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01.12.17
ED. 5757

Sem açúcar e sem afeto

A área jurídica da Cargill está mobilizada em torno da punição imposta pela Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC), dos Estados Unidos, à Copersucar. A empresa foi condenada a pagar uma multa de US$ 300 mil por manipulação de negociações com contratos de açúcar na Bolsa de Nova York. O temor da Cargill é que o processo ricocheteie na Alvean, joint venture que mantém com a Copersucar. Desde outubro de 2014, a empresa é a responsável por distribuir o açúcar físico e negociar contratos futuros em nome de suas acionistas.

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10.11.17
ED. 5743

Próximo ato

A Cargill selou a compra dos 37% da cooperativa Canagril na Cevasa, usina sucroalcooleira paulista. Mas o grupo norte-americano não quer ficar nessa lavoura. Agora, como único acionista do negócio, pretende se livrar do controle. A Cevasa teria cerca de R$ 500 milhões em dívidas.

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26.09.17
ED. 5712

O bonde da Ferrogrão

O comboio de tradings agrícolas montado para disputar a concessão da Ferrogrão – à frente ADM, Cargill, Louis Dreyfus e Amaggi – abriu as portas do trem para fabricantes de equipamentos ferroviários. Estaria em conversações com GE, Alstom e ABB. Apesar de pilotar o consórcio, a turma do agribusiness quer ter, no máximo, 40% do capital.

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12.09.17
ED. 5702

O prato principal da Hormel Foods

A recente compra da marca de embutidos Ceratti foi apenas o antepasto servido pela Hormel Foods. Segundo o RR apurou, o cardápio ainda não revelado do grupo norte-americano no Brasil passa pela compatriota Cargill. Em pauta, a criação de uma joint venture voltada à distribuição e à comercialização de alimentos. Seria uma versão com tempero brasileiro da associação que os dois grupos mantiveram nos Estados Unidos, entre 2000 e 2014. Do lado da Cargill, a aliança aumentaria seu portfólio de produtos ao consumidor; já a Hormel Foods teria à disposição uma estrutura logística que a Ceratti não lhe deu.

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04.09.17
ED. 5697

Delação empurra Lava Jato para a lavoura

Guardadas as devidas proporções, Silval Barbosa está para o agribusiness como Antonio Palocci para o sistema financeiro. A delação do ex-governador do Mato Grosso tem causado forte apreensão entre grandes grupos agrícolas do país. Por dever de ofício, Silval semeou uma forte relação com as empresas do setor – muitas delas fizeram pesados investimentos no estado durante a sua gestão. Um capítulo especial é o Fundo de Financiamento do Centro Oeste (FCO), administrado pelo Banco do Brasil. Ao longo do seu mandato, o peemedebista Silval valeu-se da proximidade com o governo federal para aumentar o volume de recursos do FCO destinados ao Mato Grosso e, em especial, ao agronegócio. Grandes conglomerados como Cargill e Louis Dreyfus tiveram projetos financiados pelo fundo. Segundo o relato de uma fonte do RR, à época Silval tinha por costume se vangloriar em reuniões com executivos do setor privado, afirmando que os recursos não sairiam se não fosse ele o governador. A velha técnica
de vender dificuldades…

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04.08.17
ED. 5676

Cargill vende seu bagaço no Brasil

A Cargill busca um comprador para a sua fatia de 63% na Cevasa, usina de açúcar e álcool no interior de São Paulo. O RR apurou que um grande conglomerado agrícola chinês que atua no Brasil demonstrou interesse pelo negócio. Com um passivo de aproximadamente R$ 500 milhões junto a bancos e fornecedores, a Cevasa teria a necessidade de uma injeção de recursos da ordem de R$ 200 milhões. Nos últimos meses, a Cargill e seu sócio, a paulista Canagril, entabularam tratativas para um aporte, mas não houve consenso. Segundo informações filtradas da própria Cargill, a ordem para fazer o stop loss e bater em retirada veio diretamente dos Estados Unidos. Consultada, a companhia norte-americana não quis se pronunciar.

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18.05.17
ED. 5621

Pode chamar de Cargill

O Proterra Investment Partners está prospectando usinas de etanol no interior de São Paulo. Para quem não está ligando o nome à “pessoa”, trata-se de um fundo vinculado à norte-americana Cargill.

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21.03.17
ED. 5582

Tapa-buraco

Cargill, Bunge, Louis Dreyfus e Maggi discutem a criação de um consórcio para disputar a concessão da BR-163, prevista para o segundo semestre. As tradings já não suportam mais perder um caminhão de dinheiro a cada safra devido às péssimas condições da rodovia. Só no ano passado, o prejuízo foi de R$ 350 milhões.

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04.01.17
ED. 5531

Óleo fervente

A Cargill, que comprou a divisão de óleos industriais da SGS Microingredients, prepara uma tesourada na operação. A fábrica de Ponta Grossa (PR) funciona com uma taxa de ociosidade acima dos 60%.

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08.11.16
ED. 5491

“PPP agrícola”

 O ministro Blairo Maggi está decidido a criar um novo modelo para o seguro rural, com a participação da iniciativa privada. Maggi está convocando os dirigentes de grandes tradings que atuam no país, como Cargill, Bunge e Louis Dreyfus, para discutir uma proposta.

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21.10.16
ED. 5480

Olam

 A Olam, multinacional de Cingapura, está comendo pelos calcanhares o mercado de processamento de cacau no Sul do Pará. Para ser mais preciso, está tomando o espaço da Cargill. Estima-se que cerca de 20% dos fornecedores de matéria-prima do grupo norte-americano tenham migrado para a Olam ao longo do último ano, graças a uma agressiva estratégia de preço adotada pela companhia de Cingapura. Ressalte-se que os asiáticos já dominam a produção no maior centro cacaueiro do país, a Bahia, o suficiente para lhes assegurar quase 25% de todo o insumo colhido no Brasil. • A seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Olam.

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 Executivos da chinesa Cofco Agri procuraram o secretário de PPI, Moreira Franco, e o ministro dos Transportes, Mauricio Quintella, para manifestar o interesse do grupo em disputar a licitação da “Ferrogrão”. A companhia não virá sozinha. A Cofco terá o apoio do China Development Bank, a maior agência de fomento do país asiático. O comboio deverá incluir ainda a China Railway Construction Corporation (CRCC), que seria o operador da ferrovia. Orçada em mais de R$ 12 bilhões, a “Ferrogrão” será uma espécie de aorta no sistema circulatório da produção nacional de grãos. Com 933 quilômetros de extensão entre as cidades de Sinop (MT) a Miritituba (PA), a nova linha férrea será a maior e mais importante artéria de escoamento de soja e congêneres do Centro-Oeste.  A julgar pelo número e pelo porte dos pretendentes, a “Ferrogrão” tem tudo para ser a locomotiva da primeira leva de concessões do governo Temer. Bunge , ADM e Cargill são tratados em Brasília como nomes certos na licitação. A Amaggi, controlada pela família do ministro Blairo Maggi, também estuda sua participação no leilão. Assim como todos estes grupos, o interesse da Cofco pelo empreendimento caminha pari passu às suas operações na área de grãos no Brasil. Nos próximos dois anos, os chineses deverão investir mais de US$ 1,2 bilhão no país na produção de soja e derivados. O Brasil, aliás, foi escolhido para ser o centro das operações globais da Cofco International, o braço agrícola do conglomerado chinês – ver RR edição de 29 de setembro. A seguintes empresa não retornaram ou não comentaram o assunto: Cofco Agri.

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23.09.16
ED. 5461

Cargill intransigente

 A Cargill está enfrentando uma barricada de produtores de milho no Centro-Oeste. O ponto principal da disputa seria a intransigência da companhia norte-americana em renegociar contratos de fornecimento do cereal devido à seca na região. Em alguns casos, as multas pelo wash out (cancelamento da entrega) chegam a 50% do valor firmado em contrato. Produtores, reunidos na Aprosoja, associação do setor no Mato Grosso, estudam entrar na Justiça contra a Cargill para rever os valores. • Procuradas, as seguintes empresas não se retornaram ou não comentaram o assunto: Cargill.

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15.08.16
ED. 5433

Cargill e Copersucar dividem um lar nada doce

 Há pouco açúcar e nenhum afeto na relação entre Cargill e Copersucar. Os norte-americanos ameaçam romper a sociedade e deixar a Alvean, trading controlada pelos dois grupos. Eles discordam da estratégia adotada pelos sócios brasileiros que, pelo acordo de acionistas, estão à frente da gestão da comercializadora de açúcar na atual safra (2015/ 16). A Cargill alega que a Alvean tem fechado contratos de exportação a qualquer custo exclusivamente para atender aos interesses da Copersucar de ganhar escala e aumentar o mercado de suas usinas cooperativadas no exterior.  A escolha pelo volume em detrimento do preço tem derretido a rentabilidade da Alvean. A Cargill tem dois caminhos: esperar pela próxima safra, quando, então, assumirá a gestão da trading e terá mais força, ou pular fora do barco já agora. Fontes próximas aos norte-americanos apostam nesta segunda hipótese.

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09.06.16
ED. 5386

Ferrovia do grão

 O Planalto está particularmente empenhado em deslanchar a construção da chamada Ferrogrão. Tratase de um raro projeto de infraestrutura ferroviária que atrai o interesse de grandes grupos, notadamente tradings agrícolas, como Louis Dreyfus e Cargill .

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11.05.16
ED. 5366

Brasil ganha upgrade na logística da Cargill

 Aos poucos, sem muito alarde, a Cargill está montando em terras e águas brasileiras sua maior operação de logística de grãos fora dos Estados Unidos. Além dos três terminais portuários que operam em Paranaguá (PR), Santos (SP) e Santarém (PA), os norte-americanos vão investir, ao longo dos próximos dois anos, cerca de R$ 500 milhões na encomenda de 40 barcaças. Com isso, o gigante do agronegócio vai triplicar sua frota própria no país, hoje composta por 20 embarcações. Os aportes virão acompanhados da mudança no centro decisório da Cargill Transportes na América Latina, que será deslocado da Argentina para o Brasil. Procurada, a Cargill limitou-se a dizer que “a expansão das operações no Brasil está de acordo com um plano de longo prazo”.  A ampliação da frota pró- pria está ancorada nos planos da Cargill de operar novos terminais graneleiros no país. A empresa – como de resto todo o Brasil – está em compasso de espera. No seu caso específico, a pergunta que vale toda uma estratégia de negócios é o que o governo de Michel Temer fará com o programa de concessões engatilhado durante a passagem de Elder Barbalho pela Secretaria de Portos. Os norte-americanos têm interesse em licenças na Região Amazônica. Outras regiões também estão na mira, dentro da estratégia da companhia de ter saídas tanto pelo Atlântico Norte quanto pelo Atlântico Sul para o escoamento da produção de grãos, notadamente no Centro-Oeste.

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15.03.16
ED. 5327

Trem da soja

 Um pool de tradings chinesas poderá se unir à Cargill e Louis Dreyfus para viabilizar a construção da “Ferrogrão”, ligação ferroviária entre o Centro-Oeste e portos da Região Norte, orçada em R$ 11 bi.

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15.02.16
ED. 5306

Cargill e Louis Dreyfus navegam na mesma direção

  Cargill e Louis Dreyfus costuram uma associação na área de logística portuária no Brasil. O objetivo é montar uma grande operação conjunta de escoamento de grãos. A negociação envolveria a criação de uma joint venture englobando todas as participações da dupla em terminais portuários no Brasil. Com o capital dividido meio a meio, a nova empresa nasceria com presença nos portos de Santos (SP), Paranaguá (PR), Santarém (PA) e Porto Velho (RO), além de futuras parcerias nos próximos leilões do setor. A negociação avançou depois da recente aquisição de um terminal no porto santista, por um consórcio entre as duas empresas. Consultada, a Cargill nega a operação. Já a Louis Dreyfus não quis comentar o assunto.  Segundo o RR apurou, a primeira investida da joint venture seria o leilão de construção e operação da linha ferroviária entre Sinop (MT) e Miritituba, na cidade de Itaituba, no Pará, um projeto de R$ 12 bilhões. A Cargill e a Louis Dreyfus Commodities estariam tentando atrair o Grupo Amaggi para o consórcio. Se forem bem sucedidas na tratativa com a companhia do senador Blairo Maggi, entre as grandes tradings agrícolas deverão ter apenas a Bunge como uma grande concorrente no leilão. A intenção do governo é realizar a licitação da ferrovia no fim deste ano ou no início de 2017. O empreendimento está em análise no Tribunal de Contas da União (TCU) e ainda vai passar por uma série de audiências públicas da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Cargill, Louis Dreyfus, Amaggi e Bunge foram responsáveis conjuntamente pelos estudos de viabilidade econômica, ambiental e técnica do empreendimento, que vão servir de base para a concessão do trecho ferroviário.  Caso seja consumada, a sociedade com a Louis Dreyfus preencherá uma lacuna importante nos planos da Cargill para o Brasil. Já há algum tempo os norte-americanos flertam com a ideia de buscar sócios não apenas para seus empreendimentos na área portuária, mas também para outros negócios no país. A cautela da companhia se deve aos recentes prejuízos acumulados no Brasil, notadamente no mercado sucroalcooleiro e na área de citricultura.

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06.01.16
ED. 5281

Cacau da Cargill

 A Cargill estaria negociando a compra de expressivas plantações de cacau no sul do Bahia. A empresa nega. Mas, não custa lembrar que recentemente a trading norte-americana iniciou a exportação de grãos do produto no Brasil.

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07.12.15
ED. 5263

Pinga-pinga

 A Cargill está investindo cerca de R$ 30 milhões em sua estrutura logística na Região Norte. Mais de metade dessa cifra será destinada ao terminal de armazenamento e transporte de grãos de Porto Velho.

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 Cargill, Louis Dreyfus , Bunge e Amaggi buscam mais um sócio para a construção da ferrovia entre Sinop (MT) e Miritituba (PA), orçada em R$ 11,5 bilhões.

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14.10.15
ED. 5226

Por um fio

A gestora Black River, ligada à Cargill, está na reta final para a compra das duas usinas de álcool e açúcar do Grupo Ruette. Um fundo do Santander, credor da sucroalcooleira e adviser da operação, deverá ficar com uma participação minoritária. A operação permitirá ao usineiro Antonio Ruette de Oliveira quitar boa parte de suas dívidas, na casa dos R$ 500 milhões.

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11.08.15
ED. 5182

Entressafra

Luiz Pretti, presidente da Cargill no Brasil, não para de refazer contas. A projeção anterior indicava um aumento da receita em 2015 da ordem de 6%. Mas, a julgar pelo primeiro semestre, vai ser difícil cumprir a meta. Até o momento, as exportações de grãos caíram 20%.

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15.07.15
ED. 5163

Quatro mãos

A Cargill ofereceu à  Amaggi sociedade no terminal graneleiro de Santarém (PA). O objetivo é garantir o suprimento de grãos para a movimentação do terminal e, de quebra, dividir os custos de ampliação da unidade, orçada em R$ 240 milhões.

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