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 Executivos da chinesa Cofco Agri procuraram o secretário de PPI, Moreira Franco, e o ministro dos Transportes, Mauricio Quintella, para manifestar o interesse do grupo em disputar a licitação da “Ferrogrão”. A companhia não virá sozinha. A Cofco terá o apoio do China Development Bank, a maior agência de fomento do país asiático. O comboio deverá incluir ainda a China Railway Construction Corporation (CRCC), que seria o operador da ferrovia. Orçada em mais de R$ 12 bilhões, a “Ferrogrão” será uma espécie de aorta no sistema circulatório da produção nacional de grãos. Com 933 quilômetros de extensão entre as cidades de Sinop (MT) a Miritituba (PA), a nova linha férrea será a maior e mais importante artéria de escoamento de soja e congêneres do Centro-Oeste.  A julgar pelo número e pelo porte dos pretendentes, a “Ferrogrão” tem tudo para ser a locomotiva da primeira leva de concessões do governo Temer. Bunge , ADM e Cargill são tratados em Brasília como nomes certos na licitação. A Amaggi, controlada pela família do ministro Blairo Maggi, também estuda sua participação no leilão. Assim como todos estes grupos, o interesse da Cofco pelo empreendimento caminha pari passu às suas operações na área de grãos no Brasil. Nos próximos dois anos, os chineses deverão investir mais de US$ 1,2 bilhão no país na produção de soja e derivados. O Brasil, aliás, foi escolhido para ser o centro das operações globais da Cofco International, o braço agrícola do conglomerado chinês – ver RR edição de 29 de setembro. A seguintes empresa não retornaram ou não comentaram o assunto: Cofco Agri.

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 O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, aquele que diz não saber o que disse saber, teria sido informado da operação contra Antonio Palocci na tarde da última quinta-feira. •••  Além da iminente venda de parte da Congonhas Minérios, Benjamin Steinbruch tenta atrair o China Development Bank para a Transnordestina . •••  O lobista Milton de Oliveira Lyra Filho, preso pela Lava Jato na última segunda-feira, é bastante próximo de badalados cartolas do futebol brasileiro, inclusive o ex-presidente da CBF José Maria Marin.

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16.12.15
ED. 5270

A fagulha que falta para as usinas do Tapajós

  O ministro Eduardo Braga e a direção da Eletrobras estão montando uma tour de force financeira para viabilizar a entrada da Eletronorte na licitação das usinas do Rio Tapajós. A operação passa por um acordo com um pool de bancos de fomento da Alemanha e da China encabeçado pelo KfW e pelo China Development Bank. A própria participação da estatal no consórcio será dada como garantia para o empréstimo. Os pagamentos, por sua vez, serão vinculados à venda futura de energia das hidrelétricas.  Inicialmente, a Eletronorte ficaria de fora do leilão. Mas, na atual conjuntura, o governo está convicto de que a privatização das usinas só sairá do papel com a garantia de que a estatal participará do consórcio vencedor. A licitação das duas hidrelétricas do Tapajós – São Luiz e Jatobá – é o grande evento do setor elé- trico programado para 2016. Mais do que isso: é fundamental para o reequilíbrio das contas públicas em 2016. A expectativa do governo é arrecadar de R$ 15 bilhões a R$ 20 bilhões com a venda das duas usinas. A seguinte empresa não retornou ou não comentou o assunto: Eletrobras

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