrâneo Ciro Gomes em 2018. E o PT, partido de Santana? Viria de vice, com Fernando Haddad.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.07.17
ED. 5658

Pautas: 2018 e Ciro Gomes

Lula reuniu-se com o ex-ministro Roberto Mangabeira Unger há cerca de duas semanas, em São Paulo. Falaram muito sobre 2018. E, claro, sobre Ciro Gomes.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

07.02.17
ED. 5555

Fortaleza

O economista Fabio Ataliba montou uma espécie de American Econometric Society digital. Trata-se de um grupo de economistas que se reúne no WhatsApp para discutir assuntos teóricos e debater a conjuntura. Participam nomes díspares como Marcos Lisboa e Marcio Holland. O curioso é que a fraternidade mobile tem predominância de economistas cearenses, alguns ligados ao candidato à presidência Ciro Gomes.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

14.12.16
ED. 5516

Ciro Gomes

Ciro Gomes pegou a peixeira. Cunhou em cada lado os codinomes de guerra Eliseu “Quadrilha” e Moreira “Escambo”. Sem comentários.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.10.16
ED. 5469

O outro PDT

 Até mesmo um cabra da peste como Ciro Gomes, candidato do PDT à Presidência em 2018, está cortando um dobrado para domar o partido no Rio Grande do Sul. Uma ala do PDT já lançou o nome do senador Lasier Martins para concorrer ao governo gaúcho. Ciro defende a candidatura do atual presidente do partido no estado, o deputado federal Darci Pompeo de Mattos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.09.16
ED. 5453

Bye, bye, Brazil

 Ciro Gomes, candidato à presidência, em 2018, pelo PDT, vai botar o pé na estrada. Nas próximas semanas, realizará o milagre da transmutação, visitando todos os diretórios estaduais do partido e participando da campanha em aproximadamente 100 cidades de médio e grande portes nas quais o PDT tem chances de vitória nas eleições municipais.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 O futuro da democracia brasileira passa, nas próximas semanas, pela antecipação da eleição direta para a Presidência, um pacto entre as principais lideranças políticas e os Poderes da República e a definição sobre a negociação de uma “janela” na Lava Jato para que o pleito possa se dar de forma soberana. A ordem dos fatores altera o produto. O pacto social antecede os demais, pois lubrifica as mudanças constitucionais necessárias e o novo ambiente institucional. O acordão por meio do qual pretende se legitimar as “Diretas Já” é primo distante daquele conspirado por Romero Jucá e Sérgio Machado. É motivado por intenções distintas, pode ser articulado e anunciado à luz do dia e, em vez de ser uma costura entre Eduardo Cunha, Michel Temer, Renan Calheiros et caterva, seria alinhavado, por cima, por Fernando Henrique Cardoso, Lula, Ciro Gomes, Dilma Rousseff, Jaques Wagner, Tasso Jereissati e, acreditem, Aécio Neves, além de empresários de primeira grandeza que voltaram a pensar no Brasil.  Os articuladores não acreditam em uma reação de Temer e sua turma, denunciando o “golpe dentro do golpe”, apesar de estarem atentos aos afagos cada vez mais explícitos do presidente interino aos comandantes militares. O professor de Direito Constitucional e suas eminências pardas sabem que a governança do país é extremamente frágil. Um “frentão” juntaria as ruas com a Av. Paulista e mudaria de direção o leme da imprensa. O espinho é o que fazer com a Lava Jato, que, se por um lado, descortinou as tenebrosas transações com a pátria mãe tão distraída, por outro, gangrenou a democracia com a criminalização do futuro. A instituição de uma “janela” na nossa Operazione Mani Pulite seria uma concessão para que as eleições diretas já não se dessem no ambiente de investigações, delações e aceitação de provas forjadas que sancionam a culpa antes mesmo da denúncia. Pensa-se em algo derivado a partir do modelo de anistia com punições razoáveis criado para a repatriação do capital estrangeiro: quem confessa sua irregularidade não é criminalizado, mas paga multa pecuniária.  Todos os participantes desse programa de adesão espontânea não teriam seus direitos eleitorais subtraídos inteiramente, mas somente no próximo pleito. A condição para que o próprio infrator confessasse a “malfeitoria de fato” sem ser criminalizado esterilizaria os porões das investigações, nos quais a intimidade do cidadão é devassada e revelada no limite dos seus pensamentos inconfessáveis, que nada têm a ver com qualquer dos delitos aventados. É nesse ponto crucial que surge a importância simbólica de Sérgio Moro em toda essa arrumação. Caberia a ele validar a seguinte mensagem: a Lava Jato não morreu, a Lava Jato entrou em uma nova fase. E não vai ter “golpe” e crime estampado diariamente nas bancas de jornais. Vai ter eleição e vai ter governança.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

29.12.15
ED. 5277

Prato frio

 Ciro Gomes tem bem guardada no seu baú de mágoas uma entrevista dada por Fernando Henrique Cardoso dizendo que Roberto Mangabeira Unger salvou a pátria por ocasião das articulações ministeriais do seu governo. “Como não tinha ministério para o Ciro, o Mangabeira foi providencial arrumando um curso de inglês para ele fazer em Harvard”. FHC que aguarde o troco.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.08.15
ED. 5182

 A reforma e a reforma de Dilma Rousseff

A presidente Dilma Rousseff dorme e acorda com a ideia de uma reforma ministerial na cabeça. Mas tem dúvidas sobre qual reforma deve implementar. É uma decisão grave, porque são modelos antípodas. De um lado, a reforma “por dentro”, buscando ministros que controlem suas bancadas, defendida por Lula e por acólitos do Planalto, tal como Aloizio Mercadante e Edinho Silva; do outro, uma reforma contemplando a presença de “notáveis”, técnicos e guerreiros. O objetivo da mudança “por dentro” seria enfrentar a crise política criando trincheiras no Congresso. A novidade maior seria o uso da caneta por Dilma, aprovando os pedidos e benefícios que caracterizam a política do “é dando que se recebe”. Seria um ministério político ocupado por políticos. O critério da convocação seria o grau de influência junto à sua base e o número de votos no Congresso. Os ministros técnicos, a exemplo de Joaquim Levy e Nelson Barbosa, seriam preservados. Alguns próximos, como Mercadante e José Eduardo Cardozo, iriam para o sacrifício, abrindo vagas disputadas. Todos os demais postos seriam passíveis de troca. A outra reforma ministerial, a proposta por seu exmarido Carlos Araújo, tem um viés inteiramente contrário. Araújo é a pessoa mais influente junto a Dilma e considera que a presidenta é refém de um ministério pouco qualificado e sem vocação guerreira. Qualquer associação com o ministério de notáveis de Fernando Collor não é mera coincidência. A diferença seria a predisposição para sair no pau e governar para valer. Por essa ótica, o governo de coalizão não se daria a qualquer preço ou com uma coalizão tão obesa. Quando se sentisse chantageada, Dilma confrontaria o Congresso, vetando projetos de lei. E explicaria o ocorrido publicamente. O novo ministério buscaria o maior distanciamento dos mensaleiros e do próprio Lula. Exemplo de um ministeriável: o ex-senador Ciro Gomes, que tem chamado o deputado Eduardo Cunha de canalha nas mídias. Os empresários seriam bastante contemplados: Josué Gomes da Silva, Jorge Gerdau, Luiz Carlos Trabuco e Benjamin Steinbruch são alguns nomes. Levy e Nelson Barbosa não permaneceriam nos seus cargos. Uma fantasia que teima em perdurar: Fernando Henrique Cardoso em qualquer ministério. Ah, impossível! Para quem não se lembra, FHC foi o primeiro a se apresentar para o ministério de notáveis de Collor quando o impeachment já era pule de dez. As duas reformas ministeriais trazem propostas de como governar – e tanto num modelo quanto no outro, há muito de wishful thinking. A melhor escolha assim é se lhe parece. A pior é permanecer com a abulia decisória, ausência de governança e falta de qualificação dos quadros. Esse tem sido o governo Dilma.  

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.