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17.03.17
ED. 5580

A hidra Carlos Sanchez

O empresário Carlos Sanchez, dono do laboratório farmacêutico EMS, é uma hidra. Entrou na área de mídia, comprou as usinas de energia eólica da Odebrecht e agora está vasculhando ativos entre os escombros do setor imobiliário. E nem precisou dos conselhos e préstimos de José Dirceu, seu antigo consultor.

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17.08.16
ED. 5435

Efeito Brunet

 Lirio Parisotto tem estado longe dos negócios de comunicação de Carlos Sanchez, do qual é sócio em Santa Catarina. Não tem aparecido nem nas reuniões do conselho. • Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Lirio Parisotto.

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25.04.16
ED. 5354

Pequenas grandes cenas da TV brasileira

 – A investida de Carlos Sanchez e de Lírio Parisotto na área de mídia não ficará restrita à aquisição dos jornais e emissoras de rádio e TV da RBS em Santa Catarina. Sanchez, dono do laboratório EMS, e Parisotto, fundador da Videolar, miram agora na TV Bahia. A emissora, também afiliada da Rede Globo, pertence aos herdeiros de Antonio Carlos Magalhães. Ressalte-se que Tereza Magalhães, uma das filhas da ACM, desistiu da disputa judicial com a família pelo espólio do ex-governador baiano, o que impedia a venda de qualquer empresa. Procurada, a TV Bahia nega a venda do controle.  – O apresentador Carlos Massa, o Ratinho, teria apresentado uma proposta pelo controle da TV Alterosa, de Minas Gerais, afiliada do SBT. A emissora atravessa uma delicada situação financeira, assim como outras empresas dos Diários Associados. Há cerca de dois meses, os funcionários chegaram a fazer uma paralisação de quase uma semana, devido a atrasos no pagamento de salários. Ratinho, aliás, já é mais sócio do que empregado de Silvio Santos. Por meio da Rede Massa, é dono de retransmissoras do SBT no Paraná.  – J. Hawilla jogou a toalha. O empresário, que por muito tempo resistiu à ideia de vender o melhor dos seus negócios, procura um comprador para a TV Tem. Hawilla, que tenta, sem sucesso, passar à frente a agência de marketing esportivo Traffic, precisa se capitalizar com certa urgência. Nos próximos meses, terá de pagar US$ 150 milhões à Justiça norte-americana dentro do acordo de cooperação para se livrar do escândalo do Fifagate. A TV Tem, que opera em quatro cidades do interior de São Paulo, fatura por ano mais de R$ 1,2 bilhão. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Grupo Massa, TV Alterosa e TV Tem.

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01.03.16
ED. 5317

Remédio chinês

 A Shangai Biomabs, um dos maiores laboratórios farmacêuticos da China, quer comprar ativos no Brasil. Não custa lembrar que, no início da década, os chineses tiveram um acordo operacional com a EMS, de Carlos Sanchez.

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A Lava Jato é um ímã que insiste em atrair o empresário Carlos Sanchez, dono do laboratório farmacêutico EMS. Além das notórias relações com José Dirceu, em seu último depoimento Alberto Youssef também teria ligado Sanchez a Antonio Palocci.

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01.06.15
ED. 5132

Compra do Aché é o remédio para todos os males da EMS

 O empresário Carlos Sanchez, que, ultimamente, tem frequentado com recorrência a prateleira dos escândalos, quer voltar a  gôndola dos grandes negócios na indústria farmacêutica. O dono da EMS estaria se unindo ao fundo norte- americano Advent para fazer uma oferta pelo controle do Aché, pertencente a s famílias Depieri, Siaulys e Baptista. Ressalte-se que esta não é a primeira tentativa da gestora de recursos de desembarcar em um grande laboratório nacional. Em 2013, o Advent manteve conversações com a goiana Teuto, que acabou se associando a  Pfizer. Caso se confirme, a compra do Aché tem tudo para ser uma das maiores operações de M&A já realizadas no setor, seja pelos valores envolvidos, seja pelo seu impacto no mercado. Há quase dois anos, o Aché abriu tratativas com diversos laboratórios internacionais – entre eles a própria Pfizer e o Novartis – para a venda do seu controle, mas nenhum dos candidatos aceitou pagar o preço exigido pelas três famílias. O tempo passou, mas, segundo o RR apurou, o valor segue no mesmo patamar: em torno dos US$ 5 bilhões. No caso específico da EMS, este é o preço para se chegar ao paraíso. Com a aquisição do Aché, a companhia de Carlos Sanchez se consolidaria como o maior fabricante de medicamentos do país, com uma receita consolidada superior a R$ 13 bilhões. Praticamente metade desse valor viria da venda de genéricos. O peso da EMS no setor é proporcional a  influência de Carlos Sanchez, talvez o empresário do ramo farmacêutico com mais trânsito junto ao governo nos últimos anos. Tamanho prestígio tem seus efeitos colaterais, como vem mostrando o noticiário recente. Coincidência ou não, o avanço sobre o Aché se dá no momento em que a EMS enfrenta uma grave crise institucional. O laboratório foi citado como um dos clientes da consultoria de José Dirceu. Aliás, um dos clientes, não! “O cliente”! Segundo as investigações, a companhia encabeça a lista de pagamentos ao exministro, com um desembolso total de quase R$ 8 milhões. Além disso, a EMS é mencionada na Lava Jato como uma das parceiras da Labogen, empresa que tinha entre seus sócios o doleiro Alberto Youssef.

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08.04.15
ED. 5096

Placebo

 Sucess fee não é exatamente um termo que se aplique aos pagamentos feitos pela EMS a  empresa de consultoria de José Dirceu – R$ 7,9 milhões entre 2009 e 2013. Nesse período, Dirceu prospectou parcerias para o laboratório farmacêutico em Cuba e na Venezuela, mas nenhum projeto saiu do tubo de ensaio. Ao menos, Carlos Sanchez, dono do EMS, tornouse um dos empresários do setor farmacêutico com maior trânsito junto ao governo.

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27.01.15
ED. 5049

Rumo a Cuba

 Carlos Sanchez, dono do EMS, acompanha com especial atenção o afrouxamento do bloqueio econômico a Cuba. Sanchez tem feito intensas gestões para produzir medicamentos na ilha dos Castro a partir de 2016. Não custa lembrar que o empresário tem ótimo trânsito junto ao governo Dilma Rousseff.

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