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17.11.21

Tiro ao alvo

A ala pró-Doria do PSDB vem atuando nos bastidores para que a CPI da Cemig, em curso na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, cave fundo até a era Aécio Neves. Não é simples. Aécio parece ter o corpo fechado quando o assunto é a estatal mineira.

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27.10.21

Cemig busca um par

A Cemig estuda cenários para deslanchar um grande plano de investimentos em energia renovável. Uma das hipóteses é buscar uma parceria com um player privado. O curioso é que a estatal já tem uma associação, mas a Aliança Energia, joint venture com a Vale, nunca deslanchou conforme prometia.

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19.10.21

Renova recarrega sua energia com a venda de ativos

Após a venda da Brasil PCH e do Complexo Hidrelétrico Serra da Prata, a Renova Energia, leia-se Cemig, dedica-se agora à desmobilização de ativos de menor porte. A empresa busca compradores para cinco projetos de geração eólica ainda em fase de desenvolvimento. Em conversa com o RR, a Renova confirmou que alguns desses empreendimentos “estão sendo ofertados ao mercado, como previsto no plano de recuperação judicial”.

A venda dos ativos está sendo conduzida pela Virtus BR Partners. É parte inexorável do processo de redução das dívidas da companhia, da ordem de R$ 3 bilhões. Mas, nem só de alienação de ativos vive a Renova. A empresa informou ao RR ter uma série de projetos futuros que serão desenvolvidos por conta própria ou em parceria com investidores.

O pipeline contempla empreendimentos com potencial de geração de 6 GW de energia em toda região Nordeste. Até o final deste mês, a Renova coloca em operação o Complexo Eólico de Alto Serão III – Fase A, que conta com 155 torres de geração de energia, distribuídas em 26 projetos, em seis municípios da Bahia.

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29.07.21

Porta de saída

A Cemig reabriu tratativas para a venda da sua participação na empresa de transmissão Taesa.

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23.07.21

Luz apagada

A Cemig estaria em conversações com dois fundos internacionais para a venda da sua participação na Renova Energia. Trata-se da “carne de segunda”. O filé mignon foi negociado no início desta semana, quando a Renova vendeu a subsidiária Brasil PCH  e suas 12 pequenas centrais hidrelétricas para o Mubadala.

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06.07.21

Cemig procura a porta de saída da Aliança

A Cemig saiu no mercado em busca de um comprador para a sua participação de 45% na Aliança Energia. Talvez seja só para atiçar a Vale, sua sócia na empresa, a exercer o direito de preferência e comprar o restante das ações.

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02.06.21

Santo Antônio

A Cemig estaria em conversações com a chinesa State Grid para a venda da sua fatia de 22% na Usina de Santo Antônio. A participação é avaliada em cerca de R$ 2 bilhões.

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26.04.21

PCHs no balcão

A Renova Energia, leia-se Cemig, procura um comprador para a sua participação de 51% na Brasil PCH. A controlada reúne um portfólio com 13 PCHs. Procurada, a Renova confirma já ter recebido 15 consultas de empresas e fundos interessados na companhia.

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19.04.21

Baixa voltagem

A Cemig vem tentando empurrar sua participação de 21,6% na Taesa para a colombiana ISA, sua sócia na empresa de transmissão. O grupo andino empurra a operação, com a justificativa de que está em compasso de espera devido à possível venda do seu controle à estatal colombiana Ecopetrol. Pode ser.

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25.02.21

Tudo em casa

O RR apurou que a Cemig pretende vender integralmente sua participação na Taesa. A estatal mineira detém 22% do capital da empresa de transmissão – algo equivalente a pouco mais de R$ 2 bilhões, tomando-se como base o valor de mercado. O principal interessado no negócio seria a colombiana ISA, que já é acionista da Taesa. Ressalte-se que uma peça importante nessa negociação é o próprio presidente da Cemig, Reynaldo Passanezi. Entre 2013 e 2019, o executivo comandou a operação da ISA no Brasil.

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