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05.08.22

Muito apetite e pouca concorrência

Segundo o RR apurou, concorrentes do iFood têm alimentado o Cade de farta documentação sobre supostas práticas de concorrência desleal que seriam cometidas pela plataforma de delivery. Entre as acusações estariam a imposição de contratos de exclusividade e abuso de poder econômico, como empréstimos e subsídios a restaurantes, para amarrar seus parceiros. Por ora, o Cade trata as denúncias com cautela. Em contato com o RR, frisou que “as “referidas condutas estão em apuração, em fase de inquérito”. Ou seja: ainda não há processo administrativo corroborando a acusação. O iFood, por sua vez, afirma que “suas políticas comerciais estão em estrita conformidade com a legislação concorrencial e segue cooperando com as autoridades que tratam o assunto.”

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01.08.22

Fora da validade

Além das drogarias que terá de vender pelo acordo firmado com o Cade, a Pague Menos vai fechar lojas da Extrafarma, notadamente na Região Nordeste. A empresa, comprada junto ao Grupo Ultra, carrega uma série de farmácias deficitárias.

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05.07.22

Mubadala tem fome de Brasil

O Mubadala, que já soma mais de US$ 5 bilhões em ativos no Brasil, vai aumentar essa cifra. Segundo o RR apurou, o fundo árabe mantém conversações com a Petrobras para a compra da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), no Rio Grande do Sul. A unidade está avaliada em algo em torno de US$ 1,3 bilhão. O Mubadala é “reincidente” no plano de desmobilização de ativos da estatal: já comprou a refinaria Landulpho Alves, na Bahia, por US$ 1,6 bilhão. Ressalte-se que a eventual aquisição da Refap pelo fundo árabe não fere o Termo de Compromisso firmado entre a Petrobras e o Cade. Pelo acordo, um único comprador não poderá adquirir refinarias dentro de uma mesma região.

Mais uma prova do apetite do Mubadala pelo Brasil, dessa vez no setor de educação: o fundo pretende embalar suas universidades de medicina no país em uma nova holding. O passo seguinte também está traçado: a abertura do capital em bolsa. Até o momento o fundo árabe comprou as baianas UniFTC e UnesulBahia. De acordo com a mesma fonte, uma nova aquisição deverá ser anunciada em até dois meses.

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04.07.22

Concorrência com fome

É grande o apetite contra o iFood. O aplicativo de delivery Goomer vai se juntar à Rappi na ação movida contra o concorrente no Cade. O iFood é acusado de impor acordos de exclusividade e cláusulas draconianas a bares e restaurantes. Foi a principal razão para a Uber encerrar as atividades da divisão Uber Eats no Brasil.

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Benjamin Steinbruch enxerga a caligrafia dos Ermírio de Moraes na ação movida pela Cimento Tupi no Cade, contestando a venda dos ativos da LafargeHolcim para a CSN.

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24.06.22

A mil por hora

Talvez o Cade ainda não saiba, mas a Localiza e a Unidas, que acabaram de se fundir, já fazem planos de comprar uma locadora de veículos que figura no top ten do setor. Ressalte-se que a dupla teve de vender recentemente cerca de R$ 3,5 bilhões em ativos para ter o M&A aprovado pelo órgão antitruste.

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10.05.22

Blindagem

A GPS, um dos maiores grupos de segurança patrimonial do Brasil, vai abrir seu caixa forte para comprar empresas no Nordeste. A região tornou-se estratégica, muito em função do “presente” que a companhia recebeu do Cade. A espanhola Prosegur, uma das maiores concorrentes da GPS, está proibida de fazer aquisições no Nordeste até 2025. Procurada, a empresa não se manifestou, alegando estar em período de silêncio.

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09.05.22

Petrópolis aumenta a levedura contra a Ambev no Cade

A concorrência está se unindo contra a Ambev e suas práticas comerciais. Segundo o RR apurou, a Petrópolis, de Walter Faria, estuda se juntar à Heineken no processo movido no Cade contra a cervejeira de Jorge Paulo Lemann e cia. De acordo com a mesma fonte, a fabricante da marca Itaipava pretende entregar, nas próximas semanas, farta documentação com o objetivo de comprovar que a Ambev adota práticas anti-concorrenciais, como venda casada e proibição de que parceiros comerciais comprem bebidas de competidores.

Há pouco mais de um mês, a Heineken protocolou uma petição no Cade acusando a líder do mercado brasileiro de manter contratos de exclusividade com bares e restaurantes em 11 capitais que ferem a legislação antitruste. Dona de aproximadamente 60% do mercado cervejeiro nacional, a Ambev é useira e vezeira em ser acusada de concorrência desleal. Em 2015, a companhia firmou um Termo de Compromisso de Cessação (TCC) com o Cade, comprometendo-se a limitar contratos exclusivos de venda. Na ocasião, foi punida por exigir de comerciantes acordos de exclusividade no âmbito do programa de fidelidade “Tô Contigo”.

Após uma renegociação com o órgão antitruste, a empresa conseguiu reduzir o valor da multa de R$ 359 milhões para R$ 229 milhões, o equivalente a apenas 0,8% da sua receita líquida naquele ano de 2015. Consultada sobre a petição da Heineken junto ao Cade, a Ambev informou que “suas práticas de mercado são regulares e respeitam a legislação concorrencial brasileira.” A empresa afirmou ainda que “em 2020, o Cade atestou que o termo de ajuste de conduta acordado em 2015 estava integralmente cumprido. Mesmo sem ter a obrigação, continuamos monitorando os mesmos indicadores em todas as regiões do país e eles seguem dentro do acordado anteriormente.” Também consultada, a Petrópolis não se pronunciou.

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04.05.22

Raia Drogasil e DPSP podem juntar seus comprimidos

A Raia Drogasil e a DPSP (Drogarias Pacheco São Paulo) estariam mantendo conversações para uma possível associação. A operação pode dar origem a um conglomerado com mais de 3,5 mil drogarias, faturamento superior a R$ 36 bilhões e um Ebitda da ordem de R$ 2,5 bilhões. Na prática, seria uma aquisição em pele de fusão.

De acordo com a fonte do RR, os acionistas da Raia Drogasil – as famílias Galvão, Pires Oliveira Dias e Pipponzi – ficariam com uma participação maior na nova empresa. A dosagem societária refletiria a diferença de tamanho entre as duas redes. A Raia Drogasil tem exatamente o dobro da receita da DPSP – R$ 24,1 bilhões, contra R$ 12 bilhões em cifras do ano passado. Procuradas pelo RR, Raia Drogasil e DPSP não quiseram se pronunciar.

Trata-se de uma negociação complexa, a começar pelo Cade. Raia Drogasil e DPSP são, respectivamente, líder e vice-líder no ranking do setor. No caso de um M&A, a nova companhia passaria a dominar mais de 25% das vendas no varejo farmacêutico. Provavelmente teria de entregar alguns anéis – como, por exemplo, a venda de drogarias em algumas regiões do país – para que a operação fosse aprovada.

Outra dificuldade é atender aos interesses cruzados da miríade de sócios de parte a parte, notadamente da DPSP, que reúne mais de 20 acionistas no bloco de controle. No caso da Pacheco São Paulo, não é de hoje que seus donos buscam um novo investidor ou mesmo um comprador para o negócio. No passado recente, houve conversas com o grupo mexicano Femsa.

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18.04.22

Contrapartida

A Vitru Educação sinalizou ao Cade a disposição de vender parte das suas operações de ensino a distância. O movimento faz parte de uma intrincada negociação com o órgão antitruste para garantir a aprovação da compra da UniCesumar, um negócio da ordem de R$ 3,5 bilhões. A Superintendência Geral do Cade, não custa lembrar, já emitiu um parecer classificando a operação como “complexa”.

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