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planos
28.08.17
ED. 5692

Carlyle no e-commerce

A investida do Carlyle no mercado de TI – vide a recente aquisição da startup FS – não se encerra em si própria. Os norte-americanos pretendem montar uma plataforma tecnológica para o seu próximo passo no Brasil: a compra de
empresas de e-commerce. A munição é pesada: o Carlyle está montando um novo fundo na América do Sul de mais de US$ 1 bi.

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26.07.17
ED. 5669

Carlyle não quer mais brincar

O Carlyle deverá anunciar nos próximos dias a venda de uma participação na RiHappy, maior rede de lojas de brinquedos do país. Segundo fonte próxima ao fundo norte-americano, a operação gira em torno dos US$ 70 milhões.

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carlyle-rr-5656
07.07.17
ED. 5656

A nova fornada de dólares do Carlyle

O Carlyle está prestes a fechar a captação de um novo fundo para a América Latina, de aproximadamente US$ 500 milhões. Mais de metade deste valor, segundo a fonte do RR, será destinada ao Brasil. Na mira da gestora norte-americana, empresas da área de saúde e educação.

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30.06.17
ED. 5651

Sob nova direção

O Carlyle prepara o terreno para desembarcar da Tok&Stok. O fundo norte-americano detém 60% da rede de lojas. O restante pertence aos acionistas fundadores, o casal Ghislaine e Regis Dubrule.

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tok-stok-rr-5619
16.05.17
ED. 5619

Mudanças à vista no capital da Tok&Stok

O casal Ghislaine e Regis Dubrule está se preparando para vender sua participação de 40% na Tok&Stok – o restante das ações pertence ao Carlyle. No início deste mês, sintomaticamente Ghislaine deixou a presidência executiva, entregue ao ex-Carrefour Luiz Fazzio, para se aninhar no Conselho da rede varejista. Registre-se que o casal Dubrule já passa boa parte do tempo fora do Brasil – ambos são franceses. Consultada, a Tok&Stok confirmou a mudança na gestão, mas não se pronunciou sobre a possível venda da participação.

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10.05.17
ED. 5615

Plantão médico

O fundo norte-americano Carlyle avalia a venda de sua participação de 8,3% na Rede D ́Or. Qualquer semelhança entre o timing da saída do negócio e a recente prisão do diretor médico da companhia e ex-secretário de Saúde do governo Cabral, Sergio Cortes, não seria mera coincidência.

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17.04.17
ED. 5600

Caixa cheio

Vem dinheiro novo por aí. O novo fundo que o Carlyle está montando para a América Latina já teria captado mais de US$ 500 milhões.

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24.02.17
ED. 5568

Carlyle sai às compras no varejo

A estada do Carlyle no capital da CVC chegou ao fim. A gestora norte-americana concluiu a venda em mercado dos 5% que ainda lhe restavam em ações da operadora de turismo. Antes já havia retirado seus dois representantes do Conselho de Administração. Boa notícia para as empresas de varejo que querem um sócio com mais de US$ 180 bilhões em carteira. Segundo o RR apurou, o Carlyle quer usar os recursos amealhados na CVC para aproveitar a baixa dos ativos na área de consumo no Brasil. São aproximadamente R$ 700 milhões.

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16.01.17
ED. 5539

Volta às aulas

O fundo norte-americano Advent já teria apresentado uma oferta pelas participações da Vinci e do Carlyle na Uniasselvi. A rede de universidades está avaliada em torno de R$ 1,3 bilhão. Se consumada, a operação será um reencontro de velhos conhecidos. O Advent foi sócio da Kroton, que, por sua vez, controlou a Uniasselvi até outubro de 2015.

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 O norte-americano Apollo Group tenta comprar a Uniasselvi, rede de universidades adquirida pela Vinci Partners e pelo Carlyle há apenas um ano.

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Apollo, Carlyle e Vinci.

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18.11.16
ED. 5498

Tabuada

 A gestora britânica Actis deverá anunciar em dezembro a venda de sua participação de 37% na rede de ensino Cruzeiro do Sul. Há três fortes candidatos: Advent, Carlyle e Gávea. Será, de longe, o mais rentável dos negócios feitos pela Actis no país. O valor da operação deverá girar em torno de R$ 1,2 bilhão, quase sete vezes o que os britânicos pagaram pela participação em 2012 (R$ 180 milhões).

• A seguintes empresa não retornaram ou não comentaram o assunto: Actis.

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28.09.16
ED. 5464

Adoecendo

 Corre pelo mercado a informação de que as negociações para a venda da Qualicorp às gestoras norte-americanas CVC e Carlyle emperraram. Não por acaso, nas últimas duas semanas a ação da operadora de plano de saúde caiu 14%.

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16.09.16
ED. 5456

Na frente dos bois

 A Kroton nem esperou o parecer do Cade sobre a fusão com a Estácio e já colocou sua operação de ensino a distância na prateleira. A empresa ofertada é a Uniderp, que tem 160 mil alunos e 10% do mercado de educação não presencial. O ativo é avaliado em aproximadamente R$ 500 milhões e estão na fila de compra os fundos Advent, Vinci e Carlyle. • Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Kroton.

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cvc-rr-8
08.09.16
ED. 5450

Carlyle e Guilherme Paulus em clima de fim de viagem

 O clima entre o Carlyle e Guilherme Paulus, os dois principais sócios da CVC , está de mal a pior. Se antes, ambos divergiam sobre os planos de investimentos para a expansão da operadora de turismo, agora o pomo da discórdia tem a ver com a rede de atendimento. A influência de Paulus na empresa é cadente, verdade seja dita, principalmente após a recente oferta de ações que reduziu ainda mais o seu quinhão societário. Mas o empresário possui o capital simbólico de ter sido o fundador da CVC. O encolhimento no número de pontos de venda no Rio de Janeiro, com a decisão de 22 lojistas de saírem da rede da operadora de turismo, acendeu ainda mais a chama das desavenças em função do impacto na receita. Não é para menos. O número equivale a 30% do total de pontos de venda no estado, o terceiro maior mercado da companhia, atrás de São Paulo e de Minas Gerais. A debandada tem grande potencial de inflamar a relação entre a direção da operadora de turismo e a sua rede de revenda justamente em um momento no qual o setor sofre com o baixo crescimento da demanda. Há um risco de que outros lojistas sigam o roteiro do que está acontecendo no Rio de Janeiro.  Guilherme Paulus estaria creditando à atual gestão da CVC, comandada pelo Carlyle, uma política asfixiante com os lojistas, com direito a metas de desempenho draconianas. A empresa tem exigido expansão de, pelo menos, 10% nas vendas de cada ponto, o mesmo de dois anos atrás, quando o crescimento do setor era de 20%, e independentemente do endereço de atuação, o que torna o negócio assimétrico. A definição dos locais de abertura de lojas também é um problema porque a CVC tem permitido o funcionamento de algumas lojas perto uma da outra, o que acaba gerando concorrência entre elas. O Carlyle não tem dado ouvidos ao sócio e segue usando o torniquete. A operadora de turismo, inclusive, ameaça aplicar multas e até recorrer à Justiça com a alegação de rompimento do contrato de franquia desses lojistas. O Carlyle estaria pagando para ver o que Paulus, lojistas e quem mais for podem fazer. Está em pleno comando da situação e aposta que os resultados virão com a prevista recuperação da demanda no fim do ano. • Procuradas, as seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: CVC.

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29.08.16
ED. 5443

Máquina à venda

 Em busca de um comprador para a rede varejista Máquina de Vendas, o BTG teria batido à porta das gestoras norte-americanas Advent e Carlyle. Antes, manteve tratativas com o Magazine Luiza, mas a conversa não andou.

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16.08.16
ED. 5434

Chinatown 1

 A chinesa Fosun, que comprou recentemente a Rio Bravo, quer investir na área de saúde no Brasil. Segundo o RR apurou, os asiáticos têm especial interesse na Rede D´Or, controlada pelo Carlyle, pelo GIC, fundo soberano de Cingapura, e pela família Moll. A Fosun, ressalte-se, administra mais de US$ 60 bilhões em ativos. • Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Rede D’Or e  Fosun.

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09.08.16
ED. 5429

Dúvida

• Manter ou não o empresário José Seripieri na gestão da Qualicorp? Esta é a dúvida que paira sobre o Carlyle e o GIC (fundo soberano de Cingapura), fortes candidatos à compra da operadora de planos de saúde. A permanência de Seripieri, ainda que por um período de transição, é vista pelos fundos como uma faca de dois gumes. Ninguém no país conhece tão bem o segmento de planos de saúde por adesão, modelo de negócio que ele próprio ajudou a montar. Em contrapartida, a presença de Seripieri empurra a Qualicorp para as piores páginas do noticiário. O empresário é investigado por supostas doações irregulares para a campanha de Fernando Pimentel.

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chaim-zaher
15.07.16
ED. 5412

Chaim Zaher promete pegar a Kroton na próxima curva

 Chaim Zaher não vai deixar barato para a Kroton a perda da Estácio. O empresário abriu os seus planos em conversa com o RR e, já na partida, deixou claro que a nova dona da universidade carioca deverá ganhar um concorrente de peso. “Não vou me aposentar. Estou pronto para a luta”, dispara. Chaim pretende juntar em uma mesma sala de aula a Unip, de João Carlos Di Genio; a Anima, liderada por Daniel Faccini Castanho; a Uniasselvi, dos fundos Carlyle e Vinci Partners; e a Ser Educacional, de Janguiê Diniz. Sua entrada no time se dará por intermédio de um fundo de investimentos em educação que ele pretende montar. Da salada sairia um grupo com 9% de mercado no ensino superior – maior do que a Estácio antes da fusão. Como um bom libanês, ex-mascate, Chaim é cauteloso nas assertivas até para não atiçar a gula dos concorrentes. “Temos um bom relacionamento com esses grupos e sabemos que a Kroton precisará de um tempo até conseguir aprovar a fusão no Cade e deglutir de vez a Estácio”, avalia o empresário de olho no gap de tempo que lhe é favorável. “Conversei com eles para comprarmos juntos a Está- cio. Não deu, mas estamos negociando intensamente sobre o que fazer”. Segundo Chaim, o que os une é um “atestado de sobrevivência”. Vai ser cada vez mais difícil concorrer com esse polvo gigante chamado Kroton-Estácio.  Ele aposta todas as suas fichas que o Cade vai aprovar a fusão da Kroton com a Estácio, estabelecendo apenas pequenas restrições. A gigante terá 23,5% de market share por número de matrículas, o que é relevante para um setor em que o segundo colocado soma 6,6%. A avaliação do empresário não esconde o sorriso no canto da boca. Afinal, se o Cade aprovar essa fusão, o caminho estará livre para que outro grupo semelhante seja formado. Com uma grande diferença. EnquanChaim Zaher promete pegar a Kroton na próxima curva to a Kroton segue uma estratégia de expansão com base em um modelo supermercadista, amontoando grupos em uma prateleira, Chaim pretende formar uma corporation controlada por lideranças do setor, com um projeto educacional de longo prazo  Apesar do indisfarçável abatimento, após 30 dias de batalha inclemente contra uma miríade de investidores de mercado instalados nos dois lados, tanto da Estácio quanto da Kroton, Chaim se diz fortalecido por aprender a lição. “Essa cara de cansado não dura dois dias”, diz. Ele descarta ser minoritário de fundos de private equity. “A lógica e o tempo de maturação dos projetos para eles são diferentes dos que são equacionados pelos empresários educadores.” E argumenta: “Comecei a montar um plano de crescimento para a Estácio, que levou dois anos, mas nunca consegui dar ideias e sugestões como educador para a companhia porque os gestores não deixavam”.  Chaim afirma que, quando vendeu a UniSEB para a Estácio, prometeram a ele a presidência do conselho, o que nunca foi cumprido. Para evitar uma guerra de foice, resolveu compor com Eduardo Alcalay, então chairman, para juntos formarem uma chapa única para o conselho da Estácio, em abril deste ano. “Meu objetivo era compor um conselho mais próximo de mim e fazer em seguida uma Oferta Pública de Ações”. No meio do caminho, surgiu a oferta hostil da Kroton, que derrubou tudo. Diante da falta de apoio dos fundos e da desistência da tropa de choque, formada por Ser Educacional, Uniasselvi e Anima, Chaim jogou a toalha. O esforço não foi em vão. Ele deverá sair da Está- cio com quase R$ 1 bilhão no bolso e uma disposição redobrada de formar um novo grande grupo educacional que, pelo menos, dê um freio nas pretensões monopolistas da Kroton. “Respeito o Rodrigo Galindo (presidente da Kroton), mas seremos adversários”, assegura.

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14.07.16
ED. 5411

Máquina de lucro

 Apenas seis meses após recomprar a rede de idiomas WiseUp da antiga Abril Educação, o empresário Flavio Augusto da Silva teria sobre a mesa uma oferta do Carlyle. O valor seria superior a R$ 500 milhões. Ressalte-se que Silva pagou R$ 390 milhões pelo ativo, três anos após vendê-lo por quase R$ 900 milhões. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Wise Up.

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23.03.16
ED. 5333

Na mira da Carlyle

 O fundo norte-americano Carlyle está em busca de ativos no varejo brasileiro. Um dos alvos é a Lojas Renner, controlada por uma miríade de fundos de investimento.

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19.01.16
ED. 5290

Carlyle e GIC avançam sobre o controle da Rede D´Or

 A estratégia do Carlyle e do GIC para a Rede D’Or vai além da Rede D’Or. A companhia será a ponta de lança de um abrangente projeto de consolidação na área de saúde. A estratégia da gestora norte-americana e do fundo soberano de Cingapura é transformar a Rede D’Or em um grande grupo de healthcare, uma holding com participações em hospitais, laboratórios de medicina diagnóstica e clínicas especializadas em doenças de alta complexidade. Carlyle e GIC pretendem jogar para dentro da empresa suas futuras aquisições na área médica no Brasil. Antes, no entanto, querem se assegurar de que terão as rédeas do negócio. Para isso, estariam articulando um novo aporte de capital na Rede D’Or com o objetivo de assumir o controle. Segundo uma fonte que acompanha as conversações, as cifras podem chegar a R$ 3 bilhões. A operação envolveria a transferência de aproximadamente 15% das ações. Com a nova capitalização, a participação da família Moll – fundadora e maior acionista da Rede D’Or – seria diluída dos atuais 64% para 49%. Consequentemente, a dupla GIC e Carlyle sairia de 36% para 51%, assumindo o controle da companhia. Assim como ocorreu nas recentes capitalizações realizadas pelos dois investidores internacionais, os novos recursos iriam direto para o caixa da Rede D’Or, com o objetivo de financiar futuras aquisições e também os projetos greenfield. Para este ano, estão programados investimentos da ordem de R$ 500 milhões na expansão e modernização da rede hospitalar.  Consultada pelo RR, a Rede D´Or garantiu que “não há negociação em andamento neste momento”. Está feito o registro. No entanto, os fatos recentes sugerem que a transferência do controle da empresa vem se desenhando gradativamente, com os seguidos avanços do Carlyle e do GIC sobre a participação dos demais sócios. Em abril do ano passado, no embalo da nova legislação que permitiu a entrada de investidores estrangeiros na área hospitalar, os norte-americanos pagaram cerca de R$ 1,75 bilhão ao BTG para ficar com 8,3%. Um mês depois, foi a vez de o fundo soberano de Cingapura comprar 14% junto à própria instituição financeira e à família Moll. Em dezembro, os asiá- ticos fisgaram os 11,7% que ainda estavam em poder do BTG. Esta operação, ressalte-se, já estava engatilhada, mas a intenção do banco era seguir na mesma toada e vender o restante das suas ações ao longo do primeiro semestre deste ano. A Lava Jato precipitou os fatos.

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18.01.16
ED. 5289

Cesta básica

 O fundo Carlyle está com um pé no capital da St. Marche, rede de supermercados para bem-afortunados com 20 lojas em São Paulo. A St. Marche não comentou o assunto.

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28.10.15
ED. 5236

Venda da Uniasselvi

  Rodrigo Galindo, acionista e presidente da Kroton, ainda tentou esticar um pouco mais as negociações para a venda da rede de universidades Uniasselvi, na expectativa de que surgisse um investidor disposto a pagar a pedida inicial do grupo, de R$ 1,6 bilhão. Mas, como Godot nunca chega, foi voto vencido e teve de engolir a oferta conjunta dos fundos Carlyle e Vinci, em torno de R$ 1,1 bilhão.

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15.10.15
ED. 5227

Carlyle e Priceline duelam na primeira classe

O Carlyle e o também norte-americano Priceline Group estão travando um duelo particular em um mercado que movimenta quase R$ 14 bilhões por ano no Brasil. Em disputa, a compra de plataformas de comercialização de bilhetes aéreos e hospedagem. O Carlyle, que recentemente adquiriu o Submarino Viagens por R$ 80 milhões, está em tratativas para a compra do Webviagens. Fundado pelo investidor Leandro Cesar Silva, o site ainda é um negócio relativamente pequeno para os padrões do setor: deve faturar cerca de R$ 100 milhões neste ano. No entanto, o Carlyle entende que este valor pode ser razoavelmente multiplicado com a venda integrada de pacotes com o próprio Submarino e a CVC, também controlada pelos norte-americanos. A investida do Carlyle sobre o Webviagens pode ser interpretada como uma resposta ao movimento feito recentemente pelo Priceline Group, que aportou R$ 185 milhões na agência de turismo online Hotel Urbano. Pois o contra-ataque do contra-ataque não deve tardar. Segundo o RR apurou, o Priceline já tem um novo alvo em seu radar: o Voopter, aplicativo de busca de passagens aéreas. O controle pertence aos investidores Pettersom Paiva e Tales Tommasini e ao fundo Global Founders Capital

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07.10.15
ED. 5222

Mater Dei fecha as portas aos forasteiros

No momento em que alguns dos principais grupos hospitalares do país buscam um sócio estrangeiro, o Mater Dei decidiu trafegar na contramão. Com recursos em caixa e baixo nível de alavancagem, a maior rede privada de Minas Gerais, com faturamento de R$ 400 milhões, aposta no voo solo. O grupo vai iniciar em breve a construção de um hospital em Betim, em uma área de 250 mil m². A próxima parada será na cidade de Nova Lima, onde o Mater Dei também já comprou um terreno. O investimento em cada novo hospital gira em torno dos R$ 250 milhões. A mudança da lei e a consequente permissão para a entrada do capital estrangeiro no setor deflagraram uma corrida por ativos. Como outros grandes grupos, o Mater Dei tem sido assediado por fundos internacionais, entre eles Advent e Carlyle. Mas, assim como Minas Gerais, permanecerá exatamente onde está: nas mãos dos acionistas fundadores. Palavra de um dos sócios e presidente do grupo, Henrique Salvador. Recentemente, inclusive, a família concluiu a compra de 5% das ações que estavam nas mãos de executivos e médicos credenciados. Com isso, passou a deter 100% da companhia. O objetivo do clã teria sido justamente fechar um flanco no capital do Mater Dei que poderia servir de porta de entrada para forasteiros.

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29.07.15
ED. 5173

Sócios da Positivo Educação divergem até no acordo

Se há um consenso entre as várias famílias que controlam a Positivo Educação é de que o momento é oportuno para passar adiante o negócio. Até aí morreu Neves. A questão é a qual preço. A empresa está entre as dez maiores do setor, reúne 30 mil alunos, colégios, universidade, lucro anual entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões desde 2010 e taxa de crescimento de receita superior a 20%. A ânsia vendedora se explica pela acelerada consolidação do setor educacional no país, com a entrada em massa de grandes grupos internacionais que não param de comprar. A preocupação dos sócios da Positivo, à  frente o fundador Oriovisto Guimarães, tendo como fiel escudeiro seu filho Lucas, é perder o bonde. Aliás, melhor seria dizer continuar perdendo o bonde. Oriovisto se reuniu com uma trinca de gestoras norte-americanas pesopesado – Texas Pacific Group (TPG), General Atlantic e Carlyle, que juntas administram nada menos do que US$ 280 bilhões em ativos. De sobra, ainda houve conversa com o fundo Gera, de Jorge Paulo Lemann. Pena que pode ter sido tudo à  toa. As mesmas famílias que querem vender não se entendem sobre o valor a ser cobrado. Todos os interessados ofereceram em torno de R$ 1 bilhão, mas o montante é considerado café pequeno pelos sócios Samuel Lago e Rodrigo Formighieri e seus respectivos parentes. O dilema é que ninguém tem maioria absoluta do capital, bastante pulverizado. Os maiores acionistas têm 15% cada um. O desentendimento sobre valores mais parece uma sina ou uma saga familiar. Há dois anos, a história se repete. Oriovisto tem tentado usar sua ascendência, digamos, histórica, para convencer os sócios a encontrar um denominador comum. Contratou o BTG Pactual para fazer uma reestruturação na gestão da companhia, profissionalizar tudo e apresentar uma proposta financeira. Procurada pelo RR, a Positivo limitou-se a dizer que “não tem conhecimento de tais informações”. O banco deve apresentar uma solução que idealmente precifique melhor o ativo e atenda às expectativas de todos os sócios controladores. A solução mais desenhada é fazer uma oferta privada (private placement) com base em um valuation acima de dez vezes o Ebitda. A opção seria uma alternativa ao IPO, defendido por sócios anteriormente. Parece simples, não? Mas vá fazer os “positivos” se entenderem. Até hoje essa foi uma missão inglória.

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27.07.15
ED. 5171

Carlyle na saúde

O Carlyle, que já foi sócio da Qualicorp, de José Seripieri Junior, vai retomar os investimentos na área de saúde no Brasil. O alvo agora é o segmento hospitalar.

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08.04.15
ED. 5096

O Carlyle avançou algumas casas nas negociações

 O Carlyle avançou algumas casas nas negociações para a compra da Uniasselvirede de ensino que a Kroton está passando a  frente para atender a  determinação do Cade. Outros quatro candidatos disputam esta corrida, entre os quais a Ser Educacional.

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19.03.15
ED. 5083

Uma passagem só de ida na CVC

A CVC tem tudo para se tornar a lembrança de uma viagem no porta-retratos de seu fundador. Guilherme Paulus estaria se preparando para desembarcar de vez do capital da operadora de turismo, com a venda dos poucos mais de 24% que manteve após a negociação do controle para o Carlyle. O empresário ajusta o timing da saída ao fuso horário dos norte-americanos. Passados cinco anos da sua chegada a  CVC, a expectativa é que o próprio fundo se desfaça de parte ou até mesmo da totalidade da sua participação de 64% nos próximos meses. Formalmente, tanto a GJP, holding que reúne os negócios do empresário quanto a própria CVC, negam a saída de Paulus. Não há como negar, no entanto, que a venda de sua fatia na CVC daria a Guilherme Paulus fôlego extra para bancar seus projetos no ramo hoteleiro. A meta do empresário, de tão ousada, chega a soar como inexequível: construir 50 hotéis no Brasil e no exterior pelos próximos quatro anos. Para efeito de comparação, em uma década de existência, a GJP abriu apenas 14 unidades. No total, o plano de investimentos da GJP até 2019 passa de R$ 1 bilhão. Além da expansão da rede no Brasil, o grande passo de Guilherme Paulus aponta na direção dos Estados Unidos. O empresário trabalha para anunciar ainda neste ano seu primeiro empreendimento na América.

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27.01.15
ED. 5049

Alta temporada

A CVC, leia-se o fundo norte-americano Carlyle, está com uma aquisição engatilhada na área de turismo. Mesmo com o dólar em alta e todo o aperto do governo aos gastos no exterior. Ou, talvez, por isso mesmo.

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08.12.14
ED. 5017

Carlyle monta seus novos brinquedos no Brasil

 Após fisgar o controle das duas maiores varejistas do setor – PBKids e RiHappy -, para onde mais o Carlyle pode caminhar no mercado brasileiro de brinquedos? Neste jogo de tabuleiro, a carta que os norte-americanos levam a  mão parece dizer: “Avance duas casas e verticalize sua operação”. O fundo também pretende fincar sua bandeira em um grande fabricante nacional de brinquedos. Os dados estão rolando sobre a mesa, mas, desde já, dois nomes surgem no radar do Carlyle: Estrela e Grow. Além da possibilidade de adicionar ao seu portfólio uma marca forte, com expressivo índice de recall entre os consumidores, o que impulsiona os norte-americanos é o desejo de dominar o setor de ponta a ponta, garantindo condições mais vantajosas para suas duas redes varejistas. Ao todo, PBKids e RiHappy somam mais de 200 lojas no Brasil. O Carlyle, que administra cerca de US$ 200 bilhões em recursos, já investiu mais de US$ 500 milhões no mercado brasileiro de brinquedos – 80% desta cifra foram desembolsados na aquisição da RiHappy e da PBKids. Comparativamente, a compra de uma participação em um dos dois grandes fabricantes nacionais seria um investimento bem menos dispendioso. Noves fora um eventual prêmio de controle, atualmente o valor de mercado da Estrela, por exemplo, não passa dos R$ 130 milhões. A empresa, aliás, é vista pelos norte-americanos como uma presa até mais frágil do que a Grow, que sempre conseguiu manter um nicho de mercado – no segmento de jogos de tabuleiro – e, nos últimos anos, soube se reinventar com a digitalização de seus produtos mais famosos, como War, Perfil e Imagem & Ação. A entrada no capital de um fabricante de brinquedos poderia gerar um efeito colateral para o Carlyle e suas redes varejistas, com um eventual estremecimento das relações entre a PBKids e a RiHappy e outros grandes fornecedores. No entanto, os norte-americanos, ao que parece, não temem esse risco, assim como Abílio Diniz não temeu comprar uma participação na BRF quando ainda tinha um pé no Pão de Açúcar.

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09.07.14
ED. 4909

A gestora norte-americana Carlyle

A gestora norte-americana Carlyle prepara a venda de parte de suas ações na CVC. Ainda assim, deverá permanecer como principal acionista da companhia.

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08.01.14
ED. 4812

Carlyle

O setor imobiliário é o novo alvo do Carlyle no Brasil. Vem coisa grande por aí.

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03.01.14
ED. 4809

Carlyle

O fundo Carlyle estaria negociando a compra de uma participação na rede de lojas Fast Shop, controlada pelo empresário Milton Kukamoto. Esta seria a segunda investida dos norte-americanos em pouco mais de um ano.

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04.10.13
ED. 4749

Aeroporto é o teto preferido da GJP

O empresário Guilherme Paulus acredita ter encontrado uma fresta no concorrido mercado hoteleiro para expandir sua operação no setor. Sua intenção é transformar a GJP em uma das maiores operadoras de hotéis em aeroportos do país. Já hospedada em quatro terminais – Galeão, Santos Dumont, Confins e Vitória -, a empresa está na disputa para instalar uma unidade em Guarulhos e outra em Viracopos. Também articula a construção de hotéis nos aeroportos de Salvador e Fortaleza. O investimento total pode chegar a R$ 1 bilhão. Procurada, a GJP confirmou que está na disputa pelo aeroporto de Viracopos, mas não se pronunciou sobre os demais projetos. Paulus, que colocou no bolso mais de R$ 800 milhões na venda da CVC para o Carlyle, pretende tocar a maior parte dos projetos sem mexer no seu abarrotado cofre. A ideia é atrair investidores institucionais, a começar por fundos de pensão e private equities – as portas, aliás, estão mais do que escancaradas para o próprio Carlyle. O empresário pretende chegar a 20 hotéis em três anos – a maior parte deles fincada em grandes aeroportos. O passo seguinte? Paulus adoraria hospedar a GJP na Bovespa, com o IPO da companhia até 2016.

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20.11.12
ED. 4531

CVC na Europa

O Carlyle deve tirar o passaporte europeu da CVC. O fundo estaria disposto a usar a empresa como ponta de lança para a compra de operadoras de turismo na Europa. A ideia seria surfar na baixa temporada de preços dos ativos. A espanhola Orizonia, também controlada pelo Carlyle, deve se juntar a  operação. Procurada, a CVC negou a operação.

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27.08.12
ED. 4474

Poltronas opostas

Guilherme Paulus, fundador e presidente do Conselho de Administração da CVC, e Francisco da Rocha Campos, nº 1 da empresa, andam se estranhando. Segundo uma fonte próxima a Paulus, o empresário não engoliu a decisão do Carlyle, acionista majoritário, de afastar o antigo presidente da CVC, Valter Patriani, seu escudeiro há mais de 30 anos.

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04.05.12
ED. 4394

First Choice Holidays

A Tui Travel, pertencente a  inglesa First Choice Holidays e a investidores espanhóis, está interessada na compra da CVC, leia-se o Carlyle. Procurada, a CVC negou a venda do controle. No entanto, a fonte do RR, ligada a  TUI Travel, crava que há conversações.

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