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30.03.17
ED. 5589

“Prêmio fusão”

BM&F Bovespa e Cetip prometem reduzir suas tarifas em até 30% na esteira da economia de R$ 100 milhões/ano que terão após sua fusão. O afago tem endereço certo: os grandes bancos, que resistiram à associação sob a alegação de que o negócio criaria um monopólio. O que não deixa de ser verdade…

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17.02.17
ED. 5563

BM&F e Cetip jogam seu naipe de ases

Por mais paradoxal que possa soar, ao pedir ao Cade a prorrogação do prazo por mais 60 dias, BM&F Bovespa e Cetip lançaram uma cartada na tentativa de antecipar o julgamento da fusão entre ambas. Explica-se. O dead line está previsto para o próximo dia 23 de fevereiro, mas as duas empresas identificaram a disposição do próprio Cade de estender a análise do processo por mais 90 dias – conforme antecipou o RR na edição de 27 de janeiro. Se isso acontecer, o veredito só sairá no fim de maio. Daí a manobra da dupla. Se o pedido de adiamento feito pelas companhias for aceito pelo Cade, o calendário muda automaticamente e o julgamento ocorre até o fim de abril quem sabe até mesmo antes da antes da assembleia geral de acionistas da BM&F Bovespa, prevista para o dia 28 do mês? Não custa tentar…

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27.01.17
ED. 5548

A longa espera pelo Cade

O presidente da BM&F Bovespa, Edemir Pinto, está perdendo as esperanças de que o Cade julgue a fusão da Bolsa com a Cetip no prazo estipulado de 240 dias, ou seja, até a última semana de fevereiro. O receio é que o órgão antitruste use a prerrogativa de estender o processo de análise da operação por mais 90 dias. Caso se confirme, a medida praticamente aniquilaria todo o planejamento feito pela BM&F para concluir ainda neste ano o complexo processo de integração dos sistemas operacionais das duas empresas. Isso tudo, claro, se a fusão for aprovada.

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16.08.16
ED. 5434

Bilheteria fraca

  A T4F, de Fernando Alterio, tem um duplo problema. A Renault, às voltas com grandes problemas financeiros, e a Cetip, comprada pela BM&F, não deverão mais manter suas marcas em duas das cinco casas de espetáculo sob gestão da empresa no Brasil. As perdas se somarão à que foi provocada com a saída do Citibank, no Rio de Janeiro. • Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: T4F.

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19.04.16
ED. 5351

Bovespa e Cetip levam monopólio às bolsas

 A fusão entre a BM&F e a Cetip, um negócio da ordem de R$ 12 bilhões, terá de enfrentar uma dura resistência no mercado de capitais. Agentes do setor – incluindo grandes corretoras de valores, traders autônomos e empresas e investidores dispostos a criar uma nova bolsa eletrônica – estão se mobilizando contra a operação. Segundo o RR apurou, a Ancord (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos) já protocolou um ofício na CVM e no BC, por conta do poder da nova empresa de tomar decisões unilaterais sobre o funcionamento do mercado. A pressão maior se dará no Cade. Juntas, BM& Bovespa e Cetip terão o monopólio no registro e negociação de ativos no mercado brasileiro de capitais. A dupla vai controlar 100% das operações, o que lhes permitirá arbitrar as taxas que quiser por serviços como custódia e liquidação de compra e venda de títulos mobiliários.  O objetivo das instituições do mercado é pressionar o Cade a só aprovar a operação mediante uma série de restrições. Neste caso, BM&F e Cetip seriam forçadas a manter alguns de seus serviços separadamente, como, por exemplo, a custódia dos contratos de compra e venda e atividade de central depositá- ria de títulos privados. O que corretoras e agentes autônomos querem evitar é o último capítulo da crônica do monopólio mais do que anunciado. A associação com a Cetip é a culminância de uma série de movimentos nesta direção, notadamente a compra da Bolsa do Rio pela de São Paulo e a posterior fusão entre a BM&F e a Bovespa. Procurada pelo Relatório Reservado, a BM&F Bovespa não comentou o assunto.

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10.03.16
ED. 5324

Novela sem fim

  A BM&F Bovespa apresentará, até o fim do mês, uma nova proposta de compra da Cetip. Desta vez, irá com menos sede ao pote. Conforme o RR antecipou no dia 15 de janeiro, os sócios da Cetip rejeitaram a oferta pela totalidade de suas ações. Querem manter uma participação minoritária no negócio. Procurada pelo RR, a BM&F Bovespa não comentou o assunto.

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28.01.16
ED. 5297

BM&F Bovespa

 Em meio ao enrosco nas negociações para a aquisição da Cetip – ver RR edição de 15 de janeiro –, a BM&F Bovespa tem um novo alvo: a compra de uma participação na Bolsa de Buenos Aires. Aliás, se depender da excitação reinante na BM&F, ela vai acabar comprando a Nyse .

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15.01.16
ED. 5288

Escorreu

 Entrou água na venda da Cetip para a BM&F Bovespa. A oferta apresentada pela bolsa brasileira não agradou aos sócios norte-americanos da empresa, notadamente a ICE Overseas , segundo maior acionista individual, com 12% do capital.

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11.11.15
ED. 5245

Previsão certeira

 A fusão com a BM&F foi uma derrota pessoal do presidente da Cetip, Gilson Finkelsztain. Ele teria trabalhado até o último momento para evitar a negociação com o argumento de que a empresa seria engolida pela BM&F e os executivos, defenestrados. Tem toda a razão, a começar por ele. Consultada sobre as articulações de Finkelsztain, a Cetip não se pronunciou a respeito.

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20.10.15
ED. 5230

Cetip

 A decisão do Detran de São Paulo de abrir o mercado de registro de contratos de financiamento de veículos está fazendo escola para desespero da Cetip, a dona do pedaço. Minas Gerais, Bahia e outros estados nordestinos deverão seguir na mesma direção, o que deverá tirar nacos importantes da receita da companhia norte-americana.

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26.06.15
ED. 5150

O inferno astral da Cetip

 O inferno astral da Cetip parece não ter fim. Apesar das intensas negociações com a direção do Detran de São Paulo, o presidente da empresa, Gilson Finkelsztain, não evitou o pior: a companhia perdeu a exclusividade no registro dos contratos de financiamento de veículos no estado, negócio que representa 5% do seu faturamento. Tão ruim ou até pior do que a subtração desta receita é o risco de que a decisão estimule os departamentos de trânsito de outros estados a adotar a mesma medida. Até porque deve ser grande a pressão para que os Detrans se afastem de uma empresa que tem um pé na Lava Jato. Segundo denúncias feitas pelo doleiro Alberto Youssef, a GRV, subsidiária da Cetip, teria subornado parlamentares do PP para assegurar um contrato com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

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24.03.15
ED. 5086

Cetip empurra a Lava Jato para dentro da Bolsa de Nova York

 Se a Lava Jato entra por uma porta, o maior acionista da Cetip sai por outra. A Intercontinental Exchange (ICE) está decidida a deixar o negócio. O motivo é a denúncia do doleiro Alberto Youssef de que a GRV, subsidiária da Cetip, subornou parlamentares do Partido Progressista (PP) para assegurar um contrato com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Desde a semana retrasada, quando as acusações de Youssef vieram a público, o clima entre os norte-americanos e o comando da antiga clearing do mercado de capitais brasileiro é de tensão. Sócia, entre outros negócios, da Bolsa de Nova York, a ICE cobra da Cetip um posicionamento mais firme em relação ao assunto. Os norte-americanos estão irritados com o comportamento passivo da direção da companhia, a começar pelo seu presidente, Gilson Finkelsztain. O próprio fundador e CEO da ICE, Jeffrey Sprecher, chamou o assunto para si. De acordo com uma fonte próxima a  Cetip, Sprecher teve uma dura conversa telefônica com Finkelsztain dois dias após o vazamento do depoimento de Youssef. Segundo o informante do RR, Sprecher exigiu que a Cetip emitisse um comunicado oficial refutando as acusações de Youssef. Até o momento, contudo, não foi feito. Na empresa, diante da inexplicável insubordinação, Finkelsztain já é visto como uma carta fora do baralho. Para todos os efeitos, tanto a ICE quanto Finkelsztain entraram em cena quando o malfeito já estava perpetrado. De acordo com Alberto Youssef, o pagamento de propina a parlamentares do PP começou antes de a GRV ter sido adquirida pela Cetip, em dezembro de 2010, e antes também de os norte- americanos comprarem 12% do capital, em julho de 2011. Finkelsztain, por sua vez, somente assumiria a presidência da Cetip em 2013. Ainda assim, os norte- americanos estão bastante apreensivos com a possibilidade de o escândalo respingar em sua própria operação nos Estados Unidos. Não é para menos. Na condição de uma das maiores acionistas da Bolsa de Nova York, tudo o que a ICE menos quer e menos pode é ter seu nome envolvido em um escândalo dessa dimensão – o que justifica a sua disposição de deixar o negócio. Mesmo porque, além dos eventuais danos a  imagem da Cetip, o episódio pode ter um impacto considerável sobre o próprio desempenho da companhia. Ressalte-se que o contrato para o registro de gravames (restrições) a financiamentos de veículos no sistema do Denatran é hoje o maior dos negócios da empresa. Responde por 40% do faturamento da companhia.

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