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20.10.17
ED. 5729

Pulverização

Previ, Petros e CEF têm defendido a convocação de um novo aumento de capital da Paranapanema logo após o processo de conversão de debêntures em curso. A operação permitiria ao trio diluir ainda mais a sua participação na companhia, que já cairá de 58% para 34% com a troca das debêntures. Seria também o caminho para a Glencore, dona de 5% do capital, aumentar sua fatia.

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06.04.16
ED. 5342

Governo estimula privatizações no saneamento

 O governo federal passou a adotar um tom mais flexível na discussão sobre o refinanciamento de dívidas estaduais, com a aceitação de um diferimento maior no tempo das contrapartidas sociais. Por outro lado, permanece firme na intenção de manter a exigência de leilão das concessões de empresas estaduais de luz, gás e água. Ao contrário de luz e gás, o setor de saneamento, o mais carente de investimentos, permanece quase intocado pelos capitais privados. Com objetivo de dar velocidade à venda dessas empresas, foi criado um grupo executivo voltado para o projeto, composto pelo Ministério das Cidades, CEF e BNDES, liderado pelo secretário-executivo da Pasta da Fazenda, Dyogo de Oliveira. O governo pretende criar um pacote de facilidades para atrair investidores aos futuros leilões de concessões de saneamento.  O BNDES e a CEF vão financiar os consórcios vencedores até 80% do valor a ser aportado nas concessões, em linha com o que será feito com ferrovias e hidrovia. A oferta de crédito farto já antecipa eventuais reclamações dos interessados nas empresas estaduais. Há conversas mais adiantadas com os governadores petistas Fernando Pimentel, de Minas Gerais, e Rui Costa, da Bahia, para que respectivamente a Copasa e a Embasa sejam privatizadas. No caso dos estados de menor porte, CEFPar e BNDESPar poderão entrar como sócias dos consórcios.

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06.04.16
ED. 5342

Buraco na pista

 A reconstrução da base aliada esbarra em questões prosaicas. Um exemplo: PP e PSD incluíram a vice-presidência de Operações Corporativas da CEF em sua lista de desejos. No entanto, o futuro do atual titular, Rubens Rodrigues, é uma incógnita. Ele foi indicado por um pool entre o PMDB e o deputado Jovair Arantes, do PTB, relator do processo de impeachment. Se pudesse, o governo demitia apenas a metade peemedebista

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24.02.16
ED. 5313

Dinheiro na mão

 A Cemig deverá fechar nos próximos dias um empréstimo com um pool de bancos, entre eles BB e CEF, para financiar as concessões arrematadas no leilão de geração da Aneel. Melhor assim. O mercado estava reticente quanto à possibilidade da estatal fechar captação dos R$ 2,3 bilhões em tempo hábil.

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17.04.15
ED. 5103

Múltipla escolha

O destino de Ideli Salvatti, que foi ejetada da Secretaria de Direitos Humanos para dar lugar a Pepe Vargas, ainda é uma incógnita. Ela pode ficar com a presidência dos Correios, assumir uma diretoria na CEF ou acabar na Eletrosul. Bem, ao relento ela não fica.

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26.02.15
ED. 5068

Sempre cabe mais um escudo na camisa da CEF

A nova presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, já entra em campo com a obrigação de espanar uma bola perigosa que ronda sua área. As verbas de marketing do banco destinadas a times de futebol têm sido alvo de intensas disputas, que misturam interesses políticos e uma certa dose de rivalidade clubística. Um exemplo é o Ba-Vi que está sendo jogado não na Fonte Nova, mas nos bastidores da Caixa. O próprio governador baiano, Rui Costa, tem feito longos lançamentos até Brasília com o intuito de acelerar o fechamento do acordo de patrocínio do banco ao Bahia. As negociações se arrastam há mais de seis meses. A CEF alega que o clube não apresentou todas as certidões negativas para débitos fiscais, condição sine qua non imposta pela instituição para liberar os recursos. A pressão na terra de todos os santos é grande, uma vez que o Vitória, o maior rival do Bahia, é patrocinado pela Caixa desde julho de 2013. O contrato gira em torno dos R$ 6 milhões ao ano. As caneladas na Caixa Econômica vêm também de Santa Catarina, terra de João Raimundo Colombo (PSD), o único dos governadores eleitos no Sul do país que apoiou a candidatura de Dilma Rousseff. O banco tem sido pressionado a estampar sua marca nas camisas do Avaí e do Joinville, que acabam de subir para a primeira divisão do Campeonato Brasileiro. Mais uma vez, tudo em nome da isonomia. A CEF já patrocina o Figueirense e a Chapecoense, que disputaram a Série A no ano passado. A direção da Caixa chegou a cogitar a suspensão dos patrocínios a clubes de futebol em 2015. A confirmação da continuidade do apoio só veio há cerca de duas semanas. O suspense agora fica por conta do valor que será desembolsado pelo banco. No ano passado, os patrocínios a 15 clubes somaram cerca de R$ 105 milhões.

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