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24.01.18
ED. 5793

Os afilhados de Russomanno

Talvez o deputado federal Celso Russomanno esteja querendo exportar para o Parlamento do Mercosul (Parlasul) algumas práticas do Congresso brasileiro. Presidente da representação brasileira no Parlasul, nomeou Odilon Manoel Ribeiro para o seu gabinete. Odilon é investigado na Lava Jato. Seu nome aparece em mensagens no celular do ex-presidente da OAS Leo Ribeiro pedindo “apoio” para a campanha de Russomanno à Câmara em 2014.

Aliás, Russomanno parece sofrer da síndrome do “dedo podre” ao indicar nomes para cargos públicos. Na semana passada, o presidente do Inmetro, Carlos Augusto Azevedo, foi condenado em segunda instância na Justiça do Rio por irregularidades quando comandava a Faetec – Fundação de Apoio à Escola Técnica. Consta que foi Russomanno quem levou Azevedo para o Inmetro, por sinal também às voltas com uma série de denúncias – ver RR edições de 29 de setembro e 27 de dezembro de 2017.

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13.01.17
ED. 5538

Custo eleitoral

O híbrido de parlamentar e apresentador de TV Celso Russomanno mandou recado para os assessores de João Doria de que a derrota nas eleições para a Prefeitura vai sair caro. Bem caro.

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18.10.16
ED. 5477

Reis da voz

 João Doria pretende usar e abusar da sua veia de comunicador na Prefeitura de São Paulo, postando vídeos nas redes sociais para falar das suas realizações. Muito provavelmente, a periodicidade dos filmetes vai variar em função dos seus índices de aprovação. •••  Refeito da ressaca eleitoral, Celso Russomanno negocia com a direção da Record um horário maior para o Patrulha do Consumidor. Trata-se do quadro que apresenta no Programa da Tarde vestindo o seu tradicional figurino de defensor dos incautos. Mira, claro, em 2018.

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 Embalado pela absolvição no STF da acusação de peculato, Celso Russomanno retoma a campanha à Prefeitura de São Paulo com uma mudança de estratégia. Tem poupado o prefeito Fernando Haddad de pesadas críticas, de olho no provável segundo turno contra Marta Suplicy ou João Doria.

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  João Doria Jr. encontrou a razão de todas as razões para ter apenas 3% das intenções de voto para a Prefeitura de São Paulo. Cismou que precisa de um programa de TV de perfil mais popular, exibido preferencialmente às tardes, horário em que José Luiz Datena e Celso Russomanno esbanjam seu bom-mocismo em defesa dos mais fracos. E no quesito “rostinho de bom moço”, todos sabem, Doria é imbatível.

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