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22.06.17
ED. 5645

Ricardo Teixeira pode ser o gol contra de Neymar

No staff de Neymar, a maior preocupação neste momento atende pelo nome de Ricardo Teixeira. O temor é que as investigações da Justiça espanhola contra o ex-presidente do Barcelona Sandro Rosell e o ex-dirigente da CBF se espraiem pela já controversa transferência do craque para o clube catalão. Neymar foi contratado na gestão de Rosell, preso há um mês acusado de lavagem de dinheiro. O grande parceiro de Rosell no Brasil era Teixeira, que teria, digamos assim, prestado uma consultoria informal na venda de Neymar. A tabelinha entre os cartolas é antiga. Teixeira fechou o patrocínio da Nike à seleção brasileira quando Rosell era executivo da empresa. Desde então, sempre vestiram a mesma camisa.

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16.06.17
ED. 5641

Pelé volta a vestir a camisa da CBF

Depois de um período de afastamento, Pelé aterrissou novamente nos braços do presidente da CBF, Marco Polo Del Nero. Além de receber cerca de R$ 400 mil para comentar os dois recentes amistosos da seleção brasileira na Austrália, o Atleta do Século deverá ter o apoio da entidade para viabilizar a Pelé Academia, centro de formação de jogadores que será inaugurado no ano que vem. Pelé, como se sabe, não atravessa uma boa fase de saúde.

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25.05.17
ED. 5626

O mundo é uma bola

A CBF cogitava convidar Aécio Neves e outros parlamentares da sua estima para acompanhar in loco os amistosos da seleção brasileira na Austrália, em junho. Agora, Aécio não pode sequer deixar o país.

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19.05.17
ED. 5622

Bola murcha

A crise econômica mostrou sua face em rede nacional na primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Mais de metade das placas publicitárias nos estádios brasileiros foi composta por “bonificações” a patrocinadores da CBF ou conteúdo da Globo, detentora dos direitos de transmissão.

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11.05.17
ED. 5616

CBF digital

A CBF também entrou na onda das startups. Está incentivando o desenvolvimento de softwares e aplicativos, notadamente voltados à análise de desempenho físico e tático de atletas. Vai gastar na aventura digital uns peanuts dos mais de R$ 600 milhões em receita projetados para este ano.

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05.05.17
ED. 5612

Prisão domiciliar

O ex-presidente da CBF José Maria Marin já está aceitando ofertas de R$ 10 milhões pela sua mansão nos Jardins – valor inferior aos R$ 15 milhões da pedida inicial e abaixo do que pagou pelo imóvel (R$ 13 milhões). Marin precisa de US$ 3 milhões para quitar sua dívida com a Justiça norte-americana.

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26.04.17
ED. 5606

Amarelinhas e verdinhas

O presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, dá de ombros aos seus opositores e desafetos. Mesmo com o FBI nos seus calcanhares, a crise de imagem da entidade e a recessão econômica, a receita da Confederação com patrocínios em 2016 chegou a R$ 410 milhões, 20% a mais do que em 2015. É impressionante!

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30.03.17
ED. 5589

Prudente distância

Apesar das tentativas de aproximação feitas pela CBF, Geraldo Alckmin esquivou-se de um encontro com o presidente da entidade, Marco Polo del Nero, durante a passagem da seleção brasileira por São Paulo. Era só o que faltava…

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16.03.17
ED. 5579

Feitos um para o outro

A Samsung – quem diria? – virou motivo de chacota entre os cartolas da CBF. Em novembro, a empresa rompeu o contrato de patrocínio com a entidade por conta das denúncias contra Marco Polo del Nero. Três meses depois, o grupo enfrenta o maior escândalo da sua história, com a revelação do pagamento de propina a aliados do governo da Coreia do Sul.

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14.03.17
ED. 5577

Quem quer sintonizar na rádio de Marin?

Há um ano, o ex-presidente da CBF, José Maria Marin, tenta vender a Rádio Paulista. Começou pedindo R$ 16 milhões pela emissora, foi baixando a bola e hoje aceita a metade. Ainda assim, não há sinais de que esteja precisando dos recursos. Marin permanece confortavelmente instalado em seu apartamento na Trump Tower, onde cumpre prisão domiciliar, e mantém o hábito de frequentar alguns dos mais renomados restaurantes de Nova York. E olha que o ex-cartola comprometeu-se a pagar US$ 15 milhões no acordo que fez com a Justiça norte-americana.

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O deputado Jovair Arantes tem o apoio do presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, para assumir o Ministério dos Esportes. Qual o espanto? Se Edison Lobão pode comandar a Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o enrascado Del Nero pode muito bem emplacar o novo ministro.

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O ex-jogador Ronaldo deu agora para fazer duras críticas a Marco Polo Del Nero e José Maria Marin, que cumpre prisão domiciliar em Nova York. Nem parece o mesmo fenômeno que andava grudado nos cartolas da CBF e até participou do Comitê Organizador da Copa de 2014.

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12.12.16
ED. 5514

Fast track

Uma rara bola dentro da CBF. A entidade fechou um acordo com a Itaú Seguros para que as apólices dos atletas da Chapecoense comecem a ser pagas ainda neste mês. Consultada, a seguradora confirmou que o primeiro pagamento ocorrerá nos próximos dias.

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25.11.16
ED. 5503

Santo forte

O deputado e diretor de ética e transparência da CBF, Marcelo Aro, parece ter o corpo fechado. Os próprios parlamentares davam como certo seu indiciamento no relatório da CPI do Futebol. Mas, para espanto geral, seu nome ficou de fora da lista. Ao contrário de Marco Polo Del Nero e outros três dirigentes da CBF.

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16.11.16
ED. 5496

Conselho de notáveis na CBF

Pegando carona no bom momento da seleção, Marco Polo Del Nero pretende criar uma espécie de “conselho de notáveis” na CBF, composto por ex-jogadores e renomados executivos. Quem se habilita a ser “cleaner” do encalacrado cartola?

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26.10.16
ED. 5483

Bons de bola

 A eventual delação de Eduardo Cunha causa apreensão também entre os cartolas da CBF. Cunha tem uma história de tabelinhas com a entidade. Foi ele, inclusive, quem indicou o deputado Marcelo Aro (PHS-MG) para a diretoria de ética e transparência da CBF.

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 O presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, teria colocado à venda uma das duas coberturas de sua propriedade no luxuoso condomínio Les Residences Saint Tropez, na Barra da Tijuca. Um dos imóveis foi comprado em 2015 junto ao empresário Wagner Abrahão, do Grupo Águia, antigo parceiro comercial da CBF, por aproximadamente R$ 5,2 milhões. A outra aquisição é considerada uma das maiores pechinchas do mercado imobiliário carioca dos últimos tempos: apenas um ano antes, Del Nero teria pago somente R$ 1,6 milhão por uma cobertura similar. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: CBF.

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 O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, aquele que diz não saber o que disse saber, teria sido informado da operação contra Antonio Palocci na tarde da última quinta-feira. •••  Além da iminente venda de parte da Congonhas Minérios, Benjamin Steinbruch tenta atrair o China Development Bank para a Transnordestina . •••  O lobista Milton de Oliveira Lyra Filho, preso pela Lava Jato na última segunda-feira, é bastante próximo de badalados cartolas do futebol brasileiro, inclusive o ex-presidente da CBF José Maria Marin.

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cbf-rr-21
21.09.16
ED. 5459

Risco Marin paira sobre a CBF

 O presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, está bastante preocupado com José Maria Marin. Não por solidariedade, mas por temor. Para todos os efeitos, o acordo com a Justi- ça norte-americana custou a Marin uma fiança de US$ 15 milhões. No entanto, Del Nero tem fortes razões para acreditar que o antigo aliado também esteja quitando sua dívida com outra moeda: a delação premiada. A aflição de Del Nero se deve aos crescentes sinais de relaxamento da prisão domiciliar de Marin, em Nova York. Seria uma contrapartida a uma atitude, digamos assim, colaborativa do ex-dirigente?  Nos últimos meses, sua rotina tem incluído passeios a museus – o MoMa fica a apenas três quadras do seu apartamento, na Quinta Avenida. Também se tornaram frequentes os jantares em badalados restaurantes, a exemplo do Daniel e do Marea, onde, aliás, foi visto na semana passada. Marin está sempre acompanhado de familiares e de sua inseparável tornozeleira eletrônica.  Del Nero e Marin eram parceiros nos negócios da bola até que este último foi preso, na Suíça, no ano passado. Desde então, Del Nero não põe o pé fora do Brasil, com medo de ter o mesmo destino. Sobretudo se Marin tiver aberto seu baú de memórias.

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08.09.16
ED. 5450

Linha de fundo

 A relação entre a CBF e a Samsung, patrocinadora da seleção brasileira, é uma bola prestes a sair pela linha de fundo.

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eduardo-cunha-rr-09
09.08.16
ED. 5429

Cunha manda CPI do Futebol para escanteio

 A CPI do Futebol é o mais novo exemplo do poder que Eduardo Cunha mantém na Câmara dos Deputados – ainda que um exemplo relativamente prosaico se comparado a algumas de suas maiores façanhas. Nos últimos dias de trabalho da CPI, encerrada há duas semanas, o ex-presidente da Câmara escalou alguns de seus melhores beques na Casa para garantir o esvaziamento da pauta, chutar as votações para escanteio e, sobretudo, proteger atuais e ex-dirigentes da CBF.  O desempenho da zaga de Eduardo Cunha – liderada pelos deputados Washington Reis (PMDB-RJ) e André Moura (PSC/CE), dois de seus mais fiéis aliados – não poderia ter sido melhor. A CPI chegou ao fim sem que o atual presidente da CBF, Marco Polo del Nero, tenha sido sequer convocado a depor. Os dois últimos caciques da entidade, José Maria Marin e Ricardo Teixeira, também escaparam ilesos. É mais um tento na lista de serviços prestados por Cunha à entidade. O parlamentar tem uma estreita relação com a CBF desde os tempos de Teixeira. Mais recentemente, foi o artífice da indicação do deputado mineiro Marcelo Aro para a diretoria de Ética e Transparência da Confederação.

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 O presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, teme ter seu próprio Sergio Machado. No ano passado, poucas semanas antes da prisão de dirigentes da CBF e da Fifa, Del Nero teve uma série de conversas com o empresário J. Hawilla, delator-mor do Fifagate. Provavelmente o que falaram é de conhecimento apenas dos dois e do FBI inteiro.

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21.07.16
ED. 5416

Pobre CBF

 A crise chegou à CBF – ou, pelo menos, ao seu andar de baixo. Nos últimos dois meses, a entidade demitiu mais de 20 funcionários. Por ora, os cortes de custos não atingiram o Olimpo da cartolagem, leia-se as 17 diretorias remuneradas. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  CBF.

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17.06.16
ED. 5392

Lembranças

  O ex-deputado e atual cartola da CBF Walter Feldman está em polvorosa com o falatório de Sergio Machado à Justiça. Feldman era o responsável pela arrecadação de recursos para a campanha de Marina Silva em 2014.

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13.06.16
ED. 5388

Entreouvidos

 O ex-presidente da CBF José Maria Marin tenta vender sua rádio no interior de São Paulo para um grupo de evangélicos. A vida de exilado em Nova York e de devedor da Justiça americana é cara demais.

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 Marco Polo del Nero e Ricardo Teixeira têm o corpo fechado no Congresso Nacional. Há cerca de dez dias, o próprio Renan Calheiros suspendeu a convocação dos cartolas pela CPI do Futebol, em curso no Senado. Agora, a blindagem se dá na Câmara dos Deputados. Parlamentares da bancada da bola se movimentam com o objetivo de esvaziar a CPI da Máfia do Futebol, instaurada há apenas um mês. O camisa 10 do time é o deputado Marcelo Aro (PHS-MG). Uma de suas missões mais importantes é exatamente barrar os pedidos de convocação de Del Nero, que reassumiu na semana passada a presidência da CBF, e de Ricardo Teixeira, ex-nº1 da entidade – ambos já protocolados pelo deputado Arnaldo Jordy (PPS/ PA). No melhor dos mundos para a CBF, seria aprovado apenas o pedido de depoimento do antecessor de Del Nero, José Maria Marin, que já está purgando seus pecados junto à Justiça norte-americana.  A CBF – em especial Marco Polo del Nero – confia bastante em Marcelo Aro. O parlamentar, que se notabilizou por fazer micagens com um boneco do ex-presidente Lula durante as sessões da comissão do impeachment, vem de uma longeva linhagem de cartolas. Há mais de 40 anos, sua família manda e desmandam no futebol mineiro. Seu avô – José Guilherme Ferreira, chefe do gabinete militar do governador Magalhães Pinto na década de 60 – dirigiu a Federação local. Já seu pai e seu tio foram afastados da entidade, no início dos anos 2000, por denúncias de formação de quadrilha, falsificação de documentos e desvio de recursos. A bola agora está com Marcelo de Aro.

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09.03.16
ED. 5323

Fora de campo

 Marco Polo del Nero já confidenciou a amigos que vai renovar seu pedido de licença da presidência da CBF, que vence no fim de maio. Ainda que temporariamente, o cartola quer ser “esquecido” pela mídia. Já a amnésia do FBI vai ser mais difícil de conseguir… Procurado pelo RR, a CBF não comentou o assunto.

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01.03.16
ED. 5317

Fila indiana

 A Samsung estuda romper o acordo de patrocínio com a CBF, juntando-se, assim, à BRF e à P&G . As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Samsung e CBF.

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04.02.16
ED. 5302

Coronel Nunes

 Romário fechou a temporada de 2015 da CPI do Futebol com o depoimento do presidente licenciado da CBF, Marco Polo Del Nero. Agora pretende reabrir os trabalhos ouvindo o novo nº 1 da entidade, o coronel Antonio Carlos Nunes.

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18.01.16
ED. 5289

O time de Renan

 Em meio à grave crise política, Renan Calheiros encontrou tempo para escalar um cabeça de área de sua confiança na CBF. Emplacou o alagoano Gustavo Feijó na diretoria da entidade. Para atender à convocação, Feijó se licenciou do cargo de prefeito de Boca da Mata, cidade alagoana de 30 mil habitantes.

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06.01.16
ED. 5281

Má companhia

A migração da CBF das páginas esportivas para o noticiário policial começa a cobrar seu preço. Depois da Procter & Gamble, a Telefônica/Vivo também deverá romper o contrato de patrocínio com a entidade. O acordo rende à CBF cerca de três milhões de euros por ano.

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04.01.16
ED. 5279

Sobressalto

 Marco Polo Del Nero teria colocado à venda sua luxuosa cobertura na Barra da Tijuca. Os amigos mais próximos não se preocupam, pois sabem que o presidente licenciado da CBF está passando apenas por um espasmo de liquidez.

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 Romário avança sobre a CBF. Hoje, a CPI do Futebol vai votar o requerimento de quebra do sigilo fiscal e bancário do Comitê Organizador da Copa de 2014, que foi presidido por Ricardo Teixeira e, depois, por José Maria Marin.

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11.11.15
ED. 5245

Pé no chão

 A Fifa não passou de um sonho de uma noite de verão. Mas Zico já revelou a amigos a firme disposição de disputar a presidência da CBF, seja em 2018, seja no caso do afastamento de Marco Polo Del Nero.

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04.11.15
ED. 5240

Entregará o jogo?

 Os advogados de José Maria Marin negam. Mas, na CBF, já se dá como certo que o ex-cartola vai fechar um acordo de delação com a Justiça norte-americana.

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Marco Polo Del Nero está em busca de um nome para assumir a diretoria jurídica da CBF no lugar de Carlos Eugênio Lopes, o “Carlô”, último remanescente da era Ricardo Teixeira. Por falar em CBF, o senador Romário só se refere ao ex-deputado e hoje secretário-geral da entidade, Walter Feldman, como “O Vazador”.

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21.09.15
ED. 5210

12º jogador

A CPI do Futebol trabalha com a informação de que o FBI vai revelar até o fim de outubro o nome do misterioso “co-conspirador 12”, um dos últimos envolvidos no escândalo do Fifagate cuja identidade ainda é mantida em sigilo. No mundo da bola, todos dão como certo que essa camisa 12 pertence ao presidente da CBF, Marco Polo Del Nero.

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Romário, como sempre, não perdoa seus adversários. Com uma certa dose de sadismo, o senador pretende deixar o presidente da CBF, Marco Polo del Nero, seu grande desafeto, para o grand finale da CPI do Futebol. Antes, quer ouvir os ex-presidentes da entidade Ricardo Teixeira e Jose Maria Marin.

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26.08.15
ED. 5193

J. Hawilla dá seus últimos chutes na Traffic

A exuberante combinação de mármore e vidro na entrada principal – há quem diga que o projeto serviu de inspiração para a nova sede da CBF – remete ao tempo em que J. Hawilla era o todo-poderoso do marketing esportivo no país. Hoje, no entanto, é o que é: apenas uma fachada. Da porta para dentro do prédio da Traffic, no Jardim Paulista, todos sabem que o jogo acabou. Com a reputação em frangalhos e uma carteira de contratos cadente, a empresa está à venda. O próprio Hawilla vem conduzindo as negociações de Miami, onde vive recluso após se declarar culpado por crimes de sonegação e corrupção, devolver US$ 151 milhões à Justiça norte-americana e, muito provavelmente, delatar antigos parceiros. Do outro lado da mesa, estão investidores chineses e árabes com negócios no futebol tanto na Ásia quanto na Europa. Hawilla está convicto de que o comprador terá de vir de uma dessas áreas cinzentas do mapa-múndi da bola. Hoje, a Traffic é um negócio para quem tem canela de aço e está acostumado a fugir de marcações cerradas. Da mesma maneira que o presidente da CBF, Marco Polo del Nero, não vai nem ali no Paraguai com medo da Interpol, J. Hawilla não ousa sair de Miami. Há meses não pisa na sede da Traffic. O dia a dia da gestão está nas mãos de seu filho, Stefano Hawilla. Faltam-lhe, no entanto, o tempo de estrada e as conexões políticas do pai. Além disso, Stefano nunca foi muito chegado à atividade principal, a comercialização de espaços publicitários e dos direitos de transmissão de eventos esportivos. Ele dedica a maior parte de seu tempo à divisão de gerenciamento da carreira de atletas. O último grande ativo na carteira de contratos da Traffic é a representação comercial da Copa do Brasil, em consórcio com a Klefer. A companhia detém ainda os direitos sobre a Copa América do Centenário, programada para 2016, nos Estados Unidos. No entanto, depois da devassa do FBI na Concacaf, ninguém se arrisca a dizer se a competição será mesmo realizada. * A Traffic não quis comentar sobre o tema.

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21.08.15
ED. 5190

Tá na mesma linha?

A CPI do Futebol pretende convocar executivos das empresas patrocinadoras da CBF, como Vivo, General Motors, Samsung e, sempre ela, a Nike.

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Da Suíça, chegam notícias de que José Maria Marin, por ora, não fará qualquer acordo de delação com a Justiça norte-americana. No entanto, talvez por paranoia – compreensível para um homem em suas circunstâncias – talvez por conhecer bem os métodos do ex-aliado, o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, está convicto de que Marin vai falar. Na entidade, todos dão como certo que o ex-presidente não guardará o que sabe se a Suíça aceitar o pedido de extradição para os Estados Unidos.

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27.07.15
ED. 5171

Baú de memórias

O súbito reaparecimento de Ricardo Teixeira na mídia causou calafrios em Marco Polo Del Nero. Na última sexta-feira, todos se perguntavam na CBF: “Será que ele vai começar a falar?”

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29.06.15
ED. 5151

Preliminar

Enquanto a bola não rola na CPI da CBF, o senador Romário segue no trabalho de aquecimento. Nos últimos dias, recolheu uma série de documentos e informações sobre o contrato entre a entidade e a ISE, empresa com sede em Cayman e responsável pelos amistosos da seleção brasileira no exterior.

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22.06.15
ED. 5146

Colarinho

 A cervejaria Petrópolis, que tem forte presença no futebol e desde 2013 associa sua marca a  Copa do Brasil, já teria sinalizado a  CBF que não pretende renovar o contrato de patrocínio da competição. Será um efeito do Fifagate?

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19.06.15
ED. 5145

Troca de guarda

Em meio ao “Fifagate”, o diretor jurídico da CBF, Carlos Eugênio Lopes, balança no cargo. “Carlô” – sua alcunha no mundo da bola – é o último remanescente dos tempos de Ricardo Teixeira no primeiro escalão da entidade.

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18.06.15
ED. 5144

Como João Doria Jr

Como João Doria Jr. cansou de brincar de chefe de delegação da seleção brasileira e retornou ao Brasil, é grande a pressão para que Walter Feldman viaje para o Chile e assuma o posto até o fim da Copa América. Ele, no entanto, prefere ficar no Brasil. Desde a prisão de José Maria Marin na Suíça, Marco Polo Del Nero e os demais dirigentes da CBF desenvolveram um súbito medo de avião.

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11.06.15
ED. 5139

Longe da CBF

 Na Volkswagen é indisfarçável o alívio com a decisão tomada no ano passado, quando a companhia resolveu não estender o contrato de patrocínio com a CBF. Reza a lenda que, na ocasião, durante as tratativas para a renovação do acordo, o então presidente da entidade, José Maria Marin, insistiu em trafegar perigosamente no meio-fio.

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03.06.15
ED. 5134

Abilio Diniz

Abilio Diniz tem dito a uns e outros que o estouro do “Fifagate” seria um bom motivo para a BRF/ Sadia romper o contrato de patrocínio a  CBF.

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29.05.15
ED. 5131

“Fifagate”

Os advogados da CBF passaram as últimas 48 horas debruçados sobre o único contrato ainda em vigor com a Traffic, referente a  comercialização de placas de publicidade para a Copa do Brasil. A ordem de Marco Polo del Nero é romper imediatamente o acordo com o “quinta coluna” J. Hawilla. *** Wagner Abrahão, dono do Grupo aguia e parceiro da CBF na venda de ingressos, dormiu muito pouco nas últimas duas noites. Nas raras vezes em que conseguiu fechar os olhos, teve o mesmo pesadelo: agentes do FBI surgiam do nada carregando bilhetes para o serviço de hospitality na Copa de 2014.

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20.02.15
ED. 5064

José Maria Marin

José Maria Marin deverá manter um pé na CBF. Um pé de meia, ressalte-se. O presidente eleito da entidade, Marco Polo del Nero, pretende criar uma espécie de Conselho de Administração na entidade, que seria comandado por Marín.

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16.07.13
ED. 4691

Bola dividida

 As relações entre J. Hawilla, da Traffic, e um manda- chuva da mídia e – por que não? – do próprio futebol brasileiro andam estremecidas. O presidente da CBF, José Maria Marin, que nem cruza muito com Hawilla, é quem vem tentando selar a paz.

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14.02.13
ED. 4586

Bola dividida

 José Maria Marín, presidente da CBF, está fazendo a caveira do outrora poderoso J. Hawilla, dono da Traffic.

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