Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
20.07.17
ED. 5665

Chinatown 2

A China Gezhouba Group Company (CGGC) surge como forte candidata à compra da Cedae, prestes a passar das mãos do governo do Rio para o BNDES, que conduzirá o processo de privatização. Com faturamento de US$ 15 bilhões por ano, a CGGC tem um vasto cardápio de negócios em infraestrutura.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.06.17
ED. 5639

China Gezhouba deságua no setor de saneamento

O setor de saneamento será a porta de entrada no Brasil de uma das maiores empreiteiras chinesas: a China Gezhouba Group Company (CGGC). Uma hidra com negócios em construção civil, energia e transporte e mais de US$ 30 bilhões em ativos, a CGGC está em conversações com a Prefeitura de Cuiabá para assumir a concessão de saneamento na capital mato-grossense. A operação, pertencente à CAB Ambiental, leia-se Galvão Engenharia, está sob intervenção do município desde o ano passado por descumprimento de contrato.

Nos últimos meses, cresceram as chances de a Prefeitura decretar a caducidade do contrato e realizar nova licitação. A CGGC está na primeira fila. Já teria se comprometido a assumir o plano de investimentos de R$ 1,5 bilhão. Procurada pelo RR, a Prefeitura informou que já exigiu da CAB a comprovação de capacidade técnica e operacional para gerir a concessão. Sobre a CGGC, não se pronunciou. Por ora, a profecia da invasão de empreiteiras chinesas no Brasil no rastro da Lava Jato não se consumou.

O desembarque tem se dado na base do conta-gotas, com interesses ainda razoavelmente restritos. É o caso da CGGC, que está abrindo um escritório em São Paulo e chega de olho em dois segmentos: energia e saneamento. Além de Cuiabá, está em negociações com o governo de São Paulo para assumir a PPP de São Lourenço. Constituída originalmente pela Camargo Corrêa e pela Andrade Gutierrez, a PPP é responsável pela construção do novo sistema para o abastecimento hídrico da capital paulista. Trata-se de um projeto de R$ 900 milhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.