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05.01.18
ED. 5780

Transmissão direta

O governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, tem motivos de sobra para celebrar a venda da participação da Previ na Celesc para a EDP. A tendência é que as duas empresas intensifiquem os investimentos na área de transmissão – ambas entraram juntas no leilão da Aneel em abril e arremataram um dos três maiores lotes. Além disso, a Celesc se viu livre de um sócio sempre bastante crítico à gestão da companhia, como era a Previ. Formalmente, a empresa catarinense diz que ainda não há definição sobre novos investimentos. A EDP, por sua vez, diz não “confirmar as informações”.

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04.01.18
ED. 5779

Baixa voltagem

Após deixar a Celesc, a Previ planeja se desfazer das suas participações nas distribuidoras Coelba e Cosern. Permaneceria apenas no capital da controladora das duas empresas, a NeoEnergia. Por enquanto…

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01.09.16
ED. 5446

Cartão fidelidade

 A Celesc está sofrendo um apagão comercial. Só no segundo trimestre deste ano, 59 clientes industriais pararam de comprar energia da distribuidora catarinense e migraram para o mercado livre.

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22.03.16
ED. 5332

Bota fora

Além da venda das nove distribuidoras federalizadas, a Eletrobras estuda reduzir sua participação em outras empresas para fazer caixa. A derrama começaria pela Celesc.

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26.01.16
ED. 5295

Liquidação

 Na tentativa de aprumar as contas de Santa Catarina, o governador Raimundo Colombo vai colocar sobre a mesa um programa de desmobilização de ativos. O pacote deverá incluir parte do capital da Celesc e da Casan, além de imóveis do estado.

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14.12.15
ED. 5268

Bazar elétrico

 A Eletrobras está contando dinheiro no fundo da gaveta. Além da venda das distribuidoras federalizadas, vai se desfazer de suas participações na Celesc e na CEEE. Tomando-se como base o valor de mercado das duas empresas, não dá mais do que R$ 100 milhões. Uma merreca. Eletrobras não comentou o assunto.

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15.07.15
ED. 5163

Eletrobras

O presidente da Eletrobras, José Carvalho Neto, tem trabalhado feito um mouro para montar o programa de desmobilização de ativos da estatal. Além das distribuidoras federalizadas, o pacote inclui as participações na CTEEP, de transmissão, na gaúcha CEEE e na catarinense Celesc.

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