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24.11.17
ED. 5752

Privatização da Cesp ganha nova voltagem

Geraldo Alckmin estaria perto de selar um acordo com o governo federal para estender o prazo de concessão da hidrelétrica de Porto Primavera, de 2028 para 2048. Trata-se de uma medida determinante para deslanchar a privatização da Cesp – a usina é o grande ativo da estatal. A prorrogação da licença é tratada como um bom negócio para as duas partes. Pelo acordo que está sendo alinhavado, em caso de venda da distribuidora, o governo federal receberá uma parcela do valor de outorga proporcional aos 20 anos adicionais da concessão. Por sua vez, ao emplacar a privatização, o pré-candidato à Presidência Geraldo Alckmin reforçará seu prestígio com o empresariado paulista, com quem tem um amálgama natural.

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11.07.17
ED. 5658

Leilão em setembro

O governo de São Paulo vai marcar a privatização da Cesp para a segunda semana de setembro. A contagem regressiva começa hoje com a audiência pública, na Secretaria de Fazenda.

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21.06.17
ED. 5644

Privatização da Cesp entra em curto circuito

O governador Geraldo Alckmin e sua equipe estão quebrando a cabeça para evitar um blecaute na privatização da Cesp. Segundo informações filtradas do Palácio Bandeirantes, o governo paulista estuda entrar na Justiça, no que seria uma última cartada para tentar a renovação antecipada da licença da usina de Porto Primavera, responsável por mais de 90% da capacidade de geração da empresa. Outra hipótese é o adiamento do leilão para o fim do ano, como forma de ganhar tempo para desatar o nó.

Consultado pelo RR, o governo de São Paulo garante que o processo de privatização será mantido e ocorrerá no prazo, ou seja, setembro. A Secretaria de Fazenda do Estado informou que “descarta a solicitação antecipada das concessões antes da privatização, com base na Lei 9.074.”. Entende-se a prudência do governo paulista ao tratar do assunto.

No entanto, a decisão do Ministério de Minas e Energia de não renovar a licença de Porto Primavera foi um duro golpe, vista no Palácio Bandeirantes como uma mudança nas regras do jogo com a bola rolando. Durante as negociações, subitamente o Ministério impôs uma série de exigências para estender a licença da hidrelétrica, como a cobrança de um outorga e o recolhimento de 2,5% da receita operacional da empresa. A Secretaria de Fazenda confirmou ao RR que as “condições apresentadas não atendem aos interesses do Estado”.

Sem a extensão da concessão de Porto Primavera, a licitação da Cesp corre o risco de ser um fracasso de bilheteria. A expectativa do próprio governo paulista é de uma arrecadação na casa dos R$ 3 bilhões, quase a metade dos R$ 5,5 bilhões estimados inicialmente. Segundo o RR apurou, nos últimos dias, três potenciais candidatos, a italiana Enel, a Equatorial e a chinesa Shanghai Electric Power Transmission and Distribution Engineering, sinalizaram ao governo de São Paulo que não vão participar do leilão.

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20.03.17
ED. 5581

Alckmin tem licença para privatizar a Cesp

O governador Geraldo Alckmin já teria a garantia firme do governo federal de que a renovação antecipada da licença da usina Porto Primavera sairá nas próximas semanas – o contrato atual vence em 2028. Esta é a condição sine qua non para a privatização da Cesp. Porto Primavera é a maior das três hidrelétricas que restaram à estatal, com potência de 1.540 MW. Responde por 95% da capacidade da geração da companhia.

A expectativa do governo é arrecadar acima de R$ 5 bilhões no leilão. A privatização da Cesp está sendo tratada no Palácio Bandeirante como uma espécie de “reforma da Previdência” do governo Geraldo Alckmin. A analogia se aplica à importância da operação, tanto do ponto de vista simbólico quanto fiscal, e ao timing. A ordem é acelerar o processo e colocar o edital na rua até agosto, considerado o prazo limite para que o leilão ocorra ainda neste ano.

A percepção é que, se a licitação for empurrada para 2018, cresce a probabilidade de que ela sequer venha a ocorrer – mais ou menos como a reforma da Previdência. Para atender à Lei 13.360, que permitiu a renovação antecipada das concessões, a transferência do controle das usinas tem de ser concretizada até fevereiro de 2018. Há ainda um fator de mercado que obriga o governo de São Paulo a apertar o passo.

O Palácio Bandeirantes teme a concorrência com as geradoras que serão ofertadas ao mercado no âmbito do PPI – cinco hidrelétricas na fila que deverão ser leiloadas até o fim do ano. Há, portanto, uma corrida pela primazia da preferência dos investidores. No Palácio Bandeirantes, o receio é que, se ficar para depois, a privatização da Cesp seja um fracasso de público e de bilheteria. Até porque as outras duas hidrelétricas da estatal são dois ativos meio lusco-fusco. Paraibuna tem capacidade de 87 MW; Jaguari, ainda menos: 27,6 MW.

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02.02.17
ED. 5552

Fora da Cesp

Fundos ligados ao HSBC deverão vender integralmente sua participação de 9% na Cesp. Pelo jeito os súditos da Rainha não levam fé na privatização da empresa, anunciada pelo governador Geraldo Alckmin.

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21.11.16
ED. 5499

Falta de energia

O Palácio Bandeirantes está preocupado com o reduzido ibope da privatização da Cesp nas bolsas. Desde o dia 7 de novembro, quando o governo de São Paulo deu oficialmente a partida na operação, a ação da estatal acumula queda de 7%. O próprio anúncio da concorrência para a contratação da consultoria que fará a avaliação da estatal sequer provocou cócegas no papel.

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11.11.16
ED. 5494

Luz chinesa

A chinesa Three Gorges é pule de dez para o leilão da Cesp, previsto para os primeiros meses de 2017. O grande ativo do pacote é a hidrelétrica de Porto Primavera.

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06.10.16
ED. 5470

Fuso horário

 O governo de São Paulo deve empurrar para o início de 2017 a partida no processo de venda da Cesp. Teme a concorrência com a negociação dos ativos da Duke Energy no Brasil, em andamento. Não há comprador para tanta mercadoria.

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 José Serra pretende não só participar do road show dos outros ministros no exterior, mas também organizar os seus individuais. Desafia quem vai captar mais.  Se a República de Curitiba quiser depurar suas investigações na Lava Jato, recomenda-se ouvir o presidente da PwC, Fernando Alves, um expert em Odebrecht e Petrobras.  Geraldo Alckmin trabalha junto ao Planalto para que recursos do FI-FGTS também sejam usados na venda de concessões estaduais. Puxa a brasa para a sua Cesp .  

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08.09.16
ED. 5450

Natureza tucana

 Além da tentativa de privatização da Cesp, o governo de Geraldo Alckmin iniciou estudos para a venda de uma parte da Sabesp .

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08.08.16
ED. 5428

Venda da Cesp

 O governo paulista deverá fechar nos próximos dias a contratação do JP Morgan como adviser da privatização da Cesp. Ou do que restou da Cesp, leia-se três usinas hidrelétricas.

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05.10.15
ED. 5220

Descarga elétrica

Na esteira do fim das concessões das hidrelétricas de Ilha Solteira e Jupiá, a Cesp deverá anunciar ainda neste ano um novo PDV. A medida abrangeria de 300 a 400 funcionários.

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14.07.15
ED. 5162

Só falta o principal

A Cesp recebeu sinal verde de Geraldo Alckmin para construir seis termelétricas a gás, cada uma com capacidade aproximada de 250 MW. A rigor, o imprimatur do governador era a parte mais fácil da história. Difícil mesmo será a estatal encontrar investidores dispostos a dividir a conta: o custo total nas seis usinas passa dos R$ 6 bilhões.

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23.02.15
ED. 5065

A Cesp está caçando investidores

A Cesp está caçando investidores privados para construir usinas movidas a energia solar. Faz sentido. Ao contrário da água, não há notícias de que vai faltar sol em São Paulo.

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