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planos
14.11.17
ED. 5745

Natal da roleta

Parlamentares de todos os matizes estão sendo “intimados” para o Black Casino, evento marcado para o dia 23 de dezembro, no Hotel Grand Mercure, no Rio. Os organizadores do bacará pré-natalino prometem recriar o ambiente de um cassino em Las Vegas. A grande aposta da noite, claro, será o lobby pela liberação do jogo no Brasil.

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24.01.17
ED. 5545

Banco de reservas

Se as negociações com o Casino para a compra do controle da ViaVarejo não decolarem, a chilena Falabella tem um Plano B para o Brasil: a Máquina de Vendas, leia-se Ricardo Eletro.

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 A fúria do investidor ativista Carson Block, dono do fundo Muddy Waters Research, contra o Casino não tem limites. Descobriu-se que Block contratou dois ex-executivos do grupo francês para fornecer informações confidenciais. As insider informations serão usadas em seu próximo relatório, esperado para esta semana. Um dos destaques do relatório será uma crítica aguda à gestão do Grupo Pão de Açúcar.

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 O Atacadão, o mais próspero negócio do Carrefour no Brasil, prepara-se para uma grande aquisição neste ano. O principal alvo é a Roldão Atacado, que fatura R$ 2 bilhões por ano. Controlada pela família Severini, a rede atacadista esteve perto de ser comprada pelo Casino em 2012. Depois, flertou com a GP .

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04.05.16
ED. 5361

Figura e fundo

 Um cavaleiro da távola redonda de Michael Klein garante que ele está blefando quando anuncia peremptoriamente o interesse na recompra da ViaVarejo . Klein estaria usando um expediente para forçar uma renegociação do acordo de acionistas firmado com o Casino, que vence daqui a dois meses, A partir de então, o empresário passará a ser um minoritário sem qualquer direito especial.

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17.03.16
ED. 5329

“Black block” do Casino chega ao GPA

  Inimigo número um do Casino no mercado mundial, o mega investidor Carson Block vai virar suas baterias para cima do Grupo Pão de Açúcar no Brasil. De acordo com uma fonte do RR que detém forte posição acionária no GPA, Block – através da sua consultoria de investimentos, a Muddy Waters – estaria se articulando com acionistas minoritários para iniciar um ataque ao Grupo com informações desabonadoras. A principal acusação é de que o grupo teria escondido esqueletos fiscais no balanço de 2015.  Se a ameaça proceder, o investidor apenas repetirá no país o que tem feito recorrentemente contra o Casino, dono do GPA, no mercado europeu. Block, que vendeu a descoberto ações do grupo francês, tem se articulado nos quatro cantos do planeta para levantar informações negativas da companhia. Ele mira direto no rating. Neste momento, as agências de classificação de risco estão reavaliando as notas do Casino. Block e sua turma já espalharam no exterior que também no balanço do Casino existiriam fraudes. A denúncia estaria calçada em um levantamento feito pela consultoria francesa Proxinvest, que recentemente postou no seu site críticas à governança do Casino.

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19.02.16
ED. 5310

Destino de German Quiroga

 Recém-saído da Cnova , braço do comércio eletrônico do Casino no Brasil, German Quiroga está cotado para voltar à B2W. O executivo é um dos pais da companhia de e-commerce: entre outros projetos, trabalhou na montagem da Americanas.com.

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19.01.16
ED. 5290

Casino

 Eduardo Rossi, braço direito de Abilio Diniz na Península , tem contado com a luxuosa consultoria de um ex-diretor do Casino, que deixou o grupo há cerca de três meses. Uma das principais missões do “quinta coluna” é abastecer de informações o investidor norte-americano Carson Block, que tem feito uma agressiva campanha contra o Casino, a ponto de se tornar alvo de uma investigação da AMF, órgão regulador da Bolsa de Paris.

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22.12.15
ED. 5274

Ferinos relatórios

 O investidor norte-americano Carson Block, um minoritário ativista do Casino, tem consultado Abilio Diniz e seu fiel escudeiro Eduardo Rossi para a elaboração de seus ferinos relatórios de análise do grupo francês, controlador do Pão de Açúcar. O último desses documentos fez sérias críticas à direção do Casino, mais precisamente a seu CEO, JeanCharles Naouri. Quem apresentou Diniz a Block foi William Ury, renomado professor de Harvard e negociador de Diniz na venda de ações do Pão de Açúcar. Mas o que os aproximou mesmo foi o interesse comum de dificultar a vida do Casino.  

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03.12.15
ED. 5261

Invasão suspeita

 No último domingo, em Paris, a casa de Arnaud Strasser, braço direito de Jean Charles Naouri, manda-chuva do Grupo Casino, sofreu uma invasão pela terceira vez neste ano. A própria residência de Naouri, num subúrbio da capital francesa, já havia sido invadida, em abril, por um brasileiro, que se encontra preso. Em todas as ocasiões, nada foi roubado. A polícia francesa trabalha com a hipótese de espionagem e já estaria investigando duas empresas do ramo bem conhecidas no Brasil.

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16.10.15
ED. 5228

Katia Abreu sai em busca de mercado para o leite brasileiro

 Katia Abreu tornou-se “garota-propaganda” da indústria láctea nacional. A ministra da Agricultura iniciou uma cruzada para vender o leite e derivados made in Brazil e aumentar o peso destes produtos na pauta de exportações. Trata-se de um dos raros segmentos da cadeia do agronegócio em que o país acumula seguidos déficits comerciais. Com seu habitual estilo trator, na linha do “me dá aqui que eu faço”, Katia chamou para a si a responsabilidade de bater à porta dos grandes compradores mundiais de lácteos, leia-se as maiores empresas varejistas do mundo. Recentemente, conversou com Jorge Paulo Lemann, a quem solicitou, sem rodeios, que a rede de restaurantes Burger King aumentasse a compra de leite produzido no Brasil. É só o início. Segundo o RR apurou, a via láctea de Katia Abreu incluirá também encontros com dirigentes dos grandes conglomerados de varejo internacionais presentes no país, como Carrefour, Casino, Walmart e Cencosud, com o objetivo de sensibilizar estes grupos a elevar as importações de lácteos junto à indústria brasileira.  Há seis anos, não sobra nem um restinho de requeijão no fundo da balança comercial. Nesse período, o saldo entre as exportações e importações de lácteos acumulou um resultado negativo de quase US$ 2 bilhões. Em 2014, é bem verdade, o país registrou o menor déficit do período (US$ 101 milhões). No entanto, tudo indica que o número voltará a subir neste ano – no primeiro semestre, as importações superaram as exportações em US$ 60 milhões.  Katia Abreu está convicta de que o problema não será resolvido distribuindo caquinhos de verba do ministério para os laticínios nacionais montarem estandes em feiras no exterior. Para ela, o país terá realmente de arrancar mercado na unha, sensibilizando grandes compradores das mais variadas latitudes. Por se tratar de um mercado de escalas colossais, qualquer gota a mais no copo faz diferença. Em um exercício meramente hipotético, se cada uma das 11 mil lojas do Walmart em todo o mundo vender por dia uma caixinha a mais de leite brasileiro, ao fim do ano isso representará mais de quatro milhões de litros, ou o equivalente a quase 3% do déficit comercial do setor no ano passado.

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03.08.15
ED. 5176

Sem descanso

Eduardo Rossi, braço direito de Abilio Diniz na Península, tem passado bastante tempo em Paris. Além de acompanhar os investimentos do empresário no varejo, Rossi também comanda uma tropa de choque dedicada a incomodar o Casino. Quem acompanha o assunto garante que o saco de maldades de Rossi é bem fundo.

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16.07.15
ED. 5164

Casino diz “très bien” ao desemprego na ViaVarejo

 A economista inglesa Beatrice Webb dizia que o desemprego é um dos termômetros do caráter social do empresário. Se a medição fosse aplicada nos empresários e figadais concorrentes Abilio Diniz e Jean-Charles Naouri, com base no passado recente o ex-dono do Pão de Açúcar e atual mandachuva do Carrefour estaria ganhando com alguns corpos de vantagem. Por ora, seus respectivos conglomerados empresariais têm se portado de maneira distinta diante dos graves efeitos da crise econômica sobre o varejo. à‰ o que mostram os dados do obituário trabalhista no setor. Se, até ontem à  noite, o Carrefour continuava invicto, sem anunciar cortes no Brasil, o Grupo Pão de Açúcar dispara nessa corrida antissocial. No varejo de alimentos, leia-se super e hipermercados, não há previsão de demissões em massa nas operações do Casino no país, mas, sim, de cortes pingados em determinadas regiões, que podem atingir até 200 trabalhadores. Na ViaVarejo, no entanto, os números saltam de escala. Entre maio e junho, a holding que reúne Casas Bahia e Ponto Frio colocou na rua cerca de três mil funcionários. Essa é a má notícia; a péssima é que a conta vai aumentar. De acordo com uma fonte próxima ao Pão de Açúcar, a ViaVarejo prepara mais uma leva de demissões. Segundo o RR apurou, há uma régua sobre a mesa dos franceses que dá a medida do novo esmagamento: o grupo calcula que Casas Bahia e Ponto Frio só conseguirão reequilibrar seus custos com o fechamento de mais duas mil vagas de emprego até outubro. à‰ sintomático, portanto, que, nos últimos 12 meses, o Grupo Pão de Açúcar tenha elevado de R$ 323 milhões para R$ 540 milhões o volume de provisões para eventuais perdas com ações trabalhistas. Não cabe qualquer juízo de valor na comparação direta e – por que não? – inevitável entre Abilio Diniz e Jean-Charles Naouri. Até porque ambos são unidos pelo pragmatismo que está na essência de qualquer empresário: quando o cinto aperta, o social deixa de ser um fator prioritário. Além disso, como se sabe, a cadeia alimentar só é de todo ruim para quem está na base dela. Em Paris, deve ter muito acionista do Casino encantado com os cortes do grupo no Brasil. De qualquer forma, neste momento, o nome de Naouri está indissociavelmente vinculado a cortes e mais cortes. A se confirmar a nova fornada de demissões, em menos de seis meses o Pão de Açúcar, especialmente a Via- Varejo, terá extinguido cerca de cinco mil postos de trabalho. O número corresponderia também a um terço de todas as vagas de emprego fechadas no varejo de móveis e eletrodomésticos desde janeiro. Ressalte-se que os dois arquirrivais franceses vivem momentos distintos no mercado brasileiro, muito em função da própria natureza de suas operações. A atuação do Carrefour/ Atacadão está predominantemente concentrada no ramo de alimentos, um dos últimos a sentir o amargo paladar da crise. Não por acaso, segundo o RR apurou, a rede pretende aumentar o número de contratações. Já o Grupo Pão de Açúcar, por conta da ViaVarejo, está indexado também à  área de eletroeletrônicos, duramente afetada pela queda de 5% na renda média do trabalhador. As vendas de aparelhos de TV, por exemplo, caíram quase 30% entre janeiro e junho se comparadas ao primeiro semestre do ano passado.

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09.07.15
ED. 5159

Pão de sangue

Recomenda-se ao nº1 do Casino e presidente do Conselho do Pão de Açúcar, Jean-Charles Naouri, que olhe bem para os lados e não deixe suas costas desguarnecidas. O seu principal desafeto não é de deixar barato.

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08.07.15
ED. 5158

Nostalgia

O empresário Michel Klein não esconde dos mais próximos o profundo incômodo em assistir de longe a s demissões e ao fechamento de lojas da Casas Bahia. Em conversas reservadas, ele já deixou escapar que tem vontade de recomprar a rede varejista e mostrar ao Casino como administrar o negócio.

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