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17.11.21

Carlyle quer colocar Tok & Stok e Etna na mesma prateleira

O Carlyle estaria se movimentando entre as prateleiras do varejo para costurar a fusão da Tok & Stok, da qual é acionista, com a Etna. Do ovo desse M&A, eclodiria um grupo com faturamento da ordem de R$ 2 bilhões por ano e mais de 60 lojas. Dadas as circunstâncias, a operação seria uma solução dupla: juntaria uma empresa que o mercado não quis – a Tok & Stok suspendeu seu IPO por falta de demanda – com uma companhia que o seu atual controlador, Nelson Kaufman, parece não querer, ao menos não na estrutura atual – a Etna tem fechado uma sucessão de lojas e encerrou sua atuação no Nordeste. O silêncio entre os protagonistas do enredo é unânime. Procurados pelo RR, Tok&Stok, Etna e Carlyle não quiseram se pronunciar. Não é a primeira vez que Tok & Stok e Etna trocam olhares. Desta vez, no entanto, a disposição e o peso do Carlyle podem fazer diferença. Acionista majoritária da Tok & Stok, com 60%, a gestora norte-americana busca uma porta de saída do negócio – a que havia foi fechada justamente com o recuo no IPO. Não precisa ser agora obrigatoriamente. O Carlyle enxergar um negócio mais rentável lá na frente, leia-se a futura venda da participação em um grupo varejista encorpado.

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23.08.21

Artigos para o lar

A Tok&Stok, leia-se o fundo Carlyle, mantém conversações para a compra da Westwing, plataforma de e-commerce de móveis e artigos de decoração com faturamento na casa dos R$ 250 milhões. A Renner, dona da concorrente Camicado, também está na disputa.

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18.08.21

A conta, por favor

O norte-americano Carlyle estuda vender sua participação no Madero. Não está disposto a esperar por um suposto IPO que nunca chega à mesa. A abertura de capital já foi, já voltou e há mais dúvidas do que certezas de que vai sair. Procurado, o Carlyle não se pronunciou.

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06.08.21

Curtinha 1

O Carlyle pretende aproveitar o IPO do Madero para se desfazer integralmente da sua participação na rede de restaurantes.

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02.08.21

Pé na soleira 2

O Carlyle quer reduzir ou até mesmo se desfazer integralmente da sua participação na Tok & Stok. Com o cancelamento do IPO da rede varejista, os norte-americanos procuram outra porta de saída.

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23.06.21

Sem brincadeiras

A SPX Capital estuda a venda da “sua” participação na rede de lojas de brinquedos Ri Happy. O ativo faz parte da carteira de fundos do Carlyle no Brasil, cuja gestão passou às mãos da SPX.

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26.03.21

Baixa caloria

O Madero estuda adiar seu IPO mais uma vez, empurrando a operação para 2022. A norte-americana Carlyle, que já colocou mais de R$ 700 milhões na rede de restaurantes, seria a principal defensora da postergação. Trata-se de um IPO encruado: estava previsto para o ano passado e acabou postergado para 2021.

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05.02.21

Tok&Stok e Etna rumo ao altar

O RR apurou que a Tok&Stok e a Etna estariam mantendo conversações para uma possível fusão. A primeira é controlada pelo norte-americano Carlyle; a segunda pertence ao empresário Nelson Kaufman, dono também da joalheira Vivara. As tratativas, ressalte-se, se dão paralelamente aos planos de IPO da Tok&Stok – o pedido já foi protocolado na CVM. O enlace criaria uma rede com 70 lojas de móveis e artigos de decoração e faturamento anual da ordem de R$ 1,7 bilhão. Esta não é primeira vez que as duas empresas ensaiam sua fusão. Em 2014, ambas chegaram a negociar uma associação, mas não houve acordo. Desta vez, no entanto, as circunstâncias obrigam a Tok&Stok e da Etna a aumentarem sua escala no setor. Ambas têm perdido espaço para concorrentes que nasceram, cresceram e se consolidaram no ambiente do e-commerce, sem lojas físicas. Alguns deles têm contado com generosos aportes de investidores. É o caso da MadeiraMadeira, que recebeu recentemente uma capitalização de US$ 190 milhões dos fundos SoftBank Latin America e Dynamo.

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25.01.21

Acabou a brincadeira?

O Carlyle estaria preparando seu desembarque do controle da RiHappy, uma das maiores redes de lojas de brinquedos do país. Os norte-americanos estão no negócio desde 2012.

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22.10.20

Boca do caixa

Os fundos norte-americanos Blackstone e Carlyle têm interesse na compra da C&A no Brasil. O valor de mercado da empresa é de R$ 4,3 bilhões.

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