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25.02.21

Tudo em casa

O RR apurou que a Cemig pretende vender integralmente sua participação na Taesa. A estatal mineira detém 22% do capital da empresa de transmissão – algo equivalente a pouco mais de R$ 2 bilhões, tomando-se como base o valor de mercado. O principal interessado no negócio seria a colombiana ISA, que já é acionista da Taesa. Ressalte-se que uma peça importante nessa negociação é o próprio presidente da Cemig, Reynaldo Passanezi. Entre 2013 e 2019, o executivo comandou a operação da ISA no Brasil.

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29.01.21

“CPI da Cemig” ganha voltagem

A oposição a Romeu Zema está elétrica. Nos corredores da Assembleia Legislativa de Minas Gerais já se fala na instauração de uma “CPI da Cemig” para investigar as denúncias de contratações de escritórios de advocacia sem licitação e de supostos desvios na área de suprimentos da distribuidora.

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09.11.20

Aliança Energia se come pelas beiradas

A Vale retomou as conversações para a compra da participação da Cemig na Aliança Energia – joint venture entre a mineradora e a empresa mineira. Em janeiro, quando houve uma primeira tentativa de acordo, a estatal pedia cerca de R$ 2 bilhões pela sua fatia de 45% no capital. Valeu a pena deixar o prato esfriar. Agora, se a Vale botar R$ 1,5 bilhão sobre a mesa, é bem capaz de levar. A Aliança reúne sete hidrelétricas em Minas Gerais e um parque eólico no Ceará.

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29.10.20

Transmissão direta

O RR tem a informação do interesse firme da State Grid em comprar a participação de 21% da Cemig na empresa de transmissão Taesa. É só caprichar um pouco na oferta que os mineiros vendem na hora.

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09.10.20

Cemig com um pé fora da Renova

O lento plano de desmobilização de ativos da Cemig vai andar algumas jardas. O RR apurou que a companhia está em conversações com a norteamericana Castlelake para a venda de sua participação na Renova Energia. De acordo com a mesma fonte, além da aquisição dos 48% pertencentes à estatal mineira, a gestora estaria disposta a fazer um aporte de capital na empresa de geração renovável. As cifras sobre a mesa giram em torno de R$ 300 milhões. Para a Cemig e, indiretamente, para os cofres mineiros, o desembarque do negócio será um alívio financeiro. Em recuperação judicial, com uma dívida de mais de R$ 3 bilhões, a Renova tem exigido seguidos aportes de seus acionistas. Não por acaso, além da Cemig, outros acionistas da empresa também têm ofertado suas participações a investidores. Em março, o mesmo Castlelake, que administra cerca de US$ 20 bilhões em ativos, chegou a fazer uma proposta pelo complexo eólico Alto Sertão III, projeto da Renova em construção na Bahia. No entanto, o apetite dos norte-americanos ficou maior. Segundo a fonte do RR, o Castlelake enxerga a aquisição da Renova como o ponto de partida para um projeto maior de consolidação de empresas de energia renovável no Brasil. A gestora estaria disposta a investir cerca de US$ 1 bilhão na compra de ativos no país

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12.08.20

Modus operandi

O banqueiro Juca Abdalla, dono do Banco Clássico, vem comprando mais e mais ações da Cemig. A julgar pelo que fez na Petrobras, não demora muito e vai tentar ampliar seu poder no Conselho da estatal mineira, onde ele próprio já ocupa um assento. No mês passado, Abdalla foi eleito para o board da Petrobras e ainda emplacou outros dois representantes.

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11.08.20

Sinal verde

Segundo o RR apurou, a diretoria da Aneel deverá se reunir hoje para referendar o pedido de suspensão do reajuste das tarifas da Cemig, feito pelo governador Romeu Zema. O aumento foi autorizado pela própria agência, em maio. Os mineiros agradecem.

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05.08.20

Aliança enferrujada

A postura da Vale tem contribuído para arrastar a negociação de compra da participação da sócia Cemig na Aliança Energia. Quando a operação parece perto do desfecho, a mineradora recua e regateia o valor. Mesmo tendo que fazer caixa para arcar com uma dívida de R$ 13 bilhões, a Cemig resiste e mantém a pedida de R$ 2 bilhões pela sua parte.

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06.05.20

Um negócio fora de timing

A Cemig reabriu conversações com a chinesa SPIC para a venda da sua participação na usina de Santo Antônio. As tratativas são conduzidas pelo Bank of America. No ano passado, já com Romeu Zema no governo de Minas Gerais, o conselho de administração da estatal recusou uma oferta do grupo asiático pelo ativo, por considerar o valor baixo. Se arrependimento matasse…

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28.04.20

Em péssima hora

A Renova Energia, leia-se Cemig, tinha engatilhada uma captação de recursos no exterior para este semestre. Com o coronavírus, o projeto sofreu um apagão. Vai fazer muita falta. Em recuperação judicial, a Renova carrega uma dívida de R$ 3 bilhões.

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