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planos
01.09.17
ED. 5696

Águas e esgotos

A Galvão Engenharia, que vendeu a CAB Ambiental para o fundo IG4 Capital, deixou para trás um veio de água barrenta em Cuiabá, onde era responsável pela concessão de saneamento. Rebatizada de Iguá Saneamento, a empresa já apresentou à Prefeitura um plano emergencial de investimentos da ordem de R$ 250 milhões. A nova concessionária corre contra o tempo. Tragada pela Lava Jato, a Galvão Engenharia atrasou projetos e cancelou investimentos na cidade – a ponto de a Prefeitura de Cuiabá ter decretado intervenção na operação e forçado a venda do negócio.

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13.12.16
ED. 5515

Água filtrada

A CAB Ambiental, leia-se Galvão Engenharia, firmou na semana passada um aditivo ao contrato de concessão de saneamento em Cuiabá. Procurada pelo RR, a empresa informou que vai investir R$1,4 bilhão na capital mato grossense; em troca, a Prefeitura vai suspender o regime de intervenção na operadora, em vigor desde maio. Em tese, o contrato afasta a ameaça de retomada da concessão, que pairava sobre a empresa.

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15.09.16
ED. 5455

Água potável

 Os sul-coreanos da GS Inima estão debruçados sobre os números da CAB Ambiental, braço de saneamento do Grupo Galvão. Os asiáticos já têm oito concessões no Brasil.

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 A gestora Farallon, que já tem ativos na área de saneamento no Brasil, avalia os números da CAB Ambiental , leia-se Galvão Engenharia . Os norte-americanos administram US$ 30 bilhões e, recentemente, captaram cerca de US$ 1 bilhão para novos investimentos na América Latina. • Procurada pelo Relatório Reservado, a seguinte empresa não retornou ou não comentou o assunto: Galvão Engenharia.

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19.07.16
ED. 5414

Segunda época

 A Galvão Engenharia abriu uma nova rodada de negociações para tentar vender seu braço de saneamento, a CAB Ambiental. Na primeira, ninguém topou pagar os R$ 600 milhões pedidos pelo grupo. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:Galvão Engenharia.

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21.12.15
ED. 5273

Fazendo-se de difícil

 A decisão da Aegea de pular fora do leilão de venda da CAB Ambiental, que ocorreu no último dia 10 de dezembro, não passou de jogo de cena. A empresa segue interessada na operação de saneamento do Grupo Galvão, mas usa o tempo a seu favor. Primeiro, aproveita-se da delicada situação financeira da Galvão para forçar uma redução do preço do ativo, fixado em R$ 600 milhões. Além disso, quer uma garantia firme dos credores do grupo de que não herdará qualquer dívida da CAB.

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  A GP Investimentos enxergou um veio de água potável minando entre os destroços da Lava Jato. A gestora de recursos está em negociações para a compra da OAS Soluções Ambientais e da CAB Ambiental, do Grupo Galvão. Segundo o RR apurou, o braço de saneamento da empreiteira de Cesar Mata Pires está avaliado em aproximadamente R$ 200 milhões. No caso da CAB, os valores sobre a mesa giram em torno dos R$ 500 milhões. Uma vez cravada a dupla aquisição, o caminho das pedras está traçado: o objetivo da GP é consolidar as duas companhias e criar um dos maiores grupos privados de saneamento do país. Juntas, CAB e OAS Soluções Ambientais somam um faturamento em torno de R$ 700 milhões, 20 concessões em cinco estados e aproximadamente 10% de market share. Entre as empresas privadas, a dupla ficaria atrás somente da Águas do Brasil e da Odebrecht Ambiental .  A GP se aproveita do momento de fragilidade de um setor umbilicalmente ligado às grandes empresas de construção pesada do país e, por isso mesmo, superofertado de ativos – outra empresa à venda é a Aegea, do Grupo Equipav.. A empresa nega a informação e ainda afirma que analisa oportunidades de aquisição. CAB e OAS Soluções Ambientais são companheiras de calvário. Seus acionistas controladores foram arrastados pelo “petrolão”, entraram em recuperação judicial e precisam vender ativos o quanto antes para salvar a própria pele. Como não poderia deixar de ser, tanto de um lado quanto de outro, a fonte secou. Enquanto a venda não sai, CAB e OAS não têm outra opção se não sugar o próprio caixa para tocar os projetos em curso em suas concessões. Não obstante a realidade dos fatos, a GP aposta suas fichas no potencial de crescimento das duas empresas. Com 18 concessões, a CAB cresceu 6% no ano passado, rompendo a marca de R$ 600 milhões em receita. A OAS tem um faturamento bem menor, em torno de R$ 80 milhões. Em compensação, como boa parte dos projetos entrou recentemente em operação, a empresa ainda está no período dos longos saltos. No ano passado, sua receita subiu 500%

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A BNDESPar deverá aproveitar a venda da CAB Ambiental pela Galvão Engenharia para deixar o negócio. * O BNDES não quis comentar sobre a venda.

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